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EPILEPSIA A palavra epilepsia deriva do grego epileptos e significa “ser invadido, dominado ou tomado”.

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2 EPILEPSIA A palavra epilepsia deriva do grego epileptos e significa “ser invadido, dominado ou tomado”.

3 EPILEPSIA A epilepsia é conhecida desde a antiguidade Primeiros relatos: Código de Hamurabi (mais de anos a.C.) Pedras babilônicas dedicadas à medicina, há relatos de crises epilépticas anos a.C. Bíblia – São Marcos, 9:13-28 Hipócrates reconheceu a epilepsia como doença orgânica cerebral

4 EPILEPSIA

5 Epilepsia é uma desordem do cérebro caracterizada por predisposição em gerar crises epilépticas. “ Liga Internacional de Epilepsia (International League Against Epilepsy - ILAE)”

6 EPILEPSIA Epilepsia é uma condição crônica compreendendo um grupo de doenças que se manifesta por crises epilépticas recorrentes resultantes de descargas anormais, excessivas, síncronas e transitórias de neurônios hiperexcitáveis na ausência de condições febris ou tóxico- metabólicas.

7 EPILEPSIA Epilepsia – segundo a Organização Mundial de Saúde, é um distúrbio cerebral crônico, com várias etiologias, caracterizado por crises epilépticas recorrentes não desencadeadas por fator exógeno definido.

8 EPILEPSIA Epidemiologia: 50 milhões de pessoas no mundo Incidência – 11 a 131 / por ano Prevalência – 1.5 a 30 casos/1000 habitantes 5 a 10% da população geral terá uma crise epiléptica durante a vida 0,5 a 1% terá epilepsia ativa em determinado momento

9 EPILEPSIA Aspectos fisiopatológicos – mecanismo exato desconhecido. Parece resultar: do fluxo de íons através da membrana celular – concentrações iônicas nos meios intra e extracelular, canais voltagem dependentes, bombas energéticas e dos neurotransmissores de desequilíbrio entre neurotransmissores excitatórios (glutamato) e inibitórios (GABA).

10 EPILEPSIA Classificação das Crises Epilépticas (ILAE, 1981) 1 - Crises Parciais (Locais ou Focais) Crises Parciais Simples (CPS) – consciência preservada  Motoras  Sensitivas  Autonômicas  Psíquicas

11 EPILEPSIA Classificação das Crises Epilépticas 1 - Crises Parciais (Locais ou Focais) Crises Parciais Complexas (CPC) – consciência alterada o CPS seguidas por alterações na consciência o Consciência alterada desde o início

12 EPILEPSIA Classificação das Crises Epilépticas 1 - Crises Parciais (Locais ou Focais) Crises secundariamente generalizadas o CPS evoluindo para CTCG o CPC evoluindo para CTCG o CPS evoluindo para CPC e depois para CTCG

13 EPILEPSIA Classificação das Crises Epilépticas 2 - Crises generalizadas o CTCG o Crises de Ausência o Crises de Ausências atípicas o Crises Mioclônicas o Crises Tônicas o Crises Clônicas o Crises Atônicas 3 – Crises inclassificáveis

14 EPILEPSIA Etiologia - geralmente multifatorial, sendo então muito difícil a determinação exata de sua causa, dependendo inclusive dos critérios de seleção adotados - idiopáticas ou criptogênicas – 70 % - sintomáticas – 30 % mudanças a partir do advento da REM

15 EPILEPSIA Diagnóstico – anamnese sistematizada - exames complementares O diagnóstico da epilepsia baseia-se em três princípios: odeterminar se o paciente tem epilepsia oclassificar o tipo da epilepsia, identificando a síndrome, se for possível odefinir sua causa específica

16 EPILEPSIA Diagnóstico – Exames Complementares Emergência – coletar sangue para pesquisar quadros infecciosos ou distúrbios metabólicos - LCR - fazer CT de crânio para diagnosticar lesões estruturais agudas

17 EPILEPSIA Diagnóstico – Exames Complementares Ambulatório – Níveis séricos das DAE, exames hematológicos e de funções hepática e renal oEEG oREM é desejável para todos os casos. o Neuroimagem funcional e monitorização prolongada com videoeletroencefalografia – crises refratárias

18 EPILEPSIA Diagnóstico Diferencial oSíncope oEnxaqueca oAIT oPseudocrises oDistúrbios do sono

19 EPILEPSIA Diagnóstico Diferencial oSíndrome do descontrole episódico oAmnésia global transitória oDoença de Menière

20 EPILEPSIA Tratamento - Medicamentoso – indicações, DAE, quando tratar e parar, como parar, tempo de tratamento - Cirúrgico – indicações: displasias corticais, lesões atróficas e neoplasias

21 EPILEPSIA Tratamento Clínico A decisão de iniciar o tratamento medicamentoso depende da relação risco/benefício (risco de novas crises/ risco da DAE) Cerca de 70% dos pacientes com epilepsia poderão ter suas crises sob controle, sendo que as idiopáticas tendem mais ao controle do que as sintomáticas

22 EPILEPSIA Aguardar 4 a 5 meias-vidas da DAE para que seja alcançado nível estável da concentração sérica Elevação lenta e gradual do fármaco até haver controle das crises ou aparecimento de efeitos tóxicos; neste caso voltar à dose anterior Aspectos farmacológicos: conhecimento da farmacocinética da DAE

23 EPILEPSIA Considerar, para tratar crise única, os fatores de risco de recorrência das crises: Sexo – maior risco no sexo feminino (sem confirmação) Tipo de crise – maior risco nas parciais complexas, parciais com generalização secundária e na associação de vários tipos de crises. Etiologia das crises – crises sintomáticas remotas são associadas a pior prognóstico Anormalidades neurológicas focais ou deficiência mental Síndromes epilépticas – epilepsia parcial benigna da infância com pontas centrotemporais; epilepsia mioclônica juvenil

24 EPILEPSIA Considerar, para tratar crise única, os fatores de risco de recorrência das crises: Anormalidades ao EEG – não há consenso se as anormalidades do EEG antes da retirada da DAE e quais anormalidades levam a recorrência das crises. Idade de início das crises – adolescência e adultos História familiar de epilepsia ou de crise epiléptica – sem consenso

25 EPILEPSIA Parciais ou Secundariamente Generalizadas Carbamazepina Valproato ou divalproato Lamotrigina Oxcarbazepina Fenitoína Fenobarbital Topiramato Vigabatrina Gabapentina Clobazam Clonazepam

26 EPILEPSIA Generalizadas tônico-clônicas Valproato ou divalproato Carbamazepina Fenobarbital Fenitoína Clobazam Clonazepam Oxcarbazepina Vigabatrina Topiramato Lamotrigina

27 EPILEPSIA Ausências Valproato ou divalproato Etossuximida Clonazepam Clobazam Lamotrigina

28 EPILEPSIA Mioclônicas Valproato ou divalproato Clonazepam Clobazam Lamotrigina Topiramato

29 EPILEPSIA Crises Atônicas Valproato ou divalproato Lamotrigina Clobazam Clonazepam Carbamazepina Oxcarbazepina Fenobarbital Fenitoína

30 EPILEPSIA Politerapia – associações mais eficazes que monoterapia segundo interações farmacodinâmicas: VPA + ETX VPA + CBZ VPA + DFH FB + DFH – inferior à monoterapia com DFH. Evitar duas DAE sedativas; exceção CBZ+FB nas epilepsias do LF

31 EPILEPSIA Objetivos do tratamento cirúrgico: controle das crises com mínima ou nenhuma repercussão funcional melhora da qualidade de vida e integração psicossocial

32 EPILEPSIA Critérios principais para indicação do tratamento cirúrgico: Crises epilépticas refratárias e incapacitantes por pelo menos 2 a 3 anos Diagnóstico bem estabelecido de epilepsia localizada Localização da área de início da crise em região silenciosa do cérebro

33 EPILEPSIA Duração do tratamento – sem consenso Nas epilepsias criptogênicas e naqueles pacientes com muitos efeitos adversos após 02 até 05 anos sem crises Nos casos sintomáticos e sem efeitos adversos a tendência é manter o tratamento por tempo indeterminado.

34 EPILEPSIA Falhas no Tratamento – Causas: Erro diagnóstico – classificação incorreta do tipo de crise epiléptica e crises não epilépticas Falhas na administração da DAE – DAE errada; DAE correta mas em subdoses ou doses tóxicas; DAE e dose corretas, mas com administração em intervalo de doses diferente da vida média

35 EPILEPSIA Falhas no Tratamento – causas: Fatores desencadeantes – medicamentos, álcool, febre, estresse emocional, privação do sono, fotoestimulação intermitente e alterações hormonais – devem ser identificados e eliminados quando possível Desajustamento psicossocial – estigma. Tensão e ansiedade permanentes na expectativa de outras crises. Adesão ao tratamento

36 EPILEPSIA Redução gradual das DAE após o segundo ano da última crise: pelo efeito deletério das DAE pela desvantagem de mantê-las desnecessariamente.

37 EPILEPSIA Tempo de redução das DAE: 2-4 semanas: - CBZ 100mg - DFH 50mg - LTG 50mg - valproato 200mg 4-8semanas: - CBZ 10mg - CZP 5mg - ETX 250mg - FB 25mg - PMD 125mg

38 Situações especiais: Epilepsia do idoso oCrises parciais complexas Epilepsia e gestação o Ácido fólico 4mg/dia antes da concepção e vitamina K 10mg/dia PO no último mês gestacional e no RN 1mg IM. o A amamentação deve ser incentivada; observar apenas sonolência, irritabilidade e dificuldade de alimentação do RN sobretudo quando em uso de ETX ou FB.

39 Visão geral


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