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Marcos Fábio A. Nicolau Professor Assistente do Curso de Filosofia CENFLE/UEVA. Mestre em Filosofia pelo Programa de Pós-graduação em Filosofia do ICA/UFC.

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1 Marcos Fábio A. Nicolau Professor Assistente do Curso de Filosofia CENFLE/UEVA. Mestre em Filosofia pelo Programa de Pós-graduação em Filosofia do ICA/UFC. Doutorando do Programa de Pós-graduação em Educação da FACED/UFC.

2  Nossa proposta será a de realizar uma breve exposição, de caráter introdutório, sobre os pressupostos necessários ao ato de educar.

3  Nos últimos anos foram desenvolvidos temas curriculares vitais para que a formação daqueles que pretendem exercer o trabalho docente dotasse-os daquelas capacidades necessárias à efetivação dos objetivos da educação. Aqui pretendemos contribuir com esse projeto analisando um desses temas vitais ao trabalho docente: o ato de educar em si mesmo.

4  Antes, devemos assumir uma atitude crítica, ou melhor, analisar sem preconceitos ou prejuízos algo, em nosso caso a EDUCAÇÃO, é o primeiro passo a dar para adentrarmos na análise dos elementos necessários à sua prática pelos professores.

5  A palavra educação tem sua origem nos verbos latinos educãre (alimentar, criar), significando “algo que se dá a alguém”, com o sentido de “algo externo que se acrescenta ao indivíduo, procurando dar-lhe condições para o seu desenvolvimento”, e educere, com a idéia de “conduzir para fora, fazer sair, tirar de”, que “sugere a liberação de forças que estão latentes e que dependem de estimulação para virem à tona” (OLIVEIRA, 2006, p. 26)

6  Alimentar porque é um processo de suprir as novas gerações com conhecimentos e valores sócio-culturais, fornecendo-lhes os elementos necessários a seu bom desenvolvimento físico, intelectual e moral.

7  Conduzir porque é um processo de acompanhamento contínuo dos avanços e retrocessos do desenvolvimento do educando, no qual os mais experientes, por já terem trilhado o caminho do saber e tendo-o por referência, guiam o educando no processo.

8  Criar porque é um processo de fornecer aos educandos possibilidades para que possam, por seu próprio pensar e por suas próprias escolhas, criar seus próprios processos de participação e decisão nos assuntos que afetam suas vidas.

9  “No ensino esqueceram-se das perguntas, tanto o professor como o aluno esqueceram- nas, e no meu entender todo conhecimento começa pela pergunta. Começa pelo que você, Paulo, chama de curiosidade. Mas a curiosidade é uma pergunta!” (FREIRE; FAUNDEZ, 1985, p. 24).

10  “Pois o que vocês ensinam não é um deleite para a alma? Se não fosse, vocês não deveriam ensinar. E se é, então é preciso que aqueles que recebem, os seus alunos, sintam prazer igual ao que vocês sentem. Se isso não acontecer, vocês terão fracassado na sua missão, como a cozinheira que queria oferecer prazer, mas a comida saiu salgada e queimada...” (ALVES, 1994, p. 10)

11  Primeiro passo: a educação se dá pelo conhecer bem aquilo que se ensina. Não podemos esquecer que o trabalho docente consiste na construção de práticas que conduzam os alunos à aprendizagem. Conhecer é possível!

12  O segundo passo possível para vivenciar as reflexões por nós feitas é apropriação por parte do professor de uma cultura profissional. Pois, ser professor é compreender os sentidos da instituição escolar, integrar-se em sua profissão, aprender com os colegas mais experientes. Profissionalizar-se é possível!

13  O terceiro passo está na valorização de sua capacidade de relação e de comunicação com seus educandos. Saber conduzir alguém para a outra margem, o conhecimento, não está ao alcance de todos. Valorize seu trabalho. Valorizar-se é possível!

14  O quarto passo implica em ações coletivas e colaborativas, implica no trabalho em equipe, na intervenção conjunta nos projetos educativos de escola. Thomas Morus já afirmara: “Ninguém é uma ilha”, nunca se pode esquecer que há uma “comunidade escolar”. Conviver é possível!

15  Por fim, o quinto e último passo, a consciência de que a ação educativa implica em um compromisso social. O educador sabe que educar é conseguir que a criança ultrapasse as fronteiras que, tantas vezes, lhe foram traçadas como destino pelo nascimento, pela família ou pela sociedade. Educar é possibilitar que o aluno seja mais. Por fim, bradamos em alto e bom som: Vivenciar o ethos da educação é possível!


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