A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Cadeia de Suprimentos I Prof.º Adriano Reis – UEMG – 4.ºP 2008 Aulas 01 – Introdução Geral Consumidor Recursos de Entrada Processo (transformação) Materiais.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Cadeia de Suprimentos I Prof.º Adriano Reis – UEMG – 4.ºP 2008 Aulas 01 – Introdução Geral Consumidor Recursos de Entrada Processo (transformação) Materiais."— Transcrição da apresentação:

1 Cadeia de Suprimentos I Prof.º Adriano Reis – UEMG – 4.ºP 2008 Aulas 01 – Introdução Geral Consumidor Recursos de Entrada Processo (transformação) Materiais Informações Consumidores Instalação Pessoal Saída de Produtos ou Serviços

2 Cadeia de Suprimentos I ► Cadeia Do Latim: Catena ( corrente, elo, etc ) Dicionário: Série de objetos semelhantes ligados consecutivamente um a um. Cadeia Alimentar: Seqüência de organismos pertencentes a um ecossistema em que cada organismo da cadeia se alimenta e ganha energia do organismo que o precede e é alimento e fonte de energia para o organismo que o segue.

3 Cadeia de Suprimentos I ► Suprimento Dicionário: Derivação masculina e singular do verbo suprir. Ato ou efeito de suprir, abastecer.

4 Conceito Cadeia de Suprimentos ou Cadeia de Abastecimento É uma rede que engloba todas as empresas que participam das etapas de formação e comercialização de um determinado produto ou serviço, o qual será entregue a um cliente final.

5 Conceito É uma associação de clientes e fornecedores que trabalham juntos (cada um em seu próprio negócio) na transformação, compra, distribuição e venda de mercadorias e serviços, de modo a constituírem um produto acabado ou serviço especializado de interesse dos consumidores.

6 Conceito É uma associação de clientes e fornecedores que trabalham juntos (cada um em seu próprio negócio) na transformação, compra, distribuição e venda de mercadorias e serviços, de modo a constituírem um produto acabado ou serviço especializado de interesse dos consumidores.

7 Cadeia de Suprimentos I História das Cadeias de Suprimentos A expressão Cadeia de Suprimentos não é algo novo. é remota ao início da civilização humana, quando das primeiras relações de troca. Pode se dizer que desde os primeiros tempos, a partir de que o homem passou a fazer negócio...

8 Cadeia de Suprimentos I Ao surgir na terra, a sobrevivência foi sempre a maior preocupação do homem, e para tal logo desenvolveu habilidades para produzir, armazenar e transportar bens. Além disso, logo percebeu que trabalhar de forma cooperativa poderia reduzir dificuldades e alcançar melhores resultados.

9 História das Cadeias de Suprimento De a antes de Cristo (a.C.) Fenícios: anos antes de Cristo, comercializavam a púrpura, usada para tingir tecidos; Por meio marítimo comercializavam suas mercadorias, assim como para obter a matéria-prima que necessitavam. Egípcios: O Egito importava diversos produtos, perfumes e peles de animais; Exportava trigo, tecidos e cerâmica; O comércio se dava com a Palestina, Creta e Fenícia. Imaginem o esforço logístico dos impérios e reinos no fornecimento de alimentação e munição para os seus exércitos, em um ambiente muitas das vezes hostil, como invernos rigorosos, obstáculos naturais, culturas diferentes,etc.

10 História das Cadeias de Suprimento Século XIII Também podemos imaginar as dificuldades logísticas enfrentadas pelos conquistadores de novos mundos, preconizados a mais de 500 anos atrás. Um exemplo interessante (anterior aos de nossos colonizadores portugueses e espanhóis) de uma Cadeia de Suprimento da Idade Média é o Caminho da Seda.

11 História das Cadeias de Suprimento Século XIII MARCO POLO, Navegador europeu, proveniente de Veneza, descobriu o caminho para o oriente, criando assim a chamada ROTA DA SEDA. A Rota da Seda ligava Veneza, mercado de roupas, às fazendas de seda da China. Este comércio trouxe para a Europa outras riquezas, como óculos, sorvete, spaguetti, etc.

12 História das Cadeias de Suprimento Século XIII Cadeia da Seda Percebemos o conhecimento do navegador, como: Logística: Conhecimento do movimento das marés, ventos, da posição das estrelas para se guiar até as localidades de negócio. Mercado: Conhecer a necessidade dos clientes. O que queriam os clientes e o que era importante para os europeus. Governo e Cultura: Conhecia e respeitava os costumes dos povos com quem negociava. A China na época era uma potência. Ela era mais rica que a Europa inteira.

13 História das Cadeias de Suprimento Século XV – Artesãos Vamos entender um pouco sobre como a matéria-prima era trabalhada, meados do século XV. Não haviam linhas de produção, como conhecemos hoje, haviam sim ARTESÃOS que tinham habilidades e conhecimentos para desenvolver um determinado produto, via de regra, customizado. (ou seja, com as características desejadas pelo cliente)

14 História das Cadeias de Suprimento Século XV – Artesãos Artesão, muitas vezes, era proprietário dos recursos produtivos que utilizava: 1. O artesão podia ser dono da oficina, ou ser assalariado; 2. Num período seguinte, artesãos trabalhavam com ferramentas do proprietário da oficina; 3. Primeira divisão de Trabalho, isto significa vários artesãos atuando em uma mesma oficina.

15 História das Cadeias de Suprimento Artesão (dono das ferramentas e matéria-prima) Pedidos Produto Customizado Fig. 1 – Artesão x Mercado Oficina de Artesãos Produtos Fig. 2 – Oficina de Artesãos Pedidos / Informações O proprietário fornecia as ferramentas e a matéria- prima aos artesãos profissionais. Surge a figura do “empresário” e o conceito: Divisão de Trabalho

16 História das Cadeias de Suprimento O crescente aumento no volume de produção dos artesãos transforma os Proprietários de Oficina em “empresários artesãos” que atendem pedidos de empresários do comércio da época Empresário Artesão Empresário do Comércio Produto Matéria-prima para produção Produto Figura. 3 Este tipo de Cadeia Produtiva vigorou por muito tempo, até meados do século XVIII, mas o crescimento de mercado e demanda levou a busca de novas formas de produzir e interagir com o mercado.

17 História das Cadeias de Suprimento Século XVIII – A Revolução Industrial Com o fim do Período Absolutista ( poder absoluto do Estado, na mão de poucos - monarquia. Luiz XIV ( ) conhecido como rei sol, e também pela frase “o Estado sou eu” ) Ascensão da BURGUESIA ( proprietário de empresas que geram empregos para o proletariado ) Fortalecimento do empresário / classe média Surge o Pensamento Iluminista, que domina o século XVIII Este pensamento estabelece que a RAZÃO deve prevalecer sobre a FÉ e que o PROGRESSO é o destino da HUMANIDADE

18 História das Cadeias de Suprimento Século XVIII – A Revolução Industrial Implicações deste Pensamento acabam-se os monopólios e difunde-se a lógica do livre Comércio Em 1779, Adam Smith, filósofo e economista escocês, lança o livro: “A Riqueza das Nações” prega as idéias vigentes como a LIBERDADE DE MERCADO Segundo Smith, as empresas de uma Cadeia Produtiva devem negociar livremente com seus clientes e fornecedores visando terem o máximo de lucro.

19 História das Cadeias de Suprimento Século XVIII – A Revolução Industrial Cada elo da Cadeia Produtiva, empresas individualmente podem maximizar seu lucro, negociando os menores preços das matérias-primas com seus fornecedores, transferindo preços mais favoráveis a seus clientes

20 História das Cadeias de Suprimento Século XVIII – A Revolução Industrial Neste período ainda surge a máquina a vapor desenvolvida pelo escocês James Watt (1769), que permitiu desenvolver máquinas que produziam de forma repetitiva, rápida e padronizada os produtos com melhor qualidade Exemplo: Tear mecânico movido a vapor, 1785 na Inglaterra

21 História das Cadeias de Suprimento Século XVIII – A Revolução Industrial Nota: Thomas Newcomen, iventa a primeira máquina a vapor James Watt, cria grandes melhorias e indicações de uso da máquina a vapor Surge a locomotiva à vapor, que veio a facilitar o escoamento da produção

22 História das Cadeias de Suprimento Século XVIII – A Revolução Industrial Substituição de ferramentas (artesãos) por máquinas Energia humana por energia motriz Produção artesanal por sistema fabril Aumento da produtividade das Cadeias Produtivas Organização da produção, consolidando a LÓGICA DA DIVISÃO DO TRABALHO e a ESPECIALIZAÇÃO DOS RECURSOS

23 História das Cadeias de Suprimento Século XVIII – A Revolução Industrial Neste período surgem duas classes Empresários  CAPITAL Trabalhadores  FORÇA DE TRABALHO Ainda hoje, questões surgidas na Revolução Industrial, persistem e influenciam a Gestão das Academias Produtivas

24 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Administração Científica, Com os surgimentos de fábricas do século XVIII, e a divisão do trabalho por Adam Smith, contribuíram efetivamente. No entanto, a Revolução Industrial teve papel marcante: - Início do século XX, a organização eficiente do trabalho nas empresas - Desenvolvimento de teoria e da prática da administração Filósofos desse processo: - Pesquisadores e estudiosos, como Frederick Taylor - Industriais como Henry Ford - Executivos como Henry Fayol - Cientistas como Max Weber

25 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Administração científica de TAYLOR No fim do século XIX surgiam os trabalhos de Frederick W. Taylor Implementações práticas promovidas pela Ford Henry Ford criou a linha de montagem seriada Consolidam Cadeias de Produção em Massa Os principais símbolos disto são as Cadeias Automobilísticas

26 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Frederick Taylor Técnico em mecânica e operário, formou-se engenheiro mecânico, estudando à noite. É considerado o “Pai da Administração Científica” por propor a utilização de métodos científicos cartesianos na administração de empresas. “Eficiência e eficácia operacional na administração Industrial”

27 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Com a introdução de outras tecnologias para otimizar a produção de energia sem ser a vapor, a eletricidade e o petróleo. As novas fontes de energia possibilitaram o desenvolvimento de máquinas e ferramentas que fomentaram ainda mais a produtividade. Com essas inovações tecnológicas, algumas indústrias subverteram o modo de produção tradicional agregada ao pensamento do engenheiro norte-americano Frederick Winslow Taylor

28 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Quando Taylor iniciou seu estudo referente às ciências da administração, tinha como objetivo acabar com o desperdício, a ociosidade e morosidade operária. Em 1903 desenvolveu a técnica de racionalização do movimento, ou seja, analisou e controlou a ação do operário e da máquina em funções específicas, para serem aperfeiçoadas

29 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Resumo do Pensamento de Taylor, a partir do conceito do “homo economicus”

30 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Henry Ford O grande fabricante de automóveis norte-americano - Revolucionou a indústria com seu Modelo T - Popularização do automóvel como meio de transporte Com o aumento da produção e das vendas - Modelo T caiu de 950 dólares em 1909 para 295 em milhões de unidades produzidas foi atingida em efetivou as linhas de montagem “O trabalho deve vir até o homem, e não o homem até o trabalho”

31 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Henry Ford e sua família, 1896 Legendário fabricante americano de automóveis, exibe com orgulho o primeiro veículo que fabricou

32 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Henry Fayol O engenheiro francês lutou contra a falência da industria de mineração e aço, constatando 6 funções que fazia uma empresa funcionar, que é até hoje predominante no processo de departamentalização das organizações: 01 - Técnicas 02 - Comerciais 03 - Financeiras 04 - Segurança 05 - Contábeis 05 – Administrativas Max Weber Definia o capitalismo pela existência de empresas, com o maior lucro possível, e cujo meio é a organização racional do trabalho e da produção. “União do desejo do lucro e da disciplina racional”

33 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Abordagem Clássica da Administração Científica Administração Clássica Ênfase nas Tarefas Ênfase nas Estruturas Frederick Taylor Henry Fayol

34 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Com a substituição do capitalismo liberal pelos monopólios, instala-se nos Estados Unidos, entre 1880 e 1890 Produção em Massa Assalariados nas indústrias Necessidade de evitar o desperdício Economizar mão-de-obra Padrões de produção Descrição dos cargos e fixação das funções Métodos de Administração e Normas de Trabalho Divisão do trabalho, entre os que pensam e os que executam: Taylorismo Taylorismo nos Estados Unidos Faylorismo Faylorismo na Europa

35 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa Divisão do trabalho na indústria Na divisão do trabalho, cada trabalhador é designado para uma tarefa, ou fase, diferente no processo de fabricação, o que resulta em um aumento da produção total. Vejam as ilustração: Uma pessoa realiza as cinco fases na fabricação de um produto, produzir uma unidade ao dia. Cinco trabalhadores, cada um especializado em uma das cinco fases, poderão produzir 10 unidades no mesmo tempo.

36 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa As indústrias notam melhorias na produção através da organização tempos e métodos de “ tempos e métodos " 1913: Segunda revolução industrial Fayol ( hierarquia ) Henry Ford e Frederick Winslow Taylor ( “administração científica” do trabalho )

37 História das Cadeias de Suprimento Linha de produção de bicicletas ( 1920 ) Fabricação de bicicletas, indústria inglesa, já seguia os princípios da linha de montagem, que facilitou a produção em série. Século XX – Produção em Massa

38 História das Cadeias de Suprimento Fábrica de roupas (1953 ) Funcionárias de uma fábrica inglesa de roupas íntimas, As primeiras máquinas de costura elétricas surgiram para uso profissional por volta de Século XX – Produção em Massa

39 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa A Ford criou uma linha de montagem móvel em que o veículo era movimentado ao longo da linha e um operário especializado, dentro dos limites de seu posto de trabalho, realizava a montagem de uma parte do veículo... Cadeias de Produção em Massa - Engenharia do Processo - - Roteiros de produção - Padronização de procedimentos - Intercambialidade de componentes - Desenvolvimento de ferramental - Busca e desenvolvimento de fornecedores

40 História das Cadeias de Suprimento Século XX – Produção em Massa A Ford com a cultura de Produção em Massa torna-se totalmente VERTICALIZADA Dentro deste contexto: A Ford buscava, por exemplo, ter sua própria plantação de seringais para poder extrair seu próprio látex ex.: A Fordlândia da Amazônia

41 História das Cadeias de Suprimento Fábrica de Carros Indústria Moderna Utilização de robôs  Alto Volume  Baixa Variedade Século XX – Produção em Massa

42 História das Cadeias de Suprimento PRODUÇÃO ENXUTA: O MODELO TOYOTISTA Na produção em série da Ford ainda vai houve muitos desperdícios de matéria prima e tempo de mão-de-obra na correção de defeitos do produto. Essa estrutura durou até o final da Segunda Guerra Mundial, quando também numa fábrica de automóveis no Japão, aparece um outro sistema de produção - o toyotismo, que se caracterizou pela concepção "enxuta“.

43 História das Cadeias de Suprimento PRODUÇÃO ENXUTA: O MODELO TOYOTISTA A Toyota, ao adotar a concepção "enxuta" e rompendo com a produção em série, possibilitou oferecer um produto personalizado ao consumidor. As ferramentas utilizadas eram de acordo com cada proposta demandada pelo cliente. Inclusive, passou a produzir automóveis com larga escala de cores, sem gerar custos adicionais.

44 Rede de Operações Uma Cadeia de Suprimentos pode ser visualizada como uma rede de operações que envolvem produtos, serviços e informações A cadeia é constituída pela interligação destes elos formando assim a rede que coopera OPERAÇÕES Fornecedores Clientes

45 Gestão da Cadeia de Suprimentos

46 Processo Consumidor Recursos de Entrada Processo (transformação) Materiais Informações Consumidores Instalação Pessoal Saída de Produtos ou Serviços Material de Apoio: Cap. 01 ( 1.1 à ) Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos – Kleber Fossati, Paulo F. Fleury


Carregar ppt "Cadeia de Suprimentos I Prof.º Adriano Reis – UEMG – 4.ºP 2008 Aulas 01 – Introdução Geral Consumidor Recursos de Entrada Processo (transformação) Materiais."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google