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USP-MBA: C,T&I Avaliação e seleção de projetos tecnológicos FEA/USP - Agosto 2000.

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2 USP-MBA: C,T&I Avaliação e seleção de projetos tecnológicos FEA/USP - Agosto 2000

3 Folha de São Paulo, Caderno MAIS!, 27/06/99

4 zoom Equação de Drake:  Quantas estrelas nascem  Quantas estrelas têm sistema planetário  Quantas estrelas têm vida  Quantas estrelas têm vida em estágio de evolução para comunicação

5 Greek vase Side A: Athena Photograph by Maria Daniels, courtesy of the University Museums, University of Mississippi The Goddess Athena wins over Ignorance, B. Spanger (c. 1591) Ciência

6 Pallas Athene Gustav Klimt (1898) Vienna, Historisches Museum der Stadt Wien

7 Gestão de C&T Disciplinas aplicadas (identidade no objeto): :Planejamento estratégico :Estrutura organizacional :Adm. de Projetos Avaliação - disciplina básica, propedêutica (identidade em conceitos abstratos, genéricos) :Tempo :Espaço :Finalidade :Valores :Meios :Linguagem :Simbologia

8 Seleção de projetos: matrizes para julgamento de prioridades Vasconcellos E, Andrade VL. Altec'95 Agrupamento por categorias

9 Seleção de projetos: matrizes para julgamento de prioridades Vasconcellos E, Andrade VL. Altec'95 Categorias e escala contínua

10 Seleção de projetos: ratings INDICADOR POR OPERAÇÃO ARITMÉTICA Fahrini P. An application-oriented guide to R&D project selection. R&D Management 1990; 20(2):

11 Seleção de projetos: ratings Dimensão de projeção Wilkinson A. Developing an expert system on project evaluation. R&D Management 1991; 21(4):

12 Research problem factors Priority Originality Clarity of objective Process factors Originality of approach Feasibility of solution Side-effects Group leadership Funding requirement Benefits if successful Scientific impact Economic effects Social welfare Academic value Seleção de projetos: ratings Xiao-Yin Jin. R&D project selection and evaluation. R&D Management 1987; 17(4): Função algébrica

13 Corporate objectives/ strategy Market/ competitive position Technical impact R&D infrastructure Manufacturability Financial impact Regulatory/ legal (/environmental) aspects R.B. Johnson Os fatores para seleção de projetos são de natureza corporativa

14 Definir prioridades: exemplo Definindo prioridades para gestão de C&T em institutos de pesquisa

15 Definindo prioridades: Tema 1 - Gestão de projetos

16 Definindo prioridades: Tema 3 - Gestão de infra- estrutura para pesquisa

17 Definindo prioridades: Tema 4 - Administração de pessoal para pesquisa

18 Definindo prioridades: questionário

19 Definindo prioridades: edição de dados

20 Composição conceitual dos temas de gestão de C&T, segundo exame de consistência pelo coeficiente alfa de Cronbach

21 Gestão de C&T na CIP: médias gerais de aprovação

22 Gestão de recursos materiais e financeiros para pesquisa: composição conceitual

23 Gestão de projetos: composição conceitual

24 Mapa de definição de prioridades para conceitos de gestão de C&T

25 Mapa de definição de prioridades por instituto de pesquisa

26 Mapa das relações entre prioridades de gestão e unidades institucionais

27 Zoom

28 Avaliação Diferentes objetos com diferentes significados: –projetos corporativos, programas, etc. Ontológico & semântico: –O quê? –Com que sentido? –Delimitação temporo-espacial do objeto ExperiênciasPrincípios Diferentes finalidades: -Tomada decisão -Planejamento -Exploratória -Descritiva Teleológico: –Para quê?

29 Avaliação Diferentes juízos de valor: –subjetivo –objetivo Axiológico –O que é bom ou ruim –Como é ajuizado o valor ExperiênciasPrincípios Diferentes estratégias metodológicas: –Medidas qualitativas –Medidas quantitativas –Processamentos matemáticos Epistemológico —Medidas —Transformação de medidas —Métodos analíticos

30 Princípio ontológico & semântico O quê? Espaço Tempo Níveis estruturais de C&T Momentos da avaliação em C&T

31 Avaliação: Níveis estruturais Pesquisador Projeto Departamento Universidade/ Empresa Setor/ sociedade

32 Avaliação: tempo Estrutura Organizacional De Uma Instituição Hipotética Bens e serviços C & T

33 Projeto ===> ciclo de vida King & Cleland (1983) –1.de estabelecimento: identifica necessidades e define estratégia de resposta; –2. de crescimento: identifica recursos, define tarefas e atvdds. Cria documentação; –3. de maturação: executa, monitoriza e avalia; –4. de declínio: transfere recursos e faz balanço de resultados. Kruglianskas (1987) –1. de concepção; –2. de estruturação; –3. de execução; –4. de encerramento. Tuman Jr (1983) –1. de estudo e analise: determina o que se tem no presente o que se precisa para o futuro; –2. de desenho, desenvolvimento e implementação: especifica, constrói, e faz aplicação real –3. de documentação, treinamento, teste e suporte: assegura uso e faz ajustes Pereira e Saes (1995) –1. Preliminar; –2. Preparatória; –3. De campo; –4. De analise; –5. De redação; –6. De divulgação

34 Categorias de avaliação segundo o tempo Atividades Tempo Ex-anteEx-cursusEx-post

35 Princípio teleológico Para quê? Conhecimento Descritiva Exploratória vg. estudos acadêmicos vg. planejamento Tomada de decisão vg. definição de prioridades Condiciona a expressão dos outros princípios

36 Princípio teleológico Inovação Competitividade vg. nova tecnologia, novo processo vg. re-inserção no setor Re-engenharia vg. re-definição da produção Condiciona a expressão dos outros princípios Para quê? Desenvolvimento de produto

37 Princípio axiológico Juízo Discricionário Ético vg. programas de governo vg. ad hoc Epistemológico vg. consultores, assessores Julgamento de Paris: Rubens ( )

38 Princípio axiológico: juízo Discricionário –Da autoridade Ético –Excelência reconhecida Epistemológico –Definição metodológica Subjetivo Objetivo

39 Juízos objetivo e subjetivo são complementares Evolução do conhecimento Verdade Mario Bunge. Semântica II: Interpretaçao e verdade. EDUSP, 1976

40 Princípio epistemológico Medidas –Qualitativas X quantitativas –Precisão X acurácia Processamento –Univariado –Multivariado

41 Medidas qualitativas Callimachi numeris non est discendus Achilles - Ovídio

42 Medida univariada

43 Medidas unidimensionais Indicador sintético combinando aritmeticamente as duas medidas

44 Com redução a máxima afirmação/ negação

45 Medida multivariada

46 Função de projeção z = f (x,y)

47 Precisão e acurácia

48 Erro aleatório: precisão X acurácia: diagnósticos médicos Escuder MML & Nunes Silva N, FSP-USP1992

49 Conclusões: Geração e seleção de projetos Geração –espontânea, proposta por pesquisadores –solicitação institucional Seleção –julgamento de diretrizes por Direção (autoridade) Conselho, Comissão (expert) Peer review (expert) –julgamento de diretrizes por matrizes ratings funções matemáticas

50 Conclusões: Geração de projetos Iniciativa do pesquisador –Balcão Solicitação institucional –Diretrizes estratégicas –Oportunidades tecnológicas –Competitividade mercadológica X processo produtivo –Competitividade mercadológica X concorrência

51 Conclusões: Diretrizes para a seleção de projetos Redação livre / padronizada Qualidade técnico-cientifica –pertinência do objeto –consistência metodológica –perspectivas de resultados Adequação do objeto às linhas de investigação e compromissos institucionais –Viabilidade física –adequação à tecnologia disponível e –capacidade operacional Viabilidade financeira

52 Exercício: discussão em grupo + plenária Discussão em grupo: –Uma experiência examinada como exemplo –ou um modelo teórico para um setor Discutir e concluir por tópicos: –Princípio Ontológico & semântico Qual o objeto do projeto tecnológico e qual seu significado –Princípio Teleológico Para quê? Finalidade: conhecimento, tecnologia –Princípio Axiológico O que é bom, o que é ruim, quem julga? –Princípio epistemológico Como se mede, processa e analisa?


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