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TEMA A COMPREENSÃO DA ECONOMIA PROF. MSC. SILVIO RIBEIRO CURSO DE ADMNISTRAÇÃO E TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS DISCIPLINA DE ECONOMIA.

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1 TEMA A COMPREENSÃO DA ECONOMIA PROF. MSC. SILVIO RIBEIRO CURSO DE ADMNISTRAÇÃO E TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS DISCIPLINA DE ECONOMIA

2 Programa II BIM unilins.edu.br Economia Internacional Externalidade Crises Mundiais Organizações Internacionais (UNU, OMC e BIRD) Blocos Econômicos (Mercosul, NAFTA, Pacto Andino, APEC e União Européia) O Papel dos BRICs na economia Mundial Seminários II Bimestre Teoria do Valor Fatores de Produção Conceitos de Produção e Tipos de Empresa Setor Produtivo Primário Setor Produtivo Secundário Setor Produtivo Terciário Função Econômica do Governo Comportamento do Mercado: Oferta e Procura Sistemas Concorrenciais Importação e Exportação Globalização da Economia Meios de Pagamento

3 Economia Internacional Envolve todos os aspectos ligados a atividade econômica entre as nações. Suas regras de funcionamento, aspectos legais, trocas monetárias, fluxos de mercadorias e serviços, etc. unilins.edu.br

4 Globalização A interação e interdependência entre as nações torna premente o perfeito funcionamento destas relações e, neste sentido, a solução comumente adotada é a criação de organismos inter e supra nacionais que intercedam no sentido de equilibrar estas relações e promover o desenvolvimento de todos os participantes. unilins.edu.br

5 Externalidades São efeitos positivos ou negativos (em termos de custos ou de benefícios) gerados pelas atividades de produção ou consumo exercidas por um agente econômico e que atingem os demais agentes, sem que estes tenham oportunidade de impedi-los ou a obrigação de pagá-los. Portanto, externalidades referem-se ao impacto de uma decisão sobre aqueles que não participaram dessa decisão. unilins.edu.br

6 Externalidades Externalidade Negativa Quando gera custos para os demais agentes, por exemplo, uma fábrica que polui o ar, afectando a comunidade próxima. Externalidade Positiva Quando os demais agentes, involuntariamente, se beneficiam, por exemplo dos investimentos governamentais em infra-estrutura e equipamentos públicos. Cabe ao Estado criar ou estimular a instalação de atividades que constituam externalidades positivas, e impedir ou inibir a geração de externalidades negativas. Isto pode ser feito através de instrumentos tais como taxação e sanções legais ou, inversamente, renúncia fiscal e concessão de subsídios conforme o caso. unilins.edu.br

7 Crises Mundiais Crise de 1929 Os indícios da crise iniciaram no mesmo ano nos Estados Unidos com a queda nas taxas de produção da industria americana e obteve seu ápice no dia 29 de Outubro quando milhares de investidores perderam seus recursos com a quebra da bolsa de Nova Iorque. Entre as conseqüências, podemos citar: alta de inflação, aumento da recessão já existente, queda nas vendas, fechamento das empresas. Muitos países sentiram os efeitos, principalmente os industrializados na época. Para alguns países como Brasil e Argentina, a grande depressão contribuiu para o aceleramento da industrialização. unilins.edu.br

8 Crises Mundiais Crise de 1987 Em 1987, novamente as principais bolsas americanas desmoronaram, com o índice Dow Jones caindo em um único dia 22,6%. Os temores de uma desenfreada onda de empréstimos bancários, da desaceleração da economia americana e da desvalorização do dólar injetaram o pânico nos mercados do país, alastrando-se pela Europa e Japão. unilins.edu.br

9 Crises Mundiais Crise dos Países Asiáticos Durante os anos de 1997 e 1998, as economias que tinham criado o milagre asiático caíram em recessão, com fechamento de negócios, aumento do desemprego e várias desvalorizações monetárias. Na realidade, os problemas se originaram da corrupção nos setores público e privado, a falta de transparência desses mercados e de fatores externos como: diminuição das exportações, concorrência agressiva da China e contração monetária americana (em meados de 1997, por estes países asiáticos estarem ligados efetivamente ao dólar), mas voltaram, após as turbulências, ao caminho do crescimento com controles financeiros e reformas econômicas. unilins.edu.br

10 Crises Mundiais Crise de 2000 Em 2000, a bolsa eletrônica Nasdaq atravessou a sua primeira grande crise. Em apenas um ano as ações das principais empresas de tecnologia e Internet perderam 40% do seu valor. Os prejuízos se agravaram ainda mais em função dos ataques terroristas ocorridos no dia 11 de setembro de 2001, com os investidores acumulando perdas em torno de U$ 8 trilhões de dólares no mercado estadunidense. Quando se pensava que o temporal havia se dissipado, em 2002 as bolsas do mundo inteiro voltaram a despencar com a notícia de fraude e falsificação das contas das empresas americanas Enron e WordCom. unilins.edu.br

11 Crises Mundiais Crise do Sub Prime de 2008 (Mercado Imobiliário Americano) Agora, após relativa tranqüilidade e expansão econômica, com destaque para países como China, Índia, Rússia e Brasil, o mundo volta a se abalar com o temor da repetição de 1929; tudo por causa da histeria que se espalhou rapidamente pelos grandes mercados mundiais, em função da crise dos "subprime" (créditos hipotecários de alto risco) oriundos do mercado imobiliário dos Estados Unidos, que desde o segundo semestre de 2008, provocou a falência de grandes instituições financeiras, trazendo de volta a recessão a este país, bem como o recuo na economia global. unilins.edu.br

12 Organizações Internacionais ONU (Organização das Nações Unidas) Fundada oficialmente a 24 de Outubro de 1945 em São Francisco, Califórnia, por 51 países, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. A sua sede atual é na cidade de Nova Iorque. Concebida para promover a cooperação internacional e conseguir a paz e a segurança. Um dos feitos mais destacáveis da ONU é a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em unilins.edu.br

13 Organizações Internacionais ONU (Organização das Nações Unidas) Objetivos Manter a paz mundial Proteger os Direitos Humanos Promover o desenvolvimento econômico e social das nações Estimular a autonomia dos povos dependentes Reforçar os laços entre todos os estados soberanos unilins.edu.br

14 OMC (Organização Mundial do Comércio) Organização internacional que trata das regras sobre o comércio entre as nações. Os membros da OMC negociam e assinam acordos que depois são ratificados pelo parlamento de cada nação e passam a regular o comércio internacional. Possui 153 membros. A sede da OMC é em Genebra, na Suíça. unilins.edu.br

15 Blocos Econômicos A globalização, acarreta, como tendência comercial natural, a formação de blocos econômicos. Estes blocos são criados tendo como objetivo principal facilitar o comércio entre os países membros, adotando medidas, dentre as quais podemos destacar: Redução ou isenção de impostos ou de tarifas alfandegárias; Facilitação de procedimentos burocráticos; Facilitação do tráfego de mercadorias e serviços; Geralmente estes blocos são formados por países vizinhos ou que possuam afinidades culturais ou comerciais. Economistas afirmam que ficar de fora de um bloco econômico é viver isolado do mundo comercial. unilins.edu.br

16 NAFTA Fazem parte do NAFTA os seguintes países : Estados Unidos da América, México e Canadá. Começou a funcionar no início de 1994 e oferece aos países membros vantagens no acesso aos mercados dos países. Estabeleceu o fim das barreiras alfandegárias, regras comerciais em comum, proteção comercial e padrões e leis financeiras. Não é uma zona de livre comércio, porém reduziu tarifas de aproximadamente 20 mil produtos. unilins.edu.br 16

17 Mercosul Foi oficialmente estabelecido em março de É formado pelos seguintes países da América do Sul: Brasil, Paraguai, Uruguai, Argentina. Futuramente, estuda-se a entrada de novos membros, como o Chile e a Bolívia. A adesão da Venezuela ao bloco ainda falta ser ratificada pelo parlamento do Paraguai e pelo congresso nacional brasileiro. O objetivo principal do Mercosul é eliminar as barreiras comerciais entre os países, aumentando o comércio entre eles. Outro objetivo é estabelecer tarifa zero entre os países e num futuro próximo, uma moeda única. unilins.edu.br 17

18 Pacto Andino Outro bloco econômico da América do Sul é formado por: Bolívia, Colômbia, Equador e Peru. Foi criado no ano de 1969 para integrar economicamente os países membros. As relações comerciais entre os países membros chegam a valores importantes, embora os Estados Unidos da América ainda seja o principal parceiro econômico do bloco. unilins.edu.br 18

19 APEC (Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico) Criada em 1993 na Conferência de Seattle. Integram este bloco econômico os seguintes países: Estados Unidos da América, Japão, China, Formosa (Taiwan), Coréia do Sul, Hong Kong, Cingapura, Malásia, Tailândia, Indonésia, Brunei, Filipinas, Austrália, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné, Canadá, México e Chile. Somadas a produção industrial de todos os países, chega-se a metade de toda produção mundial. Quando estiver em pleno funcionamento, será o maior bloco econômico do mundo. unilins.edu.br 19

20 União Européia Foi oficializada no ano de 1992, através do Tratado de Maastricht. Este bloco é formado pelos seguintes países : Alemanha, França, Reino Unido, Irlanda, Holanda (Países Baixos), Bélgica, Dinamarca, Itália, Espanha, Portugal, Luxemburgo, Grécia, Áustria, Finlândia e Suécia. Este bloco possui uma moeda única que é o Euro, um sistema financeiro e bancário comum. Os cidadãos dos países membros são também cidadãos da União Européia e, portanto, podem circular e estabelecer residência livremente pelos países da União Européia. A União Européia também possui políticas trabalhistas, de defesa, de combate ao crime e de imigração em comum. unilins.edu.br 20

21 BRICS São Paulo, Brasil Moscou, Russia Bombaim, Índia Xangai, China Joanesburgo, África do Sul

22 BRICS O governo sul-africano procurou os membros do BRIC em 2010 e o processo de admissão formal começou logo em agosto de A África do Sul foi admitida oficialmente como uma nação do BRIC em 24 de dezembro de 2010 após ser convidada pela China e outros países do BRIC para participar do grupo. A letra "S" em BRICS representa a África do Sul. O presidente Jacob Zuma foi assistir à cúpula do BRICS em Pequim, em abril de 2011, como membro pleno. A África do Sul está em uma posição única e pode influenciar o crescimento econômico e o investimento da África.

23 BRICS De acordo com Jim O'Neill, do Goldman Sachs, que originalmente cunhou o termo, o PIB atual combinado do continente africano é razoavelmente semelhante ao do Brasil e da Rússia e ligeiramente superior ao da Índia. A África do Sul é um "portal" para o sul da África e para África em geral, já que o país africano mais economicamente desenvolvido. A China, que é o maior parceiro comercial da África do Sul e da Índia, quer ampliar os laços comerciais com a África. A África do Sul é também a maior economia da África, mas, 31º maior PIB do mundo, sua economia está muito aquém das dos seus novos parceiros.

24 Relações Jurídicas Segundo o artigo "Contratos Internacionais entre os países do BRIC", publicado pelo advogado brasileiro Adler Martins, o conjunto de convenções internacionais ratificadas pelos países do BRIC seria suficiente para lhes permitir segurança jurídica na manutenção de atividades comerciais e na realização de investimentos recíprocos.

25 Rankings relacionadas à Economia e Política.

26 Encontros do BRIC Os países BRIC reuniram-se para a sua primeira cúpula oficial em 16 de Junho de 2009, em Ecaterimburgo, Rússia, com a presença de Luiz Inácio Lula da Silva, Dmitry Medvedev, Manmohan Singh, e Hu Jintao, respectivos líderes de Brasil, Rússia, Índia e China. Durante a cúpula foram discutidos vários temas relacionados à crise econômica de 2008, tais como comércio internacional, o papel do dólar como moeda de reserva e sua possível substituição, a participação nos organismos internacionais, entre outros.

27 Encontros do BRIC A Segunda cúpula do BRIC aconteceu nos dias 15 e 16 de abril em Brasília. Na reunião preparatória do dia 14, realizada no Rio de Janeiro, foram discutidos - pela primeira vez - oportunidades de negócios e investimentos para setores de energia, tecnologia da informação, infraestrutura e agronegócio. A África do Sul também foi uma das participantes. A Rússia anunciou demandas para investimentos em rodovias e aeroportos; e o Brasil, em ferrovias, aeroportos, hidrovias e estrutura urbana. A China sugeriu a troca de informações para a segurança alimentar, ou seja, a troca de informações para evitar grandes altas nos preços dos alimentos.

28 Encontros do BRICS A África do Sul participou do encontro como membro pela primeira vez em 2011, em Sanya, na província de Hainan, na China. O grupo foi renomeado para BRICS para representar todos os membros. A África do Sul havia recebido um convite formal para participar da China em


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