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TECNOLOGIA ASSISTIVA (TA) Comissão de Acessibilidade Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região.

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Apresentação em tema: "TECNOLOGIA ASSISTIVA (TA) Comissão de Acessibilidade Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região."— Transcrição da apresentação:

1 TECNOLOGIA ASSISTIVA (TA) Comissão de Acessibilidade Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região

2 “Para as pessoas, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis.” (Mary Pat Radabaugh)

3 SÍMBOLOS RELATIVOS À SURDEZ E DEFICIÊNCIA AUDITIVA Fig. 1 – Símbolo Internacional da surdez Fig. 2 – Símbolo indicativo de tecnologia para ouvir Fig. 3 – Símbolo de atendimento em Libras Fig. 4 – Símbolo de telefone com controle de volume

4 Tecnologia assistiva (TA): A TA é composta de recursos ou seja, todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série, ou sob-medida, utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. O objetivo final da TA é o uso de tecnologias (serviços e recursos) que ajudem a ultrapassar as limitações funcionais dos seres humanos num contexto social levando-se em conta, além dos aspectos tecnológicos, os fatores socioeconômicos.

5 A forma como a TA será utilizada é influenciada pelas características do usuario, bem como pelo ambiente físico e social em que se situa, e não depende unicamente dos recursos tecnológicos. Devemos considerar que, para que o uso dos recursos de TA seja funcional, os usuários devem ser os protagonistas principais pois são eles que têm a ultima palavra na escolha desses recursos. Dessa forma, a pessoa com deficiência passa de uma situação de passividade para outra, de ator ou sujeito de seu processo de desenvolvimento.

6 No Brasil, assim como a acessibilidade é um direito adquirido pelo cidadão, os recursos e serviços de TA que a possibilitam também o são. Só que na legislação brasileira, ao invés de encontrarmos o termo “Tecnologia Assistiva”, encontraremos o termo “Ajudas Técnicas” no art. 61 do Decreto nº 5296/2004.

7 Sinônimos de TA : Ajuda técnica Tecnologia adaptativa Tecnologia de apoio Adaptações Apoios técnicos

8 Aplicações: Ajudas e equipamentos para melhorar o ambiente de trabalho Ajudas para a comunicação e informação Ajudas para a vida diária Recursos de acessibilidade ao computador Auxílios de mobilidade Projetos arquitetônicos para acessibilidade Auxílios para surdos ou com déficit auditivo

9 equipamentos de infravermelho equipamentos de FM sistema de indução “loop” telefone com amplificador “headphone” celulares e “pagers” Exemplos de TA para surdos ou pessoas com déficit auditivo:

10 sistemas de mensagens em tempo real sistema com alerta táctil-visual Legendas “closed caption” acesso visual à informação sonora línguas de sinais telefones com teclado

11 PRODUTOS DE TA PARA DEFICIENTES AUDITIVOS

12 SISTEMAS DE EQUIPAMENTOS SEM FIO INFRAVERMELHO Luz de infravermelho para transmitir o sinal de áudio TV, tradução simultânea, concertos, cinema, etc Quando a luz é bloqueada (pessoas ou objetos) o sinal não pode ser ouvido Não funciona sob a luz do sol (ambiente externo)

13 SISTEMAS DE EQUIPAMENTOS SEM FIO FREQUÊNCIA MODULADA (FM) Utilizado para transmitir o som diretamente ao aparelho auditivo Transmissão sem fio Fatores como distância, eco e ruído ambiental não interferem no processo de comunicação Funciona sob a luz do sol e em ambientes internos e externos Não necessitam de instalação

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15 SISTEMAS DE EQUIPAMENTOS SEM FIO TECNOLOGIA “BLUETOOTH” TECNOLOGIA “BLUETOOTH” Auxilia o deficiente auditivo a falar no celular Fornece comunicação entre celular e aparelho auditivo Aparelho auditivo deve ser retroauricular Permite conexão com outros aparelhos que tenham esta tecnologia

16 SISTEMA DE INDUÇÃO “LOOP” O caminho entre a origem do som e o ouvinte é substituído por um sinal de indução magnética Com o aparelho auditivo na posição “T” o sinal é convertido novamente para som A pessoa pode escutar de qualquer lugar desde que esteja dentro da área que o sistema cobre

17 TELEFONE COM AMPLIFICADOR Amplificador com controle de volume Amplifica a voz de entrada Amplia também o som da campainha

18 MODELOS DE TELEFONES COM AMPLIFICADOR

19 ”HEADPHONE”

20 APARELHO CELULAR E PAGER

21 SISTEMAS DE MENSAGENS EM TEMPO REAL E VIDEOCONFERÊNCIA Estes sistemas permitem a inclusão no ambiente de trabalho ao tornar possível a comunicação com os colegas e a chefia (MSN, ICQ, Google Talk, Jabber, Pandion) Os dois últimos tem as suas instalação e utilização autorizados pelo TRT Usando os aplicativos SMS é possível a comunicação por mensagens de texto para um ou mais destinatários Alguns celulares também permitem bate papo via mensagens instantânea utilizando serviços de bate papo como MSN, ICQ, Google Talk, etc

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23 Este celular garante aos surdos a possibilidade de conversar em LIBRAS ao ampliar a qualidade da imagem na região das mãos e do rosto do usuario Com o uso deste tipo de celular a conversação é em tempo real Este outro celular transmite em LIBRAS as informações verbais recebidas pelo aparelho, ligações, músicas, vídeos, etc.

24 SISTEMA COM ALERTA TÁCTIL-VISUAL Sistema de alerta vibratório Despertadores, celulares, pagers Alarmes de incêndio com luzes que pisquem em locais onde pessoas surdas ou deficientes auditivas trabalhem Bombeiros deverão estar cientes da existência dessas pessoas em sua área de atuação Pagers e celulares são úteis para alertar pessoas com deficiência auditiva de perigos, como incêndios (modo vibratório)

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26 Quando o botão de chamada é acionado à porta de entrada a campainha, que fica no cinto da pessoa, vibra como se fosse um pager. É um transmissor de rádio em uma frequencia alta que ao ser acionado envia um sinal codificado ao receptor que identifica primeiro a frequência e depois o código. Após isso aciona o mecanismo que fará todo o conjunto vibrar. SOLUÇÃO ALTERNATIVA

27 LEITURA LABIAL OU OROFACIAL O portador de deficiência auditiva é capaz de “ler” a posição dos lábios e captar os sons que alguém está fazendo Essa técnica se chama leitura labial. Não é uma habilidade natural, em todo surdo. Precisa ser ensinada, como se ensina leitura, escrita, etc. Exige treino constante Leitura da fala é a visualização de toda a fisionomia da pessoa que fala, incluindo sua expressão fisionômica e gestos espontâneos, bem como posição do corpo Esse conjunto de dados, associados à leitura labial, auxilia bastante na compreensão de uma conversa pelos deficientes auditivos

28 Deve também ser destacado que a qualidade da leitura labial depende de outros fatores além da habilidade de leitura da pessoa com deficiência auditiva, pois tanto o nível de conforto ambiental existente no local em que a conversação é realizada, quanto a capacidade de articular corretamente os fonemas ou até mesmo o tipo de grafia labial do emissor, interferem nesse processo.

29 Poucas pessoas surdas fazem uma boa leitura labial (ler a posição dos lábios), especialmente porque a pessoa ouvinte, ao se comunicar com um surdo, esquece-se da deficiência, vira-se para os lados, usa bigode, etc. Isso atrapalha a visualização da boca do falante. A maioria faz o que se chama leitura da fala (visualização de toda fisionomia da pessoa que fala, incluindo sua expressão fisionômica e gestos espontâneos). Uma minoria não consegue fazer nenhuma dessas leituras e só se comunica através de sinais, aprendidos no decorrer de sua história de vida familiar e social, ou mesmo através da Língua Brasileira de Sinais.

30 LEGENDAS Ferramenta que transcreve, sob a forma de texto, o áudio de diversos tipos de transmissões, ao vivo ou não, como filmes, telejornais, novelas, programas de auditório, vídeos, músicas, etc. Para televisão e internet.

31 INTERNET – ACESSO VISUAL À INFORMAÇÃO SONORA A Web é informação e essa informação pode ser apresentada visualmente ou por áudio. A grande maioria dos desenvolvedores Web não levam em conta as necessidades dos indivíduos que são surdos quando pensam em acessibilidade na internet. O princípio fundamental da Acessibilidade Web para usuários com deficiência auditiva é ser: P E R C E P T Í V E L porque os deficientes auditivos não podem perceber (ouvir) conteúdo em áudio.

32 Atualmente existe uma grande quantidade de conteúdos em vídeo e áudio disponível na maior parte dos portais da Web As ferramentas para legendar vídeos para internet existem, e os conceitos sobre o uso de legendas também (MAGPie, HiCaption) Mas, nem todas as tecnologias de vídeo permitem a sincronização de legendas; entre as que possuem estas funcionalidades merecem referência as tecnologias SAMI (Synchronized Accessible Media Interchange) da Microsoft e SMIL (Synchronized Multimedia Integration Language) desenvolvida pelo W3C.

33 Internet acessível há de: a) fornecer transcrições (legendas) às informações em áudio b) fornecer legendas e transcrições aos vídeos c) apresentar janela de LIBRAS d) ter web cam para comunicação em tempo real, inclusive em LIBRAS

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35 A estratégia de acessibilidade para deficientes auditivos passa pela disponibilização de texto ou legendagem de conteúdos e instruçoes por voz e a sinalização visual de avisos sonoros A informação de um conteúdo em formato de audio ou video poderá ser apresentada em um texto fixo ou através de janela dinâmica, em LIBRAS ou texto, sincronizada em tempo real com o som Há de se permitir emissão de avisos visuais quando o sistema emitir informações sonoras

36 LINGUAS DE SINAIS As línguas de sinais são produzidas por movimentos das mãos, do corpo e por expressões faciais. Sua recepção é visual e possuem vocabulário e gramática próprios. Não são universais. Diferem de país a país, inclusive de região a região no mesmo território e possuem inúmeros dialetos. Nem todas as pessoas surdas falam em língua de sinais.

37 LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS ( mãos que falam, olhos que ouvem) O reconhecimento da Libras como língua oficial (Lei nº /2002) tem estimulado os surdos brasileiros a estudarem, concluírem o ensino médio, ingressarem nos cursos técnicos, universitários e se tornarem mais participantes na sociedade. A LIBRAS é a língua da Comunidade Surda no Brasil e é o segundo idioma oficial nacional.

38 Janela de LIBRAS: espaço delimitado no vídeo onde as informações são interpretadas na língua brasileira de sinais (LIBRAS) Este recurso possibilita ao surdo ou deficiente auditivo o acesso à informação em língua brasileira de sinais, sendo possível sua finalização em vários tipos de mídia A janela em LIBRAS deverá seguir o quanto determinado na NBR que estabelece diretrizes gerais a serem observadas para a acessibilidade em comunicação na televisão

39 O intérprete de LIBRAS atua nas diversas situações em que a interação entre surdos e ouvintes é exigida. As áreas de atuação do intérprete de LIBRAS são em sua maior parte em eventos (palestras, seminários, encontros, cultos religiosos, teatro, shows), instituições de ensino, área médica e judiciária. A profissão de tradutor e intérprete de LIBRAS foi regulamentada pela Lei nº /2010 o que significa um avanço no conceito de comunicação inclusiva e do reconhecimento da LIBRAS como uma língua oficial.

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41 OUTROS AUXÍLIOS PARA PESSOAS SURDAS Dicionário LIBRAS –língua portuguesa escrita e sinais FALIBRAS – capta a fala em português (microfone) e a exibe em Libras no monitor Signtalk – ferramenta para chat através da língua portuguesa e da escrita da LIBRAS SWEdit – para edição de textos em lingua de sinais Sign Webmessage – escrita da lingua de sinais para comunicação na Web Player Rybená – selecionando texto de páginas da internet e clicando no selo do software é fornecida a interpretação em Libras

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43 TELEFONES COM TECLADO

44 CENTRAL DE ATENDIMENTO AO SURDO CISO – Central de Intermedição Surdo Ouvinte (142) é um serviço que auxilia o surdo a se comunicar com qualquer pessoa ouvinte ou surda, Polícia, emergência, bombeiros, empresas, hospitais, etc. Na CISO a atendente intermediadora completa a ligação (que pode ser para um surdo ou ouvinte) e transmite, no caso da outra pessoa ser ouvinte, o recado por via falada, se surda, digita o recado. O serviço funciona 24 horas, todos os dias, em todo o território nacional e para todas as operadoras de telefonia, fixa ou móvel. A ligação para a CISO é gratuita, somente começa a cobrança quando a atendente completa a ligação.

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46 REFERÊNCIAS NORMATIVAS: Lei nº /2000 – Atendimento prioritário Lei nº /2000 – Lei da Acessibilidade Decreto nº 3.956/2001 – Torna o Brasil signatário da Convenção Interamericana para a eliminação de todas as formas de discriminação contra a pessoa com deficiência Lei nº /2002 – Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS Lei nº /2010 – Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS Decreto 5.296/2004 – Regulamenta as Leis nºs e Decreto 5.626/ Regulamenta a Lei nº /02 ABNT NBR – Níveis de ruído para conforto acústico ABNT NBR – Tratamento acústico em recintos fechados ABNT NBR – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico (parte 1 e parte2) ABNT NBR – Acessibilidade em comunicação na TV ABNT NBR – Comunicação na prestação de serviços

47 Comissão e Setor de Acessibilidade Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região


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