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Objeto direto Objeto indireto Objeto direto preposicionado.

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Apresentação em tema: "Objeto direto Objeto indireto Objeto direto preposicionado."— Transcrição da apresentação:

1 Objeto direto Objeto indireto Objeto direto preposicionado

2 OBJETO DIRETO (OD)  Todos conseguiram boas notas na prova. VTOD É o termo da oração que, sem a presença de preposição, relaciona-se a um verbo transitivo direto, completando-lhe o sentido e servindo de receptor do processo verbal.

3 Características do objeto direto 1. O objeto direto não apresenta preposição.  Muitos torcedores vaiaram o goleiro. 2. O objeto direto admite a transformação para a voz passiva analítica.  Todos discutiram o acordo. (voz ativa) o O acordo foi discutido por todos. (voz passiva analítica) VTOD VTOD Sujeito paciente Locução verbal Agente da passiva

4 Características do objeto direto  3. O objeto direto pode ser substituído pelos pronomes oblíquos o, a, os, as. Ninguém conhece o professor. Ninguém conhece a professora. Ninguém conhece os professores. Ninguém conhece as professoras.

5 Características do objeto direto  4. Ocasionalmente, o objeto direto pode vir precedido de preposição, não exigida obrigatoriamente pelo verbo. A esse tipo particular de objeto direto dá-se o nome de objeto direto preposicionado (ODP).  O guerreiro sacou da espada.  Todos amam a Deus. VTD ODP VTDODP

6 Observação  Muitas vezes, o objeto direto preposicionado adquire um sentido especial. Observe:  “Nem você quer mais desses gestos traiçoeiros...” (Mário de Andrade)  A preposição “de” indica a opção por uma parte do todo. Daí se dizer que há noção partitiva.

7 Casos em que o uso da preposição antes do objeto direto pode ocorrer 1.Quando o objeto é um substantivo próprio. Adoremos a Deus. VTD ODP 2. Quando o objeto é representado por um pronome substantivo indefinido. O professor elogiou a todos. VTD ODP

8 Casos em que o uso da preposição antes do objeto direto pode ocorrer 3. Para evitar ambiguidade. Na confusão, beijou o namorado ao pai da moça. VTD sujeito ODP 4. Com o objeto direto anteposto ao verbo. Ao médico não enganam. ODP VTD

9 Objeto direto pleonástico  Pleonasmo (do grego pleonasmós=superabundância) é uma figura de estilo que consiste na repetição de palavras ou expressões com o objetivo de reforçar uma ideia. O seu emprego, em algumas situações, é considerado vicioso e deve ser evitado.  No entanto, pode ser usado para realçar uma ideia já expressa pelo objeto direto.  O presente, ele recebeu-o no dia de seu aniversário. OD VTD OD pleonástico

10 OBJETO INDIRETO (OI)  É o termo que completa o sentido do verbo transitivo indireto, ao qual se liga com o auxílio de preposição.  Acreditamos em vidas passadas.  Precisava muito de dinheiro.  Ninguém confia mais em você. VTOI VT OI

11 Objeto indireto pleonástico  Para realçar uma ideia já expressa pelo objeto indireto, este pode aparecer repetidamente sob a forma de pronome oblíquo átono.  A mim, nada me interessa. OI OIP VTI  Que me importa isso a mim? OIP VTI OI

12 Pronomes oblíquos na função de objeto 1. Os pronomes oblíquos o, a, os, as funcionam sempre como objeto direto. Os amigos certamente o criticarão. OD VTD

13 Pronomes oblíquos na função de objeto 2. Os pronomes oblíquos lhe, lhes funcionam sempre como objeto indireto. Eu lhe entreguei o livro. OI VTI 3. Os outros pronomes oblíquos podem ser objeto direto ou objeto indireto, dependendo do verbo ao qual estão relacionados.

14 Exemplos  O guarda não me conhece.  A proposta me interessava.  Entreguei-te o meu coração.  Pegue-nos às 17 horas.  O navio enviou-nos sinal. OD VTD OI VTI VTDI OI OD VTD OD VTDI OI OD

15 Síntese  OBJETO DIRETO:  funciona como destinatário/receptor do processo verbal;  Completa o sentido de um verbo transitivo direto;  Normalmente sem preposição.  Pode ser trocado por o, a, os, as.  Admite voz passiva.  EXEMPLO: Muitos viram o acidente. OD

16 Síntese  OBJETO DIRETO PREPOSICIONADO:  Vem precedido de preposição, não exigida obrigatoriamente pelo verbo.  EXEMPLO: O guerreiro sacou da espada.

17 Síntese  OBJETO INDIRETO:  Funciona como destinatário/receptor do processo verbal;  Completa o sentido de um verbo transitivo indireto;  Apresenta-se sempre com preposição;  Não admite voz passiva.  EXEMPLO: Todos discordam de você. OI

18 Síntese  OBJETO DIRETO E OBJETO INDIRETO PLEONÁSTICO  Usado para enfatizar uma ideia contida no objeto do verbo.  EXEMPLOS:  Esses livros, eu os comprei ontem.  Aos amigos, davam-lhes ainda mais atenção.

19 COMPLEMENTO NOMINAL (CN)  Como os verbos, muitos nomes (substantivos, adjetivos e, mais raramente, advérbios) podem ter sentido incompleto. E, por essa razão, precisam de um complemento, um termo que os torne mais claros: a esse termos damos o nome de complemento nominal (CN), pois completa o sentido de um nome.  O complemento nominal aparece sempre regido de preposição, mas não deve ser confundido com o objeto indireto, que é complemento do verbo.

20 Exemplo Nenhuma história consegue ser tão emocionante, surpreendente, cheia de revelações e reviravoltas, como a que pode acontecer na esquina de sua casa ou do outro lado do mundo. ________________________________________________________________________ Aos profissionais que escrevem e documentam a nossa história, a homenagem da Usiminas no Dia da Imprensa. ___________ USIMINAS “de revelações e reviravoltas: complemento nominal ligado ao adjetivo “cheia”; “aos profissionais”: complemento nominal ligado ao substantivo “homenagem”.

21 Observação 1  Geralmente, o complemento nominal integra o sentido de nomes que correspondem a um verbo transitivo, de mesmo radical. Verbo transitivoNome odiar os burgueseso ódio aos burgueses gostar da belezao gosto pela beleza terminar o trabalhoo término do trabalho agitar as pessoasa agitação das pessoas declarar o medoa declaração do medo caluniar o vizinhoa calúnia do vizinho comover a mãea comoção da mãe

22 Observação 2  Em geral,o núcleo do complemento nominal pode ser representado na oração por um substantivo ou expressão substantivada, uma oração introduzida por conjunção integrante (oração subordinada), um pronome ou um numeral.  “Fabiano tinha a certeza de que não acabaria tão cedo.” (Graciliano Ramos)  Nossa confiança em você não tem limites.  Ela tem vergonha de si mesma.  “A vida dele era necessária a ambas.”

23 SÍNTESE – TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO  Objeto direto: completa o verbo transitivo direto. Exemplo: Eu fiz os exercícios. OD  Objeto direto preposicionado: quando o objeto direto vier precedido de preposição, não exigida obrigatoriamente pelo verbo. Exemplo: Eles amam a Deus. OD preposicionado  Objeto direto pleonástico: pronome oblíquo usado para realçar uma ideia já expressa pelo objeto direto. Exemplo: O presente, ele recebeu-o no dia do seu aniversário. OD OD pleonástico

24 SÍNTESE – TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO  Objeto indireto:  completa o sentido de um verbo transitivo indireto;  apresenta-se sempre com preposição;  a oração não admite voz passiva. Exemplo: Gosto muito de você. OI  Objeto indireto pleonástico: pronome oblíquo usado para realçar uma ideia já expressa pelo objeto indireto. Exemplo: A mim, nada me interessa. OI OI pleonástico

25 SÍNTESE – TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO  Agente da passiva: é o termo que, na voz passiva, pratica a ação do verbo. Em geral, vem acompanhado da preposição por ou, mais raramente, da preposição de.  A prova ainda não foi corrigida pelo professor.

26 SÍNTESE – TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO  Complemento nominal: substantivos, adjetivos e, mais raramente, advérbios que, por terem sentido incompleto, precisam de um complemento, um termos que os torne mais claros:  Agiu favoravelmente ao professor.  Fumar é prejudicial à saúde.  A agitação dos alunos prejudicou a aula.


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