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NP NUTRIÇÃO PARENTERAL

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Apresentação em tema: "NP NUTRIÇÃO PARENTERAL"— Transcrição da apresentação:

1 NP NUTRIÇÃO PARENTERAL
MAURILIO DE CÁSSIO GOLINELI INTERNO – 5°ANO

2 OBJETIVO DA NP Permitir que o paciente impedido de se alimentar por via digestiva e em estado catabólico, passe para um estado de anabolismo franco, com crescimento e desenvolvimento normais.

3 INDICAÇÕES Alimentação por via digestiva for “impossível, inadequada ou perigosa” Perspectiva de jejum por mais de 4 a 5 dias Período pré ou pós operatório de RN com anomalias congênitas do tubo digestivo Em patologias cirúrgicas adquiridas: enterite necrosante, grandes queimaduras, politraumatismos e etc.

4 Criança com neoplasias malignas submetidas a quimioterapia ou radioterapia (terapêutica de apoio)
Paciente com anorexia, vômitos, diarréia, complicações intestinais operatórias ou desnutrição grave Quando o aparelho digestivo necessita de repouso: lactentes com diarréia crônica, cça com insuficiência respiratória submetidas a ventilação mecânica, insuficiência hepática, insuficiência renal

5 Métodos ► Nutrição Parenteral Periférica (NPP):
- 1º escolha qdo terapêutica < 2 semanas - necessidade protéico-calórica não elevada ► Nutrição Parenteral Central (NPC): - necessidade NP prolongado - maior fornecimento proteíco-calórico ◘ PIC-line – cateteres de localização central inseridos por punção em veia periférica

6 VIAS DE INFUSÃO Periférica:
- utiliza-se agulha tipo escalpe, venocath ou cateter de silicone, - RN – couro cabeludo ■ Central: - 1º escolha: tributárias do sistema cava superior - cateteres silicone (Silastic), Broviac ou Hickman * controle radiográfico (posição)

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8 COMPOSIÇÃO DAS SOLUÇÕES
Glicose - 20% NPC (NPP20) - 5-12% NPP + Emulsão de lípides (NPP5) Emulsões lipídicas derivadas do óleo de soja a 10 ou 20% Aminoácidos entre 1,5 e 2% em forma de aminoácidos cristalinos (20 aminoácidos) → são desprovidos de TAURINA (alterações hepáticas)

9 ■ Eletrólitos (Na e K) ■ Vitaminas (hidro e lipossolúveis) ■ Oligoelementos (Zn, Cu, I, F e Mn) Relação N/cal: - NPC = 1/250 - NPP = 1/180

10 PRESCRIÇÃO Há 2 tipos: I-) Baseado nas necessidades diárias de cada constituinte e no peso corpóreo - (24 horas); * Utilizadas em Berçarios; - necessidades diárias de cada constituinte (volume hídrico, eletrólitos, kcal) e no peso corpóreo. “ O que o RN necessita em mEq/kg/dia? ” Cálculos muito detalhados

11 ■ Quantidades de cada constituinte muito específica
■ Volume hídrico final calculado exatamente para as 24 horas ■ Não há volume suficiente para reposição de eventuais perdas, como vômitos, sonda gástrica, colostomia... ■ Difíceis de serem preparadas

12 II-) Utiliza soluções-padrão, próprias para cada idade
Mais prática e funcional Concentração de cada constituinte são conhecidas, relativamente fixas Volume final é fixo Superior as necessidades basais, podendo ajustar o volume conforme a evolução clínica (até 20 a 30%) Evita desperdícios e contaminação

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15 Microelementos Zn – é o mais importante - sal sulfato ou acetato
■ Necessidades básicas diárias de Zn, Cu, I, F, Mn, na proporção de 1ml p/ 500ml de solução de nutriente. * A dose máxima diária não deve ultrapassar 2 ml, mesmo que cça receba volumes superiores a 1L .

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17 VITAMINAS Vit C e complexo B hidrossolúveis são habitualmente misturadas com as soluções nutrientes Vit K, A, D e B12 lipossolúveis são fornecidas a cada 15 dias por via IM Vit B7 em pacientes com mais de 1 mês de NP e trato digestivo esterilizado

18 MONITORIZAÇÃO TERAPÊUTICA
Ganho ponderal (10-20 gramas/kg de peso/dia) Acima do esperado: acúmulo de água por excesso de oferta de líquidos, hipoalbuminemia ou secreção inapropriada de hormônio antidiurético decorrente de infecção grave Inferior do esperado: processo infeccioso, hipercatabolismo, oferta inadequada ou insuficiente de nutrientes

19 HGT diário: evitar hiperglicemia no pós-operatório ou na infecção grave em virtude de má utilização periférica de glicose. Urina I: glicosúria discreta ( + ou ++ ) Hemograma completo Bioquímica sanguínea (Sódio e Potássio) Balanço de nitrogênio em 24 horas

20 COMPLICAÇÕES TÉCNICAS DA NPP
Flebites superficiais Soromas: extravasamento e infiltração local da solução nutriente Necrose da pele: alta osmolaridade da solução nutriente extravasada

21 Como minimizar as complicações técnicas
Utilizar agulhas finas (Butterfly) e verificar o posicionamento correto Fazer rodízio das punções venosas a cada 24 horas, mesmo que não haja sinais de infiltração local Utilizar glicose em baixas concentrações (máx de 5%) e misturar todos os nutrientes, inclusive a emulsão gordurosa, em um só frasco

22 COMPLICAÇÕES METABÓLICAS
TIPO DE NUTRIENTES Deficiência de taurina (alterações hepáticas) Hiperglicemia (infecção, desnutrição, prematuridade):↑resist. perif. a ação da insulina. (Infusão rápida da solução nutriente) Elevação dos níveis plasmáticos de triglicerídeos e ácidos graxos livres (administração de lipídeos) Deficiência de Zn , Cu (↓incidência após obrigatoriedade nas soluções nutrientes)

23 COMPLICAÇÕES HEPÁTICAS
Pode variar desde discreta elevação dos níveis plasmáticos de bilirrubinas e transaminases até insuficiência hepática grave CANP(colestase associada à nutrição parenteral) →multifatorial com etiologia insatisfatória Incidência variável entre 8,6 a 71% entre os RN em NPP OBS: lesões hepáticas de RN e especialmente prematuros ocorrem com freqüência e gravidade muito maiores do que em lactentes, pré-escolares ou adultos

24 3. HIPOALBUMINEMIA Ocorre freqüentemente em crianças com problemas cirúrgicos graves, principalmente quando há quadro infeccioso concomitante Por mecanismo dilucional em conseqüência de retenção hídrica e aumento da água extracelular Forma de chegada do aminoácido no fígado (veia porta x artéria hepática)

25 COMPLICAÇÕES INFECCIOSAS
Cateter por períodos prolongados - ↑ risco sepse Cateter (corpo estranho) – sede colonização bacteriana Causas infecção: - contaminação o cateter - soluções contaminadas (manipulação) * NP Periférica praticamente não ocorre sepse

26 NPP X NPC

27 NPP X NPC Tempo de NP Concentração de glicose das soluções
Risco de hipoglicemia de rebote Gravidade das complicações Técnicas Infecções Trombos

28 Bibliografia Maksoud, J.G.; Cirurgia Pediátrica, 2° edição, volume I, editora Revinter, 2003. Rego Filho, E. de A.; Manual de Pediatria, 2º edição, editora UEL, Londrina 2000 Riella, M.C.; Nutrição Parenteral e Enteral, 2º edição, editora Guanabara-Koogan, RJ Marchini, J.S. et al. Nutrição Parenteral – Princípios Gerais, Formulários de prescrição e monitorização. Medicina Riberão Preto, 31: 62-72, jan/mar

29 OBRIGADO!!


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