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A bertura do Setor de Astronomia - CDCC. Setor de Astronomia - CDCC Setor de Astronomia (OBSERVATÓRIO) (Centro de Divulgação da Astronomia - CDA) Centro.

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1 A bertura do Setor de Astronomia - CDCC

2 Setor de Astronomia - CDCC Setor de Astronomia (OBSERVATÓRIO) (Centro de Divulgação da Astronomia - CDA) Centro de Divulgação Científica e Cultural - CDCC Universidade de São Paulo - USP Endereço: Av. Trabalhador São-Carlense, n.400 Tel: 0-xx (Observatório) Tel: 0-xx (CDCC) Localização: Latitude: 22° 00' 39,5"S Longitude: 47° 53' 47,5"W

3 Sessão Astronomia

4 O Que é a Sessão Astronomia? As Sessões Astronomia são palestras proferidas por monitores do Setor de Astronomia todos os sábados às 21h00. Iniciadas em 1992, foram criadas com o objetivo de falar sobre Astronomia ao nosso público em uma linguagem simples e acessível a todas as faixas etárias. Estas palestras se tornaram uma opção de diversão e informação para a comunidade local e também para visitantes de nossa cidade. Os temas abordados são os mais variados possíveis. O material multimidia contido aqui consiste numa opção áudiovisual complementar que o proferssor do Sistema de Ensino pode utilizar como auxílio a suas aulas. O conteúdo das Sessões Astronomia podem ser Acessos no seguinte endereço:

5 Tema: Por Marina Trevisan

6 Identificação do Tema: Título : Estrelas de Nêutrons Autora : Marina Trevisan Data da Apresentação: 07 de junho de 2003 Apresentadora : Marina Trevisan Resumo: As estrelas não são eternas; todas elas surgem e morrem. A forma como isso acontece varia de acordo com a sua massa. Estrelas como o Sol, que não são consideradas estrelas de grande massa, no final de suas vidas transformam-se em um tipo de estrela chamado anã branca. Esta estrela, ainda que morta, permanece a brilhar por vários bilhões de anos. Porém se a estrela for muito mais massiva que o nosso Sol, o final de sua vida é um pouco mais conturbado, uma vez que esta explode violentamente, em uma explosão que chamamos de Supernova. E quando isto acontece, outros dois tipos de objetos podem surgir: um buraco negro ou uma Estrela de Nêutrons. Créditos imagem: Dave King Fonte: Scifiimages.com

7 Diaposi tivo Visual Jocelyn Bell Em uma noite de verão de

8 Conteúdo: Descoberta de Jocelyn Bell nasceu no ano de 1943, emBelfast, e formou-se em Física na Universidade de Glasgow. Logo em seguida, ela começou o seu doutorado na Universidade de Cambridge. Os dois primeiros anos de seu doutorado foram dedicados à construção de um rádio telescópio, o qual começou a operar em E foi com este telescópio que Jocelyn detectou um sinal de rádio pulsado, com período de 1,337 segundos. Referência: Disponível em:. Acesso em: 02. jul

9 Conteúdo: Descoberta de m.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul bell.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul PSR_Pulses.gif. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

10 Diaposit ivo Visual período de 1,337 segundos Estrelas anãs brancas??? ro/html/im-women/ Estrelas binárias eclipsantes??? Civilização alienígena???

11 Conteúdo: Sinais pulsados de Rádio??? Quando Jocelyn descobriu sinais de rádio pulsados, não se sabia direito o que isto poderia ser. Algumas hipóteses foram levantadas, como por exemplo, civilização extraterrestre. Também cogitou-se a possibilidade de ser uma anã branca, ou então um sistema com duas estrelas, onde eventualmente uma de suas integrantes passa em frente da outra, acorrendo assim uma diminuição no seu brilho. whitedwarf.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul binary.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul bean-alien.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

12 Diaposit ivo Visual

13 Conteúdo: Estrelas Estrelas, assim como o nosso Sol, nascem em nuvens de gás e poeira, chamadas nebulosas. Durante a sua vida, elas geram energia no seu interior, onde imperam pressões e temperaturas altíssimas, e liberam tal energia em forma de partículas e luz. Porém, após algum certo tempo, que depende da massa da estrela, a energia pára de ser produzida, e tranformações drásticas começam a ocorrer na estrela. Referências: Disponível em:

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15 Conteúdo: Sol como uma Gigante Vermelha Quando a vida das estrelas começa a chegar ao fim, estas se tranformam em uma estrela muito maior, chamada Gigante Vermelha. A figura no slide ilustra o nosso Sol daqui cinco bilhões de anos, quando se transformará em uma estrela desse tipo. Apesar de maior, a temperatura na superfície desta estrela é menor. Referências: Disponível em:. Acesso em: 02. jul img016.gif. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

16 Conteúdo: Sol como uma Gigante Vermelha img016.gif. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

17 Diaposit ivo Visual

18 Conteúdo: Nebulosa Planetária, Anã Branca, morte do nosso Sol Depois de se transformarem em Gigantes Vermelhas, estrelas com pouca massa como o nosso Sol (que possui “apenas” kg!) começam a liberar as suas camadas mais externas, e a parte mais interior da estrela contrai-se. Desta forma, as camadas ejetadas formam uma nuvem de gás em volta da estrela que está morrendo, formando assim o que conhecemos por Nebulosa Planetária. Já a parte interior contrai-se tanto que forma um objeto muito denso, a Anã Branca. E esta será a morte do nosso Sol. Referências: Disponível em:. Acesso em: 02. jul Hubble Space Telescope. m57ring_hst_big.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

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20 Conteúdo: Limite de Chandrasekhar Nem toda estrela que morre se transforma em uma anã branca. Por volta de 1930, um indiano chamado Subramanyan Chandrasekhar teorizou que a máxima massa que uma anã branca poderia ter seria por volta de 1,44 massas solares. Acima disso, a estrela não conseguiria manter-se estável, e colapsaria. Este limite ficou conhecido por Limite de Chandrasekhar. Chandra recebeu o prêmio Nobel de Física no ano de 1983 pelos seus estudos acerca de anãs brancas. Referências: Disponível em:

21 sn_explosion_sm_web.mpeg

22 Conteúdo: Explosão de Supernova Estrelas muito mais massivas que o nosso Sol, com cerca de 6 massas solares, quando chegam ao final de suas vidas e tranformam-se em uma Gigante Vermelha, ao invés de simplesmente ejetar a suas camadas exteriores, estas explodem violentamente, numa explosão que chamamos de Supernova. Esta explosão emite tanta energia que chega a brilhar mais que uma galáxia inteira. Referências: Disponível em:. Acesso em: 02. jul sn_explosion_sm_web.mpeg. CXC/D.Berry & A.Hobart, Chandra :: Resources :: Animations & Video :: X-ray Sources: Supernovas & Pulsars. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

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24 Conteúdo: Nebulosa do Caranguejo No ano de 1054 foi registrado na China a observação de um objeto muito brilhante, que apareceu repentinamente no céu. Tal objeto brilhava tanto que era possível vê-lo mesmo durante o dia. Hoje sabemos que o que foi visto em 1054 foi uma explosão de Supernova, que na verdade ocorreu 6500 anos antes. Na explosão, parte da matéria da estrela é violentamente arremessado pelo espaço, produzindo algo que conhecemos como Remanescente de Supernova. No slide vê-se a remanescente de supernova que surgiu com a explosão vista em Parte da matéria da estrela, porém, não é ejetada. Assim como ocorre na formação das anãs brancas, a parte mais interna da estrela se contrai, formando também objetos muito densos. Esses objetos podem ser um buraco negro ou uma estrela de nêutrons. Referências: Disponível em:. Acesso em: 02. jul

25 Conteúdo: Nebulosa do Caranguejo European Southern Observatory. phot-40f-99-normal.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

26 Diaposit ivo Visual Walter Baade Fritz Zwicky

27 Conteúdo: Estrelas de Nêutrons na teoria Em 1934, muitos anos antes da descoberta do primeiro pulsar, Walter Baade e Fritz Zwicky teorizaram que uma estrela muito massiva, quando chegasse ao final de sua vida, explodiria a e sua parte mais interna colapsaria sobre si mesma, produzindo assim uma estrela de nêutrons. Referências: Disponível em:. Acesso em: 02. jul zwicky.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul baade.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

28 Diaposit ivo Visual

29 Conteúdo: Nêutron??? Antes de mais nada, abre-se aqui um parênteses para explicar o que afinal um nêutron. Toda matéria, é constituída de átomos. A palavra átomo, de origem grega, quer dizer “indivisível”. Porém, apesar do significado da palavra, o átomo não é indivisível, uma vez que é constituído de partículas ainda menores, que são os elétrons, os prótons e os nêutrons. Os prótons e os nêutrons encontram-se no núcleo do átomo, em torno do qual giram os elétrons. Os prótons e os elétrons possuem carga (próton = positivo; elétron = negativo), mas o nêutron não. Referências: Disponível em:. Acesso em: 02. jul

30 Conteúdo: Nêutron??? apple.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul atom_350_234.gif. Dispon;ivel em:. Acesso em: 02. jul

31 Diaposit ivo Visual

32 Conteúdo: Pressão de Radiação e Estabilidade da Estrela Toda estrela, por menos massivas que estas sejam (suas massa variam de 0,08 massas solares a 80 massas solares), exercem uma atração garvitacional muito forte sobre si mesmas, ou seja, há uma força muito intensa que tende a “puxar” toda a matéria da estrela para o centro (setas azuis) Então o que faz a estrela não “desabar” sobre si mesma? Durante a sua vida, as estrelas se mantém estáveis devido à pressão exercida de dentro pra fora da estrela (setas cinzas), Essa pressão é a soma da Pressão de Radiação, que a pressão que a luz emitida pela própria estrela exerce, “empurrando” toda a matéria pra fora, e também a pressão que o próprio gás quente que compõe a estrela exerce. Assim as forças se compensam e a estrela se mantém em equilíbrio. Referências: Disponível em:

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34 Conteúdo: Pressão de radiação em no final da vida da estrela A pressão de radiação existe graças às reações nucleares que ocorrem no núcleo da estrela, onde quatro átomos de hidrogênio se fundem para formar um de hélio. Um átomo de hélio, porém, possui menos massa que quatro de hidrogênio. Para onde vai essa massa então??? A resposta para esta pergunta foi dada por Einstein, com a seguinte equação: E = m.c 2 que diz que toda massa pode ser tansformada em energia. Este é o princípio de uma bomba atômica. Na estrela, essa energia é liberada, entre outras coisas, em forma radiação, ou seja, luz. Por isso que as estrelas brilham. Porém, chega um momento na vida da estrela que praticamente todo o hidrogênio já fora convertido em hélio, ou seja, acaba o “combustível” da estrela. Neste momento, a estrela começa a transformar-se. Como a fusão nuclear começa então a ocorrer em camadas mais externas ao núcleo, e no caso de estrelas muito massivas, a fusão de elementos mais pesados também começa a acontecer, a estrela acaba por se expandir. Por isso torna-se uma gigante vermelha.

35 Conteúdo: Pressão de radiação em no final da vida da estrela A estrela,porém, não expande-se indefinidamente, tanto que, como já foi dito anteriormente, a gigante vermelha volta a retrair-se. No caso de estrelas do tamanho do nosso Sol, assim que cessa a fusão nuclear mesmo nas camadas mais externas, a força gravitacional acaba por prevalecer, fazendo com que a estrela so torne um objeto muito denso, ou uma anã branca. Já em estrelas muito massivas, quando estas começam a fundir o elemento ferro, tal reação consome energia, fazendo com que a pressão interna diminua drasticamente. Assim, a estrela colapsa, formando um objeto muitas vezes mais denso que uma anã branca. Mas como fazer com que só sobrem nêutron na estrela??? O que ocorre e que a gravidade é tão intensa que é capaz de fazer com que os elétrons caiam nos núcleos, e assim os elétrons se fundem com os prótons, produzindo nêutrons. Nasce então a Estrela de Nêutrons. Referências: Disponível em:. Acesso em: 02. jul

36 Diaposit ivo Visual Anã Branca Sol

37 Conteúdo: Tamanho de uma anã branca comparado com Sol Uma anã branca é um objeto muito denso. Tem cerca de uma massa solar comprimida em uma esfera de km de diâmetro. O nosso Sol quando se tornar uma anã branca será cerca de 115 vezes menor do que é hoje. sun_whit.gif. Disponível em:. Acesso em: 02. jul Imagem traduzida

38 Diaposit ivo Visual

39 Conteúdo: Tamanho de uma estrela de nêutrons Uma estrela de nêutrons é muito mais densa que uma anã branca. E muito menor também. Possui um diâmetro de cerca de 20 km, apenas. remnant2.gif. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

40 Diaposit ivo Visual

41 Conteúdo: Tamanho de uma estrela de nêutrons Uma estrela de nêutrons é tão pequena que caberia entre Ibaté e São Carlos!!! (círculo azul) NIT - Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. Ministerio dos Transportes

42 Diaposit ivo Visual Anã branca: Uma colher de chá = 10 toneladas!!! Estrela de Nêutrons: Uma colher de chá = toneladas!!!!!

43 Conteúdo: Densidade de anãs brancas e estrelas de nêutrons Qual seria o peso de uma colher de chá de uma anã branca aqui na Terra??? Cerca de 1 tonelada E uma colher de chá de uma estrela de nêutrons??? toneladas!!! Esse slide mostra o quanto esses objetos são densos.

44 Diaposit ivo Visual Isso seria equivalente à: Uma massa de mais ou menos kg comprimida em uma esfera de 20 km de diâmetro Massa do nosso Sol comprimida em uma esfera de 5 km de diâmetro Comprimir a Terra em uma esfera de 100 metros de diâmetro Comprimir toda a humanidade em um volume de um dado!!!

45 Conteúdo: Alguns números acerca de estrelas de nêutrons Este slide contém algumas comparações, para ter-se idéia da densidade de uma estrela de nêutrons.

46 Diaposit ivo Visual Gravidade em uma estrela de nêutrons: maior que na Terra !!!!!!!!! Você pesaria o equivalente a kg em uma estrela de nêutrons Você teria a espessura de um nêutron: 0, centímetros!!! Para levantar uma pena você teria que fazer uma força maior que aqui na Terra. Ou seja, seria a força necessária para levantar uma massa de kg aqui na Terra

47 Conteúdo: Alguns números acerca de estrelas de nêutrons Este slide contém alguns números interessantes, que dá idéia de como é uma estrela de nêutrons. Note que a espessura que você teria em uma estrela de nêutrons corresponde justamente a espessura de um nêutron, uma vez que se você caísse na superfície de uma estrela dessas, você seria esmagado até que todos os átomos do seu corpo se transformarem em nêutrons!

48 Diaposit ivo Visual Crosta Superfluído de Nêutrons Estrela de Nêutrons ?

49 Conteúdo: Interior de uma estrela de nêutrons Estrelas de nêutrons possuem uma crosta muito lisa, com apenas algumas centenas de metros. A maior elevação possível na superfície de uma estrela de nêutros teria 1 cm, devido a intensa força gravitacional. A gravidade faz também com que esta estrela seja perfeitamente esférica, mesmo possuindo um período de rotação muito pequeno, como será citado mais adiante. O interior de uma estrela de nêutrons é constituído por um superfluído de neutrôns. O que há no centro de uma estrela dessas ainda é discutido. N_sctn.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul Imagem traduzida e adaptada.

50 Diaposit ivo Visual Rotação de uma estrela de Nêutrons: Período mais longo:4,4 segundos Período mais curto:0,0016 segundos!!! Ou seja, 625 voltas por segundo!!! Isso é 3 vezes mais rápido que um liquidificador!!! Mas por que gira tão rápido, tia???

51 Conteúdo: Rotação de uma estrela de nêutrons Uma estrelas de nêutrons gira muito rápido. Quando se formam, podem chegar a uma velocidade de 1000 rotações por segundo! Isso ocorre devido a uma lei física, a conservação do momento angular. Estrelas, quando ainda na sequência principal, giram com uma certa velocidade. O nosso Sol, por exemplo, dá uma volta em torno de si mesmo a cada 25 dias (no equador). Porém a massa da estrela se concentra em um volume menor, pela lei da conservação do momento angular, ela deverá girar mais rápido. Referências: Disponível em:. Acesso em: 02. jul

52 Diaposit ivo Visual Campo Magnético

53 Conteúdo: Campo magnético de uma estrela de nêutrons Estrelas de nêutrons, assim como a Terra, possui campo magnético. A existência do campo magnético da Terra pode ser facilmente constatada com uma bússola. O que faz com que a setinha da bússola sempre aponte para o mesmo lugar é o campo magnético da Terra, pois esta se alinha com as linhas de campo (ver figura no slide) do campo magnético terrestre. hottopics_magnetics_enlarge.gif. Disponível em:. Acesso em: 02. jul bussola.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

54 Diaposit ivo Visual Campo magnético de uma estrela de Nêutrons: mais intenso que o da Terra!!!

55 Conteúdo: Campo magnético de uma estrela de nêutrons Uma estrela de nêutrons possui um campo magnético muitas vezes mais intenso que o da Terra. Isso se deve ao fato de que quando um objeto magnetizado (como uma estrela) reduz seu tamanho pela metade, seu campo magnético aumenta quatro vezes em intensidade. bussola.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

56 Diaposit ivo Visual Campo magnético de uma estrela de Nêutrons:

57 Conteúdo: Campo magnético de uma estrela de nêutrons Assim como acontece na Terra, o campo magnético de uma estrela de nêutrons acelera elétrons e outras partículas. Pórem, o campo magnético de uma estrela de nêutrons é muitas vezes mais intenso que na Terra, fazendo assim com que os elétrons se movam a uma velocidade perto da velocidade da luz (velocidade da luz = km/s), emitindo o que chamamos de Radiação Síncrotron. Como estas partículas aceleradas se concentram na região dos pólos magnéticos, são emitidos dois feixes de radiação na direção dos pólos (ver imagem no slide). Referência: Disponível em:. Acesso em: 02. jul S15_4e.gif. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

58 crab_timelapse_sm.mpeg

59 Conteúdo: Animação da Nebulosa do Caranguejo (em Raios-X) Este slide contém uma animação feita pelo Telescópio Espacial de Raios-X CHANDRA, que mostra a Nebulosa do Caranguejo vista em Raios-X. O ponto central mais brilhante “pisca” 30 vezes por segundo. As imagens do telescópio espacial Chandra revelou um anel brilhante ao redor do coração da Nebulosa do Caranguejo, cujo remanescente da explosão dessa supernova é um pulsar (Estrela de Neutrons) NASA - Chandra :: Resources :: Animations & Video :: X-ray Sources: Supernovas &Pulsars. crab_timelapse_sm.mpeg, Disponúvel em:. Acesso em: 02. jul

60 crabanim.mpeg

61 Conteúdo: Pulsar Como o campo magnético de uma uma estrela de nêutrons dificilmente está alinhado com seu eixo de rotação (isso também ocorre na Terra, portanto uma bússola não aponta para os pólos geográficos, e sim para os pólos magnéticos), se a Terra estiver na posição adequada, o que veremos aqui será um feixe de radiação pulsado. Isso seria semelhante a um farol de sinalização para navios. Este tipo de estrelas de nêutrons são chamadas de pulsares. Referência: Neutron Stars and Pulsars - Introduction. Disponível em:. Acesso em: 02. jul Fig14_12.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul Walt Feimer. STSci. crabanim.mpeg. Dispoível em:. Acesso em: 02. jul

62 Diaposit ivo Visual

63 Conteúdo: Pulsar na Nebulosa do Caranguejo Este slide mostra o pulsar da Nebulosa do Caranguejo. Ele pulsa 30 vezes por segundo. Vale lembrar que o feixe de radiação é contínuo; o que muda é a direção para onde ele está apontado. Isso é análogo a um farol. Referência: Neutron Stars and Pulsars - Introduction. Disponível em:

64 Diaposit ivo Visual período de 1,337 segundos Estrelas anãs brancas??? ro/html/im-women/ Estrelas binárias eclipsantes??? Civilização alienígena???

65 Conteúdo: Descoberta de 1967 As hipóteses levantadas para explicar a descolberta de 1967 logo foram descartadas: 1. Estrelas anãs brancas? Estrelas anãs brancas não podem emitir feixes de luz com uma frequência tão elevada. 2. Sistemas binários eclipsantes? Sistemas binários, para que emitam um feixe com tal frequência, devem ter suas estrelas separadas por uma distância de 1000 km uma da outra, o que é muito pouco provável, afinal uma estrela tem normalmente um diâmetro várias vezes maior que isto. 3. Civilização alienígena? Esta hipótese também foi descartada, pois o feixe possuia uma frequência muito bem determinada, o que tornava muito improvável a possibilidade de ter sido emitido por outra civilização. Na verdade, o que foi descoberto por Jocelyn Bell fora o primeiro pulsar.

66 Diaposit ivo Visual Antony Hewish - Prêmio Nobel em 1974

67 Conteúdo: Antony Hewish - Prêmio Nobel em 1974 Antony Hewish, orientador de Jocelyn Bell na época de sua descoberta, ganhou o prêmio Nobel em 1974 pela descoberta do primeiro pulsar. Referência: Antony Hewish - Autobiography Disponível em:. Acesso em: 02. jul IUCAA. VR33.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

68 Diaposit ivo Visual Estima-se haver cerca de desses objetos na Via Láctea A nossa galáxia possui cerca de de estrelas!!! Eles acharam o primeiro pulsar, mas... Cerca de 1000 pulsares já são conhecidos em nossa galáxia

69 Conteúdo: Pulsares em nossa Galáxia Cerca de 1000 pulsares já são conhecidos em nossa galáxia, sendo que a maioria são de ondas de rádio. Levando-se em consideração o número o tempo de vida de estrelas massivas, que são as que formam estrelas de nêutrons, estima-se que existam cerca de desses objetos na Via Láctea.

70 Diaposit ivo Visual Estrela de Nêutrons Feixe de raios-X Estrelas de Nêutrons em sistemas binários

71 Conteúdo: Estrelas de Nêutrons em Sistemas Binários Estrelas de Nêutrons são achadas em diversos lugares em nossa galáxia, como por exemplo em sistemas binários. Devido a sua grande massa, a estrela de nêutrons “rouba” matéria de sua companheira. São nesses sistemas que encontramos os pulsares de raios-X e pulsares de microsegundo. Estes últimos são chamados assim devido a sua alta velocidade de rotação (período chegam a ser de 0,0016 segundos!). xray_pulsar.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

72 Diaposit ivo Visual Estrelas de Nêutrons com planetas

73 Conteúdo: Estrelas de Nêutrons com planetas Já foram descobertos três planetas que orbitam o pulsar PSR , na constelação de Virgem. Tais planetas estão a uma distância de 0.19AU, 0.36AU e 0.47AU do pulsar e possuem Mt, 3.4Mt e 2.8Mt, respectivamente. (Mt = Massas Terrestres, AU = Unidade Astronômica) Outros três pulsares podem possuir planetas também, mas ainda não foi confirmado. Referência: Extrasolar Visions. Disponível em:. Acesso em: 02. jul psr.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

74 Diaposit ivo Visual

75 Conteúdo: Evolução de uma Estrela de Nêutrons As estrelas de nêutrons, com o passar do tempo, diminuem seu período de rotação, seu campo magnético diminui de intensidade e os feixes de radiação deixam de ser emitidos. Isso acontece em um período relativamente curto, cerca de 10 milhões de anos Scientific American (Don Dixon), Tradução e adaptação por Cadu

76 Diaposit ivo Visual Mas dá pra ver uma estrela de Nêutrons na Grubb??? Não exijam demais do nosso telescópio...

77 Conteúdo: Dá pra ver uma Estrela de Nêutrons? Não é possível observar uma estrela de nêutros do telescópio do CDA, pois é um objeto muito pouco brilhante na faixa visível do espectro eletromagnético. Imagem: Arquivo CDA

78 Diaposit ivo Visual

79 Conteúdo: Foto de uma Estrela de Nêutrons Neste slide há uma imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble de uma estrela de nêutrons. Referência: NSSDC Photo Gallery Stars and Exotic Objects Disponível em:. Acesso em: 02. jul Hubble Space Telescope. hst_neutron_star_9732.jpg. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

80 Diaposit ivo Visual E se a estrela de Nêutrons tiver mais que 3,2 massas solares???

81 Conteúdo: Buracos Negros Assim como as anãs brancas, as estrelas de nêutrons também possuem um limite máximo de massa, que é 3,2 massas solares. Se uma estrela de nêutrons possuir mais que 3,2 massas solares, esta não se mantém estável. Assim, quando uma estrela morre, há de se esperar que outro tipo de objeto mais massivo que as estrelas de nêutrons possam se formar. Tais objetos são chamados de Buracos Negros.

82 black_hole_sm.mpg

83 Conteúdo: Buraco Negros Animação de um buraco negro que acredita-se existir no centro da nossa galáxia. CXC/A.Hobart, Chandra :: Resources :: Animations & Video :: Black Holes, Active Galaxies & Quasars. black_hole_sm.mpeg,. Disponível em:. Acesso em: 02. jul

84 Fim da Apresentação

85 CXC/D.Berry & A.Hobart, Chandra :: Resources :: Animations & Video :: X-ray Sources: Supernovas & Pulsars. sn_explosion_sm_web.mpeg. Disponível em:. Acesso em 02 jul NASA - Disponúvel em:Chandra :: Resources :: Animations & Video :: X-ray Sources: Supernovas &Pulsars. crab_timelapse_sm.mpeg. Disponível em: Acesso em: 02 jul Walt Feimer - STSci. crabanim.mpeg. Dispoível em: Acesso em 2 jul CXC/A.Hobart, Chandra :: Resources :: Animations & Video :: Black Holes, Active Galaxies & Quasars, black_hole_sm.mpeg. Disponível em: Acesso em: 02 jul Créditos das animações:

86 Referências na INTERNET Pulsar Tutorial. Disponível em: sfc.nasa.gov/newhome/help/tutorials/pulsar.htm>. Acesso em: 02. jul Neutron stars. Disponível em: Acesso em: 02. jul Neutron Stars. Disponível em: Acesso em: 02. jul Virtual Trips to Black Holes and Neutron Stars Page. Disponível em: Acesso em: 02. jul Chandra Field Guide to X-ray Sources Neutron Stars-X-ray Binaries. Disponível em: Acesso em: 02. jul


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