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1 SEXUALIDADE: UMA QUESTÃO A SER PENSADA DENTRO DAS INSTITUIÕES Valéria Corrêa da Silva Março/2006.

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1 1 SEXUALIDADE: UMA QUESTÃO A SER PENSADA DENTRO DAS INSTITUIÕES Valéria Corrêa da Silva Março/2006

2 2 SEXO = SEXUALIDADE ?

3 3 “... As noções de sexo mais seguro ainda enfocam uma perspectiva da sexualidade extremamente genitalizada, onde outras formas de experiências sexuais continuam sendo consideradas periféricas ou perversas. Descobrir a existência de milhares de órgãos sexuais pelo corpo e tirar o peso patológico e perverso de expressões do desejo contrariam o estabelecido podem ser um bom caminho. Não se quer dizer, obviamente, que o sexo genital deva ser abolido, mas que, ao seu lado, formas periféricas da sexualidade possam também ser vividas plenamente e sem a carga pejorativa e doentia que as cercam. E ampliar esses campos de prazer é, sem dúvida, uma resposta afirmativa à afetividade. E continuar tudo, apesar de tudo, o beijo, o carinho, a sensualidade quando se tem cabeça para tentar o que parece impossível.” Betinho.

4 4 ATENÇÃO INTEGRAL EM SAÚDE Mental; Física; Sexual; Social.

5 5 SAÚDE É ter meios de traçar um caminho pessoal e original em direção ao bem estar físico, psíquico e social; Ela se expressa através da vitalidade física, mental e social para a atuação frente aos desafios e conflitos; Saúde é quando ter esperança é permitido. *Fonte: Christophe Dejours, 1986.

6 6 SAÚDE SEXUAL É a integração dos aspectos somáticos, emocionais, intelectuais e sociais do ser humano, de maneira a enriquecer e a melhorar sua personalidade, sua capacidade de amar. (WHO Technical Report Series, 1975)

7 7 OS TRÊS ELEMENTOS BÁSICOS DA SAÚDE SEXUAL Capacidade para desfrutar e controlar o comportamento sexual e reprodutivo de acordo com uma ética social e pessoal; Libertar-se do medo, da vergonha, da culpa, das falsas crenças e de outros fatores psicológicos que inibem a resposta sexual e prejudicam as relações sexuais; Libertar-se das desordens orgânicas, das doenças e dificuldades que interferem nas funções sexuais e reprodutivas.

8 8 A sexualidade humana forma parte integral da personalidade de cada um. É uma necessidade básica e um aspecto do ser humano que não pode ser separado de outros aspectos da vida; Sexualidade não é sinônimo de coito, e não se limita à presença ou não do orgasmo; Sexualidade é muito mais do que isso. É energia que motiva encontrar o amor, contato e intimidade e se expressa na forma de sentir, nos movimentos das pessoas e como estas tocam e são tocadas; A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, ações, integrações e portanto a saúde física e mental; Se a saúde é um direito humano fundamental, a saúde sexual também deveria ser considerada como direito humano básico; A saúde mental é a integração dos aspectos sociais, somáticos, intelectuais e emocionais de maneira tal que influenciem positivamente a personalidade, a capacidade de comunicação com outras pessoas e o amor. OMS/1975

9 9 SEXUALIDADE Diferente de genitalidade; Acontece em todo o corpo; Natural e humana; Controle social da sexualidade como fator de risco; Vulnerabilidade. *Fonte: Guia de capacitadores – etapa 1/Fundação Odebrecht- PEAS.

10 10 DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS Direito a desfrutar das relações sexuais, sem temor de gravidez e/ou contrair uma doença transmitida pela relação sexual; Direito de decidir quantos filhos quer ter; Direito de ter gestação e parto nas melhores condições; Direito de conhecer, gostar e cuidar do corpo e dos órgãos sexuais; Direito de ter uma relação sexual sem violência ou maltrato; Direito de ter informações e acesso aos métodos anticoncepcionais.

11 11 A sexualidade abrange quem somos e o que somos como homens e mulheres, como chegamos a sê-lo, como nos sentimos a este respeito e como lidamos com isto numa relação. O domínio da sexualidade envolve aprendizado, reflexão, planejamento, adiamento, desenvolvimento de valores morais e tomada de decisões.” Calderone & Ramsey, 1986.

12 12 A educação sexual deve ser:. uma educação mais para o ser do que para o ter ou fazer,. uma educação para a formação de auto- consciência e dos próprios valores,. uma educação para a troca,. uma educação para a liberdade, com responsabilidade,.uma educação para o amor,. uma educação para a vida passada, presente e futura. Cecília Cardinal de Martin.

13 13 “...Uma vez mais, eu insisto que a pedagogia a ser vivida precisa ser uma pedagogia que respeite e estimule a subjetividade... Eu acho que hoje nós estamos com a chance de viver com muita força uma pedagogia que, sem cair no subjetivismo, restaure a importância da subjetividade. E essa importância da subjetividade é a assumpção do corpo consciente, quer dizer, eu não sou só matéria, mas eu sou um corpo consciente. E o meu corpo consciente tem que ser sujeito que lida, que trata, que discute, que decide, que opera em função inclusive do risco da Aids. Não posso assumir o saber sobre a Aids e o saber sobre o meu corpo. Discutir o corpo, a inteligência do corpo, o corpo no mundo, o corpo com o mundo é uma das únicas formas que a gente tem hoje de enfrentar o problema.” Paulo Freire


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