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O papel da Química e da Ciência no desenvolvimento sustentável: novos materiais, polímeros e derivados.

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Apresentação em tema: "O papel da Química e da Ciência no desenvolvimento sustentável: novos materiais, polímeros e derivados."— Transcrição da apresentação:

1 O papel da Química e da Ciência no desenvolvimento sustentável: novos materiais, polímeros e derivados.

2 Introdução Descoberta de novos materiais desde antigamente
Atualmente temos maior capacidade de melhoria nos materiais Busca necessária para assegurar qualidade de vida e segurança militar e econômica

3 Indústrias: têxtil, farmacêutica, agroindustrial, automobilística e aeroespacial, entre outras
Tudo isto está disponível graças à modificação de cerâmicas, polímeros e metais

4 Ciência e Desenvolvimento sustentável Agroindustrial
O Brasil produziu aproximadamente 26,65 milhões de toneladas de raiz de mandioca, em 2009, em área plantada de 1,87 milhão de hectares. 16,84 milhões de ton regiões Norte e Nordeste 9,80 milhões no centro-sul do País. Destas quantidades, surgiu a preocupação...

5 Ciência e Desenvolvimento sustentável Agroindustrial
Beneficiamento de mandioca sem poluição A contaminação da água: O cianeto e matérias como a presença de glicosídio característico da planta da mandioca, que pode afetar as células nervosas e com a hemoglobina agir como inibidor da cadeia respiratória. Com isto Surge a Questão, o que fazer com a Manipueira....

6 Manipueira A manipueira é um liquído amarelo que é elimanado da mandioca depois que ela é prensada, durante a fabricação de farinha As casas de farinha são responsáveis pela produção de manipueira Geralmente é despejada na natureza, causando poluição dos solos e das águas É um potente agente poluidor: dezenas de vezes superior ao esgoto doméstico

7 Aproveitamente sustentável da Manipueira
Visa contribuir para o desenvolvimento sustentável dos arranjos produtivos de fabricação de farinha, ensinando sobre o aproveitamento e a correta destinação da planta da mandioca e seu principal resíduo, a manipueira.

8 Aproveitamento da Manipueira
A manipueira pode ser aproveitada de várias maneiras: • Fertilizante natural; • Substituindo os agrotóxicos nas lavouras; • Defensivo contra insetos e pragas, como formigas e doenças que atacam as lavouras; • Produção de vinagre para uso doméstico e comercial; • Refino de petroléo • Produção de tijolos; • Produção de sabão.

9 Aproveitamento da Manipueira
Adubo: Rico em nutrientes e microorganismos Ecologicamente correto, apresenta Maior produtividade de mandioca em relação ao adubo químico. Pesticida: Usada pura ou diluída Contém substâncias parecidas com a de agrotóxicos como o ácido cianídrico Diminui os custos Favorece o controle de pragas

10 Aproveitamento da Manipueira
Fabricação de Tijolos: Não consome água Não é necessário ir ao forno para queimar ou assar Não podem ser usados para a construção de reservatório de água. Refino de petróleo: Produção de biossurfactantes Alcança níveis de 80% de refino de petróleo incorporado em areia Junta homogeneamente o petróleo na água e liga quimicamente com as moléculas de petróleo, realizando a sua degradação.

11 Destinação Final das embalagens vazias de agrotóxico

12 Lei de Destinação Final de Embalagens
Lei Federal 9.974/00 Distribuir responsabilidades dentro da cadeia produtiva agrícola Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) Fundado em 14 de dezembro de 2001 Para o atendimento das novas exigências legais da Lei Federal 9.974/00, que passou a distribuir responsabilidades dentro da cadeia produtiva agrícola, ou seja, agricultor, fabricante e sistema de comercialização, em 14 de dezembro de 2001 foi fundado o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), uma iniciativa da indústria como forma de atender às responsabilidades sociais e ambientais no que se refere à destinação final das embalagens dos agrotóxicos comercializados.

13 Panorama do Resíduo de Embalagem no Brasil
No Quadro 1, apenas no mês de agosto de 2010 foram recolhidas kg de embalagens vazias devolvidas em 14 estados brasileiros. Deste número, Kg foram de embalagens lavadas e de embalagens não lavadas (inpEVb, 2010). Os maiores estados geradores de resíduos são Mato Grosso, Paraná e São Paulo, com quase 50 % do total.

14 Responsabilidades Agricultor tríplice lavagem Inutilizar a embalagem
Armazenar Entregar na unidade de recebimento indicada na nota fiscal Manter os comprovantes de entrega das embalagens por 1 ano Realizar a tríplice lavagem Inutilizar a embalagem Armazenar, em local apropriado, temporariamente a embalagem na propriedade Entregar na unidade de recebimento indicada na nota fiscal até 1 ano após a compra e receber um comprovante de entrega Manter os comprovantes de entrega das embalagens por 1 ano.

15 Tríplice lavagem 1. Esvaziar totalmente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador; 2. Adicionar água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; 3. Tampar bem a embalagem e agitar por 30 segundos; 4. Despejar a água da lavagem no tanque do pulverizador. 5. Inutilizar a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo; 6. Armazenar em local apropriado até o momento da devolução. Após a lei Federal 9.974/00, a tríplice lavagem passou a ser obrigatória e não somente um sugestão. A tríplice lavagem consiste de: 1. Esvaziar totalmente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador; 2. Adicionar água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; 3. Tampar bem a embalagem e agitar por 30 segundos; 4. Despejar a água da lavagem no tanque do pulverizador. 5. Inutilizar a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo; 6. Armazenar em local apropriado até o momento da devolução.

16 Responsabilidades Canais de distribuição Indústria
indicar o local de entrega na nota fiscal Disponibilizar e gerenciar local de recebimento Emitir comprovante de entrega Orientar e Conscientizar o agricultor Indústria Recolher as embalagens vazias Dar a correta destinação final Orientar e conscientizar o agricultor Canais de distribuição Ao vender o produto indicar o local de entrega na nota fiscal Disponibilizar e gerenciar local de recebimento, com a ajuda do Impev Emitir comprovante de entrega Orientar e Conscientizar o agricultor Indústria Recolher as embalagens vazias devolvidas às unidades de recebimento Dar a correta destinação final: Reciclagem e Incineração Orientar e conscientizar o agricultor.

17 Responsabilidades Poder Público fiscalizar o funcionamento do sistema
Emitir as licenças de funcionamento Apoiar os esforços de educação e conscientização do agricultor Poder Público Ao Poder Público cabe fiscalizar o funcionamento do sistema de destinação final. Emitir as licenças de funcionamento para as Unidades de Recebimento de acordo com os órgãos competentes de cada Estado. Além de apoiar os esforços de educação e conscientização do agricultor quanto às suas responsabilidades dentro do processo.

18 Fluxo do sistema Compra do agroquímico
Tríplice lavagem e inutilização da embalagem Armazenagem das embalagens Transporte ao posto de recebimento Envio à Unidade Central de Recebimento de Embalagens Vazias Separação dos resíduos por tipo(PET, COEX, PEAD MONO, Metálica, papelão) Destinação final das embalagens Reciclagem e incineração 1– No ato da compra, o agricultor deve ser informado na nota, o local de recolhimento mais próximo de sua propriedade e ser orientado para a correta manipulação e acondicionamento das embalagens 2 – O agricultor deve realizar a tríplice lavagem das embalagens e inutilizá-las 3 – O agricultor deve armazenar as embalagens, com suas tampas, rótulos e bulas, temporariamente na propriedade 4 - Transportar as embalagens para o posto de recebimento é responsabilidade do agricultor e manter os recibos de entrega por um ano 5 - O posto de distribuição envia as embalagens para a Unidade Central de Recebimento de Embalagens Vazias, que são cooperativas co-gerenciadas pela Inpev, onde são separados os resíduos por tipo (PET, COEX, PEAD MONO, Metálica, papelão), compactadas e emitida a ordem de coleta para que o inpEV providencie o transporte para o destino final (reciclagem ou incineração) 6 - O sistema de destinação final de embalagens vazias realiza o trabalho de reciclagem das embalagens (que foram adequadamente lavadas) e produzem uma variedade de 15 diferentes artefatos reciclados

19 Destino final das embalagens
95 % das embalagens são passíveis de reciclagem 9 empresas, que recebem e reciclam as embalagens vazias normas dos órgãos ambientais, rastrabilidade e segurança São passíveis de reciclagem 95% das embalagens vazias de defensivos agrícolas colocadas no mercado ( embalagens laváveis). São incineradas as embalagens não laváveis* (5% do total) e as embalagens que não foram tríplice-lavadas pelos agricultores. O instituto desenvolveu e fez parceria com 9 empresas, que recebem e reciclam as embalagens vazias com a segurança, qualidade e rastreabilidade necessárias ao processo. Somente essas empresas estão aptas a atuar com a reciclagem das embalagens vazias, ao cumprirem com as normas dos órgãos ambientais, as exigências legais e os padrões de qualidade e segurança estabelecidos, produzindo produtos como conduítes elétricos, barricas de papelão, caixa para fiação elétrica, caixa de bateria, entre outros.

20 Resultados Sustentabilidade Responsabilidade social
Sistema em desenvolvimento Programa auto-sustentavel Nova lei de resíduos sólidos LEI Nº , DE 2 DE AGOSTO DE 2010 O sistema de destinação final de descarte de embalagens vazias de agrotóxico, tem, ao longo dos anos, se mostrando bastante eficiente quanto a sustentabilidade, responsabilidade social e consciência ambiental. Atualmente a prioridade dos elos participantes deste sistema é a busca por mecanismos que tornem o programa auto-sustentável, já que hoje ele é deficitário e integralmente financiado por agricultores, distribuidores, cooperativas e indústria fabricante, cada qual com sua cota de responsabilidade. O programa não visa lucro e sim o cumprimento da legislação com benefícios ao meio ambiente. Podemos concluir que para um desenvolvimento sustentável não são necessários apenas novos materiais biodegradáveis e alta tecnologia, mas responsabilidades definidas, comprometimento e conscientização de toda a cadeia produtiva. Tomando como exemplo a área agrícola, o desenvolvimento de novas embalagens mais econômicas (maior volume, mais fáceis de lavar) foi forçado devido a lei de descarte de embalagens, sem prejudicar a qualidade das mesmas, pois seguem regulamentações da ANVISA. Tanto empresas produtoras como revendas atuaram na conscientização dos agricultores, que por sua vez exigiram embalagens melhores e mais práticas, criando um ciclo de responsabilidade e atuação de melhoria contínua. Tudo isso, sendo fiscalizado e incentivado pelo poder público.

21 Chinelos reciclados Crescimento da Indústria automobilística agravou o problema de acúmulo de pneus. Sem um certo destino pra o lixo propiciou a propagação de doenças. Poluição visual Difícil degradação.

22 Chinelos reciclados Reaproveitamento destes pneus usados.
Novo conceito de reciclagem. Empresas envolvidas no Brasil : Goóc e Mormaii.

23 Chinelos reciclados Matérias-primas do pneu são basicamente: Borracha natural (NBR) e Borracha Sintética (SBR). O pneu é considerado um polímero termofixo, ou seja, não pode reprocessado ou fundido após a fabricação. Borracha NBR ótima ressistência à óleos, abrasão e envelhecimento. Borracha SBR usada em aventais industriais, cobertura para bancadas e juntas.

24 Chinelos reciclados Os conceitos de reciclagem:
Conceito com poliuretano e E.V.A (Poliuretano). Conceito produzido pro usinagem. Conceito de monocamada.

25 Chinelos reciclados O conceito de poliuretano e E.V.A
Visa a produção a partir de moído. Polímero ligante O poliuretano dá o conforto para o chinelo. SOLA DO CHINELO VISTA EM PERSPECTIVA

26 Chinelos reciclados O conceito de produção por usinagem.
Usa o Pneu em seu estado natural. A sola tem o desenho do pneu. Usa-se o EVA para maior conforto. Custo maior, devido a mão de obra qualificada e máquinas de usinagem. SOLA DO CHINELO VISTA EM PERSPECTIVA

27 Chinelos reciclados O conceito de Monocamada.
Pneu moído é a matriz (NBS e SBS). Uso de SBS virgem. O chinelo é feito por comprensão, injeção, enchimento ou moldagem. SOLA DO CHINELO VISTA EM PERSPECTIVA

28 Conclusão Emissão de efluentes contaminantes pode ser minimizada através de diversos caminhos.

29 A Química surge como uma ferramenta fundamental , diante deste contexto.
Nova postura do profissional da Química.


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