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{ Grupo de estudos em narrativas Samira, Jaque e Conrado.

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1 { Grupo de estudos em narrativas Samira, Jaque e Conrado

2 - Reverberações do trabalho com narrativas no eixo TS - O TCC da Fernanda Aguiar (2011), o premio da Abrapso e publicação - Confluência de desejos: projeto de extensão e Conrado - TCC Beatriz e co-orientação da Samira - Quem teve a ideia?

3  Fernanda Aguiar – Narrativas de Vida: um olhar sobre os encontros  Fernanda Aguiar – Narrativas de Vida: um olhar sobre os encontros no módulo “Prática clínica integrada: análise de demandas e necessidades em saúde” do eixo “Trabalho em saúde”  Beatriz Garcia – Arte e Vida: memórias em narrativas – quais os momentos (os encontros) na vida do sujeito que possibilitaram a guinada para uma vida mais inventiva TCC

4  O primeiro texto: As potências da Narrativa  Autora: Samira Lima Costa  Objetivo:  Objetivo: discutir a narrativa de memória de vida como método, em estudos e principalmente em intervenções sociais. A Escolha dos textos

5  1. O Narrador: considerações sobre a obra de Nicolai Leskov  2. Experiência e Pobreza  3. Narrativa e Cura - A faculdade de intercambiar experiências - Mais pobres em experiência comunicável Walter Benjamin

6 Quanto maior a naturalidade com que o narrador renuncia às sutilezas psicológicas, mais facilmente a história se gravará na memória do ouvinte, mais completamente ela se assimilará à sua própria experiência e mais irresistivelmente ele cederá à inclinação de recontá-la um dia. O homem de hoje não cultiva o que não pode ser abreviado. Trechos – O Narrador

7  “(...) a narração que um doente faz ao médico, no início do tratamento, pode tornar-se o começo de um processo de cura. Surge, assim, a questão, a narração não criaria, muitas vezes, o clima apropriado e a condição mais favorável de uma cura? Não seria toda doença curável se ela se deixasse levar pela correnteza da narração até a foz? Se considerarmos a dor uma barreira que bloqueia a corrente da narração, podemos ver claramente que ela se quebra quando o declive é suficientemente acentuado para arrastar tudo o que encontra em seu caminho em direção ao oceano do venturoso esquecimento. O afago desenha um leito para essa correnteza”. Narrativa e Cura

8 Uma geração que ainda fora à escola num bonde puxado por cavalos viu-se abandonada, sem teto, numa paisagem diferente em tudo, exceto nas nuvens, e em cujo centro, num campo de forças de correntes e explosões destruidoras, estava o frágil e minúsculo corpo humano. Tanto um pintor complexo como Paul Klee quanto um arquiteto programático como Loos rejeitam a imagem do homem tradicional, solene, nobre, adornado com todas as oferendas do passado, para dirigir-se ao contemporâneo nu, deitado como um recém-nascido nas fraldas sujas de nossa época. Experiência e Pobreza

9 Memória, História e Testemunho – J. Gagnebin O Narrador: esboça como que a ideia de uma outra narração, uma narração nas ruínas das narrativas, uma transmissão entre os cacos de uma tradição em migalhas. “Ou ainda, o narrador ou historiador deveriam transmitir o que a tradição, oficial ou dominante, justamente não recorda”. “O narrador também seria a figura do trapeiro, (...), do catador de sucata e de lixo, esta personagem das grandes cidades modernas que recolhe os cacos, os restos, os detritos, movido pela pobreza, certamente, mas também, pelo desejo de não deixar nada a perder”

10  Narração e testemunho  “Ocupa o espaço simbólico do terceiro (...)  “Ocupa o espaço simbólico do terceiro (...) aquilo, que, inscrevendo um possível alhures fora do par mortífero algoz-vítima, dá novamente um sentido humano ao mundo”.  O sonho de Primo Levi Memória, História e Testemunho – J. Gagnebin

11   “Testemunha também seria aquela que não vai embora, que consegue ouvir a narração insuportável do outro e que aceita que suas palavras levem adiante, como num revezamento, a história do outro, não por culpabilidade ou compaixão, mas porque somente a transmissão simbólica, assumida apesar e por causa do sofrimento indizível, somente essa retomada reflexiva do passado pode nos ajudar a não repeti-lo infinitamente, mas a ousar esboçar uma outra história, a inventar o presente”.   Concepção estética do sujeito Memória, História e Testemunho – J. Gagnebin

12  Ditadura na Argentina  O recorte ideológico da escuta  O detalhe em sua relação com a totalidade  “A impureza do testemunho é uma fonte inesgotável de vitalidade polêmica”  “Quando acabaram as ditaduras da América Latina, lembrar foi uma atividade de restauração dos laços sociais e comunitários perdidos no exílio ou destruídos pela violência do Estado”. A retórica testemunhal - Tempo Passado – Beatriz Sarlo

13  “Reconstruir o passado de um sujeito ou reconstruir o próprio passado, através de testemunhos de forte inflexão autobiográfica, implica que o sujeito que narra (porque narra) se aproxime de uma verdade que, até o próprio momento da narração, ele não conhecia totalmente ou só conhecia em fragmentos escamoteados” A retórica testemunhal - Tempo Passado – Beatriz Sarlo

14  “Os relatos testemunhais são “discurso” (...), porque têm como condição um narrador implicado nos fatos, que não persegue uma verdade externa no momento em que ela é enunciada. É inevitável a marca do presente no ato de narrar o passado, justamente porque, no discurso, o presente tem uma hegemonia reconhecida como inevitável e os tempos verbais do passado não ficam livres de uma ‘experiência fenomenológica’ do tempo presente da enunciação”.  Italo Svevo – “O presente dirige o passado assim como o maestro, seus músicos”  Halbswachs – “(...) o passado se distorce para introduzir-se coerência”. A retórica testemunhal - Tempo Passado – Beatriz Sarlo

15  O projeto de extensão: Memória Social no centro histórico de Santos: Entre a Ilha Diana e a hospedaria dos Imigrantes de Santos – Samira, Anita e Jaque - Narrativas de história de vida e Oficinas de mosaico de memória  A construção de um método inspirado em Pamuk, na companhia de Fernanda, Janaína e Mayara.  A entrada da Marta no grupo de estudos e a saída do Conrado (no mesmo dia?) Engrossando e Mexendo o Caldo

16  “Desde uma idade muito tenra desconfiei que havia mais coisas no meu mundo, para além do que eu exergava: em algum lugar de Istambul, numa casa parecida com a nossa, vivia outro Orhan tão parecido comigo que poderia passar (...) por um duplo meu.”  “A cidade em que eu nasci era mais pobre, mais acanhada e mais isolada do que jamais tinha sido nos dois mil anos de sua história. Para mim, ela sempre foi uma cidade dominada pelas ruínas e pela melancolia de fim de império. Passei a minha vida inteira debatendo-me com essa melancolia ou (como todos os Istambulus) apossando-me dela”. Istambul – Memória e Cidade Orhan Pamuk

17  “Conrad, Nabokov, Naipaul – eis três escritores conhecidos por terem conseguido migrar entre línguas, culturas e países, continentes, até mesmo civilizações. Suas imaginações se alimentavam do exílio, um alimento que tragavam não através das raízes, mas da falta delas. Minha imaginação, porém exige que eu permaneça na mesma cidade, na mesma rua, na mesma casa, contemplando o mesmo panorama. O destino de Istambul é o meu destino. Estou ligado a essa cidade porque foi ela quem fez de mim quem eu sou”. Istambul – Memória e Cidade Orhan Pamuk


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