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BALANÇO HIDRICO NA REGIÃO DO MANGUEZAL DE BRAGANÇA-PA FERREIRA, M.A.V., RIBEIRO, J.B.M., COHEN, J.C.P. Universidade Federal do Pará - UFPA-CG/DM Campus.

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1 BALANÇO HIDRICO NA REGIÃO DO MANGUEZAL DE BRAGANÇA-PA FERREIRA, M.A.V., RIBEIRO, J.B.M., COHEN, J.C.P. Universidade Federal do Pará - UFPA-CG/DM Campus Universitário do Guamá Rua Augusto Corrêa, 01 - CEP: Belém - Pará. Universidade Federal Rural da Amazônia Rod. Tancredo Neves – S/N – CEP: – Belém-PA DADOS E METODOLOGIA DESCRIÇÃO DA ÁREA O mundo inteiro apresenta aproximadamente Km² de manguezal e o Brasil possui cerca de a Km² desse ecossistema (SCHAFFER-NOVELLI, 1995). Dentro do manguezal, localizado a 29 km do Centro de Bragança-PA (1o 03’ S; 46o 45’ W; 29 m de altitude) e a 9 km da Vila de Ajuruteua, com acesso pela rodovia que liga os dois pólos de referencia, distante, em linha reta, de 1 km das margens da rodovia e, aproximadamente, 300 metros das margens do Furo Grande, literalmente, dentro do manguezal, foi montada uma torre micrometeorológica com 25 metros de altura, tendo sido instalada, em seu topo, uma estação meteorológica automática Campbell, modelo CR10X. Para a coleta de dados utiliza-se um sistema de aquisição de dados composto por um microcomputador com interfaces análogo-digitais. Através de sinais emitidos pelos instrumentos, por meio de cabos elétricos, as interfaces receberam os dados que foram interpretados pelo sistema de processamento do microcomputador a cada 20 segundos, sendo então armazenados em disquetes flexíveis, com valores médios de cada variável determinados em intervalos de 30 minutos. Figura 01 - Torre micrometeorológica no interior do manguezal de Bragança-PA. O estudo foi realizado utilizando-se os dados climatológicos do período compreendidos entre agosto de 2000 a dezembro de Os mesmos foram obtidos a partir de uma estação meteorológica automática (EMA) instalada no topo de uma torre de 25 m de altura, como mostrado a figura 01. Figura 02-Visão panorâmica do ecossistema de manguezal de Bragança-PA Balanço Hídrico O balanço hídrico é um sistema contábil que realiza o monitoramento da água no solo e tem como conseqüência à aplicação do principio de conservação de massa para a água em determinado volume de solo vegetado (Pereira et al. 1997). Esse princípio de conservação, num determinado intervalo de tempo, representa o balanço entre entradas e saídas de água do volume de controle. Basicamente são seis possíveis entradas: I) chuva; II) orvalho; III) escoamento superficial; IV) drenagem lateral; V) ascensão capilar e VI) irrigação; e quatro são as possíveis saídas: I) evapotranspiração; II) escoamento superficial; III) drenagem lateral e IV) drenagem profunda (VIANELLO & ALVES, 1991).Portanto, capacidade de água disponível (CAD) é definida por: CAD = (CC – PMP) / 100. Da. Pe (2) onde: CC é a capacidade de campo; PMP é o ponto de murcha permanente; Da é densidade aparente ou global; Pe é perfil do solo em função da profundidade de exploração efetiva das raízes. Ao lado disso, o armazenamento d’ água no solo ao longo do ano, capacidade de água disponível e a perda d’ água acumulada e dada pela equação: S= F. e (A/F) (3) onde: S é o armazenamento ao longo do ano; F é a capacidade de água disponível (CAD); A é a perda d’ água acumulada (negativo acumulado). Para o presente trabalho foi utilizada a capacidade de campo de 125 mm, pois se apresenta mais adequada para o solo da região (RIBEIRO, 2001). 3.5 – Balanço hídrico RESULTADOS E DISCURSÕES A Figura 03, representa o curso do balanço hídrico para os anos de estudo, onde podemos observar as diferenças que ocorreram nas estações chuvosas e secas em relação ao excesso e déficit de armazenamento de água no solo. Nos meses de dezembro até julho ocorreu a reposição de água no solo e, por conseguinte, o excesso de água, apresentando o maior excedente em março com 2219,69 mm. Enquanto que, o mês de agosto até novembro mostrou-se uma deficiência, ocasionada pela retirada de água do solo, assim sendo o mês de novembro foi o que representou uma maior déficit com –134,28 mm na altura d’água. Figura 04 - Curso do Balanço Hídrico para o ano Figura 05 – Curso do Balanço Hídrico para o ano de 2002 Figura 06 – Curso do Balanço Hídrico para o ano de CONCLUSÃO DO TRABALHO O balanço hídrico apresentou maiores valores, eventualmente, na estação chuvosa, devido ao grande excesso de água no solo, porém para o ano de 2003 os meses de abril e maio, os quais são considerados como pertencentes à estação chuvosa apresentaram déficit, de -6,39 mm e -26,50 mm, respectivamente. Os meses de junho e de julho do ano de 2004, que por sua vez, são considerados como sendo da estação seca, apresentaram um considerável excesso de água no solo, principalmente, no mês de julho cujo valor foi de 136,20 mm. AGRADECIMENTOS Esta pesquisa vem sendo realizada com o apoio do PPG7, FINEP e MCT. Agradecemos CNPq pela concessão da bolsa através do Projeto LBA. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BASTABLE, H. G.; SHUTTLEWORTH,W.J.; DALLAROSA, R. L. G.; FISCH, G.; NOBRE,C.A. (1993). Observations of climate, albedo and surface radiation over cleared and undisturbed Amazonian Forest. International Jornal of Climatology, v.13,n.7, p CHAPMAN, V.J. (1997). Ecossystems of the world: wet coastal ecossystems. New York, Elsevier. Figura 07 - Balanço Hídrico para o ano de 2004 As figuras 04,05,06,07 e 08 representa o balanço hídrico para os anos (2001, 2002, 2003 e 2004), em estudados, onde notamos que para o ano de 2001 os excessos devido à reposição de água no solo foram nos meses de janeiro até abril, tendo pico em março (577,85 mm) e para o mês de maio foi observado um pequeno deficit (-5,27mm), por outro lado, a retirada de água do solo e, conseqüentemente, o seu déficit ocorreu nos meses de julho até dezembro, apresentando o maior valor em dezembro com –223,04 mm. Para o ano de 2002, vamos perceber que o excesso ocorreu entre os meses de janeiro e junho, onde o pico de reposição de água no solo ocorreu no mês de março (419,3 mm). A retirada de água do solo, ocorreu entre os meses julho e dezembro com maior valor deficiência em outubro (-151,88 mm). Durante o ano de 2003 apresentou maior excesso nos meses de janeiro, fevereiro (547,54 mm) e março. Já o déficit variou entre os meses de abril e dezembro e nesse último mês verificou-se o maior valor para a retirada de água do solo que foi de – 208,35 mm. Finalmente, para 2004 o excesso foi observado no período de janeiro a abril, alcançando pico de reposição de água no solo em março com valor de 673,29 mm, e no mês seguinte houve um pequeno déficit de –1,3 mm, em julho ocorreu novamente uma reposição de água no solo (136,2 mm). Em agosto e setembro, houve um déficit, tendo no mês de setembro –90,52 mm, o que representou o maior valor para a retirada de água do solo. 222


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