A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Women for Positive Action is supported by a grant from Abbott VIH, concepção, gravidez e contracepção.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Women for Positive Action is supported by a grant from Abbott VIH, concepção, gravidez e contracepção."— Transcrição da apresentação:

1 Women for Positive Action is supported by a grant from Abbott VIH, concepção, gravidez e contracepção

2 Índice 2 Introdução Gravidez planeada/não planeada Transmissão mãe-filho (MTCT) Tratamento e cuidados durante a gravidez e no pós-parto Testes de rotina durante a gravidez Necessidade de mais investigação Estudos de caso

3 A Women for Positive Action é apoiada por um subsídio da Abbott Introdução

4 As mulheres seropositivas são um grupo importante mas subestimado 4 Estima-se que, em 2007, 33 milhões de pessoas eram portadoras de VIH 16,5 milhões delas eram mulheresA maior parte com potencial de concepção Mais de 3,28 milhões de mulheres portadoras de VIH dão à luz todos os anos Anualmente, até crianças são infectadas por VIH – a maior parte por transmissão mãe-filho Relatório sore a epidemia global de sida 2008, UNAIDS

5 Prevalência do VIH em mulheres grávidas na Europa e na América do Norte PaísPrevalência (%) Estónia Ucrânia Irlanda Bielorrúsia, Letónia, Roménia, Federação Russa, Espanha, Reino Unido 1 0.1–0.2 Alemanha, Itália, Suécia, Polónia, Noruega 1 <0.1 Canadá 2, –0.037 Bulgária, República Checa, Finlândia, Lituânia, Sérvia e Montenegro, Eslováquia, Eslovénia 1 < Detecção de bolsas mais elevadas de seroprevalência para o VIH entre mulheres grávidas em vários países, nomeadamente, em zonas da Ucrânia e nos arredores de Londres, no Reino Unido 1. Downs AM, et al. IAS, Jayaraman et al. Can Med Assoc J, Remis SR, et al. Can J Infect Dis, 2003

6 Gravidez – planeada e não planeada A preparação para uma eventual gravidez, quer planeada ou não, é uma componente importante do tratamento Com acesso a uma gestão perfeita, dar à luz um bebé saudável e seronegativo é uma possibilidade para a esmagadora maioria das mulheres em idade de concepção 6

7 Planeamento da gravidez: Considerações Sobreviverei para ver os meus filhos crescerem? Qual o risco de vir a infectar o meu parceiro? A gravidez irá agravar a minha seropositividade? Qual o risco de o meu bebé ser infectado? O tratamento ser-me-á nocivo ou ao meu bebé? Terei de me submeter a uma cesariana? Como engravido sem infectar o meu parceiro? ? Serei tratada de forma diferente por quem me presta cuidados? Deverei amamentar o bebé ou dar-lhe biberão? E se o meu bebé for seropositivo? Quando saberei?

8 A Women for Positive Action é apoiada por um subsídio da Abbott Gravidez planeada/ não planeada

9 Gravidez não planeada Até 83% das gravidezes de mulheres seropositivas constam como ‘não planeadas’ Os factores de risco da gravidez não planeada são os mesmos do VIH: ~toxicodependência (da mulher ou do parceiro) ~doença mental ~violência doméstica ~relações sexuais instáveis e frequentes e práticas sexuais inseguras entre adolescentes 9 Koenig, LJ et al. Am J Obstet Gynecol, 2007

10 Planeamento de gravidezes não planeadas 10 Previsão da possibilidade de gravidez em todas as mulheres seropositivas com potencial de concepção Consulta de directrizes e ponderação de regimes de TAR eficazes, requerendo alterações mínimas em caso de gravidez

11 Importância do aconselhamento reprodutivo de rotina para mulheres seropositivas Num estudo envolvendo 700 mulheres seropositivas, 22% engravidaram após o diagnóstico do VIH, mas ~57% das mesmas nunca havia analisado opções de gravidez ou terapêuticas antes de engravidar ~42% tinha conhecimento insuficiente ou nulo das opções de TARV na fase inicial da gravidez Entre as mulheres que ponderavam engravidar, ou grávidas à data do diagnóstico do VIH ~41% não analisou o impacto da gravidez na TARV ~29% não analisou os efeitos adversos da TARV 11 Bridge DA, et al. IAS Mexico City 2008

12 O que é o aconselhamento reprodutivo? Contracepção eficaz Questões de saúde reprodutiva materna Concepção segura Impacto do VIH na gravidez Impacto da gravidez no VIH Questões do foro psico-social, impacto do pós-parto na adesão e consultas de ambulatório 12 Saúde da mãe a longo prazo e capacidade de tratar das crianças Transmissão mãe-filho Importância de cuidados pré- natais precoces e intensivos Uso da TARV e de outros fármacos na gravidez Deverá implicar uma interacção bilateral, com vista a explorar estratégias de gestão, tomada de decisão, reacções do foro emocional e o planeamento/preparação Deverá envolver os parceiros e ser relevante do ponto de vista cultural Aconselhamento, educação e análise de:

13 Aconselhamento pré-natal: uma estratégia de redução de risco Optimização da gestão do VIH Escolha da TARV Despiste e tratamento de infecções sexualmente transmissíveis Opções reprodutivas – riscos, custos e índices de êxito Sexo apenas quando a mulher se encontra no período fértil do ciclo Parar de ter relações sexuais desprotegidas assim que engravida Evitar agentes irritantes do tracto genital Encaminhamento para avaliação se não for bem sucedida após 6 a 12 meses (mais cedo se tiver mais de 35 anos) Eventualidade de fracasso do tratamento e capacidade de cuidar da criança 13

14 Opções reprodutivas 14 Homem seropositivo e mulher seronegativa Inseminação intra-uterina (IUI), fertilização in vitro (IVF) ou microfertilização (ICSI) após lavagem de esperma Concepção natural (se a supressão virológica for eficaz) Inseminação com esperma de dador na ovulação Adopção Mulher seropositiva e homem seronegativo Inseminação com o esperma do parceiro na ovulação (se não seguir TAR / carga vírica detectável) Concepção natural (se a supressão virológica for eficaz) Reprodução assistida em caso de distúrbios de fertilidade Profilaxia pré-exposição (PPrE) Mulher e homem seropositivos Inseminação com esperma de dador ou lavagem de esperma para prevenir superinfecção Concepção natural Reprodução assistida em caso de distúrbios de fertilidade

15 VIH e fertilidade Está provado que as mulheres seropositivas apresentam uma maior incidência de distúrbios de fertilidade A fertilidade assistida tem implicações éticas e práticas relevantes para os doentes e profissionais Opções de tratamento de fertilidade ~IUI (+/- lavagem de esperma)~ IVF ~Inseminação c/ esperma do dador~ ICSI Dados limitados sobre o êxito de IVF/ICSI ~Índice de gravidez consideravelmente inferior em mulheres seropositivas 15 IUI, inseminação intra-uterina; IVF, fertilização in vitro; ICSI, injecção intracitoplasmática de espermatozóides

16 O contraceptivo ideal Fiável Seguro Conveniente Reversível Previne a transmissão do VIH Não interfere com a HAART Acessível actualmente significa que tem de incluir preservativos

17 Opções de contracepção no VIH 17 MétodoVantagensDesvantagens Preservativos (masculino e feminino) Protecção de DST/VIH Necessidade de colaboração Técnica correcta Inconveniente / pode interferir com as relações sexuais Contraceptivos orais Eficaz Menor perda de sangue Interacções medicamentosas Possível  excreção vírica Não oferece protecção contra DST/VIH Penso, anel vaginal, injectável combinado Eficaz Menor perda de sangue Interacções medicamentosas? Falta de dados  excreção? Não oferece protecção contra DST/VIH DMPA Baixa manutenção Eficaz  excreção?  set point viral Não oferece protecção contra DST/VIH Mostad Lancet 1997; Wang AIDS 2004

18 Opções de contracepção no VIH 18 MétodoVantagensDesvantagens DIU Baixa manutenção Eficaz Perda de sangue com T de cobre Excreção com SIU-LNG?  infecção pélvica Não oferece protecção contra DSTI/VIH Muco cervical Alguma protecção contra DST  Infecções do tracto urinário Exige técnica correcta Não oferece protecção contra DSTI/VIH Esterilização Baixa manutenção Eficaz Irreversível Custo Invasivo Não oferece protecção contra DSTI/VIH Mostad Lancet 1997; Wang AIDS 2004

19 A Women for Positive Action é apoiada por um subsídio da Abbott Transmissão mãe-filho (MTCT)

20 O VIH pode ser transmitido de mãe para filho (transmissão vertical) em várias fases da gravidez e maternidade: 20 Durante a gestação 1 Durante o parto e a concepção 2–5 Aleitamento materno 6–9

21 Minimização do risco da MTCT 21 Sem uma terapêutica e prevenção perfeitas, o risco de transmissão do VIH de mãe para filho situa-se entre 12 e 45%, dependendo do contexto e circunstâncias pessoais Uma intervenção perfeita reduz o risco de MTCT para menos de 2%

22 Falta de consciência do estado serológico Níveis de RNA do HIV-1 Contagem baixa de linfócitos CD4 Outras infecções como, por exemplo, hepatite C, CMV, vaginose bacteriana Consumo de drogas injectáveis por parte da mãe Falta de profilaxia com TAR Factores que influenciam a transmissão perinatal de mãe para filho Factores maternos Factores obstétricos Extensão da ruptura das membranas fetais Corioamnionite Parto vaginal Procedimentos de tipo invasivo Factores ligados ao bebé Prematuridade Sexo do bebé? 22

23 Redução da MTCT: Questões a resolver Infecção por VIH em mulheres com potencial de concepção Gravidez não planeada em mulheres seropositivas Transmissão durante a gravidez, parto e concepção, e aleitamento materno 23

24 Intervenções para travar a MTCT 24 Redução da MTCT TAR Suplementação com fórmula Cesariana Evitar procedimentos durante o parto Cuidados pré-natais Práticas de prevenção da infecção Teste de VIH e aconselhamento pré-natal

25 A Women for Positive Action é apoiada por um subsídio da Abbott Tratamento e cuidados durante a gravidez e o parto

26 Cuidados pré-natais e VIH Os cuidados pré-natais oferecem uma oportunidade para: ~Aconselhar as grávidas acerca do risco do VIH ~Disponibilizar o teste do VIH ~Aconselhar acerca de outras DST e saúde sexual e reprodutiva em geral ~Prestar aconselhamento regular sobre sexo seguro ~Prestar aconselhamento de saúde essencial acerca de nutrição e dos perigos da toxicodependência (álcool, consumo de tabaco e de drogas ilícitas) 26

27 Testes na gravidez No âmbito do VIH ~carga vírica de RNA do VIH no plasma ~Bioquímica e contagem total de células no sangue (contagem de células CD4) ~Teste de resistência a fármacos anti-retrovíricos ~Monitorização Sérica da Terapêutica Outras patologias infecciosas ~Teste da tuberculina ~Teste da Hepatite B ~Teste da Hepatite C ~Citologia e teste do HPV ~Culturas urinária e vaginal ~Teste da diabetes na gravidez ~T.O.R.C.H. 27

28 Objectivos do tratamento na gravidez 28 Redução do risco de transmissão mãe-filho Minimização do risco para o bebé Saúde materna perfeita Minimização dos efeitos colaterais para a mãe

29 O que recomendam as directrizes de tratamento? Resumo das directrizes europeias (da EACS), britânicas (da BHIVA) e francesas para o início da terapêutica em mulheres que pretendam engravidar: Efavirenz potencialmente teratogénico Preferência de inibidores da protease reforçados Nevirapina como alternativa 29

30 Directrizes europeias (da EACS) Igual utilização do regime de TARV em mulheres grávidas e não grávidas, exceptuando: ~Evitar EFV ~Não deverá ser iniciada terapêutica com Abacavir, nevirapina e TDF (possibilidade de continuação se iniciados antes da gravidez) ~Utilização de LPV/r ou SQV/r como PI/r preferencial ~ZDV deverá fazer parte do regime 30 Directrizes da European AIDS Clinical Society (EACS) para a Gestão Clínica e Tratamento de Adultos Infectados com VIH na Europa, 2008

31 Cenário de GravidezRecomendação 1. Mulheres que engravidam quando já estão a fazer TAR 1. Manter a TARV mas alterar fármacos potencialmente tetarogénicos 2. Mulheres que engravidam sem experiência terapêutica, e que preenchem os requisitos (CD4) para iniciar a TARV 2. Iniciar TARV – o ideal é no início do 2º trimestre 3. Mulheres que engravidam sem experiência terapêutica, e que não preenchem os requisitos (CD4) para iniciar a TARV 3. Iniciar TARV no início da 28ª semana de gravidez (no mínimo, 12 semanas antes do parto); iniciar mais cedo se houver carga vírica elevada no plasma ou risco de prematuridade 4. Mulheres que começam a ser seguidas após a 28ª semana de gravidez 4. Início imediato da TARV Directrizes gerais: tratamento do VIH na gravidez Directrizes da European AIDS Clinical Society (EACS) para a Gestão Clínica e Tratamento de Adultos Infectados com VIH na Europa Todos os casos de exposição a fármacos anti-retrovíricos durante a gravidez deverá ser comunicada ao Antiretroviral Pregnancy Registry (mais dados em

32 Categorias norte-americanas de directrizes de recomendação: Uso perinatal de ARV *A Zidivudina e a lamivudina estão incluídas como combinado de dose fixa no Combivir; a zidivudina, a lamivudina e o abacavir estão incluídos como combinado de dose fixa no Trizivir. † A emtricitabina e o tenofovir estão incluídos como combinado de dose fixa no Truvada; a emtricitabina, o tenofovir e o efavirenz estão incluídos como combinado de dose fixa no Atripla. # Os regimes triplos de NRTI, inlcuindo o abacavir, revelaram-se menos potentes em termos virológicos, comparativamente aos regimes de HAART baseados em PI. Os regimes triplos de NRTI deverão apenas ser utilizados caso não seja possível o uso de um regime HAART baseado em NNRTI ou PI (por exemplo, devido a interacções medicamentosas significativas). Está a ser desenvolvido um estudo que avalia a utilização de zidivudina/lamivudina/abacavir entre mulheres grávidas com RNA do VIH < cópias/mL enquanto regime que poupa classes de fármacos. Disponível em: Revisto a 8 de Julho de PI’sNNRTI’sNRTI’s Inibidores de entrada Inibidores da integrase Recomendados Lopinavir/rNevirapinaZidivudina* Lamivudina* Alternativos Indinavir Ritonavir Saquinavir HGC Nelfinavir Abacavir # Didanosina Emtricitabina † Estavudina Dados insuficientes Amprenavir Atazanavir Fosamprenavir Darunavir Tipranavir Tenofovir DF † Enfuvirtide Maraviroc Raltegravir Não recomendados Efavirenz † Delavirdina Zalcitabina

33 Cesariana versus parto vaginal Em 560 mulheres com níveis de RNA do VIH não detectáveis, a cesariana electiva estava associada a uma redução de 90% do risco de MTCT, comparativamente ao parto vaginal ou à cesariana de urgência A cesariana poderá não ser uma opção melhor do que o parto vaginal em gravidezes de termo em mulheres com uma carga vírica <400 33

34 Profilaxia pós-exposição (PPE) para bebés 34 Para a maioria dos bebés: Monoterapia com ZDV b.i.d. durante 4 semanas ou Monoterapia alternativa adequada de TARV se a terapêutica seguida pela mãe não incluir ZDV Para bebés de: mães sem tratamento mães com RNA vírico detectável apesar de terapêutica combinada Monoterapia Terapêutica tripla OU

35 Recomenda-se testes de resistência de fármacos ao VIH a Todas as mulheres grávidas e sem experiência terapêutica, antes do início da terapêutica ou profilaxia com TAR Todas as mulheres em terapêutica pré-natal anti- retrovírica, com persistência de níveis de RNA do VIH detectáveis ou com supressão vírica insuficiente após o início da terapêutica anti- retrovírica Para a prevenção perfeita da transmissão perinatal, poderá justificar-se o início empírico da terapêutica anti-retrovírica antes do conhecimento dos resultados dos testes de resistência, com os necessários ajustes após a disponibilização dos resultados Disponível em: Revisto a 8 de Julho de

36 Co-infecção por Vírus da Hepatite B Detecção do antigénio de superfície da hepatite B Não são recomendadas terapêuticas com base em interferon e ribavirina durante a gravidez O tratamento deverá incluir tenofovir e 3TC ou emtricitabina (FTC) A toxicidade hepática deverá ser cuidadosamente vigiada Deverá ser administrada aos bebés de mulheres portadoras de hepatite B imunoglobulina anti- hepatite B (HBIG), e ser iniciada a série de vacinação de três doses da hepatite B nas 12 horas a seguir ao nascimento 36

37 Co-infecção por Vírus da Hepatite C Recomenda-se o despiste da infecção por vírus da hepatite C (HCV) Não são recomendadas terapêuticas com base em interferon e ribavirina durante a gravidez A toxicidade hepática deverá ser cuidadosamente vigiada A modalidade do parto deverá ser decidida exclusivamente com base na infecção por VIH Os bebés deverão ser submetidos a rastreio da infecção por HCV, através de testes do RNA do HCV, entre os 2 e os 6 meses de idade e/ou análise de anticorpos do HCV após os 15 meses de idade 37

38 Saúde psico-social, mental e bem- estar emocional Avaliação do estado psicológico antes da concepção, durante a gravidez e a maternidade ~Mesmo em doentes sem doença mental, poderá ocorrer patologia nova, como a depressão pós-parto Os doentes com historial de perturbações mentais ou em terapêuticas com substâncias psicotrópicas deverão receber tratamento especializado e ser vigiados ~com vista à reavaliação da segurança e da eficácia do tratamento psicotrópico durante a gravidez ~com vista ao seguimento da adesão à terapêutica anti- retrovírica e psicotrópica 38

39 A Women for Positive Action é apoiada por um subsídio da Abbott Testes de rotina durante a gravidez

40 Para reduzir a probabilidade de transmissão do VIH ao seu filho, a mulher tem de conhecer primeiro o seu estado serológico 40

41 Testes de VIH disponibilizados como testes de rotina na gravidez Áustria Bulgária Bielorússia Canadá República Checa Dinamarca Estónia França Alemanha Grécia Hungria Itália Malta Moldávia, República da Países Baixos Noruega Polónia Portugal Federação Russa Eslováquia Eslovénia Espanha Suíça Ucrânia Reino Unido Adaptado de Mounier-Jack et al., HIV Med, 2008

42 Recomendações relativas aos testes Disponibilização do teste do VIH a todas as mulheres no início da gravidez, ou o mais rapidamente possível, caso se apresentem tardiamente à consulta de pré-natal Repetição do teste durante a gravidez em mulheres com risco continuado de contrair o VIH Teste rápido de VIH a mulheres admitidas para trabalho de parto Disponibilização dos resultados dos testes ao pessoal indicado dos blocos de partos 42

43 A Women for Positive Action é apoiada por um subsídio da Abbott Necessidade de mais investigação

44 Gravidez e VIH: Necessidade de mais dados clínicos e de mais estudos Os dados relativos à gravidez / VIH / exposição in utero de crianças ao ART são escassos – dificuldade de elaboração de estudos neste contexto Resultados baseados em estudos de pequena dimensão – implicações clínicas pouco claras ~Alguns dados revelam diferenças de género quanto à MTCT e à resistência do bebé ~Contudo, os dados relativos à pré-adolescência raramente são segmentados em função do género 44 As alternativas terão de incidir sobre a falta de dados e esclarecer a relevância clínica dos resultados apurados

45 Registo de Gravidez Anti-retrovírica Único projecto que avalia as exposições pré-natais à TARV no primeiro trimestre (e posteriores) Recolhe dados anónimos sobre resultados relativos ao feto / à mãe Disponibiliza informação importante para complementar dados de ensaio clínico Os dados irão ajudar os médicos / doentes a ponderar os potenciais riscos e benefícios da terapêutica As mulheres grávidas a seguir TAR deverão ser encorajadas a participar no registo 45

46 Índice de anomalias à nascença em nados vivos 0,72 23/955 (2,4%) 18/688 (2,6%) 5/267 (1,9%) 23 (2,4%) 955 Total (%) *Exclui 1 único nado vivo sem anomalias devido a trimestre de exposição inespecífico. Inclui 920 resultados de nados vivos únicos e 35 múltiplos. ** Apenas anomalias que preenchem os critérios do CDC. Exclui anomalias em perdas de gravidez <20 semanas. Um dos resultados é definido como nado vivo ou morto, ou uma perda de gravidez expontânea ou induzida ≥20 semanas de gestão. (0,27, 1,91)CI exacto de 95% para Risco de Anomalias à Nascença relativo ao 1 o Trimestre Exposição Relativa a Exposições no 2 º /3 º Trimestre [1,5% - 3,6%] Qualquer trimestre [1,6%-4,1%] 2 º /3 º Trimestre [0,6%-4,3%] 1 º Trimestre IC exacto de 95% para a prevalência de Anomalias à Nascença relativas a Exposições no: [1,5% - 3,6%]Número de Resultados com pelo menos Uma anomalia** Número de Nascimentos Vivos* [95% CI] A prevalência geral de anomalias à nascença, de 2,4% em gravidezes com exposição ao LPV/r, é inferior à da prevalência geral de 2,67% do Registo do CDC Casos pesquisados com exposição trimestral conhecida ao LPV/r e dados de seguimento completos 46

47 Investigação futura e questões e necessidades clínicas específicas Avaliação da segurança dos fármacos e da farmacocinética Optimização dos regimes neonatais para avaliação perinatal de resistência aos fármacos Risco de aleitamento materno quando a carga vírica é indetectável Interrupção da terapêutica anti-retrovírica Optimização da adesão Papel do parto por cesariana em mulheres com carga vírica indetectável ou com ruptura de membranas de curta duração Disponibilização de teste rápido aquando do parto, para mulheres que se apresentem tardiamente 47

48 A Women for Positive Action é apoiada por um subsídio da Abbott Estudos de caso

49 Estudo de caso: Ex-consumidora de drogas por via endovenosa Mulher de 25 anos, seropositiva Grávida de 8 semanas Ex-consumidora de drogas injectáveis ~Manutenção relativamente estável com metadona Portadora de Hepatite C (anticorpo e PCR) 49 Para além da gestão do tratamento e do parto em função das infecções por VIH / co- infecções, que outras questões há a ponderar?

50 Questões a ponderar Saúde mental e bem-estar emocional As mulheres apresentam uma maior propensão para o diagnóstico de distúrbios emocionais e de saúde mental do que os homens A gravidez e os problemas de toxicodependência aumentam o risco de problemas do foro emocional ou familiar em mulheres com VIH Os diagnósticos de VIH durante a gravidez estão associados a uma incidência mais elevada de questões de saúde mental (por exemplo, depressão pós-parto), do que os diagnósticos fora da gravidez Nem todas as clínicas de VIH têm bom acesso a serviços de psiquiatria perinatal 50

51 Questões a ponderar Revelação Encoraja-se a revelação aos parceiros Recomenda-se que as outras crianças façam o teste do VIH A gravidez é uma janela chave para a revelação É mais provável que a mulher revele durante a gravidez. Se não o fizer, é provável que o faça no pós-parto 51 Adesão Inscrição em programa de educação Adesão e seguimento

52 Questões a ponderar Contracepção depois da gravidez Continua a não haver contraceptivo ideal Se o parceiro for seronegativo recomenda-se o uso de preservativos Em casos de supressão vírica total, parceiros estáveis e ausência de outras DST, existe um risco mínimo de transmissão. Como deverão ser abordadas estas questões? Muitos ARV interagem com os contraceptivos 52

53 Estudo de caso: Resultado díspar de teste de VIH Mulher de 33 anos e parceiro do sexo masculino submetem-se a testes de VIH antes de interromper o uso do preservativo para planear uma família O resultado da mulher é seropositivo e o do homem é seronegativo A mulher recusa-se a informar o parceiro da sua seropositividade, por receio de ser abandonada 53 Para além da gestão do diagnóstico e da eventual gravidez, que outras questões há a ponderar?

54 Questões a ponderar Revelação e confidencialidade na relação entre doente e profissional de saúde Muitas directrizes nacionais salvaguardam a confidencialidade em relação aos doentes, exceptuando em circunstâncias especiais O aconselhamento pré-teste e pós-teste deverá analisar abertamente o resultado seropositivo e propor o modo como as pessoas se deverão preparar para receber “más notícias” Casos de criminalização de doentes seropositivos responsáveis pela infecção de terceiros, e de responsabilização criminal de médicos por não revelação A revelação sem o consentimento da mulher poderá ser obrigatória, podendo embora ter consequências negativas gravosas no que diz respeito à confiança na relação entre doente e médico 54

55 Criminalização da transmissão do VIH Em muitas jurisdições, a Lei não é clara nesta matéria É improvável que alguém possa vir a ser processado de forma ética e bem sucedida pela transmissão não intencional do VIH Houve algumas condenações na Europa, no âmbito de casos raros em que os indivíduos não tinham consciência do seu estado, nomeadamente: ~Escócia Processo Stephen Kelly (julgamento Glenochil) – Março de 2001 (Jurisprudência escocesa) Condenado por “lesão negligente” da anterior parceira ~Inglaterra Mohammed Dica, Novembro de 2003 Ofensa gravosa à integridade física por infecção deliberada de duas mulheres com VIH Condenação confirmada em segundo julgamento de Março de

56 Estudo de caso: Recusa de renúncia ao aleitamento materno Imigrante africana a viver na Europa A viver em alojamento estatal partilhado Deu à luz um rapaz seropositivo, mas tencionava amamentá-lo, recusando a administração de TARV Acreditava que “Deus olharia por ele” 56 Para além da gestão do tratamento, que alternativas deverão ser ponderadas?

57 Questões a ponderar Apoio social, dever de tratamento da mãe e do bebé Resolução da situação de alojamento da doente, para que esta deixe de partilhar um quarto, o que poderá fazê-la mudar de opinião acerca do tratamento a dar ao bebé Procura de apoio comunitário, por exemplo, líderes religiosos da comunidade Os líderes religiosos poderão ajudar também a encorajar a adesão, e em questões relacionadas com a estigmatização Necessidade de directrizes sobre como prestar aconselhamento acerca dos riscos do aleitamento materno, à luz da Declaração Suíça 57

58 Retirada da criança e entrega em instituição O bebé poderia ser retirado à mãe e entregue a uma instituição, sendo-lhe devolvido passados os 4 meses em que seriam tratadas as questões da não-aceitação da TARV para a criança, do aleitamento e de outros riscos de transmissão No entanto, deveria ser um último recurso, uma vez que as consequências poderão ser altamente nefastas em termos do impacto psicológico na mãe e no bebé, e do impacto nas relações médico- doente-família 58

59 Crenças As crenças assumem importância para muitas mulheres seropositivas Sempre que possível, é mais eficaz colaborar “com” as crenças, não “combatê- las” Utilização de líderes religiosos e de “histórias” poderá melhorar o empenho 59

60 A Women for Positive Action é apoiada por um subsídio da Abbott Obrigado pela sua atenção Há perguntas?


Carregar ppt "Women for Positive Action is supported by a grant from Abbott VIH, concepção, gravidez e contracepção."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google