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A POLÍTICA MONETÁRIA. RESULTA DA EM UM AMBIENTE DEMOCRÁTICO, TODA POLÍTICA ECONÔMICA DE GRUPOS SOCIAIS ORGANIZADOS. MOBILIZAÇÃO POLÍTICA.

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1 A POLÍTICA MONETÁRIA

2 RESULTA DA EM UM AMBIENTE DEMOCRÁTICO, TODA POLÍTICA ECONÔMICA DE GRUPOS SOCIAIS ORGANIZADOS. MOBILIZAÇÃO POLÍTICA

3 PLANO DE MOBILIZAÇÃO POLÍTICA

4 A POLÍTICA MONETÁRIA EXISTE PORQUE GRUPOS SOCIAIS INTERESSADOS E POLITICAMENTE ORGANIZADOS A SOLICITARAM, E FORAM BEM SUCEDIDOS. PELOS CAMINHOS LEGAIS E LEGÍTIMOS,

5 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL TÍTULO III: DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO I: DA ORGANIZAÇÃO POLÍTICO- ADMINISTRATIVA Art. 21. Compete à União: VII – emitir moeda VII – emitir moeda Art A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo Banco Central. O SUCESSO DA AÇÃO POLÍTICA: § 1º É vedado ao Banco Central conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional …

6 MISSÃO DECLARADA DA POLÍTICA MONETÁRIA: O OBJETIVO DE “CONTROLAR A LIQUIDEZ” É... “CONTROLAR A LIQUIDEZ”, INDEPENDENTE E ACIMA DE QUAQUER POLÍTICA ECONÔMICA.

7 A MESMA NOTA DE DINHEIRO “M” PODE SER TROCADA SUCESSIVAMENTE “V” VEZES POR MERCADORIA CUJO VALOR É DADO PELA QUANTIDADE VENDIDA “Y” MULTIPLICADA PELO SEU PREÇO DE VENDA “P”: “TEORIA” QUANTITATIVA DA MOEDA BASE TÉCNICA DA POLÍTICA MONETÁRIA: M x V = Y x P PORTANTO, P = V/Y x M - TQM

8 CONCLUSÃO: O NÍVEL GERAL DE PREÇOS DE TODAS AS MERCADORIAS DEPENDE, APENAS E EXCLUSIVAMENTE, DO VOLUME “M” DE MOEDA EXISTENTE NA ECONOMIA. TQM - “TEORIA” QUANTITATIVA DA MOEDA BASE TÉCNICA DA POLÍTICA MONETÁRIA: PORTANTO, DINHEIRO SÓ INFLACIONA. P = V/Y x M

9 REGRAS ACEITAS PARA VALIDAR A TEORIA MONETARISTA 1. NÃO EXISTE DESEMPREGO = QUEM QUER TRABALHAR ESTÁ EMPREGADO. 2. NÃO HÁ MÁQUINAS PARADAS = A PRODUÇÃO É A MÁXIMA POSSÍVEL. POR CONSEQÜÊNCIA, A OFERTA AGREGADA É UMA RETA VERTICAL EM NÍVEL FIXO, EXÓGENO E IGUAL AO PIB REAL MÁXIMO POSSÍVEL. 3. TODO O CAPITAL FINANCEIRO ESTÁ APLICADO NA PRODUÇÃO = GOVERNO NÃO TEM DÍVIDA E NÃO HÁ ESPECULAÇÃO FINANCEIRA. 4. TODAS AS EMPRESAS VENDEM TUDO QUE PRODUZEM = NÃO HÁ ESTOQUES EXCEDENTES.

10 1. A INFLAÇÃO É UM MONSTRO DE ORIGEM DESCONHECIDA QUE PRECISA SER COMBATIDO, 2. O DINHEIRO VEM DA GRÁFICA DA CASA DA MOEDA, E 3. O GOVERNO NÃO PODE FAZER DINHEIRO PORQUE CAUSA INFLAÇÃO. NO IMAGINÁRIO POPULAR SÃO BEM ACEITAS AS FANTASIAS:

11 1. A INFLAÇÃO É UM PROBLEMA QUE PRECISA SER COMBATIDO QUALQUER QUE SEJA A SUA CAUSA, NA TEORIA MONETÁRIA SÃO BEM ACEITOS OS PARADIGMAS: 2. O DINHEIRO VEM DOS BANCOS, E 3. O BANCO CENTRAL DO GOVERNO NÃO PODE FAZER DINHEIRO PORQUE CAUSA INFLAÇÃO.

12 1. A INFLAÇÃO É UM PROBLEMA QUE PRECISA SER COMBATIDO QUALQUER QUE SEJA A SUA CAUSA, A TEORIA MONETÁRIA RECOMENDA DUAS LINHAS DE ATUAÇÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA: ATUAÇÃO: O PROGRAMA DE METAS DE INFLAÇÃO. 3. O BANCO CENTRAL DO GOVERNO NÃO PODE FAZER DINHEIRO PORQUE CAUSA INFLAÇÃO. ATUAÇÃO: OBTER EMPRÉSTIMOS NOS BANCOS PRIVADOS PARA COBRIR O DÉFICIT DO TESOURO NACIONAL.

13 HÁ AMPARO NA IDEOLOGIA POPULAR PARA MÁXIMA MONETARISTA: O BANCO CENTRAL DO GOVERNO NÃO PODE FAZER DINHEIRO PORQUE CAUSA INFLAÇÃO. O BANCO CENTRAL DO GOVERNO NÃO PODE FAZER DINHEIRO PORQUE CAUSA INFLAÇÃO. PARA EVITAR A INFLAÇÃO: 1. QUALQUER DÉFICIT DO GOVERNO DEVE SER FINANCIADO PELOS BANCOS. 2. O GOVERNO DEVE FAZER SUPERÁVIT PRIMÁRIO PARA PAGAR AO MENOS PARTE DOS RESPECTIVOS JUROS. 3. O SUPERÁVIT PRIMÁRIO DEVE SER SUFICIENTE PARA MANTER A DÍVIDA PÚBLICA SOB CONTROLE.

14 NA TEORIA MONETÁRIA, O ENDIVIDAMENTO PÚBLICO POR CONTA DO DÉFICIT DO TESOURO NACIONAL 1.EVITARIA A INFLAÇÃO, MESMO QUE O GOVERNO EXPANDA A DEMANDA AGREGADA COM CRÉDITO. 2.NÃO TERIA CUSTO PARA A SOCIEDADE. 3.O GASTO COM JUROS É ASSUNTO IRRELEVANTE. É VIRTUOSO, É A SOLUÇÃO IDEAL, POIS

15 PERGUNTA: QUAL É A MOEDA “M” DA TQM DA POLÍTICA MONETÁRIA? P = V/Y x M

16 RESPOSTA: BASE MONETÁRIA = PAPEL MOEDA MAIS RESERVAS DOS BANCOS NO BANCO CENTRAL. M1 = BASE MONETÁRIA MAIS DEPÓSITOS À VISTA M2 = M1 MAIS POUPANÇA M3 = M2 MAIS TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA M4 = M3 MAIS TÍTULOS PRIVADOS M5 = M4 MAIS CONFISCO DO PLANO COLLOR BASE MONETÁRIA AMPLIADA = BASE MONETÁRIA MAIS PARTE DOS TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA

17 SEMPRE HÁ EMISSÃO DE MOEDA 1. QUANDO O GOVERNO TEM DÉFICIT PRIMÁRIO. 2. QUANDO O PAÍS TEM SUPERÁVIT EXTERNO. 3. QUANDO O GOVERNO PAGA JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA. SÓ HÁ DESTRUIÇÃO DE MOEDA 1. QUANDO O GOVERNO FEDERAL TEM SUPERÁVIT PRIMÁRIO. 2. QUANDO O PAÍS TEM DÉFICIT EXTERNO. FATO 1: FATO 2:

18 VISÃO DO BANCO CENTRAL O DÉFICIT OU O SUPERÁVIT DO TESOURO NACIONAL E O SUPERÁVIT OU O DÉFICIT DO PAÍS COM O EXTERIOR SÃO INDESEJÁVEIS “FATORES CONDICIONANTES” QUE O BANCO CENTRAL TEM QUE COMBATER.

19 Boletim do Banco Central do Brasil II.1 – Fatores condicionantes da base monetária

20 NA VISÃO DO BANCO CENTRAL 1. ELE PODE DECIDIR DESTRUIR A MOEDA CRIADA PELO DÉFICIT DO TESOURO NACIONAL OU PELO SUPERÁVIT EXTERNO. 2. ELE PODE DECIDIR EMITIR A MOEDA RETIRADA PELO SUPERÁVIT DO TESOURO NACIONAL OU PELO DÉFICIT EXTERIOR CABE A ELE DECIDIR QUAL É O SALDO DA MOEDA DISPONÍVEL NA ECONOMIA.

21 NA VISÃO DO BANCO CENTRAL 1. ELE PODE DECIDIR DESTRUIR A MOEDA CRIADA PELO DÉFICIT DO TESOURO NACIONAL OU PELO SUPERÁVIT EXTERNO. 2. ELE PODE DECIDIR EMITIR A MOEDA RETIRADA PELO SUPERÁVIT DO TESOURO NACIONAL OU PELO DÉFICIT EXTERIOR POR ISSO, ELE VENDE TÍTULOS DO TESOURO NACIONAL NO MERCADO FINANCEIRO. POR ISSO, ELE RECOMPRA TÍTULOS DO TESOURO NACIONAL MERCADO FINANCEIRO. COMO ELES CHEGARAM LÁ?

22 ENTRETANTO O BANCO CENTRAL RETIRA DINHEIRO QUE SERÁ DEVOLVIDO MAIS TARDE, COM JUROS. O BANCO CENTRAL DEVOLVE AO MERCADO, COM JUROS, DINHEIRO ANTES RECOLHIDO. NA VENDA DE TÍTULOS DO TESOURO NACIONAL NO MERCADO FINANCEIRO. NO ATO DE RECOMPRAR TÍTULOS DO TESOURO NACIONAL DO MERCADO FINANCEIRO.

23 PORTANTO O BANCO CENTRAL NÃO RETIRA DINHEIRO DEFINITIVAMENTE. APENAS TOMA EMPRESTADO E PROMETE PAGAR JUROS. O BANCO CENTRAL DEVOLVE O DINHEIRO QUE JÁ EXISTIA, E PAGA JUROS. NA VENDA DE TÍTULOS DO TESOURO NACIONAL NO MERCADO FINANCEIRO, NO ATO DE RECOMPRAR TÍTULOS DO TESOURO NACIONAL DO MERCADO FINANCEIRO,

24 PORTANTO O BANCO CENTRAL NÃO RETIRA DINHEIRO DEFINITIVAMENTE. APENAS TOMA EMPRESTADO O BANCO CENTRAL DEVOLVE O DINHEIRO QUE JÁ EXISTIA, JUNTO COM DINHEIRO NOVO QUE ELE EMITE PARA PAGAR OS JUROS. E PROMETE EMITIR DINHEIRO PARA PAGAR JUROS.

25 EM RESUMO, NAS OPERAÇÕES COM TÍTULOS PÚBLICOS O BANCO CENTRAL NÃO DESTRÓI MOEDA, APENAS TROCA POR TÍTULO COM 100% DE LIQUIDEZ. PEGA DINHEIRO OCIOSO SEM RENDIMENTO E ENTREGA MOEDA REMUNERADA. EMITE DINHEIRO NOVO PAGANDO JUROS. NÃO DESTRÓI MOEDA, NEM MESMO AQUELA QUE ELE PRÓPRIO CRIA.

26 EM RESUMO, NAS OPERAÇÕES COM TÍTULOS PÚBLICOS O BANCO CENTRAL REMUNERA O CAPITAL FINANCEIRO OCIOSO. TOMA EMPRESTADO O DINHEIRO QUE ELE MESMO DECIDIU EMITIR PARA PAGAR JUROS.

27 O CONCEITO DE DÉFICIT PÚBLICO DA TEORIA MONETÁRIA

28 D = D -1 + GJ + GF – T A DÍVIDA PÚBLICA DE HOJE D A RECEITA TRIBUTÁRIA T ENDIVIDAMENTO PÚBLICO À DÍVIDA PÚBLICA DE ONTEM D -1 O GASTO FISCAL DO GOVERNO GF É IGUAL MAIS MAIS O GASTO COM JUROS DESSA MESMA DÍVIDA PÚBLICA GJ MENOS

29 EVOLUÇÃO ECONOMICAMENTE JUSTIFICÁVEL DE UMA DÍVIDA PRIVADA EVOLUÇÃO ECONOMICAMENTE JUSTIFICÁVEL DE UMA DÍVIDA PRIVADA

30 CONSIDERANDO 0 EFEITO SOBRE A RECEITA PREVISTO PELA TEORIA MONETÁRIA CONSIDERANDO 0 EFEITO SOBRE A RECEITA PREVISTO PELA TEORIA MONETÁRIA EVOLUÇÃO DA DÍVIDA PÚBLICA

31 A DÍVIDA PÚBLICA CRESCE À TAXA (1 + r)/(1 - β 2 ) GASTO COM JUROS PERDA DE RECEITA PERDA DE RECEITA

32 PORTANTO, AS CONDIÇÕES PARA QUE A DÍVIDA PÚBLICA PARE DE CRESCER SÃO β 2 < - r  O GOVERNO INVESTE PARA AUMENTAR RECEITA TRIBUTÁRIA r < - β 2  O GOVERNO EMPRESTA DINHEIRO A UMA TAXA DE JUROS NEGATIVA. OU

33 MAS, O GOVERNO NÃO INVESTE COM LUCRO POIS É UMA INSTITUIÇÃO SOCIAL

34 GASTO COM JUROS EM 2008 = 34 BILHÕES SALDO MÉDIO EM 2008 = 267 BILHÕES PIORANDO A SITUAÇÃO:

35 CONCLUSÃO: COMO O GOVERNO NÃO INVESTE COM LUCRO, ENTÃO, SE O GOVERNO NÃO OBTIVER EMPRÉSTIMO GRÁTIS A DÍVIDA PÚBLICA CRESCERÁ ATÉ EXPLODIR

36 CONSEQÜÊNCIA: COMO O GOVERNO FAZ INVESTIMENTO SOCIAL E NÃO INVESTE COM LUCRO ENTÃO A TEORIA ECONÔMICA NÃO PODE SER USADA PARA RECOMENDAR O ENDIVIDAMENTO PÚBLICO.

37 COMANDO MAIOR DA POLÍTICA MONETÁRIA COPOM - COMITÊ DE POLÍTICA MONETÁRIA MEMBROS DA DIRETORIA COLEGIADA:  Presidente  Diretores  Chefes de Departamento  Assessores de diretoria  Assessor de Imprensa  Coordenador do Grupo de Comunicação Institucional

38 NÃO SE FAZ A PERGUNTA CORRETA À SOCIEDADE QUE PAGA PELA POLÍTICA MONETÁRIA: VOCÊ PREFERE TER DINHEIRO PARA COMPRAR MAIS, AINDA QUE PAGANDO PREÇOS MAIORES, OU VOCÊ PREFERE QUE OS PREÇOS SEJAM MENORES, MESMO QUE VOCÊ NÃO TENHA DINHEIRO PARA COMPRAR?

39 O MODELO MATEMÁTICO DO PROGRAMA DE METAS PARA A INFLAÇÃO EQUAÇÃO 1: O BANCO CENTRAL SOBE A TAXA DE JUROS QUANDO AUMENTA A INFLAÇÃO (FUNÇÃO DE REAÇÃO). EQUAÇÃO 2: PIB É UMA FUNÇÃO DA TAXA DE JUROS E DE “CHOQUES EXÓGENOS DE DEMANDA” (CURVA IS). EQUAÇÃO 3: INFLAÇÃO É FUNÇÃO DA VARIAÇÃO DO PIB E DE “CHOQUES EXÓGENOS DE OFERTA” (CURVA DE PHILLIPS). APESAR DE FAZER DÍVIDA PÚBLICA, O AVANÇADO MODELO MATEMÁTICO CIENTÍFICO DA TEORIA MONETÁRIA NÃO INCLUI O RESPECTIVO GASTO COM JUROS. APESAR DE FAZER DÍVIDA PÚBLICA, O AVANÇADO MODELO MATEMÁTICO CIENTÍFICO DA TEORIA MONETÁRIA NÃO INCLUI O RESPECTIVO GASTO COM JUROS.

40 POLÍTICA ECONÔMICA BRASILEIRA O QUE É EXCESSO DE PIB? O QUE É EXCESSO DE DEMANDA?

41 PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE NÃO SÃO FEITAS: O QUE É EXCESSO DE DEMANDA? É EXCESSO DE RENDA DO CONSUMIDOR? O QUE É EXCESSO DE PIB? É PRODUÇÃO DEMAIS? É GENTE DEMAIS COM EMPREGO?

42 PAINEL DE CONTROLE MACROECONÔMICO PIB: Y = 1,562 GF + 3,171 SM + 76,274 TC - 0,212 DIV - 1,135 RLE ALGUMAS VARIÁVEIS – OBJETIVO: IMPORTAÇÕES: Z = 3, ,782 TC + 0,118 GF - 0,0170 DIV + 0,2546 DIVEX PREÇOS: P = 0, SM + 10,36518 TC + 0, GF ÍNDICE GERAL DE PREÇOS (INFLAÇÃO): IGP = 0,252 GF + 0,491 SM + 32,537 TC - 0,046 DIV - 1,177 RLE RENDA DISPONÍVEL: YD = -255,9 + 2,301 SM + 89,569 TC + 2,483 GF -0,0580 DIV -0,933 RLE ELASTICIDADES DO PIB EM RELAÇÃO À POLÍTICA ECONÔMICA: ELASTICIDADES DA INFLAÇÃO EM RELAÇÃO À POLÍTICA ECONÔMICA:

43 20 de novembro de 2003 A QUEDA FOI DE 11 PONTOS PERCENTUAIS.

44 UMA POLÍTICA DE GARANTIA DE PREÇO MÍNIMO EFICIENTE. PODE SER DEFINIDA COMO A POLÍTICA MONETÁRIA

45 HÁ AMPARO NA IDEOLOGIA POPULAR PARA OS PRINCÍPIOS ACADÊMICOS ADOTADOS NO PROGRAMA DE METAS DE INFLAÇÃO: 1. O ÚNICO PROBLEMA DA SOCIEDADE É A INFLAÇÃO, 2. A ÚNICA POLÍTICA ECONÔMICA QUE SE PODE PRATICAR É A MONETÁRIA, 3. O ÚNICO INSTRUMENTO DE COMBATE À INFLAÇÃO É A TAXA DE JUROS.

46 NA TEORIA MONETÁRIA, É IRRELEVANTE DISCUTIR O ENDIVIDAMENTO PÚBLICO POR CONTA DO PROGRAMA DE METAS DE INFLAÇÃO, POIS 1. TODO DÉFICIT DO GOVERNO É FACILMENTE FINANCIADO PELOS BANCOS. 2. O GOVERNO SEMPRE FAZ SUPERÁVIT PRIMÁRIO PARA PAGAR PARTE DOS RESPECTIVOS JUROS. 3. O SUPERÁVIT PRIMÁRIO É SEMPRE SUFICIENTE PARA MANTER A DÍVIDA PÚBLICA SOB CONTROLE.

47 A TAXA SELIC FIXADA ACIMA DO MERCADO LEVA À CRIAÇÃO DE DÍVIDA PÚBLICA POR PARTE DA POLÍTICA MONETÁRIA

48 SÓ OS CALOTES TÊM RETARDADO A EXPLOSÃO DA DÍVIDA PÚBLICA. A POLÍTICA MONETÁRIA TURBINA A DÍVIDA

49 CONSIDERANDO O EFEITO TURBINA DA POLÍTICA MONETÁRIA POLÍTICA MONETÁRIA EVOLUÇÃO DA DÍVIDA PÚBLICA

50 AUMENTE O FATURAMENTO, CORTE (OS OUTROS) GASTOS E FAÇA MAIS EMPRÉSTIMOS. A SOLUÇÃO DO BANQUEIRO QUANDO UMA EMPRESA TEM DIFICULDADES PARA PAGAR O EMPRÉSTIMO FEITO: AUMENTE A CARGA TRIBUTÁRIA, CORTE OS GASTOS FISCAIS, CONTINUE FINANCIANDO O DÉFICIT E OFEREÇA MAIS TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA PARA CONTROLAR A INFLAÇÃO. A SOLUÇÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA QUANDO A DÍVIDA PÚBLICA AMEAÇA DESCONTROLAR:

51 1.AUMENTO DA CARGA TRIBUTÁRIA 2. CORTE DE GASTOS SOCIAIS 3.PRIVATIZAÇÃO DE SERVIÇOS 4.PRIVATIZAÇÃO DE ATIVOS O SUPERÁVIT PRIMÁRIO: A SOLUÇÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA QUANDO A DÍVIDA PÚBLICA AMEAÇA DESCONTROLAR:

52 “Destacam-se nestas funções as políticas associadas..., a saber, a geração de superávits primários, que objetivam o controle do endividamento público e do processo inflacionário”... (pág. 3) In “GASTO SOCIAL DO GOVERNO CENTRAL, ”, SECRETARIA DE POLÍTICA ECONÔMICA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA, BRASÍLIA, NOVEMBRO DE A VISÃO OFICIAL: A VISÃO POPULAR:

53 SUPERÁVIT PRIMÁRIO NÃO É SOLUÇÃO.

54 JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA TEORIA MONETÁRIA: OS JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA SÃO EXCLUÍDOS DOS MODELOS MATEMÁTICOS USADOS PARA JUSTIFICAR A POLÍTICA MONETÁRIA DE ENDIVIDAMENTO PÚBLICO. POLÍTICA MONETÁRIA: OS JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA SÃO EXCLUÍDOS DO ORÇAMENTO DA UNIÃO. REALIDADE: O GASTO COM JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA É LIVRE E DESCONTROLADO.

55 JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA O BANCO CENTRAL TEM O PODER DE EMITIR O QUANTO QUISER DE DINHEIRO, SEM TER GERADO RECEITA, SEM PREVISÃO, SEM CONTROLE, SEM TRANSPARÊNCIA E SEM AUDITORIA. COMO OCORRE EM TODO GASTO DO GOVERNO, O BANCO CENTRAL EMITE DINHEIRO QUANDO PAGA JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA. EM MATÉRIA DE EMISSÃO DE DINHEIRO, O BANCO CENTRAL ESTÁ ACIMA DA SOCIEDADE E DOS PODERES CONSTITUÍDOS DA NAÇÃO.

56 O BANCO CENTRAL EMITE DINHEIRO PARA PAGAR JUROS SEM LASTRO NA PRODUÇÃO

57 SALDO DO DINHEIRO ESTÉRIL EMITIDO TRILHÕES DE REAIS

58 O BANCO CENTRAL EMITE DINHEIRO PARA PAGAR JUROS E TOMA ESSA MOEDA EMPRESTADA DE NOVO.

59 O BANCO CENTRAL EMITE DINHEIRO PARA PAGAR OS JUROS, E CHAMA ISSO DE ROLAGEM AUTOMÁTICA DA DÍVIDA PÚBLICA. TOMA ESSA MOEDA EMPRESTADA DE NOVO TOMA ESSA MOEDA EMPRESTADA DE NOVO

60 GASTO COM JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA EM PODER DO PÚBLICO EM DEZEMBRO DE TRILHÃO E 229 BILHÕES TAXA DE JUROS SELIC EM DEZEMBRO DE ,25% A.A. GASTO COM JUROS EM DOZE MESES 138 BILHÕES E 375 MILHÕES IGUAL A REAIS POR SEGUNDO

61 CONSEQÜÊNCIAS DA POLÍTICA MONETÁRIA A DÍVIDA PÚBLICA O GASTO COM JUROS A EMISSÃO DE MOEDA ESTÉRIL A CARGA TRIBUTÁRIA O CORTE DE INVESTIMENTOS SOCIAIS A ECONOMIA NACIONAL SEGUEM TRAJETÓRIAS EXPLOSIVAS

62 A POLÍTICA MONETÁRIA É GLOBAL 2005

63

64 A 2% ao ano, um gasto com juros de 7 mil e 551 dólares por segundo. U.S. N ATIONAL D EBT C LOCK The Outstanding Public Debt as of 03 Nov 2009 at 12:05:00 PM GMT is: The National Debt has continued to increase an average of $3.78 billion per day since September 28, 2007!


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