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HORÁRIO INFORMAÇÕES SOBRE ALGUMAS REGRAS SEMANA 1 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 21/08/2014 1 Apresentação.

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1 HORÁRIO INFORMAÇÕES SOBRE ALGUMAS REGRAS SEMANA 1 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 21/08/ Apresentação

2 Objectivos gerais 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 2 No âmbito do Plano Mestre:  Contribuir para o desenvolvimento de competências de análise e compreensão dos processos de inovação e trocas de experiências escolares impulsionados pelo movimento de reformas educativas do país.  Problematizar as próprias concepções da supervisão.  Comprender o papel transformador do educador/supervisor na perspectiva do desenvolvimento de competências para acompanhar processos de inovação nas escolas.

3 Dois momentos 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 3 Formação presencial  De 14 de Novembro a 09 de Dezembro/2011 Formação a distância Trabalho individual e de grupo em Fevereiro e Março 2011 Avaliação do curso Abril/ 2012 

4 Metodologia 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 4 No enfoque da corrente Pedagogia da Integração fundamentada no desenvolvimento da competências far- se-ão: Tabalhos de reflexão, Construção e solução de problemas, Lectura individual e comentada (APC), Trabalho individual e de grupo Apresentação dos trabalhos de grupo. Realização de situações-problemas reais na supervisão educativa

5 Metodologia de trabalho 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 5 Etapa 1 (Semana 1) - Interação entre os formandos -BIEF no mundo - O que é a PI/APC ? Etapa 1( Semana 1) -Elaborar e apresentar duas actividades sobre o APC -Operacionalizar as concepçoes da PI/APC

6 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 21/08/ Formação presencial

7 Horários De 14 de Novembro a 09 de Dezembro Segunda-feira a Sexta-feira:  De 08:30 hrs. a 15:30 horas 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

8 2 semanas 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 8 Enquadramento metodológico e Conceitos de base Funções e Metodologia de supervisão Os GIAs e o acompanhamento das práticas de aula Trabalhos de integração, projecção e encerramento

9 Enquadramento metodológico e Conceitos de base 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 9 Ter uma visão da Natureza da supervisão pedagógica Analizar as práticas dos professores:  Observar as práticas de salas de aula  Identificar pontos fortes e fracos das práticas  Diagnosticar as necessidades de apoio

10 Enquadramento metodológico e Conceitos de base Através de trabalhos de discussão e de reflexão de grupo: Actividades: Observação Escuta activa Competência: Comunicação activa 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

11 Funções e Metodologia da Supervisão 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 11 Entender as funções da supervisão para melhor introduzir mudanças educativas Tarefas da supervisão: Desenvolvimento e implementação curricular Melhorar o processo de ensino e aprendizagem Salas de aulas efectivas Produto : Análises das características e condições de aulas para que os alunos aprendam

12 Dispositivos da supervisão: Os GIAs e o acompanhamento das práticas de aula 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 12 Princípios de actuação da supervisão  Principio de “conhecer para actuar”  Principio de “uma visão integral”  Principio de “respeitar a diferença”  Principio de “equilibrio apoio-exigência”  Principio de “neutralidade-transparência”  Principio de “reconhecimento profissional mútuo”  Principio de “trabalho em equipa”  Principio de “informação clara, precisa e oportuna”  Principio de “simplificação para a pronta acção” Os GIAs e o acompanhamento às práticas de aula  Equipas interdisciplinares para a planificação, observação e análises de aulas. Produto : Trabalho de planificação de aulas Implementação /organização de aulas Análises de aulas. Propostas alternativas.

13 Semana 2- integração, projecção e encerramento 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 13 Preparação de transferência Preparação de portfólio pessoal Preparação da formação à distância Avaliação da formação e definição de objetivos para a formação à distância

14 Avaliação 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 14 Semana presencial (50% do total da formação) En cada módulo :  50% : una tarefa de grupo sobre casos a resolver e a justificar  50% : uma avaliação individual de conhecimentos sobre conceitos

15 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 15 Avaliação semanal com trabalhos diversos  Um trabalho individual na 1ª semana e um trabalho de grupo na 2ª semana  Uma avaliação global na 2ª semana Trabalhos de grupo à distância Portfólio individual Plano de supervisão de grupo Ferramentas de Avaliação

16 Portfólio 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 16 Para acompanhar os formandos neste caminho de formação… Construir diariamente registos que reflectem o processo da formação  Um processo sobre o próprio processo de inclusão no mundo pedagógico.  Uma organização de materiais da formação.  Um diário quotidiano de reflexão sobre a prática e as suas próprias aprendizagens

17 Módulo: Observar - descrever Día 14/11/11Abertura e formação de grupos. Conhecer –saber Conhecermos /quem somos? Apresentação da forma de trabalho. Constitução de grupos, modalidades de trabalho 14/11/11Apresentação BIEF Fundamentos da APC Analisar situações Hipóteses explicativas Buscar pistas de soluções 16/11/11Escuta activaMensagem Receptor Ruído 17/11/11Instrumentos de observação Pautas de observación 18/11/11Tarefa de grupoAnálises das informações 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

18 Módulo: Observar - descrever Día 21/11/11Observar-DescreverImportância da observação 22/11/11Observar-DescreverAnalisar situações Hipóteses explicativas Buscar pistas de soluções 23/11/11Escuta activaMensagem Receptor Ruído 25/11/11Instrumentos de observação Pautas de observación 18/11/11Tarefa de grupoAnálises das informações 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

19 JOGO EM GRUPO OBJECTIVOS : INSTALAR DINÂMICA NA FORMAÇÃO CONHECER OS PARTICIPANTES ESTABELECER CONFIANÇA ENTRE OS PARTICIPANTES ESTABELECER REGRAS DE TRABALHO Quem somos? 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

20 6 Pessoas por grupo Papéis 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF Apresentam-se um ao outro Procuram um número para o grupo até completar o total de nove Três objectos: mais largo, mais raro, mais divertido. Animador Controlador Bibliotecário Amigo crítico Porta voz Participante 20 Formação de grupos

21 OBJECTIVOS : - AUMENTAR RECURSOS PARA SOLUCIONAR PROBLEMAS - TROCAR EXPERIÊNCIAS - GERAR CONFLICTO SÓCIO-COGNITIVO - DESENVOLVER COMPETÊNCIAS CAPACIDADES DE ESCUTA ACTIVA, CONTROVÉRSIA, REFLEXÃO CRÍTICA - FORMAR COMPETÊNCIA DE TRABALHO EM EQUIPA - ENTREGAR FERRAMENTAS QUE FACILITAM O TRABALHO EM EQUIPA Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF 21/08/ Trabalho em equipa

22 Formação de equipas Numero : Papéis explícitos e implícitos Regras de trabalho explícitas e implícitas Clima Objecto de interesse e objetivos comums Identidade comum Reconhecimento Numero : Papéis explícitos e implícitos Regras de trabalho explícitas e implícitas Clima Objecto de interesse e objetivos comums Identidade comum Reconhecimento Formar grupos adaptados aos objectivos Imaginar uma situação que permite  Apresentação dos participantes, formar uma identidade (Nome, lema, símbolo…), estabelecer um clima e regras de trabalho colaborativo  Reconhecimento do trabalho colaborativo : apresentar-se, evidenciar, existência Precisar a tarefa, os objectivos (concretos) 22 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF Animador Controlador Bibliotecário Arquitecto Porta voz Investigador (amigo crítico) Tradutor Outros Clima : convivial, de confiança, de respeito… Tarefa - exigente, concreta, com restrições (tempo, meios) - exige um trabalho colectivo, com um objectivo que interessa a cada participante

23 Para preparar um trabalho em grupo precisa-se de : 7. Anticipar o reconhecimento do trabalho (avaliação) 1. Uma motivação para trabalhar em grupo 6. Momentos de regulação 2. Ter objectivos comums 5. Ferramentas de colaboração (método de trabalho, recursos, meios de comunicação) 3.Uma composição de grupo adaptada a tarefa 4. Um esquema de organização (papéis, regras…) 4. Um esquema de organização (papéis, regras…) 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

24 21/08/ Conhecer – saber - informar

25 Conhecer – Saber – Informar Dados Exterior ao sujeito Saber Conceptualização, estruturação Legitimação institucionalização Conhecimento experiência Compreensão integrada do mundo Informação Organização Confrontação Integração Letor C., epistémologie et didactique, apuntes de curso, /08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

26 Descrição Critérios Identificar elementos concretos Quanto a:  Contexto  Actores  Acções  o que está em jogo Intereses e finalidades. Sem interpretação, sem juizo, sem norma 26 21/08/201421/08/201421/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

27 Analizar Critérios Identificar factores Organizar  Em categorias, eixos ejes  Relacionados (as) Elaborar hipóteses  Fenómenos  Conceitos 27 21/08/201421/08/201421/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

28 Mapas conceptuais 28 21/08/201421/08/201421/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF Efeito desejado Factores favoraveis Entraves Factores Ligado com Uma representação gráfica de uma realidade, de um conceito, de um projecto… Toma a forma de um esquema parecido com um plano de arquitecto. Entrega os elementos que permitem compreender uma situação e as relações entre aqueles (Letor, 2009). 2 formas possiveis

29 15/11/10 Elisa Araya Cortez - BIEF Perguntas - guias (critérios )Indicadores  Que elementos seleccionar ? o Todos os elementos seleccionados são importantes o Todos os elementos importantes estão presentes  Como organizar os elementos ? o Uma hierarquia é identificável :Do mais geral ao particular ; do central para o periférico o Os elementos equivalentes ocupam una posição equivalente  Que laços eleger? o Os laços têm nomes correctos o Nenhum laço importante falta  Que arquitectura dar? o O esquema está equilibrado : inclui os elementos chaves sem sobrecarga de detalhes o O esquema é fácil de ler, claro, preciso, que põe em evidência alguns elementos (cores) : esqueleto identificável  Como dar conta do problema ? o O esquema dá conta do projecto o/do problema o Ajuda a compreensão da situação- problema. o É fácil de ser comprendida por uma pessoa externa 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

30 VI. Observação Percebemos o que vemos com os nossos olhos, uma vez que nem sempre o que vemos é… 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

31 A jovem - a anciã 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

32 Frente a frente – os copos 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

33 O campesino -o velho- o cão 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

34 Observação O que é que se observa Quem observa Para quê se observa Como se observa O que é que se faz com a informação que se recolhe 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

35 A observação A técnica mais antiga da investigação científica, ela terá valor se: Serve um objectivo determinado já formulado pela investigação É planificada de forma sistemática Procura-se relacioná-la com marcos teóricos e propostas mais gerais Está sujeita a controlos de validez e de confiabilidade 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

36 A observação No acto de observação pode-se distinguir: O observador O objecto da observação Os meios para observar A s condições para observar O sistema de conhecimentos relacionados com a finalidade da observação e das interpretações que dela resultam 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

37 Os problemas do observador Problemas do observador qualquer que seja a sua investigação O que deverá ser observado Que procedimentos se poderiam ocupar-se Como podem ser resumidas estas observações Que relação deveria existir entre o observador e o objecto observado 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

38 Procedimentos da observação Como se planifica uma observação Determinar propósitos Definir a amostra de conduta (foco) da observação Precisar condições Elaborar instrumentos de observação 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

39 VII. Comunicação e a Escuta activa Contexto Cultura História Emisor Canal Código Contexto Mensagem Contexto Cultura História Receptor Ruído/interferência 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

40 Escuta activa Tomar muita atenção àquilo que as outras pessoas estão dizendo, tendo calma para entender os pontos que disseram, fazer perguntas se elas são apropriadas e não as interromper em momentos inadequados. Processo activo que envolve aspectos emocionais, corporais, intelectuais, culturais,… A maiores experiências interpessoais, maior flexibilidade comunicativa. 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

41 Escuta activa… (o formador) Saber escutar é responsabilidade do formador. Aprender a ser um bom ouvinte, ser um “ouvinte activo”, ter consciência que o processo de comunicação é recíproco, o êxito da comunicação depende tanto do receptor como do emissor. Escutar activamente tem uma estreita relação com o interesse e a motivação de cada um que escuta. No seu papel de emissor ele debe ser capaz de elaborar mensagens significativas e estimulantes que despertam o interesse do receptor. Como receptor deve ser um ouvinte activo 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

42 Obstáculos para a escuta activa (Zacharis y Coleman) Ouvir apenas aquele que nos interessa (posição egocêntrica, contrária à empatia) Os prejuízos (Julgamos anticipadamente o emissor e a sua mensagem) Estar falsamente na posição de ouvir ( fingir é mais cansativo que ouvir) Barreiras físicas e psicológicas (mensagens corporais contraditórias) A excitação emocional As réplicas constantes 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

43 Los antídotos … Dedicar um tempo para escutar Estabelecer um clima agradável Aceitar o emissor tal como é Evitar distracções Preparar o tema Compreender a estrutura argumentativa Não anticipar conclusões Perguntar e tomar nota Autoregular-se ao tomar a palavra 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

44 MÓDULO 2 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF Funções da supervisão: Metodologia observação de práticas pedagógicas e apoio metodológico 21/08/

45 Funções e Metodologia da Supervisão 21/08/2014 Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF Entender a função da supervisão como a mudança e a melhoria educativa Tarefas da supervisão: Desenvolvimento e implementação curricular Classes efectivas Melhoria do ensino Produto : Análise das características e condições das classes para que as meninas e os meninos aprendan Disenhar tarefas de aprendizagem (APC) 45

46 Mudança do enfoque: as partes e o todo Tarefas de aprendizagem (APC) Sala de aula: organização de um ambiente de aprendizagem Organização do processo de aprendizagem- ensino. (plano) Meninas e meninos aprendem Apoio gerador de condições mínimas Apoio técnico metodológico Apoio técnico metodológico Apoio à convivência e ao clima escolar Conhecimento de um currículum escolar 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

47 Tarefas de aprendizagem e curriculum : Implementação de um currículo escolar Em equipa reflectir e escrever numa folha de papel as respostas às seguintes questões: 1. O que é um currículo escolar? 2. Quem desenha os currículos escolares? 3. Qual o papel do professor na implementação do currículo? 4. Que relação existe entre os currículos escolares e as tarefas de aprendizagem? 5. Qual o papel do aluno? Elisa Araya Cortez - BIEF /08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

48 Olhares sobre o currículo Currículo escolar como decisões político – económicas das autoridades e líderes do país para marcar sua orientação Política educativa O Curriculum com as orientações e prescrições concretas que a escola e os professores sobre o que deve ser aprendido pelos estudantes Planos e programas de estudo. Curriculum como oportunidade de aprendizagem, aqui e agora, urgente para desenvolver competências nos aprendizes Práticas de aula. 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

49 INTERROGAÇÕES SOBRE AS FUNÇÕES DO CURRICULUM Como fazer? Com que recursos? Com que resultados? PRÁTICAS CURRICULARES PARA ENSINO E APRENDIZAGEM Quando?Onde? A quem? Em que contexto Elisa Araya Cortez - BIEF /08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

50 Nível Meso: Escola Planos e programas de estudio Nível Micro: Aula Planificação do ensino APRENDIZAGEM Resultados esperados Inovações didácticas Disenho curricular Nível Macro: Sistema Educativo Marco curricular Visão Política e económica Projecto Educativo Institucional Elisa Araya Cortez - BIEF /08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

51 Tarefa 1: Apresenta 3 argumentos para convencer os teus colegas sobre o uso do enfoque por competências. Tarefa 2: Ordene os seguintes elementos de acordo com o tipo de recurso que são (saberes, saberes-ser o saberes- fazer)  Números pares  Multiplicar por 3  Usar o diccionário  Categorizar os animales por espécie  Comparar triângulos  Considerar a retroalimentação num diálogo  Circuitose caminhos  Observar bem antes de dar una opinião  Ligar um grupo nominal com um grupo verbal correspondente Trabalhos práticos 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

52  Produzir uma resposta para um aviso laboral  Procurar dar respostas originais  Identificar os sinais de um vulcão em erupção  Características da célula  As regras de higiene  Identificar as epidemias de um país  Respeitar o meio ambiente  Ter o reflexo para rever um cálculo recém feito  Etapas do crescimento das plantas Saber (conhecimento, conceitos ) Saber - fazer (ferramentas, técnicas, procedimentos) Saber - ser (atitudes, disposições) ….. 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

53 Transformar los conteúdos identificados em saber-fazer Exemplo: Regras de higiene Mencione uma regra de higiene esperada num dado contexto Comprar as regras de higiene Deduza uma regra com base num feito em evidência … Tarefa 3: 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

54 EEnsino para o desenvolvimento de competências Dra. Elisa Araya Cortez Recogido y adaptado de Clemente Lobato Universidad del País Vasco España 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

55 Actualmente en la Educación Superior se habla de... Novas leis, normativos, decretos, declarações... Transformação Aprendizagem autónoma Mudanças Formação Contínua Competências Avaliação, Acreditação Qualidade 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

56 Profesionales estratégicos trabajando en equipo 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

57 Como definir uma competência ? É a posibilidade de mobilizar um conjunto integrado de recursos (saberes, saber- fazer e saber-ser) para resolver uma situação- problema Elisa Araya Cortez - BIEF /08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

58 Conhecimentos Habilidades/ Capacidades Atitudes Mais fácil de desenvolver Mais difícil de desenvolver Valores / Cultura Estrutura de uma Competência Estrutura de uma Competência Elisa Araya Cortez - BIEF /08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

59  Só através da acção, na realização de uma tarefa, se pode evidenciar o desempenho das aprendizagens adquiridas.  Alguém manifesta uma competência, ou um conjunto de competências no seu comportamento, ou na realização de uma tarefa, de forma que permite avaliar o grau de realização da mesma. As competências poden ser verificadas e avaliadas a partir da evidência.  Uma pessoa não possui nem domina uma competência em termos absolutos. Apenas a domina num determinado grau. Pode-se, sim ter diferentes níveis de desenvolvimento competencial num processo evolutivo. Competências: algumas características 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

60 Que tipo de competências são potencializadas com as metodologias que, em geral, se utilizam nas aulas? 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

61 Paradigma Formativo Uma aula centrada no trabalho e aprendizagem autónomos do estudante mediante o desenvolvimento de competências que posibilitam uma aprendizagem e a resolução de problemas autênticos adaptados à variedade e à pluralidade cultural dos estudantes que estão na aula. 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

62 Como se organiza o ensino La pedagogia da integração: Sequências de classes (patamares), implica pensar numa sequência de actividades de aprendizagem 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

63 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

64 Com que metodologia se pode suscitar a aprendizagem de recursos apropriados ao desenvolvimento de competências concretas que se pretende que o aluno adquira? 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

65 Modelo del proceso de enseñanza-aprendizaje 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

66 M odelo processo Ensino-Aprendizagem Modalidades Métodos Sistemas de avaliação Competências Contexto institucionalContexto disciplinar 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

67 Modalidades Organizativas Os distintos cenários onde se realizam as actividades do professor e do alumnado que se diferenciam entre si em função dos propósitos da acção didáctica, as tarefas a realizar e os recursos necessários para a sua execução. PRESENCIAIS NÃO PRESENCIAIS aquelas que reclamam la intervenção directa de professorese alunos. o professor e os alunos devem compartilhar um espaço e um tempo determinado actividades que os alunos podem realizar livremente de forma individual ou em grupo 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

68 Modalidades Organizativas Exposição aos estudantes Classes Teóricas Construir competências através da interacção e da actividade dos estudantes Seminários-ateliês Mostrar aos estudantes como devem actuar Classes Práticas Completar a formação dos alunos num contexto profissional Práticas Externas Trablho autónomo Desenvolver a capacidade de autoaprendizagem Os estudantes interagem entre si Trabalho de grupo Atenção personalizada aos estudantes Tutorias 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

69 Métodos de enseñanza conjunto de decisões sobre os procedimentos a empreender e sobre os recursos a utilizar nas diferentes fases de um plano de acção que, organizados e sequenciados coerentemente com os objectivos pretendidos em cada um dos momentos do processo, nos permitem dar uma resposta com a finalidade última da tarefa educativa. 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

70 Elementos iniciales a combinar Competências Modalidades: CT S-T CP Tut. PE ETG ETI Métodos: Expositivo Lec.Magi. Estudo de casos Exercícios problemas A.B.P. Aprendiz. projectos Aprendiz. cooperativ Contrato aprendizagem. 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

71 Diseño de Secuencia Competência Aprendizages Memorístico Modelo Modelagem Descoberta Reflexivo Experiêncial Significativo ………. De grupo Individual ……… Modalidades ( e Métodos) Sistema de avaliação Tarefas Como se aprende? Como se aborda? Que proposta se pode desenvolver, activar…? 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

72 Aula: Acompanhamento do supervisor Formação (Ensinar o professor a ensinar) Apoio continuado da gestão pedagógica e práticas dos docentes Analisar a práticas dos docentes Implementação e orientação metodológicas aos docentes. Acompanhamento Comunicação (página 14 do Manual de supervisão ) 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF

73 Mudança de enfoque: as partes e o todo Tarefas de aprendizagem (APC) Sala de aula: organização de um ambiente de aprendizagem Organização do processo de aprendizagem- ensino. (plano) Meninas e meninos aprendem Apoio gerador de condições mínimas Apoio técnico metodológico Apoio técnico metodológico Apoio à convivência e clima escolar Conhecimento do currículum escolar 21/08/ Elisa Araya e Margarida Santos / BIEF


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