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CONFIDENCIAL1 C-Ap-Sup-Maq 2010 CENTRO DE ADESTRAMENTO ALMIRANTE MARQUES DE LEÃO.

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1 CONFIDENCIAL1 C-Ap-Sup-Maq 2010 CENTRO DE ADESTRAMENTO ALMIRANTE MARQUES DE LEÃO

2 CONFIDENCIAL2 DISCIPLINA: GE-OF UE 6.0 – CIEMA E ORGANIZAÇÃO DE GUERRA ELETRÔNICA AULA 6.1 – CONTROLE DAS IRRADIAÇÕES ELETRO- MAGNÉTICAS E ACÚSTICAS INSTRUTOR – CC VINICIUS

3 CONFIDENCIAL3 CONTROLE DAS IRRADIAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS E ACÚSTICAS Referências: 1.COMOPNAV 521 (2003) – Manual de GE; e 2.GE-B-003 – Controle das Irradiações eletromagnéticas e Acústicas.

4 CONFIDENCIAL4 PROPÓSITOS Conceituar CIEMA; Citar o propósito, políticas de CIEMA e planos de CONSET; e Descrever os procedimentos para o estabelecimento e modificação de um plano de CONSET.

5 CONFIDENCIAL5 SUMÁRIO 1.Conceito, propósito, políticas e planos; 2.Plano de CIEMA; 3.Componentes de um plano de CIEMA; 4.Ocasiões para quebra do silêncio eletrônico e/ou silêncio rádio; 5.Diagramas de irradiação; 6.Números índice; 7.Letras índice; 8.Indicadores de radiação. 9.Procedimentos para o estabelecimento e modificação de um plano de CIEMA: 10.OPGEN/OPTASK EW; e 11.Emprego de sinais do ATP-1 (C) Vol. II/ MTP-1 (D).

6 CONFIDENCIAL6CIEMA Controle das Irradiações Eletromagnéticas e Acústicas Definição: Efetiva administração de todas as emissões eletromagnéticas e acústicas de uma força ou unidade, para obter a máxima vantagem tática. Finalidades: –Obter o melhor uso dos emissores, para cumprir a missão atribuída e, ao mesmo tempo, minimizar as informações utilizáveis que o inimigo possa obter por interceptação passiva. –Reforçar uma ação de despistamento. Determinado pela necessidade de se obter um equilíbrio entre a necessidade operativa de emitir e a inconveniência de fornecer informações ao inimigo, apto a obtê-las pela interceptação dessas mesmas emissões.

7 CONFIDENCIAL7CIEMA Concretizado pelo estabelecimento de Condições de Silêncio Eletrônico (CONSET). Todas as freqüências dos espectros EM e acústico devem ser incluídos nos procedimentos de controle das emissões. Emprego: conseguir a máxima vantagem tática em qualquer ação, pela manutenção da capacidade de empregar a surpresa. Princípio básico: Somente o equipamento essencial ao cumprimento da missão deve emitir, reduzindo as informações disponíveis ao inimigo e melhorando nossas possibilidades na busca de interceptação (redução da interferência local).

8 CONFIDENCIAL8 EFEITOS DESEJADOS Contribuir para a Evasiva tática; Negação de informações ao inimigo; Redução/Eliminação de Interferências nos próprios sensores da Força, melhorando as suas condições de interferência eletrônica; e Geração de um quadro tático não definido para o inimigo.

9 CONFIDENCIAL9 CONTRIBUIR PARA A EVASIVA TÁTICA Um bom plano de CIEMA contribuirá para a Evasiva Tática. Ocultar a existência, localização e composição de uma força naval => imenso valor tático. Não se deve decidir pelo silêncio total ou pela emissão irrestrita sem se considerar individualmente cada emissor ou tipo de emissor.

10 CONFIDENCIAL10 NEGAÇÃO DE INFORMAÇÕES AO INIMIGO O inimigo pode estar ciente da existência e localização genérica de uma força, entretanto, necessitará de esclarecimento para determinar a composição, disposição e intenções prováveis daquela força. O uso criterioso do CIEMA pode aumentar esse problema para o inimigo e, mesmo, fazer necessário o reconhecimento visual, para obter informações detalhadas. Equipamentos especiais, com características únicas, => cuidado para evitar a revelação prematura da presença e localização de unidades específicas.

11 CONFIDENCIAL11 INTERFERÊNCIAS ELETROMAGNÉTICAS E ACÚSTICAS Para evitar a degradação do desempenho dos equipamentos da força, é freqüentemente necessário restringir as próprias irradiações, para: Prover o melhor ambiente para que os equipamentos de MAGE da força possam ser operados no máximo de sua eficiência; Prevenir degradação de performance dos próprios equipamentos emissores, devido à interferência mútua causada intra e inter-navios; e Evitar radiações eletromagnéticas perigosas ao pessoal e à munição.

12 CONFIDENCIAL12 GERAÇÃO DE UM QUADRO TÁTICO NÃO DEFINIDO PARA O INIMIGO O inimigo terá dificuldade na compilação do quadro tático pela falta de informações da composição da nossa Força.

13 CONFIDENCIAL13 CIEMA Fatores de planejamento: –Avaliação da situação –Seqüência de planejamento

14 CONFIDENCIAL14 AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO O controle das emissões é conseguido pelo estabelecimento de CONSET que podem variar em graus deste o silêncio absoluto até a completa liberação das emissões. O planejamento das CONSET deve levar em conta os seguintes fatores: – missão da força; – AOp, as ameaças possíveis e as ações previsíveis; – tamanho, composição e velocidade de avanço da força; – necessidades mínimas de irradiações EM e eletroacústicas, face à missão. Ex.:radares, TX de radiocomunicações, IFF, sonares ativos, ecobatímetro e fonia submarina, entre outros; – possibilidades e limitações dos equipamentos, tanto os nossos como os do inimigo, inclusive frequências e demais características; – condições operativas dos equipamentos e o grau de adestramento do pessoal;

15 CONFIDENCIAL15 AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO –informações disponíveis, principalmente quanto a probabilidade de encontro com o inimigo; –necessidades de alarme antecipado; –necessidades mínimas de emissão face às ações táticas esperadas ou aos planos de despistamentos; e –poder combatente de nossa força, em confronto com o do inimigo.

16 CONFIDENCIAL16 SEQUÊNCIA DE PLANEJAMENTO O correto planejamento das CONSET fica grandemente facilitado observando-se uma sequência de análise já contemplada empregada no PPM, porém alguns aspectos deverão ser considerados: 1. Tarefa:- controle da área marítima; - projeção do poder; ou - presença. 2. Área de Operações:- alto mar; ou - águas restritas. 3. Natureza da Operação:- força isolada; - força com apoio mútuo; ou - força com apoio de terra. 4. Nível de Tensão:- paz; - crise; ou - hostilidades.

17 CONFIDENCIAL17 SEQUÊNCIA DE PLANEJAMENTO 5. Ameaças:- submarinos; - aeronaves; - navios; - mísseis; - minas; - satélites; - instalação de detecção em terra; e/ ou - sistemas fixos de vigilância submarina. 6. Efeitos Desejados:- impedimento da detecção da força; - impedimento da identificação de unidades; - impedimento da interceptação de sinais da força; - apoio a um despistamento ou evasiva tática; ou - redução da interferência mútua.

18 CONFIDENCIAL18 ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE CIEMA O controle detalhado de cada tipo de emissão é realizado por intermédio de um plano de CIEMA cobrindo todas as emissões. OCT =>deve elaborar, antecipadamente, um número determinado de planos que cubram as possíveis situações táticas e as mudanças previsíveis. planos apropriados devem ser divulgados de acordo com a situação tática presente. Comandantes deverão estar preparados para alterar um plano existente ou ordenar um novo plano em tempo curto.

19 CONFIDENCIAL19 CLASSIFICAÇÃO DAS CONSET Quanto à sua abrangência: –Total (ou absoluto): quando proíbe as emissões de todos os equipamentos de todas as unidades da força; e –Parcial: quando atinge apenas uma determinada frequência ou faixa de frequências. Quanto a sua intensidade: –Temporário: Quando executado durante um espaço de tempo predeterminado, ou quando executado em obediência a sinais do OCT. Presta-se melhor às radiocomunicações e aos auxílios eletrônicos à navegação;

20 CONFIDENCIAL20 CLASSIFICAÇÃO DAS CONSET –Periódico: Quando intervalos irregulares de emissão são seguidos por intervalos irregulares de silêncio. Normalmente => períodos de emissão curtos e de silêncio maiores. Presta- se melhor aos equipamentos de detecção-radar, principalmente à noite ou em condições de baixa visibilidade (segurança da força), permite a interligação dos serviços de busca-radar e de busca de interceptação. –Permanente: Quando o silêncio é imposto por longos períodos de tempo, interrompidos apenas por determinação expressa do OCT. Pode ser usado para todos os tipos de equipamentos.

21 CONFIDENCIAL21 VANTAGENS DO SILÊNCIO ELETRÔNICO Negar o alarme passivo ao inimigo; Esconder a identidade de unidades específicas; Auxiliar a própria busca MAGE; Negar a obtenção de informações pela escuta das comunicações ao inimigo; Alcançar o fator surpresa; Negar ao inimigo a solução de direção de tiro de armas baseadas em dados passivos; e Medidas contra mísseis anti-radiação.

22 CONFIDENCIAL22 DESVANTAGENS DO SILÊNCIO ELETRÔNICO Redução do tempo e distância de alarme se o inimigo também estiver em silêncio; Dificuldade para compreensão e acompanhamento do quadro tático; Risco de ser surpreendido; e Coordenação e controle reduzidos.

23 CONFIDENCIAL23 QUEBRA DO SILÊNCIO O fato de uma unidade romper o silêncio eletrônico não muda automaticamente a política em vigor, e nem se constitui em sinal para todas as outras unidades operarem suas comunicações e sensores ativos. Qualquer alteração deve ser baseada no plano de CIEMA e ordenada pelo OCT

24 CONFIDENCIAL24 OCASIÕES PARA QUEBRA DE SILÊNCIO ELETRÔNICO Ocasiões padronizadas para quebra de silêncio eletrônico: –Engajamento em autodefesa de um inimigo já detectado, próximo ou dentro do alcance do armamento; –Prevenção de colisão ou encalhe iminente; e –Quando uma emissão é liberada por respostas pré-planejadas (MPE para defesa antimíssil).

25 CONFIDENCIAL25 OCASIÕES PARA QUEBRA DE SILÊNCIO RÁDIO Ocasiões padronizadas para quebra de silêncio rádio: –Informar o contato positivo com o inimigo; –Responder chamadas autenticadas de oficiais mais antigos, incluindo uma instrução a ser certificada imediatamente; –Transmitir mensagem de emergência; –Informar avarias urgentes que possam prejudicar o cumprimento da missão; e –Informar o ETA, se a ausência dessa informação puder resultar em perigo da unidade ser atacada por unidades amigas.

26 CONFIDENCIAL26 CONTATO COM O INIMIGO Uma vez tendo sido feito contato com unidades inimigas, é importante que o grau de relaxação aplicado ao controle das irradiações relacione-se corretamente ao contato obtido. Dessa forma, nem todas as restrições deverão ser necessariamente suspensas ao primeiro sinal do inimigo.

27 CONFIDENCIAL27 PLANO DE CIEMA Os planos de CIEMA das diretivas conterão tabelas, onde os números-índice são usados para designar as colunas de cada tipo de emissor. As colunas em branco poderão ser usadas para designar emissores específi- cos, quando necessário a fim de emitir instruções em separado sobre eles; Letras-índice - usadas para designar as linhas de cada tipo de unidade. As linhas em branco poderão ser usadas para unidades em particular ou, alternativamente, uma unidade pode ser detalhada para usar uma linha diferente daquela normalmente aplicável, pelo uso do sinal apropriado do ATP 1 (C) Vol. II.

28 CONFIDENCIAL28 INDICADORES DE RADIAÇÃO As condições de operação para cada tipo de emissor serão definidas usando-se os “INDICADORES DE RADIAÇÃO” (Radiation Status Indicator - RSI), que são as letras colocadas nas interseções das colunas de números-índice com as linhas das letras-índices. Espaços em branco no plano de CIEMA devem ser entendidos como preenchidos com RSI “S” (silêncio). Dois indicadores de radiação podem ser usados, separados por uma barra, para o mesmo radar / circuito / equipamento.

29 CONFIDENCIAL29 LETRAS-ÍNDICE E NÚMEROS-ÍNDICE

30 CONFIDENCIAL30 DIAGRAMAS DE IRRADIAÇÃO Caso o OCT deseje empregar diagramas de irradiação, tanto EM como acústicos, deverá promulgá-los através de Ord.Ope./ Movimento. Os diagramas de irradiação podem ser ordenados como parte do plano de CIEMA e/ou pelo uso dos sinais apropriados do ATP 1 (C), Vol. II. Os seguintes fatores devem ser considerados quando preparando os diagramas: –Duração de cada período de transmissão. Sempre que possível, a duração da transmissão deve ser variada (redução da probabilidade de interceptação); –Seleção aleatória de emissores que operam em diferentes freqüências (redução da probabilidade de interceptação);

31 CONFIDENCIAL31 DIAGRAMAS DE IRRADIAÇÃO Os seguintes fatores devem ser considerados quando preparando os diagramas: (cont.) –Tempo necessário para passar de “stand by” para irradiação; e –Percentual de tempo de busca efetiva pelo radar e /ou acústica, para satisfazer os requisitos da missão.

32 CONFIDENCIAL32

33 CONFIDENCIAL33

34 CONFIDENCIAL34 INDICADORES DE RADIAÇÃO A - Aeronaves (Segurança) – Equip. de comunicações poderão ser operados, se essenciais, para segurança de aviões e He. B - NOITE - Entre o pôr e o nascer do sol. C - DIA - Entre o nascer e o pôr do sol. D - DISTANTE – Equip. de comunicações poderão ser operados quando bem distantes de forças amigas. A distância (MN) será determinada após o indicador. E - EMISSÕES ESPECIAIS - Emissões devem somente ser feitas se o Comte da unidade considerá-las operativamente essenciais (ex.: investigar um contato, segurança), e devem ser mantidas no mínimo necessário para negar infos e auxiliar a própria busca MAGE. G - GUARDA (Escuta) - A unidade operará equip. ou manterá serviço de escuta nos circuitos designados, em nome de outras unidades. H - OPERAÇÕES DE HELICÓPTEROS – Equip. ou comunicações poderão ser operados por unidades diretamente envolvidas com controle de He.

35 CONFIDENCIAL35 INDICADORES DE RADIAÇÃO K - SEGURANÇA DE COMUNICAÇÕES – Emissões de comunicações deverão ser mantidas no mínimo absoluto. Todas as infos. táticas de pequena duração deverão ser encriptadas, num código de baixo grau. Isto inclui todas as posições de amigos e inimigos (incluindo grade), rumos verdadeiros, velocidades, amarrações à grade, frequências e designação de linhas. PIM e horas de eventos programados deverão ser encriptados em código de grau alto. L - SEGURANÇA DE COMUNICAÇÕES - Emissões de comunicações deverão ser mantidas no mínimo absoluto. Informações táticas, exceto para frequências e posições de grades de unidades maiores, poderão ser passadas não codificadas, se essenciais.

36 CONFIDENCIAL36 INDICADORES DE RADIAÇÃO M - SEGURANÇA DE COMUNICAÇÕES - Sem restrições nas emissões de comunicações. Todas as comunicações táticas de pequena duração deverão ser encriptadas num código de baixo grau. Isso inclui todas as posições de amigos e inimigos (incluindo grade), rumos verdadeiros, velocidades, amarrações à grade, freqüências e designações de linha. PIM e horas de eventos programados deverão ser encriptados em código de grau alto. N - SEGURANÇA DE COMUNICAÇÕES - Sem restrições nas emissões de comunicações. Infos. táticas, exceto para frequências e posições de grade de unidades maiores, poderão ser passadas não codificadas, se essencial. P - CONTROLE POSITIVO DE EMISSÕES - Sob controle positivo do OCT ou coordenador delegado pelo OCT (ex.: EWC). Deverá ser obtida permissão do OCT ou coordenador antes de uma emissão ser feita. Recebida a permissão, essas emissões deverão ser mantidas no mínimo e o equip. deverá reverter à condição de silêncio imediatamente após o cumprimento da tarefa.

37 CONFIDENCIAL37 INDICADORES DE RADIAÇÃO R - DIAGRAMAS DE EMISSÕES - Equipamento radar ou sonar indicado poderá ser usado de acordo com o diagrama de silêncio ordenado. S - SILÊNCIO - Nenhuma emissão poderá ser feita, exceto para ocasiões padrão de quebra de silêncio. T - SAÍDA REDUZIDA - Nível de brilho/saída reduzido para o mínimo necessário a segurança e/ou para obter os resultados operativos almejados. U - SEM RESTRIÇÕES - Sem restrições nas emissões (não aplicável às comunicações fonia para as quais estejam aplicados os indicadores K, L, M ou N). V - “SPREAD SPECTRUM” - Quando for empregado transmissão em “SPREAD SPECTRUM”.

38 CONFIDENCIAL38 INDICADORES DE RADIAÇÃO Z - CONTROLE LIMITADO - Sem restrições nas emissões, mas o OCT pode negar permissão para emissões (normalmente usados para bloqueadores eletrônicos somente).

39 CONFIDENCIAL39 ESTABELECIMENTO E MODIFICAÇÕES Planos CIEMA - ordenados e/ ou alterados por Ordem de Movimento, OPGEN, sinais do ATP, ou palavras-código, sendo passados às aeronaves usando-se palavras do ComOpNav- 516 (COA). Planos de CIEMA originais => designados por letras (Plano Alfa, Plano Bravo, e assim por diante) e, os modificados, por algarismos após as letras do plano original (Plano Alfa Uno, Dois, e assim por diante).

40 CONFIDENCIAL40 ESTABELECIMENTO E MODIFICAÇÕES Cada plano modificado deve ser considerado como um outro plano. Os navios devem manter cópias de cada plano modificado, de maneira a estarem aptos a voltar a um plano anterior, se necessário.

41 CONFIDENCIAL41 EMISSORES ESPECÍFICOS Referidos pelo cruzamento da letra-índice com o número-índice, seguido pelo indicador de radiação. Ex.: C15U C15U significa que contratorpedeiros e fragatas (C) podem fazer uso irrestrito (U) de radares da banda ÍNDIA (15).

42 CONFIDENCIAL42 PLANOS COMPLETOS Ordenados pela listagem das linhas de unidades e pela indicação do “RSI” para cada coluna de emissor, omitindo os espaços em branco, para os quais o indicador (RSI) “S” é assumido: Plano ALFA A/B/C – 10U-20U-30U-40P-80N Plano BRAVO A/B/C - 15E-18A-20E-30E-82A

43 CONFIDENCIAL43 ESTABELECIMENTO DE UM PLANO DE CIEMA Sinal:“EW 11 DESIG B”. Significado:plano BRAVO está em vigor.

44 CONFIDENCIAL44 Sinal: “EW12 – A10E – c/s 9AW – 10U – B15U – L15U – DESIG B Significado: Plano B é promulgado. NAe poderão fazer uso essencial dos radares, unidade 9AW poderá fazer uso irrestrito de todos os radares e crusadores e piquetes poderão fazer uso irrestrito de radares da banda I e determinadores de altitude. PROMULGAÇÃO DE UM PLANO DE CIEMA

45 CONFIDENCIAL45 MODIFICAÇÃO DE UM PLANO DE CIEMA Sinal: “EW 13 DESIG B - C15U DESIG B1”. Significado: alterar o plano BRAVO. A alteração consiste em estabelecer o indicador de radiação (RSI) “U”(irrestrito) para os emissores da coluna 15 (radares da banda I), nas unidades da linha C (CT e F). O novo plano agora em vigor, resul- tante dessa alteração, é designado plano BRAVO UNO, isto é, alteração UNO ao plano BRAVO. Assim, o único plano em vigor é o BRAVO UNO.

46 CONFIDENCIAL46 MODIFICAÇÃO APLICÁVEL A TODAS AS UNIDADES Sinal: “EW 13 DESIG B1 - 15U DESIG B2 Significado: alterar o plano BRAVO UNO. A alteração consiste em estabelecer o indicador de radiação (RSI) “U” (irrestrito) para os emissores da coluna 15 (radares da banda I) em todas as unidades da força (a letra índice foi omitida significando que o novo RSI deve ser introduzido em todas as linhas na coluna 15. O novo plano agora em vigor, resultando desta alteração é o BRAVO DOIS, isto é, alteração DOIS ao plano BRAVO. Agora o único plano em vigor é o BRAVO DOIS.

47 CONFIDENCIAL47 MODIFICAÇÃO APLICÁVEL A UNIDADES ESPECÍFICAS Sinal: “EW 13 DESIG B2 DESIG A9W - 15U DESIG B3”. Significado: alterar o plano BRAVO DOIS. A alteração consiste em estabelecer, especificamente para a unidade cuja chamada da fonia é A9W, o indicador de radiação (RSI) “U”, para os emissores da coluna 15 (radares da banda I). O novo plano agora em vigor é o BRAVO TRÊS, isto é, alteração três ao plano BRAVO. Único plano em vigor para toda a força é BRAVO TRÊS.

48 CONFIDENCIAL48 ESTABELECIMENTO E MODIFICAÇÃO DE UM PLANO DE CIEMA Quando empregando os sinais “EW 11”, “EW 12” e “EW 13” para transmitir planos de CIEMA, deve ser evitado o uso dos sinais “EW7”e “EW9”, para não criar confusão EW7 – Maintain Silence EW9 – Radar Emissions Instructions

49 CONFIDENCIAL49 PLANO CIEMA PARA AERONAVES Serão utilizadas as palavras “HUSH/ SILÊNCIO” ao invés de “EW11”; e “PUPPIES/ PUPIS” ao invés de “EW12”. “HUSH/SILÊNCIO DESIG BRAVO” –Significado: Plano BRAVO está em vigor. “PUPPIES/ PUPIS DESIG Bravo C15U DESIG Bravo Uno” –Significado: ALT o plano BRAVO. A ALT consiste em estabelecer o indicador de radiação (RSI) “U”(irrestrito) para os emissores da coluna 15 (radares da banda I), nas unidades da linha C (CTs e Fragatas). O novo plano agora em vigor, resultante dessa alteração, é designado plano BRAVO UNO, isto é, alteração UNO ao plano BRAVO.

50 CONFIDENCIAL50 PLANO CIEMA PARA AERONAVES Plano em vigor - BRAVO UNO. Após várias modificações, o OCT deve considerar a divulgação de um novo plano de CIEMA para remover qualquer dúvida. Nenhum plano de CIEMA deve ter mais que nove modificações.

51 CONFIDENCIAL51OPGEN Os planos CIEMA podem ser sinalizados nos parágrafos apropriados dos formatos de algumas OPGEN, com as seguintes observações: OPGEN A - informações gerais; OPGEN B - Informações de defesa aérea e antiaérea - item L; OPGEN F - Informações Relativas a Atribuição de Tarefas a Helicópteros. O item G trata de instruções ampliadoras de CIEMA, comunicações para helicópteros e navios controladores. OPGEN KK - Informações para Navios se Incorporando - item D; e OPGEN N - Informações para Navios em Operações de Minagem - item B12.

52 CONFIDENCIAL52 CC MARCUS VINICIUS B. DE A. MONTEIRO CAAML Divisão de Comunicações e Guerra Eletrônica TEL.: /2193 SISTELMA: / LOTUS NOTES:

53 CONFIDENCIAL53


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