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Tricuríase Filo Nematoda Trichiuris (Roederer, 1761) “cauda em forma de cabelo” Trichiuris trichiura (Linneu, 1771) sinonímia : Trichocephalus (Goeze,

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Apresentação em tema: "Tricuríase Filo Nematoda Trichiuris (Roederer, 1761) “cauda em forma de cabelo” Trichiuris trichiura (Linneu, 1771) sinonímia : Trichocephalus (Goeze,"— Transcrição da apresentação:

1 Tricuríase Filo Nematoda Trichiuris (Roederer, 1761) “cauda em forma de cabelo” Trichiuris trichiura (Linneu, 1771) sinonímia : Trichocephalus (Goeze, 1782) não aprovado pelo comitê de nomenclatura zoológica internacional.

2 Tricuríase -Doença cosmopolita, em geral silenciosa, mas pode ser fatal (carga parasitária/ condições gerais do paciente). Encontro de ovos em coprólitos e múmias sugerem associação com os humanos em regiões temperadas desde a Eurásia. Múmiano Chile:ano ª estimativa de prevalência mundial (1947): 16% da população mundial (355 milh). -OMS (1998): prevalência mundial 1 bilhão /Mortalidade 10 mil. -- (Crompton) 1999: 17% da população infectada (1 bilhão e 49 milhões). - A prevalência caiu principalmente em países da Europa, América do Norte, Japão. Ela continua alta em países subdesenvolvidos e em desenvolvimento: alta taxa de crescimento populacional sem investimentos na educação e em saneamento. -Prevalência >90% em crianças em idade escolar na Indonésia e África. -Brasil –Inquérito epidemiológico (1960) com 2 milhões pessoas: prevalência 35-39%, variando de acordo com a região. N e NE: 68-72%. Goiás (2,5%), Mato Grosso (8,9%), MG (13%). -Não há grandes inquéritos epidemiológicos recentes. A prevalência é bastante variável de região para região.

3 Morfologia e Biologia Adultos medem cm. Hábitat: intestino grosso, princ. Ceco e cólon ascendente. Parasito tissular: esôfago longo e delgado= 2/3 anteriores do corpo ficam mergulhados na mucosa intestinal. Permanecem fixados à mucosa. Se alimentam de enterócitos lisados. Vivem ~3 anos (1- 8 anos). Ovos -elíptico: x 22 um. -casca tripla=resistência no ambiente. -Poros salientes e transparentes nas extremidades. -ovoposição: ovos/dia. - O ovo não se desenvolve a 52ºC. Ovo embrionado

4 Trichuris trichiura MORFOLOGIA ovos/dia Adultos cm

5 CICLO BIOLÓGICO: monoxeno PPP:~ dias Solo 30 dias Ovo – Larva 1, 2, 3, L4 - adulto Embrionamento no solo

6 Imunidade A diminuição da carga parasitária nos indivíduos adultos residentes em áreas endêmicas sugere que as pessoas estão menos expostas à infecção ou que são mais resistentes à reinfecção. O mecanismo responsável pela eliminação da infecção ainda não foi esclarecido. Pouco se conhece da resposta imune humana nesta infecção. E o que se sabe é que a gravidade da tricuríase varia bastante e a maior parte da população é assintomática.

7 PATOGENIA A intensidade da infecção varia com a idade: -Crianças já se infectam a partir dos 18 meses de idade. - A infecção é mais intensa entre os 4 e 10 anos, diminui nos jovens e permanece baixa nos adultos. -78% dos casos de tricuríase grave ocorre em crianças. -98% dos casos de anemia associada à tricuríase ocorrem em crianças.

8 PATOGENIA E SINTOMAS -Descaso nas regiões de maior prevalência provavelmente devido à maioria dos casos serem assintomáticos e devido à falta de informações quanto à real consequência da infecção crônica principalmente nas crianças. -A gravidade da doença vai depender: carga parasitária; idade do hospedeiro; estado nutricional; distribuição dos vermes no intestino. -Em infecções leves e moderadas: a reação inflamatória na mucosa intestinal fica confinada no entorno dos vermes e é discreta e localizada (ceco e cólon ascendente). “Na tricuríase, há crianças desnutridas, com sintomatologia grave, porém sem infecções intensas. E há adultos bem nutridos, com infecções intensas, mas sem sintomatologia grave.”

9 Infecções pesadas (>10000 ovos/g): síndrome disentérica crônica (princ. crianças) -Diarréia intermitente com muito muco, às vezes sangue -Dores abdominais - Tenesmo -Prolapso retal -Anemia -Desnutrição grave: retardo no desenvolvimento físico e mental. Infecções leves (< 100 ovos/g): -assintomaticos ou sintomas intestinais discretos. Infecções moderadas ( ovos/g): -Dor de cabeça -Dor epigástrica e baixo ventre -Diarréia -Náuseas e vômitos

10 Infecções intensas e crônicas: todo o intestino grosso parasitado. - Alterações locais: 1-Sangramento e Prolapso retal: mais nas crianças do norte do Brasil. Não compromete a musculatura da região pélvica e é revertido após a eliminação da infecção e resolução da inflamação local. -Alterações sistêmicas: 1- Anemia: é principalmente devido a perdas significativas de sangue em alguns pacientes. 2-Desnutrição: difícil relacionar com a tricuríase, mas, após tratamento e cura há melhora significativa dos índices nutricionais dos pacientes. Estudos mostram que crianças com triacuríase apresentam falta de apetite = < consumo de nutrientes=caquexia. 3- Aumento das perdas alimentares: as inflamações e os vômitos reduzem a taxa de nutrientes obtida pela alimentação -O prejuízo na absorção de alguns nutrientes e sais (Zn, Fe) contribui para o comprometimento físico e cognitivo do paciente com infecção grave.

11 DIAGNÓSTICO Clínico: quadro não específico. Prolapso retal é típico. Laboratorial: exame de fezes. Ex: sedimentação espontânea

12 Tratamento -1 dose de anti-helmíntico: pouco relevante para redução da prevalência (não cura todos os pacientes), mas observa-se uma redução muito significativa da intensidade da infecção e da morbidade. --O tratamento na faixa etária <10 anos com tricuríase grave leva à: redução da parasitemia, da morbidade, anemia e desnutrição. Albendazol (400 mg)+ Ivermectina (200mg/kg): maior eficácia em combinação. Albendazol (31,5%) e Ivermectina (35,1%). -Atenção especial: faixa etária escolar e pré-escolar (4-10 anos): mais altas prevalências e maiores cargas parasitárias: são os principais disseminadores de ovos/ Precários hábitos higiênicos. -A prevalência diminui nos jovens e adultos, assim como a carga parasitária. -Maiores prevalências no Brasil: Amazônia e litoral e nas zonas urbanas que ruais: aglomerações, saneamento básico precário. Epidemiologia

13 Profilaxia


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