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Nos primeiros anos do século XX. Índice Moda: ◦No inicio, a abundância. ◦O fim do estilo formal. ◦O fim do espartilho. ◦O novo estilo. ◦Influencia do.

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1 Nos primeiros anos do século XX

2 Índice Moda: ◦No inicio, a abundância. ◦O fim do estilo formal. ◦O fim do espartilho. ◦O novo estilo. ◦Influencia do oriente. ◦Criação do soutien. ◦Moda masculina. Design: ◦O novo estilo decorativo. ◦Frank Lloid Wright. ◦Simplificação de interiores.

3 Moda No Início, a abundância…  No início da década de 1910, em plena bell époque, a moda feminina era dominada pela formalidade e rigidez. Os vestidos da época eram pomposos, muito elaborados e implicavam o uso de muitos e diversos tecidos de boa qualidade e em grande quantidade. -Os vestidos eram feitos com seda brocada, com padrões feitos com fios de prata e ouro. As saias tinham franzidos, que requeriam muito tecido, e os chapéus eram grandes e muito enfeitados.  Os trajes da época obrigam ao uso permanente de espartilhos muito justos, para garantir a silhueta apreciada na altura.  Para além disso, eram privilegiados os cabelos longos, com elaborados penteados por baixo de enormes chapéus.

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5 O Fim do estilo formal De seguida dá-se uma alteração de costumes: a utilização do automóvel e introdução de novas danças e o aparecimento de novas dificuldades para a sociedade devido ao inicio da grande guerra.  Com a guerra, as mulheres tornaram-se independentes, gerindo sozinhas a casa e trabalhando para manter a produção das fábricas.  Devido à escassez de produtos as mulheres tinham que se vestir de forma simples, por isso o estilo da altura era o estilo mais simples possível. Na moda, a recém revelada Coco Chanel aproveita bem as limitações da economia para simplificar a forma feminina lançando um novo conceito de modernidade e elegância, concebendo modelos de linhas simples, em que é o corte que conta. Na moda, a recém revelada Coco Chanel aproveita bem as limitações da economia para simplificar a forma feminina lançando um novo conceito de modernidade e elegância, concebendo modelos de linhas simples, em que é o corte que conta.

6 O fim do espartilho E precisamente a década de 1910 que marca uma mudança fundamental na moda feminina. O estilista Paul Poiret altera a silhueta da mulher: os seus revolucionários vestidos estilo tonel obrigam a cintura a descer e as saias caem agora a direito, da cintura aos tornozelos. Com esta forma afunilada, Poiret põe fim ao uso dos espartilhos em "S": primeiro substituindo-os por outros mais flexíveis e longos, quase chegando aos joelhos, e depois eliminando-os por completo das suas criações. A mulher liberta se finalmente deste colete- de-forças que há séculos a apertava.

7 O Novo estilo  Em 1913 surge o decote em "V", bem pronunciado: mais um escândalo para a época. E a forma de tonel começa a dar lugar às saias longas, de corte a direito, com sobressaias mais curtas por cima.  Nesta época de guerra não havia tempo nem dinheiro para os tratar os cabelos como ocorria antes, por isso, os cabelos eram cortados por baixo das orelhas, lisos ou assumindo o seu ondulado natural, adaptando-se melhor aos novos chapéus, mais pequenos e económicos.  O uso de maquilhagem e o consumo de cigarros foram também uma afirmação das mulheres na sociedade. A boca era carmim, pintada para parecer um arco de cupido ou um coração; os olhos eram bem marcados, as sobrancelhas tiradas e delineadas a lápis; a pele era branca, o que acentuava os tons escuros da maquilhagem.  A mulher começava a ter mais liberdade e já se permitia mostrar as pernas e o colo. A silhueta dos anos 20 era tubular, com os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra, o que facilitava os movimentos frenéticos do charleston. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas.

8 Influência do Oriente Esta era uma época de viagens transatlânticas, e a moda teria necessariamente de sentir as influências de outras terras. Nesta altura a Europa parecia ter descoberto o Oriente. As influências orientais são outra das tendências mais marcantes da década de Paul Poiret, aplica às suas criações uma inspiração oriental e surgem as suas sultanas calças em balão e os seus vestidos estilo tonel, que vão em linha recta mas apertam nos tornozelos. Passaram-se a usar cores mais fortes como verdes e laranjas. Paul Poiret, aplica às suas criações uma inspiração oriental e surgem as suas sultanas calças em balão e os seus vestidos estilo tonel, que vão em linha recta mas apertam nos tornozelos. Passaram-se a usar cores mais fortes como verdes e laranjas.

9 A criação do soutien Em 1914, a americana Mary Phelps Jacobs regista a patente do primeiro soutien de sempre. A ideia ocorreu a Mary quando se estava a arranjar para uma festa e constatou que o espartilho a apertava e sobrava dentro do vestido. A complicada peça de roupa consistia em dois lenços usados na posição de losango, cosidos à frente, duas fitas de roupa de bebé a fazer de alças e um cordão enfiado na base, a toda a volta, para apertar atrás. Mais tarde resolveu comercializar a sua invenção, mas acabou por vender a patente à Warner Brothers. Nos primeiros 30 anos que se seguiram, este estúdio de cinema iria lucrar 15 milhões de dólares com esta peça de roupa.

10 Moda masculina Fatos e chapéus Bengalas e polainas Na moda masculina o fato de três peças, que inclui calças, casaco e colete, impera ao longo de toda a década. As gravatas também foram ganhando cor e no final da década começam a usar-se às listas, acompanhadas por chapéus de palha ou de feltro. Mesmo os das classes operárias usavam boinas ou o chapéu típico da profissão que desempenhassem. As bengalas e polainas eram outro acessório que o homem bem vestido da década não dispensava - bem como um respeitável bigode e, por vezes, longas patilhas. A compor tudo, claro, não podia faltar o relógio de bolso, no colete, e o monóculo para quem tinha falta de vista. O êxito das polainas foi tanto, que chegam a ser usadas pelas senhoras.

11 No design surgem duas tendências dominantes: uma no sentido de ressuscitar eras passadas, como era o caso do estilo neo-gótico que continuava a ser defendido pelos discípulos da Escola de Belas Artes de Paris; outra no sentido do futuro, dos tempos modernos. Por outro lado, a Arte Nova, que tinha dominado a estética no virar do século, já estava em decadência e a ser contestada pelos modernistas. No campo da arquitectura e design os modernistas defendem que é preciso ir ao encontro das necessidades impostas pela sociedade moderna, dinâmica, tecnologicamente avançada e cientificamente esclarecida. Esta sociedade dinâmica começa a valorizar o espaço e a recusar o tipo de decoração que tende a atafulhar as casas com móveis elaborados e enormes e muitas peças decorativas. Para estes, é a forma que tem de se adaptar à função. Os adeptos das formas orgânicas, como Gaudi nas suas construções, por exemplo, fazem muitas vezes coincidir a utilidade das estruturas de suporte das construções com o seu aspecto decorativo. Design O novo estilo decorativo O novo estilo decorativo

12 Frank Lloid Wright Um dos mais famosos exemplos da tendência de adaptar a forma à função provém, sem dúvida, do arquitecto e decorador de interiores americano Frank Lloyd Wright. O conceito de “open space” é muito usado por este arquitecto e consiste em criar interiores abertos e amplos em que as divisões das diversas áreas sejam feitas através de estruturas móveis – biombos. Na década de 1910, Lloyd Wright está em pleno desenvolvimento do estilo que ficou conhecido por “Casa da Pradaria”. O seu objectivo, ao construir um edifício, era inseri-lo no seu meio – as pradarias de Chicago. Por outro lado, era no seu interior criar espaços amplos e desafogados, dando aplicação ao seu ideal de plano aberto. Estes dois conceitos, aliados à genialidade do seu design, resultaram na criação de casas fantásticas, que foram uma inspiração para uma geração inteira de arquitectos.

13 Simplificar interiores Por outro lado também aqui se vai sentir a influência oriental que tomou a sociedade na década de São usadas sedas e cores fortes e os motivos com arabescos, típicos das terras orientais, são aplicados no adorno de móveis, paredes e objectos decorativos. No pós-primeira Guerra Mundial, surge a produção de móveis muito simples, de materiais baratos e em série, para responder à procura das populações empobrecidas, mas com necessidade de reconstruir a partir dos escombros da guerra. A maior influência da Arte Nova em objectos decorativos produzidos em Portugal é talvez a loiça das caldas. Incentivada pelo pintor naturalista português Rafael Bordalo Pinheiro, a cerâmica das Caldas da Rainha vai precisamente dar corpo às formas orgânicas e ao escapismo para a Natureza, que caracterizam a Arte Nova.

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