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GRITO DO IPIRANGA História, 8º ano, Profº Diogo outubro/2010.

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1 GRITO DO IPIRANGA História, 8º ano, Profº Diogo outubro/2010

2 Carta do Padre Belchior, de 1826, mencionada por José Castellani : “O príncipe mandou-me ler alto as cartas trazidasdas Cortes. (...) D. Pedro, tremendo de raiva, arrancou de minhas mãos os papéis e, amarrotando-os, pisou-os e deixou-os na relva. Eu os apanhei e guardei. Depois, abotoando-se e compondo a fardeta – pois vinha de quebrar o corpo à margem do riacho do Ipiranga, agoniado por uma disenteria, com dores, que apanhara em Santos”

3 Carta do Padre Belchior, de 1826, mencionada por José Castellani : “O príncipe mandou-me ler alto as cartas trazidasdas Cortes. (...) D. Pedro, tremendo de raiva, arrancou de minhas mãos os papéis e, amarrotando-os, pisou-os e deixou-os na relva. Eu os apanhei e guardei. Depois, abotoando-se e compondo a fardeta – pois vinha de quebrar o corpo à margem do riacho do Ipiranga, agoniado por uma disenteria, com dores, que apanhara em Santos”

4 D. PEDRO I: _ Padre Belchior, eles o querem, terão a sua conta. As Cortes me perseguem, chamam-me, com desprezo, de rapazinho e brasileiro. Pois verão agora o quanto vale o rapazinho. De hoje em diante estão quebradas as nossas relações: nada mais quero do governo português e proclamo o Brasil para sempre separado de Portugal!

5 (...) E arrancando do chapéu o laço azul e branco, decretado pelas Cortes, como símbolo na nação portuguesa, atirou-o ao chão (...) (...) O príncipe desembainhou a espada, no que foi acompanhado pelos militares; os paisanos tiraram os chapéus. E D. Pedro disse: _ Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil.

6 D. Pedro ordenou ao seu ajudante de ordens que fosse às pressas ao ourives Lessa e mandasse fazer um dístico em ouro, com as palavras “Independência ou Morte”, para ser colocado no braço, por um laço de fita verde e amarela. E com ele apareceu no espetáculo, onde foi chamado o rei do Brasil, pelo meu querido amigo alferes Aquino e pelo padre Ildefonso (...)”

7 INDEPENDÊNCIA OU MORTE" ou "O Grito do Ipiranga" de Pedro Américo, Encontra-se no salão nobre do Museu Paulista da USP.

8 GRITO DO IPIRANGA OCORREU DE FATO? Obra de arte não é transposição do fato histórico. são elaboradas algum tempo depois ao ocorrido; relativizar a subjetividade do sujeito que faz a obra (muitas vezes encomendada por alguém com uma intenção específica, que pretende inseri-la num contexto atual, buscando uma legitimação no passado).

9 Repercussão: não teve destaque na imprensa carioca (relativizar acesso aos meios de comunicação); D. Pedro na Carta dirigida aos paulistas, datada de 8 de setembro, não deixou registros específicos a respeito do episódio do dia anterior; Entre 1822 e 1825, a data de 7 de setembro sequer figurou no calendário de celebrações do Império(Dia do Fico, 9 de janeiro, e o dia 12 de outubro, natalício de D. Pedro e data de sua aclamação popular como imperador); Somente em 1826 “festividade nacional”.

10 O GRITO DO IPIRANGA E A POPULARIDADE DE D. PEDRO. Reabilitava a imagem de D. Pedro, que enfrentava oposições e via sua popularidade despencar, seja na Câmara dos Deputados, seja na imprensa. Motivos: seu envolvimento na sucessão do trono português, do encaminhamento dado aos conflitos na região do Prata e excesso de violência na repressão as revoltas.

11 IDENTIDADE NACIONAL PARA GARANTIR UNIDADE. Para D. Pedro I conseguir governar, manter território unido, impor leis únicas era necessário criar identidade nacional. Criar comunidade imaginária, realçando sentimentos de fraternidade e de pertecimento entre pessoas tão diferentes. Processo em curso (diversidade étnica, cultural, socioeconômica). Para criar identidade nacional: pais da pátria, heróis em comum, hino da independência, bandeira, etc.

12 Já podeis, da Pátria filhos, Ver contente a mãe gentil; Já raiou a liberdade No horizonte do Brasil. Brava gente brasileira! Longe vá... temor servil: Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil. Os grilhões que nos forjava Da perfídia astuto ardil... Houve mão mais poderosa: Zombou deles o Brasil. Brava gente brasileira! Longe vá... temor servil: Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil. Não temais ímpias falanges, Que apresentam face hostil; Vossos peitos, vossos braços São muralhas do Brasil. Brava gente brasileira! Longe vá... temor servil: Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil. Parabéns, ó brasileiro, Já, com garbo juvenil, Do universo entre as nações Resplandece a do Brasil. HINO DA INDEPENDÊNCIA: Versos: Evaristo da Veiga. Melodia: D. Pedro I.


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