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ANATOMIA O ABDOME PODE SER DIVIDIDO EM: ABDOME SUPERIOR PELVE ( PORÇÃO INFERIOR) TC ABDOME TOTAL.

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1 ANATOMIA O ABDOME PODE SER DIVIDIDO EM: ABDOME SUPERIOR PELVE ( PORÇÃO INFERIOR) TC ABDOME TOTAL

2 ANATOMIA O ABDOME SUPERIOR: SUPERIORMENTE É LIMITADO PELO DIAGRÁGMA E INFERIORMENTE PELO FINAL DOS SEUS ÓRGÃOS PRINCIPAIS, QUE NA MAIORIA DOS CASOS COINCIDE COM O INÍCIO DAS CRISTAS ÍLIACAS E A BIFURCAÇÃO DAS ARTÉRIAS ÍLIACAS.

3 ANATOMIA PELVE: SUPERIORMENTE INICIA-SE À NÍVEL DAS CRISTAS ILÍACAS E INFERIORMENTE ABAIXO DA SÍNFISE PÚBICA. OBS: NOS CASOS DE TU DE TESTÍCULOS E METÁSTAES ÓSSEAS AS IMAGENS DEVERAM DEMONSTRAR A REGIÃO DE INTERESSE.

4 ANATOMIA ABD SUP FÍGADO (VESÍCULA BILIAR) PÂNCREAS BAÇO RINS (URETÉRES PROXIMAIS) ADRENAIS ESÔFAGO DISTAL / ESTÔMAGO / DELGADO / CÓLONS

5 FÍGADO O fígado é a maior víscera do corpo humano. Situa-se no quadrante superior direito do abdome, aderido à superfície inferior do diafragma. É, essencialmente, uma massa de células permeada por um complexo mas organizado sistema de canais que transportam o suprimento sangüíneo e a bile. Recebe 25-30% do débito cardíaco

6 É composto por lobos anatômicos (D e E) separados pelo ligamento falciforme. Cirurgicamente, esta divisão é feita ao nível do porta-hepatis (local onde a artéria hepática e a veia porta se dividem em ramos D e E). Os lobos D e E cirúrgicos podem ser subdivididos em 8 segmentos os quais são usados para orientar as ressecções.

7 Suprimento sangüíneo: veia porta (70- 80%) e artéria hepática. Pela veia porta chega ao fígado todo material absorvido nos intestinos, com exceção de parte dos lipídios que é transportada por via linfática. Graças a essa característica, ele se encontra em posição privilegiada para metabolizar e acumular nutrientes e neutralizar e eliminar substâncias tóxicas absorvidas.

8 A veia porta é formada pela junção da veia mesentérica superior e veia esplênica e se dirige para o lobo D a medida que se aproxima do porta-hepatis. Ramifica-se num tronco curto D (lobo superior D, área à direita da vesícula, porção ântero-superior do fígado) e num tronco E mais longo (região lateral do lobo E, lobos quadrado e caudado). Cada ramo terminal tem um território nitidamente definido.

9 A artéria hepática e seus ramos são bem menos constantes. Em 55% das pessoas ela se origina diretamente da artéria celíaca mas, no restante, pode se originar da mesentérica superior, gastroduodenal, gástrica D ou E ou até mesmo da aorta. Dentro do fígado, seguem os ramos da veia porta.

10 A maior parte do fluxo vai para o estroma, ductos biliares e vesícula biliar. As veias hepáticas são retas e drenam posteriormente para a veia cava posterior (a D drena o lobo superior D, a E drena o lobo E e a intermediária drena a área suprida pelas ramos D e E da veia porta).

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13 VESÍCULA BILIAR Situa-se na face inferior do fígado, na fossa formada pela junção dos lobos direito e esquerdo. Embora a posição do fundo varie, o colo está sempre relacionados com a fissura interlobar principal e porta hepática.

14 Características A vesícula biliar é um saco membranoso, em forma de pêra, e é um reservatório alongado, situado na face inferior do fígado (lado direito). É um órgão muscular em que se acumula a bile no intervalo das digestões (até 50 cm3),

15 a bile é produzida pelo fígado, passa pela vesícula biliar através de um pequeno tubo chamado ducto cístico. Os tecidos que constituem as paredes musculares da vesícula biliar concentram a bile, absorvendo grande parte da sua água e mantêm-na recolhida até o início do processo de digestão.

16 Quando estimulada, a vesícula biliar contrai- se e manda a bílis concentrada através do ducto biliar até o intestino delgado, auxiliando a digestão. A afecção mais freqüente da vesícula biliar é a presença de cálculos que ocorrem devido à existência de quantidades excessivas de cálcio e colesterol na bílis.

17 PÂNCREAS O pâncreas é uma glândula digestiva de secreção interna e externa, de mais ou menos 15 cm de comprimento e de formato triangular, localizada transversalmente sobre a parede posterior do abdome, na alça formada pelo duodeno, sob o estômago.

18 O pâncreas é formado por uma cabeça que se encaixa no quadro duodenal, de um corpo e de uma cauda afilada. A secreção externa dele é dirigida para o duodeno pelos canais de Wirsung e de Santorini. O canal de Wirsung desemboca ao lado do canal colédoco na ampola de Vater. O pâncreas comporta dois órgão estreitamente imbricados: pâncreas exócrino e o endócrino.

19 PÂNCREAS

20 Pâncreas Exócrino O pâncreas exócrino segrega enzimas digestivas, reunidas em estruturas denominadas ácinos. Os ácinos pancreáticos estão ligados através de finos condutos, por onde sua secreção é levada até um condutor maior, que desemboca no duodeno, durante a digestão.

21 Pâncreas Endócrino Segrega os hormônios insulina (quando não é produzida em quantidade suficiente, dá origem a diabetes) e glucagon (hormônio com a regulação dos níveis de açúcar no sangue), reunidas em estruturas denominadas Ilhotas de Langerhans, cujas células beta segregam a insulina e as células alfa segregam o glucagon. Os hormônios produzidos nas ilhotas de Langerhans caem diretamente nos vasos sangüíneos pancreáticos.

22 BAÇO O baço é um órgão linfóide situado no hipocôndrio esquerdo, abaixo do diafragma, atrás do estômago. Pesa em média 200 g, e tem cor vermelho-escuro. Tem forma ovóide alongada e cabe na palma da mão, tem 12 cm de comprimento e 8 cm de largura

23 Devido ao seu tecido linfóide, ou polpa branca, e ao seu tecido vascular, ou polpa vermelha, ele tem função hematopoética até o último mês da vida fetal e função hemolítico-fisiológica, que se torna às vezes patológica.

24 O baço influi na composição do sangue que irriga nosso corpo e ele controla a quantidade desse líquido vital em nossas veias e artérias. A atividade do baço está relacionada com o aparelho circulatório.

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26 Funcionamento Quando o baço aumenta, está acumulando sangue como um "banco". Esse sangue traz glóbulos vermelhos jovens e velhos, ou seja, uns podem fixar o oxigênio de que precisamos e outros não podem mais. Então, o baço faz sua seleção e retém alguns dos glóbulos vermelhos velhos, destruindo-os.

27 A função de reter os glóbulos vermelhos é realizada por macrófagos existentes no baço, que englobam e destroem as hemácias velhas e parasitas (processo chamado de fagocitose), evitando assim, um grande número de doenças.

28 O baço também produz glóbulos brancos e regula o volume de sangue em circulação nas artérias e veias. No caso de sofrer um corte ou hemorragia, o baço bombeia imediatamente mais líquido para o aparelho circulatório, restabelecendo aos poucos, o equilíbrio.

29 O baço não é um órgão essencial, embora muito importante. Se o arrancarmos, sofreremos uma anemia, mas com o tempo, recuperaremos as forças (pois há outras partes do organismo com condições de assumir as funções que ele desempenha).

30 RINS Localização e características Os rins situam-se na parte dorsal do abdome, logo abaixo do diafragma, um de cada lado da coluna vertebral, nessa posição estão protegidos pelas últimas costelas e também por uma camada de gordura. Cada rim tem cerca de 11,25 cm de comprimento, 5 a 7,5 cm de largura e um pouco mais de 2,5 cm de espessura. A massa do rim no homem adulto varia entre 125 e 170 g; na mulher adulta, entre 115 e 155 g.

31 Tem cor vermelho-escuro e a forma de um grão de feijão enorme. São órgãos excretores. Possui uma cápsula fibrosa, que protege o córtex (cor amarelada) mais externo, e a medula (avermelhada) mais interna. O ureter é um tubo que conduz a urina até a bexiga. Cada rim é formado de tecido conjuntivo, que sustenta e dá forma ao órgão, e por milhares ou milhões de unidades filtradoras, os néfrons, localizados na região renal

32 O néfrom é uma longa estrutura tubular microscópica que possui, em uma das extremidades, uma expansão em forma de taça, denominada cápsula de Bowman, que se conecta com o túbulo contorcido proximal, que continua pela alça de Henle e pelo tubo contornado distal, este desemboca em um tubo coletor. São responsáveis pela filtração do sangue e remoção das excreções

33 Em cada rim, a borda interna côncava constitui o hilo renal. Pelo hilo renal passam a artéria renal, a veia renal e o início do ureter, canal de escoamento da urina. Na porção renal mais interna localizam-se tubos coletores de urina. O tipo de néfrom e a localização dos rins variam

34 A função dos rins é filtrar o sangue, removendo os resíduos nitrogenados produzidos pelas células, sais e outras substâncias em excesso. Além dessa função excretora, os rins também são responsáveis pela osmorregulação em nosso organismo. Controlando a eliminação de água e sais da urina, esses órgãos mantêm a tonicidade do sangue adequada às necessidades de nossas células.

35 ADRENAIS As glândulas supra-renais, que têm um comprimento de cerca de 5 centímetros, estão localizadas na cavidade abdominal, anterosuperiormente aos rins. cavidade abdominalrins

36 Encontram-se ao nível da 12ª vértebra torácica, e são irrigadas pelas artérias supra-renais.vértebra torácicaartérias supra-renais Cada glândula é composta por duas regiões histologicamente distintas, que recebem aferências moduladoras do sistema nervoso. sistema nervoso

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38 Funções das glândulas supra-renais A glândula supra-renal é essencial à vida humana, um facto constatado por Thomas Addison em 1855, tendo descrito um síndrome que atualmente tem o seu nome: Síndrome de Addison. Thomas AddisonsíndromeSíndrome de Addison

39 As várias zonas do córtex diferem nas substâncias que sintetizam. Assim: Zona glomerulosa: sintetiza mineralocorticóides (aldosterona).mineralocorticóidesaldosterona Zona fasciculada e zona reticulada: secretam glicocorticóides, sendo o mais importante o cortisol. Secretam igualmente esteróides sexuais, dos quais o principal é a testosterona. glicocorticóides cortisolesteróidestestosterona

40 Medula A crista neural está intimamente relacionada com o desenvolvimento do sistema nervoso, assim como da medula supra-renal. Esta origem semelhante explica a função da medula, que consiste na síntese e libertação de neuromediadores, sobretudo a adrenalina e noradrenalina. sistema nervoso neuromediadores adrenalinanoradrenalina

41 TUBO GASTRO INTESTINAL O aparelho digestivo ou digestório ou ainda sistema digestório é o sistema que, nos humanos, é responsável por obter dos alimentos ingeridos os nutrientes necessários às diferentes funções do organismo, como crescimento, energia para reprodução, locomoção, etc. alimentosnutrientes organismocrescimento reproduçãolocomoção

42 Tubo digestivo é composto: Tubo digestivo Boca: onde ocorre o processo e mastigação que junto da insalivação, secreção das glândulas salivares (água, muco e enzima), degradam o amido, ação da ptialina (que inicia o processo de digestão dos carboidratos presente no alimento), em maltose. Bocaglândulas salivares amidocarboidratos Faringe: Auxilia no processo de deglutição (ato de engolir). Faringe Esôfago: Canal de passagem aonde o bolo alimentar é empurrado por meio de contrações musculares (movimentos peristálticos) até o estômago. Esôfagomovimentos peristálticos

43 Estômago: Começa o processo de quimificação, aonde atua a pepsina, enzima que transforma (quebra) as proteínas em peptídeos (cadeias menores de aminoácidos). O estômago é um órgão em formato de bolsa com o ph em torno de 2 (muito ácido). Ele pode ficar horas misturando o bolo alimentar em seu interior com a secreção gástrica (água, muco, ácido clorídrico e enzimas). O bolo alimentar torna-se mais líquido e ácido passando a se chamar quimo e vai sendo, aos poucos, encaminhado para o duodeno. Estômagopepsinaácido clorídrico quimo

44 Intestino delgado: São produzidas em sua parede as enzimas: peptidase (digestão de proteínas), maltase (digere a maltose), lactase (digere a lactose) e a sacarase (digere a sacarose). A superfície interna, ou mucosa, dessa região, apresenta, além de inúmeros dobramentos maiores, milhões de pequenas dobras, chamadas vilosidades (aumenta a superfície de absorção intestinal). O intestino delgado também absorve a água ingerida, os íons e as vitaminas. Ele se divide em duodeno, jejuno e íleon. Intestino delgado

45 – Duodeno: Dividido em quatro partes com forma de C, é no duodeno que o suco pancreático (neutraliza acidez do quimo e faz a digestão de proteínas, de carboidratos e de gorduras) e a secreção biliar (emulsificação de gorduras) Duodeno – Jejuno: Começa a absorção dos nutrientes. Faz continuação ao duodeno, recebe este nome porque sempre que é aberto se apresenta vazio. Jejuno – Íleo: É o último segmento do intestino delgado que faz continuação ao jejuno. Recebe este nome por relação com osso ilíaco. É mais estreito e suas túnicas são mais finas e menos vascularizadas que o jejuno.

46 Intestino grosso: Dividido em 4 partes: ceco (cecum), cólon e o reto. É o local de absorção de água, tanto a ingerida quanto a das secreções digestivas. Glândulas da mucosa do intestino grosso secretam muco, que lubrifica as fezes, facilitando seu trânsito e eliminação pelo ânus. Intestino grosso

47 – Apêndice:No fundo do ceco encontramos uma ponta chamada apêndice cecóide ou vermicular. Apêndice – Ceco: É a porção inicial do intestino grosso segmento de maior calibre, que se comunica com o íleo. Para impedir o refluxo do material proveniente do intestino delgado, existe uma válvula localizada na junção do íleo com o ceco - válvula ileocecal. Ceco

48 – Cólon Sigmóide : É a região intermediária, um segmento que se prolonga do ceco até o ânus. CólonSigmóide – Reto É a parte final do tubo digestivo e termina- se no canal anal. Ele possui geralmente 3 pregas em seu interior e é uma região bem vascularizada. Pode ser avaliado através do toque retal, retoscopia ou retosigmoideoscopia. É no canal anal que ocorrem as hemorróidas que nada mais são que varizes nas veias retais inferiores. Reto

49 Ânus: Controla a saída das fezes, localizado na extremidade do intestino grosso Ânus Ao tubo digestivo estão associadas glândulas que produzem sucos digestivos ricos em enzimas e outras substâncias que ajudam a dissolver os alimentos.enzimas

50 PELVE (MASCULINA) BEXIGA URETÉRES / URÉTRA VESÍCULAS SEMINAIS PRÓSTATA TESTÍCULOS (ABAIXO DA SÍNFISE PÚBICA) SIGMÓIDE / RETO

51 PELVE (FEMININA) BEXIGA URETÉRES / URÉTRA ÚTERO OVÁRIOS SIGMÓIDE / RETO

52 BEXIGA / URETÉRES / URÉTRA Bexiga é o órgão humano no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Na bexiga é encontrada a uretra, o ducto que exterioriza a urina produzida pelo organismourinarinsvíscerauretraurina

53 O sistema nervoso autônomo parassimpático é o responsável pela contração da musculatura da bexiga, resultando na vontade de urinar.sistema nervoso autônomo parassimpático A capacidade média de uma Bexiga Urinária de um adulto é de 700 a 800 ml

54 VESÍCULAS SEMINAIS / PRÓSTATA As vesículas seminais são duas glândulas que produzem um líquido viscoso, o líquido seminal, que vai se misturar à secreção prostática e aos espermatozóides vindos do duto ejaculador, para formar o sêmen. É o local onde se produz a maior quantidade (80%) do líquido seminal. Esse líquido nutre os espermatozóides e facilita sua mobilidade.glândulaslíquido seminal duto ejaculadorsêmenespermatozóides

55 A próstata é uma glândula que faz parte dos órgãos sexuais masculinos. A função da próstata é produzir e guardar um dos fluidos que compõem o sêmenglândulaórgãos sexuaisfluidossêmen

56 A próstata envolve a porção inicial da uretra (uretra prostática), revestida ainda por urotélio, e aonde lança sua secreção através de uma série de pequenos dutos.

57 ÚTERO / OVÁRIOS O útero é um dos órgãos do aparelho reprodutor nas fêmeas da maioria dos mamíferos, incluindo os humanos. Durante uma gravidez, o útero se expande e o feto se desenvolve em seu interior. É também responsável pela expulsão do feto, através de contrações, no momento do partoórgãos mamíferoshumanosgravidezfetoparto

58 A principal função do útero é receber embriões que se implantam no endométrio, e desenvolve vasos sanguíneos exclusivamente para esta função.embriõesendométrio

59 O embrião, se desenvolve em feto e evolui até o nascimento do bebê. Devido a barreiras anatômicas como a pelve, o útero é empurrado parcialmente para dentro do abdômen devido a sua expansão durante a gravidez. Mesmo na gravidez a massa de um útero humano é de cerca de somente um quilograma.embriãofetopelve

60 Os ovários são as glândulas sexuais femininas.Eles têm uma região medular rica em vasos e a cortical, onde se localizam os folículos. Eles têm a forma de amêndoa, medindo até 5 cm em seu maior diâmetro e possui uma espessura máxima de 1,5 centímetro.

61 Sua região medular contem numerosos vasos sanguíneos e regular quantidade de tecido conjuntivo frouxo, e a cortical, onde predominam os folículos ovarianos, contendo os ovócitos.

62 Quando acontece a ovulação, o ovócito sai. O folículo maduro que restou dele será chamado corpo lúteo. Inicialmente fica um hematoma, um coágulo central dentro dele, em volta as células foliculares e da tecaovulaçãocorpo lúteo

63 PROTOCÓLOS DE TC ABDOMINAL FÍGADO RINS PÂNCREAS ADRENAIS (SUPRA-RENAIS) SGI PELVE

64 PROTOCÓLO O ESTUDO DO ABDOME SUPERIOR DEVE SER INICIADO ACIMA DO DIAFRÁGMA E TERMINAR AO FINAL DOS ÓRGÃOS DO ABDOME SUPERIOR (BIFURCAÇÃO DAS ILÍACAS)

65 PREPARO JEJUM DE 6 HORAS CONTRASTE V.O., 1 LITRO: TOMAR 1 COPO DE 250 ml A CADA 15 MINUTOS.

66 V.O. POSITIVO: IODO À 3% SULFATO DE BÁRIO – CONCENTRAÇÃO ADEQUADA PARA TC POSITIVO: ÁGUA

67 INÍCIO DA AQUISIÇÃO – ABDOME SEM CONTRASTE

68 ABDOME SEM CONTRASTE CORAÇÃO ESÔFAGO PILAR DO DIAGRAGMA FÍGADO

69 ABDOME SEM CONTRASTE FÍGADO AORTA ABDOMINAL

70 FÍGADO PÂNCREAS ADRENAL ESQ RIM DIR BAÇO ABDOME SEM CONTRASTE

71 FINAL DA AQUISIÇÃO DO ABDOME SUPERIOR ILÍACA DIR ILÍACA ESQ

72 FASE PRÉ-CONTRASTE FASE ARTERIAL (CORTICAL) FASE PORTAL (NEFROGRÁFICA) FASE EQUILÍBRIO(EXCRETORA) FASES VASCULARES

73 FÍGADO (BAÇO) TUMORES BENIGNOS / MALÍGNO VOLUME METÁSTASES

74 FÍGADO Os tumores do fígado podem ser não cancerosos (benignos) ou cancerosos (malignos). Os tumores cancerosos podem ter origem no fígado ou podem disseminar ao fígado de outras partes do corpo (METÁSTASES)

75 FÍGADO O ESTUDO DO FÍGADO DEVE SER REALIZADO EM 4 FASES VASCULARE: PRÉ-CONTRASTE ARTERIAL SEG PORTAL SEG EQUILIBRIO 180 SEG

76 ARTERIAL

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78 PORTAL -VENOSA

79 PRÉ-CONTRASTE FASE ARTERIAL FASE PORTAL

80 BAÇO VESÍCULA BILIAR

81 RINS LÍTIASE HEMATÚRIA MASSAS RENAIS

82 LITÍASE DO SISTEMA URINÁRIO A CT É O MÉTODO “OURO” PARA AVALIAÇÃO DE LITÍASE NO SISTEMA URINÁRIO, NÃO SENDO NECESSÁRIA NA MAIORIA DAS VESES O USO DE CONTRASTE IODADO E.V. OU V.O.

83 LITÍASE DO SISTEMA URINÁRIO SEM CONTRASTE V.O SEM CONTRASTE E.V. CORTES FINOS NO MÍNIMO 5 MM DE ESPESSURA COM 5MM DE ESPAÇO BEXIGA CHEIA

84 LITÍASE RENAL

85 LITÍASE URETERAL ?

86 LITÍASE X FLEBÓLITOS ?

87 URETÉRES FLEBÓLITOS

88 HEMATÚRIA PODE SER CAUSADA POR LITÍASE NO SISTEMA EXCRETOR, OU LESÕES NOS RINS, NEFRITES, NÓDULOS OU CISTOS. O OBJETIVO DO CONTRASTE É DIFERENCIAR O TIPO DA LESÃO

89 HEMATÚRIA FASE PRÉ-CONTRASTE CORTICAL- ARTERIAL NEFROGRÁFICA- PORTAL- VENOSA EXCRETORA- EQUILIBRIO

90 PÂNCREAS CONTRASTE V.O POSITIVO FASES DE CONTRASTE PRÉ-CONTRASTE ARTERIAL PORTAL CORTES FINOS DE 5MM NO MÍNIMO

91 ADRENAIS CONTRASTE V.O FASES DE CONTRASTE PRÉ-CONTRASTE PORTAL TARDIA 15 MIN CORTES FINOS 5 MM

92 DIR ADRENAIS ESQ

93 NÓDULO NORMAL

94 SGI CONTRASTE V.O POSITIVO ESTÔMAGO / DELGADO CONTRASTE RETAL COLON CONTRASTE E.V. FASE PORTAL

95 SGI TUMORES INFECÇÕES APENDICITES E DIVERTICULITES

96 DIVERTICULITE

97 PELVE CONTRASTE E.V. FASE PORTAL CONTRASTE V.O 2 HORAS CONTRASTE RETAL ALGUNS CASOS

98 PELVE BEXIGA RETO ÚTERO

99 PELVE MASCULINA TESTÍCULO

100 HÉRNIAS


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