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INTEGRALIDADE EM SAÚDE Integralidade, intersetorialidade e racionalidade médica no SUS Madel T. Luz/ I.M.S. U.E.R.J.

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1 INTEGRALIDADE EM SAÚDE Integralidade, intersetorialidade e racionalidade médica no SUS Madel T. Luz/ I.M.S. U.E.R.J.

2 Noções jurídica, moral, política, e de atenção/cuidado à saúde em integralidade: distinções 1- Integralidade como aplicação de norma constitucional: modos de atenção à saúde; direitos de cidadania; 2- Integralidade como modo específico de cuidado: aplicação institucional de norma; 3- Integralidade como modo de funcionar institucional: intersetorialidade na política social – uma trajetória difícil social – uma trajetória difícil

3 Integralidade e saúde no SUS: entendimento polissêmico As práticas são plurais; As práticas são plurais; Os agentes profissionais são plurais; Os agentes profissionais são plurais; Os usuários têm demandas com significados plurais: tratamento digno, humano, de qualidade, com acolhimento e vínculo; Os usuários têm demandas com significados plurais: tratamento digno, humano, de qualidade, com acolhimento e vínculo; Há várias demandas éticas implicadas no termo, em função da pluralidade de práticas, agentes e demandantes usuários. Há várias demandas éticas implicadas no termo, em função da pluralidade de práticas, agentes e demandantes usuários.

4 A INTEGRALIDADE COMO PRÁTICA DA DEMOCRACIA Integralidade como reconhecimento do outro: o outro cidadão, o outro paciente, o outro colega profissional; Integralidade como reconhecimento do outro: o outro cidadão, o outro paciente, o outro colega profissional; Integralidade como prática de outras formas de produzir sentidos em relação ao processo saúde/doença; Integralidade como prática de outras formas de produzir sentidos em relação ao processo saúde/doença; Integralidade como forma coletiva de defesa de valores da vida Integralidade como forma coletiva de defesa de valores da vida

5 INTEGRALIDADE: CONSTRUÇÃO COLETIVA EM ATENÇÃO À SAÚDE Integralidade no sistema de saúde e construção individual da saúde por empoderamento (“empowerment”) promovido pelo próprio sistema; Integralidade no sistema de saúde e construção individual da saúde por empoderamento (“empowerment”) promovido pelo próprio sistema; Integralidade como prática atuando no cotidiano dos sujeitos envolvidos com a construção do Sistema Único de Saúde Integralidade como prática atuando no cotidiano dos sujeitos envolvidos com a construção do Sistema Único de Saúde

6 A INTEGRALIDADE COMO FORMA DE INTEGRAR RACIONALIDADES, SABERES E PRÁTICAS A integralidade nos serviços de saúde e a integração de saberes e práticas apoiados pela população (racionalidades médicas); A integralidade nos serviços de saúde e a integração de saberes e práticas apoiados pela população (racionalidades médicas); A integralidade como passo inicial da intersetorialidade em saúde; A integralidade como passo inicial da intersetorialidade em saúde; A integralidade em saúde como condição de construção política da intersetorialidade. A integralidade em saúde como condição de construção política da intersetorialidade.


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