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Pesquisa Quantitativa Organização Pan-Americana de Saúde Organização Mundial de Saúde Recall e avaliação da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre.

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1 Pesquisa Quantitativa Organização Pan-Americana de Saúde Organização Mundial de Saúde Recall e avaliação da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” Outubro de 2013

2 2 objetivo geral Verificar o recall da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” em Palmas (TO) e Teresina (PI) e identificar aspectos relacionados ao comportamento de beber e dirigir dos entrevistados.

3 3 Quantitativa Palmas (TO) 414 casos Margem de erro: 4,8 pontos percentuais 14 a 19 de setembro de 2013 metodologia técnica de coleta de dados público- alvo amostra período da coleta de dados Teresina (PI) 401 casos Margem de erro: 4,9 pontos percentuais Especificações técnicas Survey (abordagem face a face) A pesquisa foi realizada de acordo com a técnica “survey”, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. As entrevistas foram realizadas em pontos de fluxos dessas cidades, ou seja, locais com maior frequência de homens dirigindo (oficinas mecânicas, borracharias, postos de gasolina, lava jato, estacionamentos, dentre outros). Homens residentes em Palmas e Teresina, de 18 a 49 anos e com renda familiar entre R$ e R$ Crivo: ter carteira de motorista e hábito de dirigir

4 4 Eixos da pesquisa Caracterização dos entrevistados Recall e avaliação da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” Objetivos e mensagens da campanha Lembrança espontânea de campanhas educativas sobre trânsito Comportamento: consumo de álcool e direção

5 5 Caracterização dos entrevistados

6 6 Idade, escolaridade e renda familiar Palmas Em Palmas e Teresina: o público entrevistado é composto por homens distribuídos em todas as faixas de idade, com maior concentração na faixa de anos. Em sua maioria possuem Ensino Médio e parte expressiva possui curso Superior. A maioria declara renda familiar entre 3 e 5 salários mínimos (Classe C).

7 7 Idade, escolaridade e renda familiar Teresina Em Palmas e Teresina: o público entrevistado é composto por homens distribuídos em todas as faixas de idade, com maior concentração na faixa de anos. Em sua maioria possuem Ensino Médio e parte expressiva possui curso Superior. A maioria declara renda familiar entre 3 e 5 salários mínimos (Classe C).

8 8 Lembrança espontânea de campanhas educativas sobre trânsito

9 9  Inicialmente, verificou-se se os entrevistados viram, nos últimos três meses (junho/julho/agosto) alguma campanha educativa sobre trânsito em algum meio de comunicação. Lembrança de alguma campanha educativa sobre trânsito nos meios de comunicação  Junto àqueles que citaram alguma campanha, perguntamos qual foi a campanha vista, bem como o meio de comunicação, a emissora ou veículo e o período do dia. Considerando apenas os pesquisados que viram a campanha OPAS/OMS, nota-se, nas menções espontâneas, que:  a maioria descreve a campanha como “mulher pede ao companheiro para não beber, em seguida sofrem acidente”;  parcela reduzida cita o slogan da campanha e há menções a um “acidente fatal envolvendo uma mulher”;  a campanha foi vista principalmente na TV, Emissora Globo, à noite. 41,3% citaram outras campanhas 43,5% não citaram nenhuma campanha 43,5% não citaram nenhuma campanha 48,1% citaram outras campanhas 49,6% não citaram nenhuma campanha 49,6% não citaram nenhuma campanha Palmas Teresina

10 10 Lembrança espontânea de alguma campanha educativa sobre trânsito Base: 100% dos entrevistados P: Lembra de ter visto, nos últimos 3 meses, alguma campanha educativa sobre trânsito em algum meio de comunicação?

11 11 Campanhas educativas que viram nos últimos 3 meses (resposta espontânea) Base: 56,5% de entrevistados que viram alguma campanha educativa em Palmas P: Como era a campanha? Falava sobre o quê? Palmas Campanha OPAS/OMS Outras campanhas

12 12 P: Como era a campanha? Falava sobre o quê? Campanhas educativas que viram nos últimos 3 meses (resposta espontânea) Teresina Campanha OPAS/OMS Outras campanhas Base: 50,4% de entrevistados que viram alguma campanha educativa em Teresina

13 13 Campanhas educativas que viram nos últimos 3 meses (resposta espontânea - % de citou a campanha OPAS/OMS) (por aspectos socioeconômicos) Base: 100% dos entrevistados Palmas P: Lembra de ter visto, nos últimos 3 meses, alguma campanha educativa sobre trânsito em algum meio de comunicação?

14 14 Campanhas educativas que viram nos últimos 3 meses (resposta espontânea - % de citou a campanha OPAS/OMS) (por aspectos socioeconômicos) Teresina Base: 100% dos entrevistados P: Lembra de ter visto, nos últimos 3 meses, alguma campanha educativa sobre trânsito em algum meio de comunicação?

15 15 Meio de comunicação em que viu/ouviu a campanha (resposta múltipla) Base: 56 casos Base: 100% dos entrevistados Base: 63 casos Base: 179 casos Base: 56 casos Base: 149 casos Base: 15 casos Base: 56 casos Palmas P: Lembra de ter visto, nos últimos 3 meses, alguma campanha educativa sobre trânsito em algum meio de comunicação?

16 16 Meio de comunicação em que viu/ouviu a campanha (resposta múltipla) Base: 9 casos Base: 195 casos Base: 9 casos Base: 189 casos Base: 8 casos Base: 189 casos Teresina Base: 100% dos entrevistados P: Lembra de ter visto, nos últimos 3 meses, alguma campanha educativa sobre trânsito em algum meio de comunicação?

17 17 Recall e avaliação da campanha: “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você”

18 18 Recall da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” “Amor você bebeu... e você não devia tá dirigindo. Ah, Nanda, relaxa...”  as peças da campanha (TV, spot de rádio, impresso de jornal e busdoor) foram apresentadas e verificamos se os pesquisados se lembravam de tê-las visto/escutado nos meios de comunicação;  Esta próxima etapa avalia o recall da campanha e contempla os seguintes aspectos:

19 19  em seguida, a campanha foi avaliada de acordo com a seguinte escala: Recall da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você”  de acordo com a avaliação do entrevistado, identificamos os motivos para as avaliações (negativa, regular ou positiva), em pergunta de resposta espontânea; e  finalmente, os entrevistados classificaram a atratividade da campanha, a partir da escala: Péssima Regular Ótima Ruim Boa Muito baixa capacidade de chamar atenção Média Muito alta capacidade de chamar atenção Baixa Alta

20 20 Recall da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” Em ambas as praças pesquisadas, a TV é o meio de comunicação com maior recall da campanha (tanto na lembrança espontânea, como na estimulada). Em Palmas, mais de ¾ dos entrevistados lembraram do comercial, enquanto em Teresina o patamar foi de 60%. O material em busdoor é o segundo mais lembrado, superando 56% em Palmas e 36% em Teresina. O spot de rádio ocupa terceiro lugar na lembrança (37% em Palmas e 24% em Teresina). O material em jornal é o menos lembrado nas duas cidades. De modo geral, a campanha apresenta maior recall em Palmas, se comparado a Teresina, em todos os meios de comunicação. A campanha é muito bem avaliada, obtendo parcelas de avaliação positiva acima de 87% e percentuais irrelevantes de avaliação negativa. Outro resultado favorável é a capacidade de a campanha chamar atenção (79% em Palmas e 71% em Teresina citam “alta capacidade”) PalmasTeresina % que lembrou TV76,659,9 Busdoor56,536,7 Rádio36,524,4 Jornal26,816,7 GERAL*88,474,8 * GERAL: % de entrevistados que se lembram da campanha, independentemente do meio de comunicação

21 21 Lembrança estimulada da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” (% que lembrou após apresentação do material) Base: 100 % dos entrevistados

22 22 Lembrança estimulada da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” (% que lembrou após apresentação do material) Base: 100 % dos entrevistados

23 23 Lembrança estimulada da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” (% que lembrou após apresentação do material) Base: 100 % dos entrevistados

24 24 Lembrança estimulada da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” (% que lembrou após apresentação do material) Base: 100 % dos entrevistados

25 25 Lembrança estimulada da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” (% que lembrou após apresentação do material) Base: 100 % dos entrevistados

26 26 Lembrança estimulada da campanha (Variável construída contabilizando o % que lembrou da campanha, independentemente do meio de comunicação) Base: 100 % dos entrevistados

27 27 Lembrança estimulada da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” (% que lembrou após apresentação do material/por aspectos socioeconômicos) Base: 100 % dos entrevistados Palmas

28 28 Base: 100 % dos entrevistados Lembrança estimulada da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” (% que lembrou após apresentação do material/por aspectos socioeconômicos) Teresina

29 29 Avaliação geral da campanha “Bebida no trânsito mata, e nem sempre é só você” (escala agregada) Base: 100 % dos entrevistados P: De maneira geral, como você avalia essa campanha publicitária sobre trânsito que mostramos? TeresinaPalmas A campanha é bem avaliada em ambas as cidades, apresentando avaliação positiva em patamar próximo a 90% (de notas boas/ótimas).

30 30 Avaliação geral da campanha “Bebida no trânsito mata, e nem sempre é só você” (escala agregada) Base: 100 % dos entrevistados P: De maneira geral, como você avalia essa campanha publicitária sobre trânsito que mostramos? Palmas

31 31 Avaliação geral da campanha “Bebida no trânsito mata, e nem sempre é só você” (escala agregada) Base: 100 % dos entrevistados P:De maneira geral, como você avalia essa campanha publicitária sobre trânsito que mostramos? Teresina

32 32 Motivos para avaliar a campanha como “boa” ou “ótima” (resposta espontânea) Base: 89,1% de entrevistados que avaliam a campanha de forma positiva em Palmas P: Por que considera essa campanha boa ou ótima? TeresinaPalmas Base: 87% de entrevistados que avaliam a campanha de forma positiva em Palmas

33 33 Motivos para avaliar a campanha como “péssima/ruim” ou “regular” (resposta espontânea) TeresinaPalmas Base: entrevistados que avaliam a campanha de forma regular (34 casos) Base: entrevistados que avaliam a campanha de forma negativa (11 casos) Por que considera essa campanha péssima ou ruim? Base: entrevistados que avaliam a campanha de forma negativa (14 casos) Base: entrevistados que avaliam a campanha de forma regular (38 casos) Por que considera essa campanha péssima ou ruim? Por que considera essa campanha regular?

34 34 Capacidade de a campanha chamar atenção (escala agregada) Base: 100% dos entrevistados P:Como você classificaria a capacidade dessa campanha de chamar sua atenção? TeresinaPalmas

35 35 Capacidade de a campanha chamar atenção (escala agregada/por aspectos socioeconômicos) Base: 100% dos entrevistados P: Como você classificaria a capacidade dessa campanha de chamar sua atenção? Palmas

36 36 Capacidade de a campanha chamar atenção (escala agregada/por aspectos socioeconômicos) Base: 100% dos entrevistados P:Como você classificaria a capacidade dessa campanha de chamar sua atenção? Teresina

37 37 Objetivos e mensagens da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você”

38 38 Objetivos e mensagens da campanha “Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você” Em ambas as cidades, a maioria dos pesquisados (69% em Palmas e 60% em Teresina) afirma que a campanha consegue atingir sua finalidade, ou seja, fazer com que as pessoas reflitam antes de beber e dirigir.  Os últimos resultados referem-se à percepção dos entrevistados acerca da:  mensagem da campanha (resposta espontânea);  capacidade de a campanha alcançar o objetivo ; e  capacidade de a campanha mudar o comportamento dos entrevistados em relação a beber e dirigir. No geral, as mensagens mais citada pelos entrevistados foram “não se deve beber se for dirigir” e “direção e álcool não combinam” Apesar da boa avaliação, ao serem perguntados sobre mudanças no comportamento motivadas pela campanha, menos da metade dos pesquisados afirma que a campanha muda algo em seu comportamento. Dentre esses que afirmam não mudar, a maioria justifica-se explicando que não bebe ou já não tinha o hábito de dirigir após beber.

39 39 Principal mensagem da campanha (resposta espontânea) Base: 100% dos entrevistados P:Na sua opinião, qual a principal mensagem desta campanha? TeresinaPalmas

40 40 A campanha conseguiu atingir o objetivo de fazer com que as pessoas pensem antes de beber e dirigir? Base: 100% dos entrevistados P: A principal finalidade desta campanha é fazer com que as pessoas pensem antes de beber e dirigir. Na sua opinião, esta campanha conseguiu atingir este objetivo?

41 41 A campanha conseguiu atingir o objetivo de fazer com que as pessoas pensem antes de beber e dirigir? (por aspectos socioeconômicos) Base: 100% dos entrevistados P: A principal finalidade desta campanha é fazer com que as pessoas pensem antes de beber e dirigir. Na sua opinião, esta campanha conseguiu atingir este objetivo? Palmas

42 42 Base: 100% dos entrevistados P: A principal finalidade desta campanha é fazer com que as pessoas pensem antes de beber e dirigir. Na sua opinião, esta campanha conseguiu atingir este objetivo? Teresina A campanha conseguiu atingir o objetivo de fazer com que as pessoas pensem antes de beber e dirigir? (por aspectos socioeconômicos)

43 43 Campanha muda algo no comportamento em relação a beber e dirigir? Base: 100% dos entrevistados P: Depois de ver essa campanha, muda alguma coisa no seu comportamento em relação a beber e dirigir?

44 44 Campanha muda algo no comportamento em relação a beber e dirigir (por aspectos socioeconômicos) Base: 100% dos entrevistados P:Depois de ver essa campanha, muda alguma coisa no seu comportamento em relação a beber e dirigir? Palmas

45 45 Campanha muda algo no comportamento em relação a beber e dirigir (por aspectos socioeconômicos) Base: 100% dos entrevistados P:Depois de ver essa campanha, muda alguma coisa no seu comportamento em relação a beber e dirigir? Teresina

46 46 O que muda no comportamento (resposta espontânea) Base: 46,4% de entrevistados que afirmam que a campanha muda seu comportamento P:O que muda? TeresinaPalmas Base: 44,6% de entrevistados que afirmam que a campanha muda seu comportamento

47 47 Porque não muda o comportamento (resposta espontânea) P: Por que não muda? TeresinaPalmas Base: 48,4% de entrevistados que afirmam que a campanha não muda seu comportamento Base: 50,5% de entrevistados que afirmam que a campanha não muda seu comportamento

48 48 Comportamento – consumo de álcool e direção

49 49 Comportamento Consumo de álcool e direção Em ambas as cidades, considerando os entrevistados que costumam beber, cerca de 2/3 afirmam que consumiram álcool e dirigiram (no último ano).  O objetivo deste bloco de perguntas é traçar um breve perfil dos entrevistados em relação ao consumo de álcool e direção:  conhecimento acerca da principal causa de acidentes e mortes nas rodovias;  frequência que costumam consumir bebida alcoólica;  quantidade de doses que costumam beber;  ocasiões que costumam beber;  consumo de bebida alcoólica e prática da direção na mesma ocasião. De modo geral, o “mau comportamento/ imprudência dos motoristas” é apontado como principal causa de acidentes, seguido do “consumo de álcool por motoristas”. Parte significativa dos entrevistados afirma que tem hábito de beber (60% em Palmas e 70% em Teresina). Dentre aqueles que costumam beber, a maioria consome álcool com elevada frequência (1 a 3 vezes por mês ou 1 a 4 vezes por semana). Prevalece a parcela que consome de 5 a 11 doses, seguida dos que ingerem 3 ou 4 doses. A “casa” é o local mais citado por aqueles que costumam beber; e “bares/baladas” é a segunda ocasião mais citada.

50 50 Principal causa de acidentes e mortes nas rodovias (resposta espontânea) P: Pelo que você sabe ou ouve falar, qual é a principal causa de acidentes e mortes nas rodovias e estradas do Brasil? Base: 100% dos entrevistados TeresinaPalmas

51 51 Frequência que costuma consumir bebida alcoólica Base: 100% dos entrevistados P: Com que frequência costuma consumir qualquer bebida alcoólica? TeresinaPalmas

52 52 Palmas Frequência que costuma consumir bebida alcoólica (agregada/ por aspectos socioeconômicos) Base: 100% dos entrevistados P: Com que frequência costuma consumir qualquer bebida alcoólica?

53 53 Base: 100% dos entrevistados P: Com que frequência costuma consumir qualquer bebida alcoólica? Teresina Frequência que costuma consumir bebida alcoólica (agregada/ por aspectos socioeconômicos)

54 54 Número de doses que costuma consumir “Beber consumindo um volume excessivo de álcool num curto espaço de tempo é uma prática conhecida na literatura internacional como binge drinking ou beber em binge. O termo é empregado no mundo todo para definir o uso pesado do álcool. Esse é um tipo de beber mais perigoso e frequentemente associado a uma série de problemas físicos, sociais e mentais. (...) A quantidade que define o binge foi estabelecida por inúmeros estudos, em 5 doses para homens e 4 doses para mulheres, em uma só ocasião.” Fonte: I Levantamento Nacional sobre os Padrões de Consumo de Álcool na População Brasileira, 2007 Dentre os que consomem álcool, mais da metade bebe em “binge”, ou seja, mais de 5 doses (em ambas as cidades) TeresinaPalmas Base: 59,7% de entrevistados que têm hábito de beber Base: 69,8% de entrevistados que têm hábito de beber UMA DOSE CORRESPONDE A: UMA LATINHA DE CERVEJA; OU UM CHOPE DE 350 ml; OU UMA TAÇA DE VINHO; OU UMA DOSE DE BEBIDA DESTILADA DE 90ml (CACHAÇA, UÍSQUE, CONHAQUE, DRINKS, ETC.).

55 55 Número de doses que costuma consumir (por aspectos socioeconômicos) Base: Nº de entrevistados que têm hábito de beber P: Diria que costuma beber: Palmas

56 56 Número de doses que costuma consumir (por aspectos socioeconômicos) Diria que costuma beber: Base: Nº de entrevistados que têm hábito de beber Teresina * * Atenção: baixo nº casos

57 57 Em casa Bar/balada Casa de amigos Casa de parentes Restaurantes Festas (casamentos, formaturas, etc.) Eventos musicais/esportivos 44,6 % Palmas 36,7 % Teresina Situações em que costumam beber (resposta múltipla) 19,8% Palmas 28,7% Teresina 14,9% Palmas 10,8% Teresina 11,5% Palmas 5,6% Teresina 3,1% Palmas 9,6% Teresina 3,4% Palmas 3,6% Teresina 2,6 % Palmas 5,0% Teresina Imagens - Fonte:123RF® Base: % de entrevistados que têm hábito de beber (59,7% em Palmas e 69,8% em Teresina)

58 58 Situações em que costumam beber - por aspectos socioeconômicos (resposta múltipla) P: Em qual situação/ocasião, geralmente, você costuma beber? Base: Nº de entrevistados que têm hábito de beber Palmas

59 59 Situações em que costumam beber - por aspectos socioeconômicos (resposta múltipla) P: Em qual situação/ocasião, geralmente, você costuma beber? Base: Nº de entrevistados que têm hábito de beber Palmas

60 60 Situações em que costumam beber - por aspectos socioeconômicos (resposta múltipla) Base: Nº de entrevistados que têm hábito de beber P: Em qual situação/ocasião, geralmente, você costuma beber? Teresina * * Atenção: baixo nº casos

61 61 Situações em que costumam beber - por aspectos socioeconômicos (resposta múltipla) Base: Nº de entrevistados que têm hábito de beber P: Em qual situação/ocasião, geralmente, você costuma beber? Teresina

62 62 Consumiu bebida alcóolica e dirigiu nos últimos 12 meses P: Nos últimos 12 meses consumiu bebida alcoólica e dirigiu na mesma ocasião? Em ambas as cidades, considerando os entrevistados que costumam beber, cerca de 2/3 afirmam que consumiram álcool e dirigiram. Base: % de entrevistados que têm hábito de beber (59,7% em Palmas e 69,8% em Teresina)

63 63 Consumiu bebida alcóolica e dirigiu nos últimos 12 meses (por aspectos socioeconômicos) P:Nos últimos 12 meses consumiu bebida alcoólica e dirigiu na mesma ocasião? Base: Nº de entrevistados que têm hábito de beber Palmas Destacam-se 62% dos jovens em Palmas e de 70% em Teresina têm o hábito de beber: dentre esses, mais de 80% em Palmas e 68% em Teresina afirmam que consumiram bebida alcoólica e dirigiram na mesma ocasião.

64 64 Consumiu bebida alcóolica e dirigiu nos últimos 12 meses (por aspectos socioeconômicos) P:Nos últimos 12 meses consumiu bebida alcoólica e dirigiu na mesma ocasião? Base: Nº de entrevistados que têm hábito de beber Teresina * * Atenção: baixo nº casos

65 65 Comportamento Consumo de álcool e direção Os resultados apontam tendências distintas nas cidades pesquisadas: -em Palmas, a maioria (48%) afirma que é alta a chance de ser parado por uma blitz; além disso, mais de 80% dos entrevistados conhecem a regra da Lei Seca - que proíbe a ingestão de qualquer quantidade de álcool; -Teresina apresenta cenário contrastante, tendo em vista que 25% afirmam que á alta a chance de serem parados por uma blitz; e 61% afirmam que, segundo a Lei Seca, nenhuma dose de álcool é permitida, acertando a questão. De modo geral, a maior parte dos pesquisados (63% em Palmas e 74% em Teresina) acredita que as pessoas não estão preocupas com os riscos de combinar álcool e direção.  Na sequência, foram investigados os seguintes aspectos:  percepção sobre o risco de ser parado por policial/blitz ao beber e dirigir;  percepção acerca do número de doses máximas que o condutor pode consumir sem prejudicar sua capacidade de dirigir;  conhecimento acerca da Lei Seca (número de doses permitidas);  mudanças de comportamento provocadas pela Lei Seca;  percepção sobre a preocupação das pessoas com os riscos de beber e dirigir.

66 66 Chance de ser parado por uma blitz e receber multa por dirigir alcoolizado P: Pensando em ocasiões como essa(s), em que você consome bebida alcoólica e dirige, na sua opinião, qual a chance de você ser parado por um policial/blitz e receber uma multa por beber e dirigir? Você diria que a chance é alta, média ou baixa? TeresinaPalmas Base: % de entrevistados que têm hábito de beber (59,7% em Palmas e 69,8% em Teresina)

67 67 Chance de ser parado por uma blitz e receber multa por dirigir alcoolizado (por aspectos socioeconômicos) P: Pensando em ocasiões como essa(s), em que você consome bebida alcoólica e dirige, na sua opinião, qual a chance de você ser parado por um policial/blitz e receber uma multa por beber e dirigir? Você diria que a chance é alta, média ou baixa? Base: Nº de entrevistados que têm hábito de beber Palmas * * Atenção: baixo nº casos

68 68 Chance de ser parado por uma blitz e receber multa por dirigir alcoolizado (por aspectos socioeconômicos) P: Pensando em ocasiões como essa(s), em que você consome bebida alcoólica e dirige, na sua opinião, qual a chance de você ser parado por um policial/blitz e receber uma multa por beber e dirigir? Você diria que a chance é alta, média ou baixa? Base: Nº de entrevistados que têm hábito de beber Teresina * * Atenção: baixo nº casos

69 69 Na sua opinião, quantas doses no máximo uma pessoa pode beber sem prejudicar a capacidade de dirigir? Base: 100 % dos entrevistados P: Na sua opinião, quantas doses, no máximo, uma pessoa pode beber sem prejudicar sua capacidade de dirigir, ou seja, sem prejudicar suas condições físicas e mentais para dririgir, não perder o controle do carro, não se envolver em acidentes, etc.? TeresinaPalmas 41,6%58,3%

70 70 Lei Seca- Pelo que você sabe, de acordo com a Lei, quantas doses, no máximo, o motorista pode beber antes de dirigir? (resposta espontânea) Base: 100 % dos entrevistados P: Em 20 de dezembro de 2012 entraram em vigor novas regras sobre o consumo de bebida alcoólica e direção, a chamada Lei Seca. Pelo que você sabe ou ouve falar, de acordo com a Lei Seca, quantas doses, no máximo, o motorista pode beber antes de dirigir? TeresinaPalmas

71 71 Mudanças que a Lei Seca provocou no comportamento em relação ao consumo de álcool e direção P: A Lei Seca que está em vigor pune os motoristas que apresentarem qualquer quantidade de álcool no sangue. Por isso, ela também é chamada de “tolerância zero”. Esta lei muda/mudou o seu comportamento/atitudes em relação ao consumo de álcool e direção de veículos? (SE SIM) O que mudou? Base: 15,5 % de entrevistados que erraram o número de doses permitidas pela Lei Seca TeresinaPalmas Base: 33,2 % de entrevistados que erraram o número de doses permitidas pela Lei Seca

72 72 Na sua opinião, as pessoas estão preocupadas com os riscos de beber e dirigir? Base: 100% dos entrevistados P: De maneira geral, as pessoas estão preocupadas com os riscos de beber e dirigir, ou não?

73 73 Perfil do bebedor

74 74 Eventual bebe menos de uma vez por mês ou 1 a 3 vezes por mês Frequente bebe 1 a 4 vezes por semana ou todos os dias Leve bebe até 4 doses Pesado bebe 5 doses ou mais (“binge”) Abstêmio bebe menos de uma vez por ano ou nunca bebeu  A partir das variáveis “frequência de consumo” e “número de doses consumidas em uma única ocasião” criou-se a variável “perfil do bebedor”, que classifica os entrevistados em:  Bebedor frequente pesado  Bebedor frequente leve  Bebedor eventual pesado  Bebedor eventual leve  Abstêmio Perfil do bebedor (variável construída) UMA DOSE CORRESPONDE A: UMA LATINHA DE CERVEJA; OU UM CHOPE DE 350 ml; OU UMA TAÇA DE VINHO; OU UMA DOSE DE BEBIDA DESTILADA DE 90ml (CACHAÇA, UÍSQUE, CONHAQUE, DRINKS, ETC.).

75 75 Perfil do bebedor (variável construída) Base: 100% dos entrevistados Destaca-se, em Teresina, a parcela incidente de entrevistados que se enquadram na categoria “bebedor frequente pesado” (31%) TeresinaPalmas

76 76 Perfil do bebedor (por aspectos socioeconômicos) Base: 100% dos entrevistados Palmas

77 77 Perfil do bebedor (por aspectos socioeconômicos) Base: 100% dos entrevistados Palmas

78 78 Perfil do bebedor (por aspectos socioeconômicos) Base: 100% dos entrevistados Teresina * * Atenção: baixo nº casos

79 79 Perfil do bebedor (por aspectos socioeconômicos) Base: 100% dos entrevistados Teresina

80 80 Perfil do bebedor x Recall Base: 100% dos entrevistados Palmas Teresina Base: Base:

81 81 Perfil do bebedor x Avaliação da campanha Base: 100% dos entrevistados Enquanto a avaliação positiva está concentrada no perfil de bebedor eventual leve, os percentuais mais notáveis de avaliação regular/ruim (ainda que baixos) da campanha vêm do grupo de bebedores do tipo frequente pesado. Palmas Base:

82 82 Perfil do bebedor x Avaliação da campanha Base: 100% dos entrevistados Teresina Base:

83 83 Perfil do bebedor x Campanha atingiu objetivo Base: 100% dos entrevistados Palmas Teresina Base: Base:

84 84 Perfil do bebedor x Mudança de comportamento Base: 100% dos entrevistados Chamam a atenção as parcelas de pesquisados no perfil bebedor frequente pesado que afirmam que a campanha muda o comportamento de beber e dirigir (61,2% em Palmas e 68,5% em Teresina). Palmas Teresina Base: Base:

85 85 Considerações finais

86 86 Este estudo demonstra que a campanha Bebida no trânsito mata. E nem sempre só você obtém resultados predominantemente favoráveis. Os seguintes aspectos compõem esse cenário: recall da campanha (após apresentação das peças) em ambas as cidades: 88% em Palmas e 75% em Teresina se lembraram da campanha – independentemente do meio de comunicação; considerando apenas a televisão, meio com melhor recall, a campanha foi lembrada por cerca de 77% em Palmas e 60% em Teresina; parcelas incidentes de avaliação positiva (cerca de 90% nessas capitais); alta capacidade de a campanha chamar atenção da maioria dos entrevistados; e de modo geral, a maior parte dos pesquisados (com prevalência em Palmas) afirma que a campanha conseguiu alcançar seu objetivo  incentivar a reflexão sobre o beber e dirigir. Considerações finais Vale ressaltar que, apesar de as cidades apresentarem cenários similares, na maioria dos aspectos Palmas se sobressai (um pouco) mais favoravelmente do que a capital piauiense.

87 87 Considerações finais Entretanto, apesar da boa avaliação geral da campanha, os resultados revelam diversos desafios relacionados à conscientização sobre o “consumo de álcool e direção”. Quando perguntados, por exemplo, sobre a capacidade de a campanha provocar uma mudança de comportamento, as opiniões de dividem e cerca de metade dos respondentes afirma que “não muda”, valendo-se de justificativas tais como: “não tenho hábito de beber e dirigir” ou afirmam que adotam medidas “protetoras” (conseguem controlar limites, bebem de vez quando, bebem perto de casa, etc.)  acreditam que a bebida não influencia negativamente sua capacidade de dirigir. Contudo, resultado mais favorável é observado no cruzamento por perfil de bebedor: 61% dos bebedores tipo frequente pesado em Palmas e 69% em Teresina afirmam que a campanha influencia na sua mudança de comportamento  a campanha tem potencial para sensibilizá-los.

88 88 Considerações finais Outra importante faceta do problema está relacionada a aspectos comportamentais: há elevada incidência de homens que costumam consumir bebida alcoólica com alta frequência e em “binge” (ou seja, acima de 5 doses); chamam atenção as parcelas de 31% em Teresina e de 16% em Palmas que bebem de modo frequente pesado ; e ainda percentual significativo que afirma ter bebido e dirigido, na mesma ocasião: aproximadamente 2/3 dos entrevistados nessas capitais; mais de 63% em Palmas e 74% em Teresina percebem que as pessoas não estão preocupadas com o consumo de álcool e direção. Ou seja, os grupos mais críticos à campanha são compostos por aqueles que têm forte hábito de beber (costumam beber muitas doses e com frequência). Nota-se que, considerando o perfil do bebedor: as maiores parcelas de avaliação positiva estão concentradas no perfil bebedor eventual leve; os percentuais mais notáveis de avaliação regular/ruim, ainda que baixos, estão entre os bebedores do tipo frequente pesado (*excluindo-se os abstêmios).

89 89 Considerações finais Ainda considerando os aspectos comportamentais, outro dado relevante é o perfil dos jovens (18 a 24 anos) – considerado grupo de risco quando o assunto é álcool e direção: 62% dos jovens em Palmas e de 70% em Teresina têm o hábito de beber; dentre esses, mais de 80% em Palmas e 68% em Teresina afirmam que consumiram bebida alcoólica e dirigiram na mesma ocasião. Destaca-se ainda, em Teresina, 2/3 dos pesquisados – que ao serem perguntados sobre o número de doses que uma pessoa pode ingerir sem afetar a capacidade de dirigir – citam quantidade igual ou superior a uma dose, chegando a mais de 11 doses, em alguns casos; em Teresina apenas 61% conhecem a regra da Lei Seca, ao passo que em Palmas 81% sabem que a Lei não permite nenhum nível de alcoolemia. Considerando tais análises, esse estudo deixa ainda mais evidente a importância de ações preventivas/interventivas direcionadas para a reflexão sobre a incompatibilidade do álcool e direção. Afinal, este é um problema desafiante, que requer um esforço conjunto e contínuo, tendo em vista os diversos aspectos (socioculturais, comportamentais, legais, dentre outros) que envolvem essa temática.

90 90 Rua do Ouro, CEP Belo Horizonte. MG. Brasil Tel.: (55) Gerência de Negócios – Ana Paula Gonçalves Gerente Técnica – Marta Maia Analista Responsável – Apoena Ramos


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