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1. A Abrangência e as Limitações da Economia Relações biunívocas da economia ECONOMIA: Compete o estudo da ação econômica do homem, envolvendo essencialmente.

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1 1. A Abrangência e as Limitações da Economia Relações biunívocas da economia
ECONOMIA: Compete o estudo da ação econômica do homem, envolvendo essencialmente o PROCESSO DE PRODUÇÃO, a GERAÇÃO e a APROPRIAÇÃO DA RENDA, o DISPÊNDIO e a ACUMULAÇÃO. Antropologia Cultural Filosofia Política Ética Sociologia Economia Direito Psicologia Caráter biunívoco das relações da economia com outros ramos do conhecimento social

2 Nomes p/arquivos Ppoint –Iniciais do autor-capítulos-apresentador
SUGESTÃO DE Nomes p/arquivos Ppoint –Iniciais do autor-capítulos-apresentador Ro 4,5 Jonas T G (Rossetti) Usp 11,12 Cláudia J V (Profs USP) Won 7,8 Cristiano B (Wonnacott/Crusius) Ca 18,19 Darcy L H (Carvalho et alii) Bes 2,3,4 Graziela J (Besanko et alii) R&M 10 a 14 Pedro J S (Rego&Marques et alii)

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4 1. A Abrangência e as Limitações da Economia Relações biunívocas da economia
ECONOMIA: Compete o estudo da ação econômica do homem, envolvendo essencialmente o PROCESSO DE PRODUÇÃO, a GERAÇÃO e a APROPRIAÇÃO DA RENDA, o DISPÊNDIO e a ACUMULAÇÃO. Antropologia Cultural Filosofia Política Ética Sociologia Economia Direito Psicologia Caráter biunívoco das relações da economia com outros ramos do conhecimento social

5 1. A Abrangência e as Limitações da Economia De que se ocupa a economia Quantificação da realidade
Agentes Trocas Valor Moeda Preços Mercados Concorrência Remunerações Agregados Transações Crescimento Equilíbrio Organização Escassez Emprego Produção Passíveis de mensuração Diferença entre Economia e outros ramos do Conhecimento Social Quantificação de resultados Desenvolvimento de modelos explicativos da realidade, baseados em sistemas de equações simultâneas

6 1. A Abrangência e as Limitações da Economia Quantificação
VARIÁVEIS ECONÔMICAS QUANTIFICÁVEIS: DE FLUXO : Magnitudes medidas ao longo de determinado período de tempo DE ESTOQUE: Magnitudes medidas em determinado momento RELAÇÕES ENTRE VARIÁVEIS: FUNCIONAIS ; INCREMENTAIS e MATRICIAIS INDICAÇÕES QUANTITATIVAS: NÚMEROS-ÍNDICES ; MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL ; QUOCIENTES ; COEFICIENTES e VALORES ABSOLUTOS

7 Conceito de Economia A palavra economia é de origem Grega: oikos = casa e nomos = governo, administração. Economia: é uma ciência social, pois estuda a situação econômica resultante do comportamento da sociedade. A economia se ocupa das questões relativas a satisfação das necessidades dos indivíduos e da sociedade.

8 A ECONOMIA COMO CIÊNCIA SOCIAL
Psicologia Antropologia Cultural Recursos Emprego Produção Agentes O polinômio Clássico de Say (Produção – Distribuição - Dispêndio – Acumulação) Sociologia O binômio de Kuznets (Crescimento – Desenvolvimento) Ética Trocas Política Moeda Direito Valor O trinômio de Robbins (Recursos – Necessidades – Prioridades) O trinômio de Marshall (Pobreza – Riqueza – Bem-estar) Preços Mercados Concorrência Organização Crescimento Remunerações Equilíbrio Agregados Transações

9 1. A Abrangência e as Limitações da Economia Sistematização de Robbins
Conflito fundamental Meios (ou recursos) escassos e limitados Fins (ou necessidades) múltiplas e ilimitáveis A Economia pode ser vista como uma ramo das ciências sociais que se ocupa da administração eficiente dos escassos recursos existentes, empregados na consecução dos fins que tenham sido estabelecidos pela sociedade – quer seja através de descentralizado processo decisório, quer seja através de um poder central. Escolhas entre Fins possíveis e Meios disponíveis Alocação de recursos (custo) Consecução de determinado fim Não-consecução de outros fins Benefício Custo de Oportunidade Síntese seqüencial dos conceitos básicos da sistematização de Robbins

10 1. A Abrangência e as Limitações da Economia
Conceito de Economia: Três Abordagens Distintas ABORDAGEM NEOCLÁSSICA PERSPECTIVA SOCIALISTA SISTEMATIZAÇÃO DE ROBBINS A economia é um estudo dos homens tal como vivem, agem e pensam nos assuntos ordinários da vida. Focaliza, principalmente, a condução do homem no trato com questões que interferem em sua riqueza e bem-estar. O fim último de que cuida a economia consiste em descobrir como as virtudes humanas e a concorrência podem conduzir ao bem estar social. As necessidades humanas são determinadas pelo estágio cultural da sociedade. Para satisfazer a um padrão de necessidades, o homem se dedica a um ato social: a produção. A realização desse processo se completa com a distribuição do produto social. O estudo das leis sociais que regulam a produção e a distribuição resume o campo de que se ocupa a economia. A sociedade tem objetivos múltiplos, ilimitados, mas meios limitados. A conduta econômica consiste em escolher entre fins possíveis e meios escassos para alcançá-los. A economia é um ramo que estuda as formas do comportamento humano que resultam da relação entre necessidades ilimitadas e recursos escassos. Meios escassos, fins alternativos, escolha e alocação são os elementos a partir dos quais se define o campo de que se ocupa a economia.

11 1. A Abrangência e as Limitações da Economia Metodologia de Desenvolvimento do Conhecimento Econômico Dificuldade de delimitação. Senso Comum: Superficialidade Credulidade Praticidade Ciência: Coerência Consistência Objetividade Ideologia: Justificação Partidarismo Normatização Senso comum, ciência e ideologia: atributos diferenciadores

12 1. A Abrangência e as Limitações da Economia
Métodos de Construção da economia: da observação sistematizada da realidade à modelação simplificadora e interpretativa Abstrações resultantes de levantamentos e informes quantitativos. Construção de modelos validados por testes estatísticos Método Indutivo Observação sistematizada da realidade Abstrações teóricas envolvendo situações e comportamentos não mensuráveis a partir de levantamentos da realidade concreta. Esforço da teorização substitutivo da validação experimental. Método Dedutivo Validação, pelo permanente confronto com a realidade Formulação de princípios, teorias, leis ou modelos explicativos ou interpretativos da realidade Reelaboração resultante de novas observações ou de mudanças nas condições preexistentes

13 1. A Abrangência e as Limitações da Economia Compartimentalização usual da economia
ECONOMIA POSITIVA: Trata a realidade como ela é ECONOMIA NORMATIVA: Considera mudanças nessa mesma realidade, propondo como ela deve ser. MICROECONOMIA: Comportamento do consumidor: a busca da satisfação máxima (dada sua restrição orçamentária) e outras motivações. O comportamento da empresa: a busca do lucro máximo (dadas as estruturas de custos e a atuação da concorrência) e outras motivações. A estrutura e os mecanismos de funcionamento dos mercados. As conformações básicas da oferta e da procura, microscopicamente consideradas MACROECONOMIA: O comportamento da economia em seu conjunto, agregativamente considerado. A unidade de referência é o todo, não suas partes individualizadamente consideradas. O desempenho totalizado da economia. As causas e os mecanismos corretivos das grandes flutuações conjunturais. Os altos e baixos da economia como um todo. Os agregados econômicos resultantes de mensurações globais: PIB, Renda Nacional...

14 1. A Abrangência e as Limitações da Economia Fins, Meios e Limitações
OBJETIVOS DA POLÍTICA ECONÔMICA: * Crescimento da economia * Estabilidade econômica * Equitatividade econômica INSTRUMENTOS DA POLÍTICA ECONÔMICA : * Fiscais (impostos/gastos) * Monetários (juros, moeda- mercado aberto, redesconto, depósitos compulsórios) * Cambiais (taxa de câmbio) * Intervenções Diretas(crédito, prazos, consórcios...) LIMITAÇÕES DA ECONOMIA : * Ciência social que não se pode considerar como fechada em torno de si mesma → depende de outras ciências * Problemas econômicos têm contornos que não se limitam apenas a realidade investigada pela economia → Ciência que não é totalmente pura * Leis econômicas são leis sociais e não relações exatas : Probabilísticas (simplificações da realidade) Sofisma da Composição (pode ser bom para um, mas para o conjunto ruim) Ceteris Paribus (considera-se que o resto é igual,constante)

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16 ATENDIMENTO DAS NECESSIDADES INDIVIDUAIS E SOCIAIS
2. Os Recursos Econômicos e o Processo de Produção: Caracterização Básica Introdução Recursos de Produção ( Fatores de Produção): Terra (dádivas da natureza: Abundante mas Limitado, A população cresce em expansão geométrica e o alimento cresce em expansão aritmética (Malthus)); Trabalho ( população economicamente mobilizável: Ativo ou Inativo, Pré ou Pós produtivo); Capital (diferentes categorias de capital: Infra-estrutura econômica; Infra-estrutura social; Construções e Edificações; Equipamentos de Transporte; Máquinas, Equipamentos, Instrumentos e Ferramentas e Agrocapitais); Tecnologia (capacidades tecnológicas: Know-how) e Empresariedade (capacidades empresarias, através dela que os recursos disponíveis são reunidos, organizados e acionados para o exercício das atividades produtivas) Processo de Produção ATENDIMENTO DAS NECESSIDADES INDIVIDUAIS E SOCIAIS

17 FATOR TERRA OU RECURSOS NATURAIS
CONJUNTO DOS ELEMENTOS DA NATUREZA UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO DA PRODUÇÃO DISPONIBILIDADE DESTES RECURSOS DEPENDEM DOS NÍVEIS E DIMENSÕES DA OCORRÊNCIA E DA INTERAÇÃO COM OUTROS FATORES DE PRODUÇÃO

18 FATOR TERRA OU RECURSOS NATURAIS
SOLO SUBSOLO ÁGUAS PLUVIOSIDADE E CLIMA FLORA E FAUNA FATORES EXTRAPLANETÁRIOS

19 EUA 19

20 Ásia Jean Delpech Jacky Questel

21 Jacky Questel

22 Jacky Questel

23 Filipinas

24 Austrália

25 Terra: Conceito abrangente de fatores naturais
Fator marcante para agrupamentos populacionais, ascensões e declínios de nações; A disponibilidade de recursos naturais não depende apenas de suas dimensões, mas sim da interação com os fatores produtivos; Certos modos de exploração visam o melhor aproveitamento de recursos naturais. É o caso dos métodos de desenvolvimento sustentável;

26 A preservação é indispensável para a manutenção da produção;
Thomas Malthus, já no Século XVIII, evidenciava que a limitação de fatores naturais afetaria o crescimento econômico; Independentemente das teorias atuais estarem corretas, possuem responsabilidades fundamentais: Moderação de crescimento populacional e uso consciente dos recursos naturais.

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29 Fixidez dos RECURSOS NATURAIS
Estágio do conhecimento humano Disponibilidade de instrumentos exploratórios Avanços sobre novas fronteiras Processos de renovação e de reposição Processos de reciclagem de materiais básicos Direção expansiva Direção RESTRITIVA

30 Fixidez dos RECURSOS NATURAIS
Direção RESTRITIVA Níveis de exaustão das reservas minerais Ameaça de extinção de espécies vegetais e animais Degradação de macrodisponibilidades naturais Consciência preservacionista Restrições legais condicionando as formas de Acesso e exploração econômica

31 Desenvolvimento sustentado
Busca do equilíbrio de longo prazo Entre as disponibilidades naturais, O crescimento econômico e O desenvolvimento social Brasil possui rica biodiversidade, Variedade climática, diversidade de Solos de alto potencial, pluviosidade Satisfatória e amplas reservas minerais

32 FATOR trabalho ou recursos humanos
Parcela economicamente mobilizável da População total POPULAÇÃO APTA AO EXERCÍCIO DE ATIVIDADES ECONÔMICAS QUE VARIA EM FUNÇÃO DE FATORES SAZONAIS E CONJUNTURAIS NOS ATIVOS, E NOS INATIVOS AINDA CONDIÇÕES ESTRUTURAIS E ESCOLHAS INDIVIDUAIS

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34 FATORES DETERMINANTES
PORÇÃO PÓS-PRODUTIVA POPULAÇÃO NÃO MOBILIZÁVEL ECONOMICAMENTE PORÇÃO PRÉ-PRODUTIVA POPULAÇÃO TOTAL EMPREGADORES POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA EMPREGADOS FATORES DETERMINANTES CONJUNTURAIS SAZONAIS POPULAÇÃO MOBILIZÁVEL ECONOMICAMENTE AUTÔNOMOS POR CONTA PRÓPRIA ESTRUTURAIS PREFERÊNCIAS INDIVIDUAIS DESEMPREGADOS INVOLUNTÁRIOS POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE INATIVA DESEMPREGADOS VOLUNTÁRIOS

35 PNB ALTO TAXA CRESCIMENTO ALTA TAXA CRESCIMENTO BAIXA PNB BAIXO
ECONOMIA MENOS DESENVOLVIDA ECONOMIA DESENVOLVIDA 70 70 65 65 60 60 55 55 50 50 45 45 TAXA CRESCIMENTO ALTA TAXA CRESCIMENTO BAIXA 40 40 35 35 30 30 PNB BAIXO PNB ALTO 25 25 20 20 15 15 10 10 5 5

36 Trabalho: bases demográficas da atividade econômica
Entre diversos fatores que movimentam a economia, o acesso ao trabalho realiza-se entre 15 e 25 anos, em média mundial. O tempo de trabalho está na média de 30 a 40 anos; Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), para uma população de milhões em 2000, a economicamente mobilizável era de milhões, 57,3% do total; O desemprego involuntário resulta basicamente da incapacidade da economia de reter toda a força de trabalho disponível.

37 Desde a década de 50, o Brasil vem diminuindo sua taxa de crescimento populacional, que era de 3 na década de 1960 passou a ser de 1,3 atualmente. Essas, que são menores que as projetadas para o mundo. Algumas causas e implicações decorrentes dessa diminuição: Queda significativa do nível de fecundidade em todas regiões e estratos sociais; Envelhecimento da população; Aumento de expectativa de vida ao nascer.

38 CRESCIMENTO POPULACIONAL MUNDIAL

39 B R A S I L

40 O fator capital: Conceito, tipologia processo de acumulação
Compreende o conjunto de riquezas acumuladas pela sociedade; é com o emprego delas que a população economicamente ativa se equipa para o exercício das atividades de produção; O desenvolvimento dos meios de produção, associados às primeiras manifestações de construção infra-estruturais identifica-se claramente com o processo de formação de capital;

41 FATOR CAPITAL CONJUNTO DE RIQUEZAS ACUMULADAS PELA SOCIEDADE
CONSTITUI-SE DE DIFERENTES CATEGORIAS DE RIQUEZA ACUMULADA EMPREGADAS NA GERAÇÃO DE NOVAS RIQUEZAS. É COM O EMPREGO DESTAS RIQUEZAS QUE A POPULAÇÃO ATIVA SE EQUIPA PARA O EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES DE PRODUÇÃO.

42 As diferentes categorias de capital acumulado pela sociedade – construções, máquinas, veículos, agrocapitais... – resultam de um dos mais importantes fluxos econômicos, que é o de investimento; Fluxo de investimento = adição de novos estoques de riquezas para gerar novas riquezas; A acumulação de estoque de capitais se dá quando os investimentos superam a depreciação. Esta é a formação bruta de capital fixo. Quando não consideramos a depreciação, é chamada de formação líquida do capital fixo.

43 ESTOQUE DE CAPITAL ECONÔMICA INFRAESTRUTURA SOCIAL CONSTRUÇÕES E
ENERGIA TELECOMUNICAÇÕES TRANSPORTES ECONÔMICA INFRAESTRUTURA EDUCAÇÃO E CULTURA SAÚDE E SANEAMENTO ESPORTES LAZER SEGURANÇA SOCIAL ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS MILITARES FABRIS COMERCIAIS RESIDENCIAIS CONSTRUÇÕES E EDIFICAÇÕES ESTOQUE DE CAPITAL FERROVIÁRIO RODOVIÁRIO HIDROVIÁRIO AEROVIÁRIO EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, INSTRUMENTOS E FERRAMENTAS DE EXTRAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO DE CONSTRUÇÃO DE SERVIÇOS CULTURAS PERMANENTES PLANTÉIS INSTALAÇÕES EDIFICAÇÕES EQUIPAMENTOS IMPLEMENTOS FERRAMENTAS AGROCAPITAIS

44 ESTOQUE DE CAPITAL FLUXO ECONÔMICO DO INVESTIMENTO Fluxo de
bruto estoque De capital resultante Estoque inicial De CAPITAL Processo de depreciação

45 Fontes de Acumulação De capital
Poupança das famílias Espontânea, Estimulada ou compulsória internas Poupança das empresas Investimentos em Formação bruta De capital fixo Poupança do Setor público Fontes de Acumulação De capital Ingresso lÍquido De capitais de risco Externas Ingresso líquido De capitais exigíveis (empréstimos e Financiamentos) absorção líquida De poupança externa Transferências de Governos ou Organizações internacionais ENDIVIDAMENTO EXTERNO

46 ESTOQUE DE CAPITAL FLUXO ECONÔMICO DO INVESTIMENTO VIABILIZA O
Expansão da produção Bem-estar social TAXA DE CRESCIMENTO Padrão de desenvolvimento ESTOQUE DE CAPITAL POUPANÇA VIABILIZA O INVESTIMENTO CAPITAl Acumulado 0u investimento depreciação

47 Capacidade tecnológica
FATOR tecnologia ou Capacidade tecnológica Conjunto de conhecimentos e habilidades Que dão sustentação ao processo de produção O savoir faire (saber fazer) ou o know-how (como fazer) que sintetiza a capacidade Tecnológica. É o elo de ligação entre o capital, a força de trabalho E o fator terra

48 INVENÇÃO INOVAÇÃO capacidade Tecnológica Atividades de pesquisa básica
e aplicada Tecnologias de armazenamento, Processamento, interpretação, Fusão e interação de Conhecimentos técnico- científicos Capacidade para P&d Pesquisa e desenvolvimento INVENÇÃO Formatação de projetos de Novos processos e produtos Seleção e combinação de Tecnologias dominadas e de Última geração para definir Plantas /viabilizar produção de protótipos em escala econômica Capacidade para Desenvolvimento E implantação De projetos capacidade Tecnológica INOVAÇÃO Operação do processo produtivo Manutenção de plantas, Planejamento e controle da Produção, otimização de processos E controle da qualidade dos Produtos Relacionamento com outros Integrantes da cadeia produtiva Capacidade para Operar o Processo de produção

49 PROCESSOS DE GERAÇÃO, ACUMULAÇÃO E RETROALIMENTAÇÃO
DA CAPACIDADE TECNOLÓGICA DESENVOLVIMENTOS SEMINAIS DESENVOLVIMENTOS DECORRENTES INOVAÇÃO CONHECIMENTO TECNOLÓGICO ACUMULADO (HERANÇA CULTURAL) BÁSICA APLICADA INVENÇÃO P&d PESQUISA E DESENVOLVIMENTO

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51 FONTES DE P&D E RESULTADOS APARENTES
GASTOS COM P&D Nº DE INSTITUIÇÕES ENVOLVIDAS EM P&D Nº DE PESSOAS ENVOLVIDAS COM ATIVIDADES DE P&D INVENÇÕES PATENTEADAS CONTRATOS DE LICENCIAMENTO FIRMADOS RESULTADOS APARENTES Nº DE INOVAÇÕES INTRODUZIDAS NO MERCADO VELOCIDADE DE MUDANÇA NOS MATERIAIS, PROCESSOS E PRODUTOS INOVAÇÕES E MUDANÇAS EFETIVAMENTE ASSIMILADAS PROCESSOS DE PRODUÇÃO SETORES DE ATIVIDADES VIDA DA SOCIEDADE ECONOMIAS MODERNAS COM DESENVOLVIMENTO PRÓPRIO OU MESMO ABSORÇÃO DE CAPACIDADE EXTERNA AUMENTO DO ACERVO TECNOLÓGICO MODERNIZAÇÃO DOS BENS DE CAPITAL, FORMAÇÃO DE RH DANDO-LHES APTIDÕES

52 Capacidade Tecnológica: Ligação interfatores
A tecnologia trata-se de um fator de produção que envolve todo o processo produtivo, em todas suas etapas; A capacidade tecnológica é um dos mais expressivos acervos de herança cultural das nações; É o elo que une capital, força de trabalho e o fator terra;

53 Convencionalmente, as habilidades e conhecimentos que abrangem os fatores de produção são agrupáveis em três grande categorias: Capacidade de pesquisa e desenvolvimento (P&D); Capacidade de desenvolver e implantar projetos – aí que se da a passagem de invenção para inovação; Capacidade para operar as atividades de produção propriamente ditas;

54 É nesse conjunto de conhecimentos e habilidades que se dá a nominação capacidade tecnológica;
Estudos apontam que seis a cada sete pesquisas são descartadas para se chegar a uma inovação. Ainda assim, o êxito é estimado em 65%;

55 As mudanças tecnológicas não só mudam o produto final, mas os bens de capital empregados e as formas de organização e operação das unidades de produção. São esses fatores que explicam a expansão econômica; No Brasil, a incorporação de capacitação tecnológica passou a correr a partir da segunda metade da década de 50, por intermédio de investimentos públicos.

56 FATOR EMPRESARIEDADE ou Capacidade EMPRESARIAL
esforço de mobilização e coordenação do Emprego dos diversos fatores de produção, Aglutinação em torno de um empreendimento, Adequada combinação, organização e direção Resultando nos fluxos de produção Em resumo o fator mobilizador dos outros diversos Fatores de produção, conjuntamente, para um Processo efetivo de produção é a empresariedade

57 Capacidade empresarial: A energia mobilizadora
A mobilização, a aglutinação e a combinação dos demais fatores de produção pressupõem a existência de determinada capacidade de empreendedorismo; O empreendedor é o agente de equilíbrio entre a oferta e a procura em uma economia de mercado;

58 Qualificações inerentes da capacidade empresarial
Visão estratégica, orientada para o futuro Baixa aversão aos riscos do ambiente de negócios Espírito inovador, quebra de paradigmas, novas fronteiras, novas soluções Sensibilidade para oportunidades de investimento ou como chegar a elas Energia para implantação de empreendimentos e estímulo a investidores Acesso aos fatores de produção com capacidade para combiná-los e motivá-los para execução dos projetos Capacidade de organizar o empreendimento

59 2. Os Recursos Econômicos e o Processo de Produção: Caracterização Básica
Processo e fluxos de Produção: Contingente Demográfico População economicamente mobilizável Aparelho de produção da economia nacional: unidades interconectadas por conjuntos cadeias produtivas Bens (produtos tangíveis) e serviços (produtos intangíveis) destinados ao atendimento das necessidades de consumo e de acumulação da sociedade Atividades Primárias de Produção (Agropecuária) Bens e serviços de consumo Capacidade empresarial Atividades Secundárias de Produção (Indústria) Bens e serviços intermediários Reservas Naturais Produção Atividades Terciárias de Produção (Serviços) Bens e serviços de produção Capacidade tecnológica Capital Investimentos brutos: formação bruta de capital fixo Acumulação de capacitação tecnológica Insumos para reprocessamento

60 O processo e os fluxos de produção
Mobilização dos recursos e destinação de bens e serviços COntigente demográfICO Bens (Tangíveis) E serviços (intangíveis) Destinados ao Atendimento Necessidades De consumo e Acumulação Da sociedade atividades primárias Bens e Serviços de consumo população economica Mobilizável Aparelho De Produção Nacional: Unidades de Conectadas p/conjuntos De cadeias produtivas Capacidade empresarial Reservas naturais produÇÃO atividades secundárias Bens e Serviços intermediários Capacidade tecnológica atividades terciárias Bens e Serviços de produção Capital INVESTIMENTOS BRUTOS – FORMAÇÃO DE CAPITAL FIXO ACUMULAÇÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA INSUMOS PARA REPROCESSAMENTO

61 O processo de crescimento econômico
Demográfico N › 0 Expansão dos Estoques de Rh Tt+1 › Tt Mobilização dos Fatores de produção Melhores opções De eficiência do Aparelho de produção Precondição Para promoção Do crescimento Econômico e Bem-Estar social Expansão dos Estoques de Capital Kt+1 › Kt Investimento Líquido Positivo I › d

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63 Sistema Econômico Estoque de Fatores de Produção
Terra Trabalho Capital Tecnologia Empresariedade Agentes Economicamente Interativos Unidades familiares Empresas Governo Resto do Mundo Ordenamento Institucional Economia de mercado Economia de comando central Economia de sistemas mistos

64 3. A Interação dos Agentes Econômicos e as Questões-Chave da Economia
Unidades Familiares (todos os tipos de unidades domésticas, unipessoais ou familiares, com ou sem laços de parentesco,capacidade de escolha quanto a gestão de seus orçamentos (fontes de receita e destino de despêndios); Empresas (unidades que empregam e combinam, para a geração de bens e serviços que atenderão às necessidades de consumo e de acumulação da sociedade (heterogeneidade quanto ao tamanho, estatutos jurídico, origem e controle, forma de gestão e natureza dos produtos); Governo (agente coletivo que contrata diretamente o trabalho de unidades familiares e que adquire uma parcela da produção das empresas para proporcionar bens e serviços úteis à sociedade como um todo.Receita provém de impostos e taxas sobre os outros agentes econômicos) e Resto do Mundo (famílias, governos, empresas de outros países).

65 Agentes Economicamente Interativos
Unidades Familiares Unidades domésticas unipessoais ou familiares com ou sem laços de parentesco em que se segmenta a sociedade. Empregados, empregadores ou aposentados que participam dos fluxos econômicos.

66 Empresas Agentes para os quais convergem os recursos de produção disponíveis. Podem variar em: Tamanho de uma até milhares de pessoas. Estatutos jurídicos sociedade anônima, sociedade por quotas de responsabilidade limitada, sociedade anônima de capital aberto. Origens e controle pública, privada ou economia mista. Formas de gestão indivíduos controladores, grupos organizados (tecnoestrutura) Natureza dos produtos primários (atividade rural), secundários (indústria) ou terciários (comércio, serviços).

67 Governo Agente coletivo que contrata diretamente o trabalho de unidades familiares e que adquire uma parcela da produção das empresas para proporcionar bens e serviços úteis à sociedade como um todo.

68 Sistema Econômico Agentes interativos que manipulam fatores de produção sob regras de instituições.

69 3. A Interação dos Agentes Econômicos e as Questões-Chave da Economia
Necessidades Humanas Diversas Papel Moeda Divisão do Trabalho Moeda Papel Maior Eficiência Ganhos de Escala Especialização do Trabalho Metalismo Troca Mercadorias – Moeda Problemas na Troca : qualidade, divisibilidade

70 O escambo como sistema primitivo de trocas
Troca direta, sem intervenção de um instrumento monetário. Sua operacionalização esbarrava em pelo menos dois fatores: A existência, no mercado de trocas, de necessidades coincidentemente inversas. A definição de uma relação quantitativa de trocas.

71 As mercadorias-moeda Gado Sal Tabaco Peles Peixe seco Lã Seda Açúcar
Facilitaram as trocas por serem comumente aceitas e passíveis de serem trocadas por qualquer produto. Relativamente raras e atendiam à necessidades comuns. Exemplos de mercadorias-moeda ao longo do tempo: Gado Sal Tabaco Peles Peixe seco Seda Açúcar Apresentavam a desvantagem de não serem homogêneas, dificultando a valoração (no caso do gado, a idade e a raça; no caso do açúcar e do chá, a pureza e a procedência) e de se apresentarem em unidades indivisíveis, dificultando o pagamento de mercadorias de menor valor.

72 O metalismo: origem e evolução
Solução para os problemas de mercadorias-moeda, por apresentarem requisitos essenciais: Homogeneidade Inalterabilidade e indestrutibilidade Divisibilidade Transferibilidade Facilidade de manuseio e transporte Usadas pelos soberanos desde a antiguidade, tornando-se moedas de emissão oficial e curso legal, ou seja, geradas, reconhecidas e aceitas nessas sociedades. Entre os metais utilizados como moeda estão o ferro, bronze, cobre, ouro, prata.

73 A aparição da moeda-papel e do papel-moeda
Paralelamente à evolução do metalismo, desenvolveu-se embrionariamente a intermediação bancária, na figura das casas de custódia de valores e ourivesarias. Essas casas guardavam quantias em ouro e emitiam certificados de depósito em nome do depositante. O aumento dessas operações e a necessidade de torná-las mais ágeis, fez surgir a emissão de certificados não identificados. Com eles o cliente recebia, na reconversão, a quantidade especificada, mas não necessariamente as mesmas peças que depositou. Com o tempo, os certificados passaram a circular como moeda, uma vez que a confiança das pessoas garantia os negócios e era mais fácil utilizá-los nos pagamentos do que retirar um ouro, que tão logo fosse recebido, voltaria para a casa de custódia. Dessa forma, para cada certificado emitido havia o correspondente lastro metálico em ouro. A experiência adquirida pelas casas de custódia comprovou que não era necessário operar com um lastro metálico necessariamente igual aos certificados emitidos, poderia ser menor, pois o fluxo de entrada de peças metálicas garantia o volume de reconversões diário e ainda sobrava um tanto para realização de empréstimos. Surge então a moeda fiduciária, ou papel-moeda, sem lastro metálico. Hoje em dia nenhuma moeda do mundo possui o equivalente lastro metálico. Outra característica da economia moderna é a moeda escritural, em que pagamentos são feitos sem circulação de dinheiro físico, apenas transferência de crédito.

74 Funções da moeda nas economias modernas:
Intermediária de trocas Medida de valor Reserva de valor Padrão de pagamentos diferidos

75 O processo de interação e os fluxos econômicos fundamentais
As trocas entre os agentes econômicos se dão por meio de fluxos reais (suprimentos de recursos de produção, emprego desses recursos, geração de bens e serviços intermediários e finais) e fluxos monetários (pagamentos dos fatores de produção, preços pagos pelos bens e serviços adquiridos).

76 A interação entre Unidades Familiares e Empresas
recursos de produção (trabalho, capital, tecnologia, empresariedade) remuneração pelos recursos empregados (salários, aluguéis, arrendamentos, lucros, dividendos e juros) Unidades Familiares Empresas bens e serviços finais pagamento por bens e serviços finais Fluxos reais Fluxos monetários

77 A introdução do Governo
O Governo participa também como agente econômico, embora exerça funções normativas e regulatórias, se apropriando de uma parte da renda social para prover à sociedade bens e serviços de uso coletivo (hospitais, escolas, estradas, etc.).

78 A interação entre unidades familiares, empresas e governo
recursos de produção (trabalho, capital, tecnologia, empresariedade) remuneração pelos recursos empregados (salários, aluguéis, arrendamentos, lucros, dividendos e juros) Unidades familiares Empresas bens e serviços finais pagamento por bens e serviços finais fornecimento de fatores de produção / pagamento de tributos fornecimento de bens e serviços / pagamento de tributos Governo remuneração de fatores empregados / pagamento de transferências (previdência social) / fornecimento de bens e serviços públicos e infra-estrutura social pagamento por bens e serviços adquiridos / fornecimento de bens e serviços públicos e infra-estrutura social Fluxos reais Fluxos monetários

79 Diferenças ocasionadas no Sistema Econômico pela entrada do Governo
Diferenças ocasionadas no Sistema Econômico pela entrada do Governo Redução do poder aquisitivo e da capacidade privada de acumulação Imposta pelo governo à empresas e unidades familiares pela cobrança de impostos Realocação da renda Retirada de parte da renda de empresas e unidades familiares para possibilitar o pagamento de aposentadorias Reconfiguração da procura e da oferta de bens e serviços Alterações provocadas pela participação do governo com seu forte poder econômico e normativo/regulatório no mercado de bens e serviços

80 3. A Interação dos Agentes Econômicos e as Questões-Chave da Economia
Fator de produção Pagamento aos fatores Família Empresas Pagamento dos bens e serviços Produtos Governo Resto do Mundo

81 A interação dos Agentes Econômicos
Desde que o homem abandonou as atividades puramente de caça e coleta e sedentarizou-se, surgiram três importantes fatores de propulsão do progresso econômico que buscam maior eficiência e ganhos em escala: Divisão do trabalho Especialização Trocas

82 Ordenamento Institucional
As quatro Questões-Chave da Economia As formas como os processos simultâneos de produção e remuneração de bens e serviços se dão entre os agentes econômicos estão relacionadas a quatro questões-chave: Eficiência Produtiva Eficácia Alocativa Justiça Distributiva Ordenamento Institucional

83 3. A Interação dos Agentes Econômicos e as Questões-Chave da Economia
Eficiência Produtiva (aproveitamento ótimo dos recursos de produção); Eficácia Alocativa (adequada combinação de produtos finais gerados, no sentido de que se otimizem, simultaneamente, a satisfação das necessidades de consumo e as exigências do processo de acumulação da sociedade); Justiça Distributiva (mecanismo e estrutura de distribuição dos resultados do esforço social de produção) e Ordenamento Institucional (definição de regras de convivência política, econômica e social que satisfaçam aos macroobjetivos de eficiência, eficácia e justiça).

84 Eficiência Produtiva Diz respeito à mobilização dos fatores de produção e à escassez de recursos, o que implica: máxima eficiência produtiva ausência de capacidade ociosa (pleno-emprego) padrões ótimos de desempenho e de organização do processo produtivo Conceitualmente é alcançada quando os recursos de produção estão plenamente empregados e não ociosos, operando no limite máximo de seus potenciais. Nesse estágio não é possível a produção se expandir mais, pois não é possível extrair mais dos recursos nem da organização de utilização desses recursos, pois esta já estaria no limite da capacidade técnica conhecida.

85 Eficácia Alocativa Está também relacionada à escassez de recursos e à infinidade de desejos da sociedade. Não basta a plena utilização dos recursos de produção, pois é impossível produzir todos os bens e serviços necessários para satisfazer a todas as necessidades sociais, logo, a escassez implica escolhas, e escolhas implicam custos de oportunidade, expressão que têm a ver com os desejos e as necessidades que deixam de ser atendidos sempre que outros são priorizados.

86 Justiça Distributiva Ligada à estrutura de repartição da renda agregada. Discute-se aqui se uma distribuição igualitária é mais justa ou não do que uma distribuição que premia o esforço e a capacitação dos agentes. A tendência de desradicalização ideológica que tem prevalecido admite uma eqüidade que reflita os esforços postos a serviço da produção.

87 Ordenamento Institucional Formas como a sociedade se organiza para buscar eficiência econômica, alocar recursos com eficácia e repartir o resultado do esforço de produção. Divide-se em três: Liberdade de Empreendimento ou Livre Mercado Comando Centralizado Sistemas Mistos

88 Liberdade de Empreendimento ou Livre Mercado Os agentes econômicos desfrutam de ampla liberdade quanto à destinação dos recursos, escolha dos bens produzidos e estrutura de repartição dos resultados. Capitalismo puro que na prática não existe.

89 Comando Centralizado Os agentes não são guiados pela “mão invisível” do mercado, mas por ordens expressas emitidas por comandos centralizados ou centrais de planificação, que determinam o que será produzido e de que forma, gerando também uma distribuição igualitária dos resultados. Sistema adotado na extinta União Soviética.

90 Sistemas Mistos Forças de mercados coexistem com mecanismos de comando e regulação exercidos pela autoridade pública. Há restrições à plena liberdade e as escolhas sociais resultam de influências originadas do mercado e de órgãos de comando. Meio termo entre os sistemas anteriores que tem se mostrado tendência atualmente.

91 Escassez dos Recursos x Ilimitáveis Aspirações da Sociedade
4. As Duas Primeiras Questões-Chave da Economia: A Eficiência Produtiva e a Eficácia Alocativa Escassez dos Recursos x Ilimitáveis Aspirações da Sociedade Eficiência Produtiva: Maximização do emprego de recursos escassos Operar a pleno emprego, trazendo para zero as taxas de subemprego e de desemprego involuntários Limite Máximo da Eficiência: não há mais ociosidade a ser aproveitada. Alcançado esse limite qualquer acréscimo na produção de determinado bem ou serviço implicará reduções na produção de outro. Custo de oportunidade: aquilo que se deixa de ganhar por ter escolhido outra alternativa Curvas (ou Fronteiras) de Possibilidades de Produção:

92

93 Curva de Possibilidades de Produção

94 Os 4 pontos que uma economia pode situar-se:

95 Curvas (ou Fronteiras) de Possibilidades de Produção:
4. As Duas Primeiras Questões-Chave da Economia: A Eficiência Produtiva e a Eficácia Alocativa Curvas (ou Fronteiras) de Possibilidades de Produção: Ponto O : Pleno desemprego Ponto Q : Capacidade Ociosa Ponto P : Pleno Emprego Ponto R : Nível Impossível de Produção

96 4. As Duas Primeiras Questões-Chave da Economia: A Eficiência Produtiva e a Eficácia Alocativa
Lei dos Rendimentos Decrescentes: Sendo a produção um fluxo decorrente do suprimento e da combinação de vários fatores produtivos simultaneamente, não basta aumentar o suprimento de apenas um deles, mantendo-se os demais fixos. Cedo ou tarde os rendimentos resultantes serão decrescentes. Eficácia Alocativa: Otimização da escolha entre alternativas concorrentes Dilemas Fundamentais: Espadas e Arados (Fins militares ou civis) Consumo e Investimento (Bem-estar no presente ou acumulação de recursos para que se usufrua de maior bem-estar no futuro)

97 Eficiência Produtiva -> maximizar o produto resultante do emprego dos recursos escassos.
Eficácia Alocativa -> otimizar as escolhas, atendendo às necessidades essenciais da sociedade.

98 FAMÍLIAS: Manter-se empregados. Otimizar a renda
FAMÍLIAS: Manter-se empregados. Otimizar a renda. EMPRESAS: Gerar o máximo de produtos com os recursos empregados. Escolher corretamente em que negócios devem investir. GOVERNO: impostos empregados no melhor atendimento às aspirações da sociedade.

99 Recursos -> LIMITADOS
Necessidades-> INFINITAS

100 FRONTEIRAS DE PRODUÇÃO
Representam as capacidades de produção de uma economia. É em relação a essas fronteiras que se estabelecem os padrões do pleno emprego e as taxas de ociosidade.

101 EXPANSÃO: aumento da população economicamente mobilizável e do capital.
RETRAÇÃO: processos que dizimem a capacidade de produção ou níveis insuficientes de acumulação.

102 CUSTOS DE OPORTUNIDADE: não há como aumentar a produção de um bem sem sacrificar a de outro, ou seja, qualquer escolha envolve também perdas, expressas pelas alternativas não escolhidas.

103 LEI DOS RENDIMENTOS DECRESCENTES
Produção -> Combinação de vários fatores simultâneos. Para aumentar a produção, tem que aumentar todos os fatores?

104 Podem atenuar a ocorrência de rendimentos decrescentes:
- Formas de combinação de fatores - Relação entre fatores - Organização do processo produtivo

105 Aumentam os limites impostos pela escassez de determinado fator:
- Divisão do trabalho - Melhor especialização - Inovações em processos

106 CUSTOS DE OPORTUNIDADE CRESCENTES
Quando determinados recursos destinados à produção de um tipo de bem ou serviço é destinado à produção de outras categorias...

107

108 5. A Terceira Questão-Chave da Economia: A Justiça Distributiva
Maximização da Renda Mínima: estrutura de repartição seja tal que o mais pobre dos indivíduos – aquele que se encontra na base da pirâmide de estratificação econômica – tenha padrões admitidos como de bem-estar Princípio da Diferença: diferenças de renda produzam padrões de eficiência agregada que maximizem o bem-estar de todos Justiça Distributiva não significa pleno igualitarismo Igualitarismo: todos iguais quanto a seus níveis de renda e de riqueza acumulada Eqüitatividade: disposição e a capacitação das pessoas diante dos desafios da economia são diferentes e devem, por isso, ser também diferentemente premiadas

109 5. A Terceira Questão-Chave da Economia: A Justiça Distributiva
“ A meta mais importante de um sistema econômico, que é a de produzir uma quantidade suficiente de bens e serviços, capaz de satisfazer integralmente às aspirações diversificadas e por vezes conflitantes de todos os cidadãos, continua inatingida. E a razão maior está em que a forma como se distribuem os resultados do esforço social de produção permanece como um dos mais importantes desafios de toda a humanidade” Pobreza e Riqueza → Conceitos Relativos Brasil → Estrutura de repartição de renda é de ALTA CONCENTRAÇÃO 20 % mais pobres → 2,6% da renda 20% mais ricos → 65% da renda Instrumentos de Aferição das Desigualdades: Coeficiente Alfa de Pareto ; Coeficiente de Gini e Curva de Lorenz

110 OS 2 DILEMAS FUNDAMENTAIS DA EFIFÁCIA ALOCATIVA
Todas as questões vistas até agora são decorrentes do conflito entre recursos escassos e necessidades ilimitadas. A partir disso, decorrem os 2 dilemas fundamentais da eficácia alocativa:

111 - DILEMA DA SEGURANÇA E DO BEM-ESTAR: conflito entre a destinação de recursos para fins militares ou civis. - DILEMA DO CONSUMO E DO INVESTIMENTO: quanto mais a sociedade pressionar pela produção de bens e serviços de consumo, mais será sacrificada a acumulação de capital.

112 Economias de ALTA RENDA -> após altos períodos de crescimento, estabeleceram-se ciclos virtuosos, com alta predisposição ao investimento, crescimento das fronteiras de produção e expansão do bem-estar.

113 Economias de BAIXA RENDA -> as pressões por mais consumo dificultam a acumulação de capital, reduzindo os investimentos e conflitando com as necessidades ilimitadas da sociedade.

114 5. A Terceira Questão-Chave da Economia: A Justiça Distributiva
Lei da Distribuição de Renda → Relação funcional tipo Hipérbole : Grande n° de indivíduos recebe rendimentos abaixo do nível médio geral e pequeno n° se localiza nas faixas superiores, recebendo rendimentos acentuadamente acima da média (Hipérbole de Pareto) Pobreza Absoluta x Pobreza Relativa → Ausência de um marco teórico que possa explicar satisfatoriamente a pobreza nas suas múltiplas manifestações. Pobreza Absoluta: “Destituição dos meios de subsistência física; marginalização no usufruto dos benefícios do progresso; e desproteção por falta de amparo público adequado, incluindo as garantias de sobrevivência” Não há nação com perfeita igualdade de distribuição

115 Desigualdade econômica no brasil

116 Os Instrumentos de Aferição das Desigualdades
Hipérbole de Pareto Coeficiente Alfa de Pareto, compreendido entre 1,2 e 1,9. Curva de Lorenz Coeficiente de Gini, compreendido entre 0 e 1.

117 Hipérbole de pareto Ajustamento da estrutura de repartição da renda no Brasil, em 1999, à Hipérbole de Pareto.

118 Curva de lorenz Curvas de Lorenz das estruturas de repartição da renda no Brasil, em 1960 e Evidenciando maior concentração, a área de desigualdade em 2001 ampliou-se.

119 A Estrutura de Repartição da Renda no Brasil
Aumento da concentração de renda até 1995; Evolução do Coeficiente de Gini de 0,5 para 0,572; Causas do aumento da concentração de renda; Correlação entre desenvolvimento e aumento da desigualdade. Diferença entre regiões do país.

120 A Estrutura de Repartição da Renda no Brasil
Classe de Rendimentos % de participação de cada classe na renda agregada 1960 1970 1980 1990 1995 2001 20% mais pobres 3,4 3,1 2,6 3,3 3,5 40% 11,5 10,0 9,7 7,8 8,9 9,9 60% 25,4 20,9 19,5 17,4 18,4 20,1 80% 45,7 38,1 36,8 35,0 35,7 37,4 100% 100,0 Coeficientes de Gini 0,500 0,562 0,580 0,616 0,592 0,572 A evolução dos Coeficientes de Gini mostra a crescente concentração de renda no país, revertido a partir de 1995.

121 Desigualdade e Pobreza: Conceitos
Pobreza Relativa; Pobreza Absoluta Sobrevivência Biológica; Satisfação de Necessidades Básicas; Definição de Linhas de Pobreza.

122                                                        Lorenz Curve Shows Income Inequality T-137 Figure 19-1

123                                                                                                                                                                                                                                                         T-138 Figure 19-2

124

125 5. A Terceira Questão-Chave da Economia: A Justiça Distributiva
Causas Prováveis das Desigualdades: Heranças Históricas (escravidão, servidão, imobilidade social) Macrocondicionalidades (devido a modelos de crescimento e de desenvolvimento definidos pelo poder político) Retorno do Capital Humano (dedicação no presente, retorno no futuro; riqueza humana = educação) Talento e Habilidade Inatas (QI, dom, talento) Curva de Experiência (valorização da experiência, quanto mais tempo de carreira, melhor o salário) Estoques de Riqueza Acumulados (rendas poupadas, títulos, ações) Poder de Mercado (monopólios) Heterogeneidade Ocupacional (divisão social do trabalho e da especialização) Discriminação (diferença de sexo, origem étnica e raça)

126

127

128 6. A Quarta Questão-Chave da Economia: O Ordenamento Institucional
“A diferença essencial entre as formas alternativas de organização da atividade econômica fundamenta-se em dois pontos cruciais: a concepção da propriedade e os modos de mobilização dos fatores de produção. As economias liberais de mercado confiam à iniciativa empresarial privada a gestão de maior parte de seus recursos, enquanto nas economias planificadas o governo centraliza as decisões de alocação de recursos e de produção. De um lado e de outro, há justificativas para essas formas opostas de ordenamento institucional. Mas a forma mais eficaz não parece estar nos extremos do intervencionismo pleno ou do liberalismo puro. Entre ambos, parece haver uma zona de meio-termo em que os interesses privados e os sociais tendem a ser mais bem compatibilizados” Ordenamento Institucional : trata das formas alternativas de organização da atividade econômica que melhor conduzam à realidade simultânea da eficiência produtiva, da eficácia alocativa e da justiça distributiva

129 6. A Quarta Questão-Chave da Economia: O Ordenamento Institucional
Economia de mercado Economia de Comando Central Sistemas Mistos No passado: Autoridade ( exercício autocrático do poder) Proteção ( governo como agente tutelar) Tradição (reprodução do conservadorismo) MODELO LIBERAL Racionalidade do homem econômico Virtudes do individualismo Automatismo das forças de mercado Ajustamentos pela concorrência (EUA)

130 6. A Quarta Questão-Chave da Economia: O Ordenamento Institucional
MODELO COLETIVISTA Posse e controle, pelo governo, da totalidade dos meios de produção da economia Justaposição dos poderes políticos e econômicos Soberania do planejador Supremacia de medidas compulsórias de gestão, comparativamente a sistemas de incentivo fundamentados na busca do interesse próprio (Rússia, China) TENDÊNCIA CENTRÍPETA: PROCESSO DE DESRADICALIZAÇÃO Economia de Comando Central → Liberdade econômica é maior, prevalecendo apenas restrições seletivas, ampliação da presença de empresas não-estatais no aparelho de produção Economia de Mercado → Crescente presença de empresas estatais, restrições seletivas à liberdade econômica ECONOMIA SOCIAL DE MERCADO Todas as classes têm aceso a todos os mercados

131 6. A Quarta Questão-Chave da Economia: O Ordenamento Institucional
Economia Ortodoxa de Mercado Economia Coletivista Ortodoxa Economia Social de mercado Diferenças interclasses são acentuadas Apenas a s classes de alta renda têm acesso a todos os mercados e, neles, podem adquirir quaisquer bens e serviços que desejarem Subsistem classes abaixo da linha de pobreza absoluta. Estas estão excluídas de grande n° de mercados As classes médias e médias-baixas têm acesso menos fácil, mas ainda assim tangenciam a maior parte dos mercados Não há classes diferenciadas. No limite, estabelece-se uma sociedade sem classes Todas as unidades familiares têm acesso a todos os mercados e, neles, têm acesso a todos os produtos As quantidades dos variados bens e serviços disponíveis são igualitariamente apropriados por todos As diferenças interclasses são decorrentes de causas socialmente aceitáveis. Prevalecem os princípios da eqüitatividade, não os do pleno igualitarismo Todas as classes têm acesso a todos os mercados, embora com diferentes poderes de aquisição Não há os que se excluam de quaisquer mercados. Às necessidades básicas todos têm amplo acesso. É nula a incidência de pobreza absoluta

132 Vícios e Imperfeições Das Economias de Mercado. (314)
Estruturas de mercado afastadas do protótipo da concorrência Perfeita Geração de externalidades negativas Incapacidade para avaliação do mérito de bens e serviços. Instabilidade conjuntural Ineficiências distributivas Incapacidade para produzir bens públicos e semipúblicos de alto interesse social Ineficácia alocativa.

133 VÍCIOS E IMPERFEIÇÕES Das Economias de Comando Central – Coletivistas. (339) Burocratização excessiva imposta ao processo econômico. Insubmissão de atividades primárias e terciárias ao rigorismo dos comandos centrais. Congelamento de padrões definidos. Vulnerabilidade à propagação de erros estratégicos ou operacionais. Desalinhamento das escolhas em relação às aspirações sociais. Dificuldades para reconhecer e corrigir externalidades negativas. Perda progressivas de eficiência produtiva, comprometendo a longo prazo o objetivo dominante da justiça distributiva.

134 , .

135 Nomes p/arq Ppoint –Iniciais do autor-capítulos-apresentador
SUGESTÃO DE Nomes p/arq Ppoint –Iniciais do autor-capítulos-apresentador Ro 4,5 Jonas T G (Rossetti) Usp 11,12 Cláudia J V (Profs USP) Won 7,8 Cristiano B (Wonnacott/Crusius) Ca 18,19 Darcy L H (Carvalho et alii) Bes 2,3,4 Graziela J (Besanko et alii) R&M 10 a 14 Pedro J S (Rego&Marques et alii)

136 7. Os Grandes Desafios Econômicos do Mundo Atual
Consolidação da nova ordem geopolítica mundial e a conciliação do crescimento populacional x Geração de empregos e crescimento sustentável Superação do Conflito Leste-Oeste → Fim da Guerra Fria Blocos de integração : Modelo Multipolar, centrada na capacidade de competição no campo econômico IDH Índice de Desenvolvimento Humano : Considera além do PNB per capita, outros indicadores de desenvolvimento, como a expectativa de vida ao nascer, as taxas de alfabetização de adultos, a paridade do poder efetivo de compra da renda interna IDS Índice de Desenvolvimento Social : Detem-se na análise das condições materiais de vida da população, em termos de remuneração, saúde, educação, alimentação, habitação e transportes Quanto mais próximo de 1 → maior proximidade em relação à mais alta aferição de desenvolvimento Quanto mais próximo de 0 → maior afastamento em relação aos padrões mais altos aferidos

137 7. Os Grandes Desafios Econômicos do Mundo Atual
Competitividade : (motivos para a expansão) Multipolarização ; Macroparcerias ; Liberalização do Comércio Mundial ; Propósitos estratégicos de Global-localização de grandes corporações empresariais ; Aceleração dos Processos de Inovação ; Queda das Barreiras para Entrada de Novos Competidores Geração de Empregos : (motivos para a expansão) Crescimento Ainda Acelerado da População Economicamente Mobilizável ; Expansão da Presença da Mulher na Força de Trabalho ; Remoção do Desemprego Involuntário ; Desafio de Universalização das Condições Materiais do Bem-Estar Meio Ambiente : Qualidade ambiental se degrada, reservas são exauridas, reduz-se a biodiversidade e comprometem-se, de alguma forma, a continuidade e capacidade futura de reprodução → Desenvolvimento Sustentável

138 7. Os Grandes Desafios Econômicos do Mundo Atual
Economia Eficiente e Liberdade Política : Desempenho Socioeconômico Satisfatório: Eficiência produtiva; Capacidade de competição em ambiente multipolarizado; Eficácia alocativa – Desenvolvimento sustentável; Justiça distributiva (eqüitatividade, pobreza absoluta zero, IDH, IDS) Liberdade Política Ampla: Liberdade de expressão e de reunião; Liberdade de ir e vir; Liberdade de organização e de empreendimento, sob a precondição de não se produzirem externalidades negativas

139 . .

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142 Tipos de necessidades:
Necessidades vitais ou primarias: destas depende a conservação da vida; por exemplo, os alimentos. Necessidades civilizadas ou secundárias: são as que tendem a aumentar o bem-estar do indivíduo e variam no tempo, segundo o meio cultural, econômicos e sociais em que se desenvolvem os indivíduos; por exemplo, o turismo.

143 Tipos de necessidades:
Do individuo - Natural: por exemplo, comer. Social: decorrente da vida em sociedade; por exemplo, festa de casamento. Da sociedade: Coletivas: partem do individuo e passam a ser da Sociedade; por exemplo, o transporte. Publicas: surgem da mesma sociedade; por exemplo, a ordem pública.

144 Para satisfação das necessidades:
Produção Distribuição Consumo Nesse processo de produção e consumo, surgem e são solucionados muitos problemas de caráter econômico: Produção Consumo Que bens produzir Como vão gastar e Que meios utilizará para produzir

145 Definição de Economia A economia estuda a maneira como se administram os recursos escassos, com o objetivo de produzir bens e serviços e distribuí-los para seu consumo entre os membros da sociedade.

146 Divisão do Estudo da Economia
Economia Descritiva: Trata da identificação do fato econômico. É a partir dos levantamentos descritivos sobre a conduta dos agentes econômicos que se inicia o complexo de conhecimento sistematizado da realidade no campo da economia positiva.

147 Divisão do Estudo da Economia
Teoria Econômica: A teoria econômica é o compartimento central da economia, compete-lhe dar ordenamento lógico aos levantamentos sistematizados fornecidos pela economia descritiva, produzindo generalizações que sejam capazes de ligar aos fatos entre si, desvendar cadeias de ações manifestadas e estabelecer relações que identifiquem os graus de dependência de um fenômeno em relação a outro.

148 Teoria Econômica A teoria econômica adota duas posições distintas na apresentação e análise do fenômeno econômico: A microeconomia é aquela parte da teoria econômica que estuda o comportamento das unidades, tais como os consumidores, as indústrias e empresas, e suas inter-relações. A macroeconomia estuda o funcionamento da economia em seu conjunto. Seu propósito é obter uma visão simplificada da economia que, porém, ao mesmo tempo, permita conhecer e atuar sobre o nível da atividade econômica de um determinado país ou de um conjunto de países.

149 As Leis da Economia Lei é a relação entre um fenômeno e sua causa, Economia Política é uma ciência e conseqüentemente possui princípios, normas e leis. Leis Naturais: são aquelas de forma global, gerais; exprimem uma relação constante entre a causa e o efeito. Leis Sociais: exprimem a tendência que certos fatos tem em produzir certos efeitos. Ex: fenômenos econômicos podem garantir a tendência de acontecimento do fato, segundo as condições propostas; a escassez do produto indica um aumento do preço. Leis Tipicamente Econômicas: lei da oferta e da procura ...

150 Problemas Econômicos O problema econômico por excelência é a escassez. Surgiu porque as necessidades humanas são virtualmente ilimitadas, e os recursos econômicos, limitados, incluindo também os bens. Esse não é problema tecnológico, e sim de disparidade entre os desejos humanos e os meios disponíveis para satisfazê-los. A escassez é um conceito relativo, pois existe desejo de adquirir uma quantidade de bens e serviços maior que a disponibilidade. Portanto eficiência produtiva e eficácia alocativa são as duas questões básicas com que defrontam todos os agentes econômicos. Eficiência: maximizar o emprego dos recursos. Eficácia: otimizar as escolhas.

151 As necessidades O conceito de necessidade humana, isto é, a sensação de carência de algo unida ao desejo de satisfazê-la é algo relativo, pois os desejos dos indivíduos não são fixos. Bens escassos são aqueles que nunca se tem em quantidade suficiente para satisfazer os desejos dos indivíduos.

152 Bens Econômicos Tipos de bens econômicos:
Bens de consumo, pode-se falar em bens de consumo duráveis, que permitem o uso prolongado, como, por exemplo, um eletrodoméstico, e bens de consumo não duráveis ou perecíveis, como os alimentos perecíveis. Por outro lado, os bens podem ser intermediários, pois sofrem novas transformações antes de se converter em bens de consumo e de capital; ou bens finais, isto é, os que já sofreram essas transformações. A soma total de bens e serviços finais gerados em um período denomina-se produto total. Bens privados: são os produzido e possuídos privadamente. Bens públicos ou coletivos: são aqueles cujo consumo é feito simultaneamente por vários sujeitos, por exemplo, um parque público.

153 Os serviços O trabalho de serviços pode ser relacionado com a distribuição de produtos, como o realizado por uma agente de vendas ou um transportador; com atividades que satisfazem as atividades culturais, como as realizadas por um professor ou um artista de cinema, um escritor ou um cantor; ou com outros tipos de atividades, tais como serviços oferecidos por um banco ou uma companhia de seguros.

154 Recursos ou fatores da produção
Para a satisfação das necessidades humanas é necessário produzir bens e serviços. Para isso, exige-se o emprego de recursos produtivos e de bens elaborados. Os recursos são os fatores ou elementos básicos utilizados na produção de bens e serviços. São denominados fatores de produção. Tradicionalmente, esses fatores se dividem em grandes categorias: terra, trabalho, capital...

155 Os Bens de Capital Os bens de capital não estão concebidos para satisfazer diretamente as necessidades humanas, mas para serem utilizados na produção de outros bens. O capital circulante consiste nos bens em processo de preparação para o consumo, basicamente em matérias-primas e estoque de armazém. O capital fixo consiste em instrumentos de toda espécie, incluindo os edifícios, maquinaria e equipamentos. Os gastos em educação e formação profissional supõem investimentos em capital, já que durante o período de aprendizagem e em estudo existe um elemento implícito de espera. Esses gastos contribuem para incrementar a capacidade produtiva da economia, pois um trabalhador formado e educado geralmente é mais produtivo que um não capacitado.

156 Os Agentes Econômicos Os agentes econômicos - as famílias, as empresas e o setor público - são os responsáveis pela atividade econômica. O setor primário abrange as atividades que se realizam próximas às bases dos recursos naturais, isto é, as atividades agrícolas, pesqueiras, pecuárias e extrativas. O setor secundário inclui as atividades industriais, mediante as quais são transformados os bens. O setor terciário ou de serviços reúne as atividades direcionadas a satisfazer as necessidades de serviços produtivos que não se transformam em algo material.

157 Os Agentes Econômicos As famílias: as funções das famílias constituem em, por um lado, consumir bens e serviços; por outro, oferecer seus recursos, isto é, trabalho e capital as empresas. As empresas: as empresas produzem e oferecem praticamente totalidade dos bens e serviços. Contrata trabalho e compra fatores com o fim de fazer e vender bens e serviços. O setor público : entende-se por setor publico mais do que somente o Estado-Nação das organizações políticas atuais. O governo destaca-se como agente econômico devido às particularidades que envolvem suas ações econômicas. Trata-se de um centro de produção de bens e serviços coletivos. Suas receitas resultam de retiradas compulsórias do poder aquisitivo das unidades familiares e das empresas, feitas por meio do sistema tributário.

158 Os Mercados e os Preços O livre jogo da oferta e demanda é uma peça-chave no funcionamento de toda a economia de mercado. A Demanda: A simples análise da realidade nos diz que a quantidade que um indivíduo demandará de um bem, num momento determinado do tempo, dependerá de seu preço. Quanto maior o preço de um bem, menor será a quantidade que cada indivíduo estará disposto a comprar. Alternativamente, quanto menor o preço, maior será o número de unidades demandadas.

159 Curva da Demanda Figura 1. A curva de demanda de mercado mostra a relação entre a quantidade demandada de um bem por todos os indivíduos e seu preço, mantendo constantes outros fatores (gosto, renda, preço de bens relacionados).

160 Curva da Oferta Do mesmo modo que a demanda, a oferta de um bem real depende de um conjunto de fatores. São eles: a tecnologia, os preços de fatores produtivos e o preço do bem que se deseja oferecer. Figura 2. A Curva de Oferta de Mercado mostra a relação entre a quantidade de um bem oferecida por todos os produtores e seu preço, mantendo constantes os outros fatores (tecnologia, preço de fatores produtivos etc.).

161 O Equilíbrio de Mercado
O preço de equilíbrio, e a quantidade oferecida e demandada denomina-se quantidade de equilíbrio. Costuma-se também dizer que o preço de equilíbrio zera o mercado. Na situação de equilíbrio igualam-se as quantidades oferecidas e demandadas. O preço de equilíbrio é aquele onde coincidem os planos de consumidores e produtores.


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