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PARA A PRODUÇÃO DE MUDAS DE MAMOEIRO “SUNRISE SOLO” VIGOROSAS, EM VIVEIRO, PODE SER UTILIZADO O SUBSTRATO ALTERNATIVO COMPOSTO POR 25% DE CAPÍTULO DE GIRASSOL.

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1 PARA A PRODUÇÃO DE MUDAS DE MAMOEIRO “SUNRISE SOLO” VIGOROSAS, EM VIVEIRO, PODE SER UTILIZADO O SUBSTRATO ALTERNATIVO COMPOSTO POR 25% DE CAPÍTULO DE GIRASSOL + 75% DE ESTERCO CAPRINO. AGRIANUAL 2006: Anuário estatístico do Brasil. São Paulo: FNP Consultoria & Comércio, p. AGRIANUAL 2000: Anuário estatístico do Brasil. São Paulo: FNP Consultoria & Comércio, p. DICKSON, A; LEAF, A. L; HOSNER, J. F. Quality appraisal of white spruce and white pine seedling stock in nurseries. Forest Chronicle, v. 36, p ,1960. FERREIRA, D. F. SISVAR versão 4.3 (Build 45). Lavras: DEX/UFLA, GOES, G. B.; MENDONÇA, V.; MEDEIROS, P.V.Q.; TOSTA, M.S. MEDEIROS, L. F. diferentes substratos na produção de mudas de mamoeiro em bandejas. Revista Verde,v.5, n.1, p.178 – 184, GOMES, F.P. Curso de estatística experimental. 14. ed. Piracicaba: ESALQ/USP, p. MENDONÇA, V.; ARAÚJO NETO, S.E.; RAMOS, J.D.; PIO, R.; GONTIJO, T.C.A. Diferentes substratos e recipientes na formação de mudas de mamoeiro ‘Sunrise Solo’. Revista Brasileira de Fruticultura, v. 25, n. 1, p , RAMOS, J.D. et. al. Produção de mudas de plantas frutíferas por semente. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v. 23, p , SEVERINO L. S; Lima, R. L.; Beltrão N. E. M. Composição Química de Onze Materiais Orgânicos Utilizados em Substratos para Produção de Mudas. Comunicado técnico 27, EMBRAPA,Campina Grande-PB, SILVA, R.P. et. al. Influência de diversos substratos no desenvolvimento de mudas de maracujazeiro-azedo (Passiflora edulis Sims f. flavicarpa DEG). Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal-SP, v.23, n.2, p , agosto Graduando(a) em Agronomia da Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA) - BR 110, Km 47, Bairro Pres. Costa e Silva- CEP , Mossoró (RN) Bolsista de Iniciação Científica do CNPq; 3 Eng. Agrônomo, Pós-graduando e Bolsista de Doutorado da Capes, 4 Bolsista de Produtividade em Pesquisa/CNPq, Dr. Prof. Adjunto da Universidade Federal Rural do Semi Árido (UFERSA) O mamoeiro é uma fruteira cultivada praticamente em todo o Brasil, permitindo ao País ser seu maior produtor mundial (Agrianual, 2005). Atualmente, o mamão de origem brasileira é apontado como fruta de grande potencial nos mercados mundiais, especialmente nos países desenvolvidos da Europa e da América do Norte (Agrianual 2002). Entretanto, para a obtenção de altas produtividades, torna-se fundamental que, na fase de viveiro, sejam utilizados substratos com características que favoreçam a germinação das sementes, o desenvolvimento radicular e o crescimento inicial das plantas (Ramos et. al., 2002). Os melhores substratos devem apresentar, entre outras importantes características, fácil disponibilidade de aquisição e transporte, ausência de patógenos, riqueza em nutrientes essenciais, pH adequado, boa textura e estrutura (Silva et. al., 2001). Para que um material seja utilizado como substrato para mudas, além de ter características químicas e físicas apropriadas é necessário que esteja disponível nas proximidades do local de produção em quantidade suficiente, além de apresentar baixo custo, Severino et. al.(2006). Assim o presente trabalho teve por objetivo avaliar a utilização de substratos alternativos, a base de capítulo de girassol, na produção de mudas, em viveiro, de mamoeiro “Sunrise solo” em bandejas de poliestireno. O ensaio foi conduzido no viveiro de produção de mudas, da Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA), Mossoró (RN). O delineamento experimental adotado foi o de blocos completos casualizados com quatro tratamentos e cinco repetições sendo cada parcela com 18 plantas úteis. Os tratamentos constaram de substratos (S1 = Plantmax®; S2 = 50% de capítulo de girassol + 50% de esterco caprino; S3 = 25% de capítulo de girassol + 75% de esterco caprino; S4 = 50% de capítulo de girassol + 50% de Plantmax®). Sendo utilizado o esterco caprino curtido, o capítulo de girassol foi triturado em peneira de 0,02 mm. O experimento foi conduzido em bandejas de poliestireno com 162 células. Aos 40 dias após a semeadura (14 de abril de 2010), foram feitas as avaliações: número de folhas, diâmetro do colo; comprimento da parte aérea, do sistema radicular e da muda; massa seca da parte aérea, do sistema radicular e total; relação entre massa seca da parte aérea e do sistema radicular; índice de qualidade de Dickson (DICKSON et al., 1960). Os resultados foram submetidos à análise de variância e os dados submetidas ao teste de regressão, conforme recomendações de Gomes (2000). As análises foram realizadas pelo programa computacional Sistema para Análise de Variância – SISVAR (FERREIRA, 2003). A utilização de substratos alternativos na produção de mudas de mamoeiro “Sunrise solo” em bandeja proporcionou um efeito altamente significativo (p < 0,01), pelo teste F, para todas as variáveis e resposta analisadas no presente trabalho. O maior número de folhas observado foi de 4,98 unidades planta-1, quando foi utilizado o Substrato 2, resultado semelhante ao observado por Goes et. al. (2010) e inferior ao observado por Mendonça et. al. (2003); entretanto, não diferindo estatisticamente dos Substratos 3 e 4, mas diferiram estatisticamente, pelo teste Scott Knott, do Substrato 1, com o menor valor de 3,70 unidades muda-1 (Tabela 1). O Substrato 3 promoveu o maior diâmetro do colo de mudas de mamoeiro “Sunrise solo” e diferiu estatisticamente dos demais substratos, conforme Tabela 1. O maior comprimento da parte aérea de mudas de mamoeiro observado foi quando se utilizou o Substrato 3 (tendo um valor de 9,38 cm), mas não diferiu estatisticamente dos Substratos 2 e 3; estes diferiram estatisticamente do Substrato 1. O Substrato 1 promoveu o maior valor do comprimento do sistema radicular, de 10,40 cm, das mudas de mamoeiro “Sunrise solo” e diferiu estatisticamente dos demais substratos, conforme pode ser observado na Tabela 1. Os Substratos 1, 2 e 3 não diferiram estatisticamente entre si pelo teste Scott Knott para a altura da muda; mas, diferiram estatisticamente do Substrato 4. A maior massa seca da parte aérea foi observada quando foi utilizado o Substrato 3 (0,15 g muda-1); todos os substratos diferiram entre si estatisticamente, de acordo com a Tabela 1; sendo muito superior ao observado por Goes et. al. (2010) e inferior ao observado por Mendonça et. al. (2003), de 0,23 g muda-1. Quando foi utilizado o Substrato 3 houve o maior valor da massa seca do sistema radicular de mudas de mamoeiro “Sunrise solo”, cujo valor observado foi de 0,09 g muda-1, não diferindo estatisticamente do Substrato 2 e diferindo do demais substratos utilizados. O Substrato 3 promoveu o maior valor da massa seca total de mudas de mamoeiro (0,24 g muda-1), de acordo com a Tabela 1; mas, não diferiu estatisticamente do Substrato 2. Goes et al. (2010) observou um massa seca total muito inferior ao observado no presente trabalho. No entanto, estes substratos diferiram estatisticamente dos demais substratos utilizados. A maior relação entre a massa seca da parte aérea e do sistema radicular (1,97) foi observado com a utilização do Substrato 4 e diferiu estatisticamente dos demais substratos, de acordo com a tabela 1. A utilização dos Substratos 2 e 3 promoveram os maiores valores (0,14 e 0,14, respectivamente) do índice de qualidade de Dickson; não diferindo entre si, mas, diferiram estatisticamente dos demais substratos utilizados no presente trabalho para a produção de mudas de mamoeiro “Sunrise solo” em bandejas. João Paulo Nobre de Almeida 1,2 ; Lydio Luciano de Gois Ribeiro Dantas 1,2 ; Eduardo Castro Pereira 1,2 ; Andygley Fernandes Mota 1,2 ; Geovânio Lima Barros 1 ; Mauro da Silva Tosta 3 ; Vander Mendonça 4 TABELA 1 - Resumo da analise de variância para o efeito de substratos alternativos na produção de mudas de mamoeiro “Sunrise solo” em bandejas. Mossoró (RN), Substrato NFDCCPACSRAMMSPAMSSRMST MSPA / MSSR IQD (unid. muda -1 ) (mm) (cm) (g muda -1 ) S13,70 b0,28.b6,72.b10,40.a17,12.a0,06.d0,05 b0,11 b1,33 c0,08 b S24,98 a0,25 b7,95 a7,95 b15,90 a0,11 b0,08 a0,19 a1,39 c0,14 a S34,80 a0,40 a9,38 a6,90 c16,28 a0,15 a0,09 a0,24 a1,67 b0,14 a S44,58 a0,30 b7,22 a6,45 c13,68 b0,10 c0,05 b0,15 b1,97 a0,08 b C. V. (%)5,6921,219,759,466,4822,3924,2422,749,3725,50 NOTA: S1 = Plantmax ® ; S2 = 50% de capítulo de girassol + 50% de esterco caprino; S3 = 25% de capítulo de girassol + 75% de esterco caprino; S4 = 50% de capítulo de girassol + 50% de Plantmax ® ; NF – Número de folhas; DC – Diâmetro do colo; CPA – Comprimento da parte aérea; CSR - Comprimento do sistema radicular; AM – altura da muda; MSPA – massa seca da parte aérea; MSSR – massa seca do sistema radicular; MST – massa seca total; MSPA / MSSR – relação entre a massa seca da parte aérea e do sistema radicular; IQD – índice de qualidade de Dickson. *Médias seguidas da mesma letra na coluna não diferem entre si pelo teste Scott Knott, ao nível de 5% de probabilidade.


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