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Tomoko lyda Paganelli. U M PROGAMA INSPIRADO POR G ANDHI PARA AS ESCOLAS RURAIS DA Í NDIA A) Saber orientar-se no espaço, isto é, saber de acordo com.

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1 Tomoko lyda Paganelli

2 U M PROGAMA INSPIRADO POR G ANDHI PARA AS ESCOLAS RURAIS DA Í NDIA A) Saber orientar-se no espaço, isto é, saber de acordo com um plano dado, encontrar um lugar preciso na cidade e no campo: B) Saber expressar-se: saber traçar a planta de um povoado, de uma casa, de uma rua, de uma granja e de um jardim. OBJETIVOS :

3  O progama levanta indagações  Expressar-se graficamente é um processo a ser construído.  Exige abstrações empíricas e reflexivas. (Projetivas ou euclidianas)

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6 Idades apropriadas (aproximadas) para realização de atividades relacionadas às relações e conservações espaciais. *Segundo Piaget e seus colaboradores 15 – 17 Anos Ensino Médio Localizações \ AnálisesCorrelações\ Sínteses 6-14 Anos – Ensino Fundamental Alfabetização Cartografica\ Relações Euclidianas Relações Projetivas\ Relações Topológicas 3-5 Anos Educação Infantil Os desenhos da Criança

7 Os professores conhecem o espaço que a criança se locomove? Até que ponto a escola e os professores ‘’ Inconscientemente’’ alienam o aluno de seu próprio espaço, de sua realidade vivida? Não estarão, dessa maneira, criando condições de negar sua realidade, criando condições para o não questionamento das raízes de uma organização espacial discriminatória ou subumana? Buscou-se analisar o papel da percepção e locomoção no espaço geográfico local no processo de operacionalização das relações espaciais por meio do desenho de um espaço urbano percorrido pelas crianças.

8 N O ESTUDO REALIZADO FORAM TESTADAS TRÊS H IPÓTESES 1º Sobre a diferença entre o grau de operacionalização das relações espaciais em situações reais no espaço urbano escolhido e num modelo reduzido do mesmo espaço. 2º Interferência da percepção e utilização do espaço urbano (Experiência físico-Motora no espaço. 3º Diferença qualitativa nos níveis de operacionalização e da representação gráfica entre alunos de escola pública e escola privada.

9 A EPISTEMOLOGIA GENÉTICA DO ESPAÇO A questão fundamental de Piaget é “como é possível o conhecimento? Como o ser humano chega a alcançar o conhecimento logico matemático? Como possível a matemática e a física?

10 Para responder essas perguntas, Piaget fundamentou-se não só da MATEMATICA e FÍSICA mas também BIOLOGIA, criando uma epistemologia genética, uma teoria do conhecimento sob amplo biológico, uma teoria do desenvolvimento das estruturas mentais biológicas.

11 As teses de piaget, em relação a construção do espaço, podem ser representadas, inicialmente em três itens: A) Ação, mas que a percepção, constituiu, veiculo essencial do progresso evolutivo na construção do espaço. B)As representações espaciais formam-se através da organização das ações realizadas com os objetivos no espaço. C) A Diferença entre a ordem ontogenética e histórica na construção dos conhecimentos topológicos, projetivos e euclidianas.

12 E TAPAS DA CONSTRUÇÃO DO ESPAÇO 1º Estagio ( Período sensório Motor ) 0-2 anos. Progresso do Bebê na construção que parte entre diversos sentidos isoladas, do espaço gustativo, visual, postural, cenestésico, onde as ações criam o espaço, mas o sujeito da ação não se situa nele. 2º Estagio (Espaço representativo) 2 anos em diante, a partir que a função simbólica, torna a criança capaz de agir somente sobre os objetos reais e presentes, também fatos simbolizados ou mentalmente representados.

13 3º Estagio( Operações concretas) (7-8 a anos). neste período o egocentrismo intelectual e social (incapacidade de se colocar no ponto de vista de outros). Neste estágio refere-se ao aparecimento da capacidade da criança de interiorizar as ações, (se lhe perguntarem, por exemplo, qual é a vareta maior, entre várias, ela será capaz de responder acertadamente comparando-as mediante a ação mental, ou seja, sem precisar medi-las usando a ação física). 4° Estagio ( Coordenações Operatórias) ( 11 a 12 anos) nesta fase a criança, ampliando as capacidades conquistadas na fase anterior, a criança adquire "capacidade de criticar os sistemas sociais e propor novos códigos de conduta: discute valores morais de seus pais e constrói os seus próprios (adquirindo, portanto, autonomia)".

14 A S RELAÇÕES ESPACIAIS Piaget distingue, a partir da geometria contemporânea, três tipos principais de relações espaciais: 1) Relações espaciais Métricas (ou euclidianas). 2) Relações espaciais projetivas 3) Relações espaciais topológicas

15 O PERAÇÕES ESPACIAIS Piaget identifica três problemas principais  Intuição Geométrica: é mais topológica do que euclidiana. A uma criança interessam primeiramente as relações de estar dentro ou estar fora, pertencer e não pertencer, estar perto ou estar longe, estar junto ou estar separado, por exemplo.  Relações espaço físico e o espaço lógico matemático: O espaço físico é abstraído dos objetos e o espaço lógico- matemático é abstraído das ações executadas sobre os objetos.

16  Relação entre as operações espaciais e as lógico- matemáticas: Piaget afirma que as ‘’operações espaciais não são simplesmente operações lógicas aplicadas ao espaço, mas que aquelas são isomorfas das segundas.

17 A REPRESENTAÇÃO GRAFICA DO ESPAÇO  O desenho passa a ocupar um lugar no estudo psicológico da criança somente a partir de Em 1913, G.H.Luquet publica em paris um livro sobre as etapas do desenvolvimento infantil. Luquet traça na época, as grandes linhas da evolução do desenho infantil.

18 Pesquisas posteriores mais sistematizadas, precisaram alguns pontos e as interpretações mais gerais deram um estudo desenho uma dimensão epistemológica maior. Muitas das noções introduzias por Luquet são ainda utilizada em nossos dias.

19 . Segundo Luquet,o desenho da criança, passa por 04 estágios. 1 Estagio :Em que o desenho de um traço deixado por uma objeto que se deslocou numa superfície passa para outro momento, em que a criança atribui ao grafismo um nome. 2 Estagio: Em que a criança deseja fazer desenhos parecidos, mas é incapaz de disso. 3 Estagio: O do realismo Intelectual 4 Estagio: O realismo visual

20 P ROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Áreas escolhidas.  Três escolas Publicas municipais e uma Privada. O critério de escola atendeu a duas condições: A primeira diz respeito a localização das escolas num espaço urbano onde existam elevações ligadas a vivência das crianças e onde existam referências de uso marcante (Mar, rio, lagoa, praça etc.).  A Segunda condição refere-se ao nível socioeconômico dos sujeitos da pesquisa: Renda familiar. (Área de Copacabana)

21 Instrumentos de pesquisa A primeira série A, A primeira série A, cujo objetivo foi o levantamento de dados relativos a tipos de nível de conhecimento que os sujeitos possuem sobre o espaço urbano da cidade do RJ.  Instrumento A1: Questionário ( Local, residência. Locomoção e descrição do trajeto casa-escola)  Instrumento A2 : Representação gráfica (Desenho do trajeto casa-escola) sem verificar os níveis da representação gráfica do espaço urbano.  Instrumento A3. Identificação de posições de locais em relação a escola (Direções cardeais, direita\ esquerda, frente\ atrás).

22 A segunda série B4 Constatou de um relato e de uma representação de um percuso realizado por todos os alunos em meio de transporte (Perua,kombi ou Ônibus escolar ao redor do morro do cantagalo. A terceira série C  Instrumentos C5 Foi aplicado questionário para verificar os níveis em relação à noção de direita e esquerda. Adaptada do teste de ( Laurendeau e Pinard)  Instrumento C6 Identificação de lugares realizado por grupo de escola.

23  Instrumento C7, cordenação de perspectiva numa representação tridimensional(maquete da área escolhida no estudo. (Ipanema e parte da lagoa de 70 cm x 60 cm.)  Instrumento C8, coordenação de perspectiva no mapa. Observação e identificação das dimensões projetivas e cardeais de lugares e bairros. A Quarta série D  Instrumento D9 conservação das relações de distância. (Longe\ Perto).  Instrumento D10 Conservação de comprimento.  Instrumento D11 conservação de superfície.  Instrumento D12 Construção das coordenadas retangulares. (Localização de um ponto no plano).

24 A aplicação das provas e a coleta de dados dos 12 instrumentos ocorreu entre os meses de agosto e dezembro de 1980, durante o período escolar.

25 Figura 1 – A estrutura cabeça/corpo se estabelece (Extraído de Philippe Greig. A criança e seu desenho. Porto Alegre: Artes Médicas, p. 59).

26 Figura 3 – Personagem vista de frente, veículo visto de perfil. (Extraído de R. Doin de Almeida (coord.). Meu Primeiro Atlas de Sumaré. 2008, p. 12 )

27 Figura 4 – Casas com visão frontal e desdobramento da lateral, o traçado das ruas é visto de cima. (Extraído de R. Doin de Almeida (coord.). Meu Primeiro Atlas de Sumaré. 2008, p. 52 ).

28 Figura 5 – Ponto de vista frontal e único (A), conjugação sincrética com rebatimentos (B), a busca da profundidade (C) e a angulação (D). (Adaptado de Philippe Greig. A criança e seu desenho. Porto Alegre: Artes Médicas, p. 97).

29 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PIAGET, J. Seis estudos de psicologia. Editora Forense:? PAGANELLI, Tomoko Iyda; ANTUNES, Aracy do Rego; SOIHET, Rache. A noção de espaço e de tempo – o mapa e o gráfico. In: Revista Orientação, n. 6. Instituto de Geografia. São Paulo: USP, 1985.

30 C ONSIDERAÇÕES F INAIS Slide Editado por: Wanderson Benigno dos Santos Apresentado por: Wanderson Benigno e Ricardo Barbosa Acadêmicos do Curso de Licenciatura Plena em Geografia UESPI campus Floriano (Doutora Josefina Demes). Fábio Leão Professor e Coordenador do Programa PIBID UESPI CAMPUS FLORIANO-PI.


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