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Instituto Gay Lussac Encontros com a Arte Profª Ana Lúcia Rubens.

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1 Instituto Gay Lussac Encontros com a Arte Profª Ana Lúcia Rubens

2 10º ENCONTRO A ARTE NO SÉCULO XIX NA EUROPA (I)  As inovações na arte

3 RESUMO Para a civilização ocidental, o século XIX foi uma época de revolução. A igreja perdeu uma grande parte do seu poder, as monarquias balançavam e as novas democracias tinham cada vez mais problemas. O ritmo rápido do progresso científico e os males do capitalismo sem freios aumentavam a sentimento de instabilidade. A arte refletiu essas mudanças, tornando-se mais complexa e dando lugar a vários movimentos artísticos. Em vez de um estilo predominar por séculos, como aconteceu nas épocas do Renascimento e do Barroco, movimentos e contramovimentos brotavam feito cogumelos. O que tinham sido “eras” transformaram-se em “ismos”, cada um representando uma tendência artística. Durante a maior parte do século, três estilos principais competiram entre si: o Neoclassicismo, O Romantismo e o Realismo. Perto do final do século, surgiram e rapidamente desapareceram diversas escolas: Impressionismo, Pós-Impressionismo, Art-Nouveau e o Simbolismo.

4 MOVIMENTOS ARTÍSTICOS NEOCLASSICISMO ( ) ROMANTISMO ( ) REALISMO ( )

5 NEOCLASSICISMO ( ) Novo clássico - Retomada dos modelos da Antiguidade Clássica (grego-romano). Os artistas pintavam temas mitológicos, históricos (fatos de sua época), natureza e retratos. Valorizavam a cor e os contrastes de claro- escuro. Os neoclassicistas queriam expressar as virtudes cívicas, o dever, a honestidade e a austeridade. O artista neoclássico valorizava a razão e seguia as normas impostas nas academias para imitar a arte grego-romana e corrigia as imperfeições do modelo, já que a beleza está no espírito do homem e não na natureza.

6 VALORES: ordem e solenidade. TOM: calmo e racional. TEMAS: História grega e romana e mitologia. TÉCNICA: enfatiza o desenho com linhas, não cor, não há vestígios das pinceladas. FUNDADOR: David

7 JAQUES-LOUIS DAVID ( ) A morte de Sócrates Nessa obra sobre o tema do auto-sacrifício moral, David personifica através da figura de Sócrates a ideia do dever para com o Estado. Nela vemos o filósofo grego que foi condenado sob a falsa acusação de corromper a juventude ateniense.

8 ARCO DO TRIUNFO (PARIS) Arquitetura neoclássica buscou inspiração nas construções gregos-romanas.

9 ROMANTISMO ( ) O artista romântico era fascinado pelo misterioso e sobrenatural, criou em suas obras uma atmosfera de fantasia e heroísmo, valorizando acima de tudo a emoção e a liberdade de criação. Não se preocupam com a perfeição das formas e exprimem sua emoção na cor. São coloristas e emocionais. A composição da pintura em diagonal, as cores fortes e os contrastes de claro e escuro, que causam efeitos dramáticos às cenas, caracterizaram a pintura romântica que tinha como temas principais os acontecimentos históricos contemporâneos e o culto à natureza.

10 VALORES: Intuição e imaginação. INSPIRAÇÃO: as eras Medieval e Barroca, o Oriente Médio e o Extremo Oriente. COR: solta, profunda, rica em tons. TOM: subjetividade, espontâneo e inconformista. TEMAS: lendas, exotismo, natureza e violência. GÊNEROS: narrativas de lutas heróicas, paisagens, animais selvagens. TÉCNICA: pinceladas rápidas, contraste fortes de luz e sombra. COMPOSIÇÃO: uso da diagonal

11 EUGÈNE DELACROIX ( ) A Liberdade Guiando o Povo. O pintor acreditava que a cor era mais importante do que o desenho e a imaginação mais do que a razão. Ele retrata um acontecimento histórico, a rebelião dos republicanos e liberais contra o rei Carlos X em 1830, na França, e utiliza uma imagem fantasiosa para representar a liberdade: a mulher de seios nus.

12 ÓPERA DE PARIS Projeto de Jean-Louis Charles Garnier Arquitetura inspirada nos estilo gótico e barroco, que exaltavam a emoção e a espiritualidade.

13 REALISMO ( ) A pintura realista caracteriza-se principalmente por temas que retratam a vida (acontecimentos do cotidiano), os problemas e costumes das classes populares. Não foi uma arte inspirada no passado como no Neoclassicismo e no Romantismo. O pintor realista só pinta o que está vendo, é um repórter de sua época, ele busca a beleza na observação da realidade: “o verdadeiro é o belo”. No Realismo a paisagem ganhou destaque e passou a ser o tema principal de muitas obras, o que não acontecia anteriormente, quando ela era representada apenas como ambientação para outras figuras, consideradas importantes. As igrejas e palácios foram substituídos por fábricas, hospitais, escolas e outros. A engenharia e a arquitetura passaram a ser realizadas com materiais novos, como o ferro fundido e o concreto armado. A célebre Torre Eiffel, foi a primeira construção francesa que adotou o ferro em toda sua estrutura.

14 GUSTAVE COUBERT ( ) Os quebradores de pedra Em seus quadros, denunciava as diferenças sociais que a burguesia do século XIX preferia ocultar.

15 JEAN-FRANÇOIS MILLET ( ) O Angelus Foi um dos primeiros artistas a pintar cenas da vida no campo como realmente era. Millet mostra dois camponeses orando, dando graças a Deus pela colheita obtida através do suor e do esforço de m uitos dias.

16 TORRE EIFFEL (PARIS) Estrutura em ferro, 1889

17 AUGUSTE RODIN O beijo ( ) Mármore O artista inspirou-se nos delírios amorosos vividos com Camille Claude, sua assistente. Rodin foi o primeiro escultor moderno e seus temas são sempre universais.

18 Antes de criar a versão em mármore de "O Beijo", Rodin produziu várias esculturas menores em barro, gesso e bronze. BronzeMármoreGesso

19 RELEITURAS DA ESCULTURA “OBEIJO”

20 "O Beijo" é uma escultura do artista romeno Constantin Brancusi, que mostra dois amantes entrelaçados num beijo apaixonado só se distinguem o suficiente para serem identificáveis como indivíduos diferentes. O Beijo, de Constantin Brancusi, em 1910 Apenas uma linha mediana separa os corpos colados. Das duas figuras vêem-se apenas os olhos, a boca (reduzida a um minúsculo traço de união) e os cabelos, sugeridos em algumas incisões curvadas, enquadrando os rostos amorosos entrelaçados. Brancusi privilegiou a simplicidade formal e a coerência à expressividade das figuras. Constantin Brancusi realizou uma primeira versão de "O Beijo" em 1907, depois a simplificou e a transformou em monumento fúnebre no cemitério de Montparnasse, em 1910, dedicando-a a uma amiga que se suicidou por amor. Conheça outras obras de Brancusi aquiaqui

21 QUAL A DIFERENÇA ENTRE AS DUAS ESCULTURAS?

22 “O beijo” Gutav Klimt (Austríaco), Óleo e folha de ouro sobre tela. Existem várias reproduções dessa obra.

23 LICHTENSTEIN, Roy. O Beijo Óleo s/ tela

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