A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

TCEMG - Curso de Pós-Graduação em Direito Público: Controle de Contas, Transparência e Responsabilidade Disciplina: Execução, Relatório e Monitoramento.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "TCEMG - Curso de Pós-Graduação em Direito Público: Controle de Contas, Transparência e Responsabilidade Disciplina: Execução, Relatório e Monitoramento."— Transcrição da apresentação:

1 TCEMG - Curso de Pós-Graduação em Direito Público: Controle de Contas, Transparência e Responsabilidade Disciplina: Execução, Relatório e Monitoramento em Auditoria Operacional AULA 03 Instrutor: HENRIQUE HERMES GOMES DE MORAIS Auditor Fiscal da Receita Estadual Superintendente de Auditorias e Tomadas de Contas Especiais Controladoria Geral do Estado de Minas Gerais Fevereiro/2013

2 Consolidação dos Dados As questões padronizadas devem ser consolidadas de forma a se obter o percentual de respostas obtidas. As questões abertas devem ser estruturadas antes da consolidação das respostas, de modo a atender aos principais pontos determinados na Matriz de Planejamento e que serão respondidos na Matriz de Achados.

3 Análise dos Dados Entenda-se por método de análise de dados o modo como são organizados os dados coletados e as relações que se pretende estabelecer entre as variáveis selecionadas para responder às questões de auditoria. A descrição do método de análise é parte fundamental da auditoria de programa e deve, portanto, constar da Matriz de Planejamento de Auditoria.

4 Análise dos Dados  tratamento estatístico (comportamento dos dados);  análise de conteúdo (interpretação dos dados sistematizados);  triangulação (usar diferentes métodos para validar as conclusões, ex.: dados registrados em documentos com obtidos em entrevistas);  representações gráficas;  análise de séries temporais;  avaliação das metas de desempenho (indicadores de desempenho).

5 EVIDÊNCIA Informações obtidas durante a auditoria no intuito de documentar os achados e de respaldar as opiniões e conclusões da equipe e devem ser:  Suficientes e completas  Pertinentes ao tema  Relacionadas com o achado  Adequadas e fidedignas (autenticidade, confiabilidade, exatidão da fonte)  Compor os papéis de trabalho  Organizadas e referenciadas

6 EvidênciaTécnica de Auditoria FísicaInspeção Física Documental Exame Documental Circularização Conciliação OralEntrevista Analítica Composição de saldo de Contas Conferência de Cálculos

7  originais de ofícios, cartas, relatórios, outros documentos endereçados à equipe de auditoria;  cópias de documentos internos ou externos ao órgão/entidade auditado;  fotografias, fitas de vídeo ou áudio, arquivos magnéticos;  extratos de entrevista;  respostas a questionários;  planilhas de cálculo, quadros comparativos, demonstrativos.

8 Respaldo às propostas de encaminhamento Consistência Achado de auditoria (Constatações) Um achado de auditoria é uma descoberta do auditor que fundamentará as conclusões e recomendações da auditoria. Os achados significam a identificação de uma situação que apresenta oportunidade de melhoria para o desempenho do órgão ou programa auditado e deve atender, necessariamente, aos seguintes requisitos básicos: Relevância Fundamentação em evidências Objetividade

9 Achado de auditoria Qualquer que seja a estratégia metodológica a ser adotada, cada questão de auditoria deve ser analisada segundo os seguintes elementos que consubstanciam os achados de auditoria: Situação encontrada Critério Causa Efeito

10 Análise dos Dados Nas questões ligadas à economicidade, à eficiência e à eficácia de uma auditoria de desempenho operacional, temos: a) Critério: padrão ou indicador usado para determinar se o programa atinge, excede ou está aquém do desempenho esperado. O critério provê o contexto para se compreender os resultados da auditoria e deve ser razoável, factível e adequado à matéria sob exame, como:

11  objetivos ou metas fixados por lei, por regulamento ou pela administração;  normas ou padrões estabelecidos;  opiniões de especialistas;  desempenho anterior;  desempenho de instituições similares, nacionais ou estrangeiras. b) Condição: a situação existente, identificada e documentada durante os trabalhos. c) Causa: as razões do mau ou bom desempenho observado. d) Efeito: as reais consequências da diferença constatada pela auditoria entre condição e critério.

12 Processo de Análise de um achado Estimar o benefício das propostas de encaminhamento Desenvolver as conclusões e as propostas de encaminhamento Determinar as causas e os efeitos do achado Achado – decorre da comparação de “o que é”, com “o que deveria ser”, comprovado por evidências. Situação encontrada – o que é Critério de auditoria – o que deveria ser

13 Exemplo de um Achado: Não observância ao cronograma de execução das obras.

14 Nas questões ligadas à efetividade tratadas no âmbito de uma avaliação de programa, temos: a)Critério: a natureza ou magnitude do impacto esperado com a implementação do programa. b) Condição: a situação verificada após a implementação do programa e a situação que provavelmente seria verificada sem essa implementação.

15 c) Causa: a suposição fundamental é que o programa é responsável pelas mudanças observadas. A estratégia metodológica escolhida buscará assegurar, mediante evidências plausíveis, que nenhum outro fator, além do programa, é responsável pelos efeitos constatados. d) Efeito: as mudanças, positivas ou negativas, nas condições reais que podem ser identificadas e atribuídas ao programa. Trata-se, assim, da diferença entre a situação observada após a implementação do programa e a situação que provavelmente seria observada sem essa implementação.

16 Auditoria de Desempenho Operacional (economicidade, à eficiência e à eficácia) Auditoria de Programas (efetividade) Critério Padrão ou indicador usado para determinar se o programa atinge, excede ou está aquém do desempenho esperado. A natureza ou magnitude do impacto esperado com a implementação do programa. Condição A situação existente, identificada e documentada durante os trabalhos. A situação verificada após a implementação do programa e a situação que provavelmente seria verificada sem essa implementação. Causa As razões do mau ou bom desempenho observado. O programa é responsável pelas mudanças observadas. Efeito As reais consequências da diferença constatada pela auditoria entre condição e critério. As mudanças, positivas ou negativas, nas condições reais que podem ser identificadas e atribuídas ao programa.

17 AUDITORIA EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS Em uma avaliação de programa é quase sempre necessário comparar observações sobre beneficiários ou clientes do programa auditado com observações sobre pessoas não afetadas pelo programa em questão.

18 Matriz de Achados A Matriz de Achados compila e sistematiza as várias informações levantadas durante o trabalho de auditoria, e apresenta, portanto, as informações essenciais ao Relatório de Auditoria. Sua elaboração revela-se um procedimento valioso, na medida em que permite à equipe testar a consistência lógica das informações que deverão ser incluídas no relatório.

19 Matriz de Achados Além disso, a matriz traz visibilidade para as conclusões da fase de execução e é muito útil para orientar as discussões com especialistas e gestores do órgão ou programa auditado. As informações devem ser registradas na matriz de forma sucinta, sem, contudo, prejudicar a clareza do conteúdo. A Matriz de Achados é composta basicamente de: questões de auditoria, achados principais, análises e evidências, causas, efeitos, boas práticas, recomendações e benefícios esperados.

20 Ferramenta de avaliação; Registro e discussão dos achados; Papel de trabalho; Finalidades:  Melhorar a qualidade dos relatórios;  Diminuir o tempo gasto na elaboração do relatório. MATRIZ DE ACHADOS O QUE É ?

21 Matriz de Achados As questões de auditoria devem ser as mesmas da versão final da Matriz de Planejamento. Nos achados principais devem ser relacionadas as constatações de maior relevância, identificadas a partir das discrepâncias entre a situação encontrada na fase de execução e os critérios de desempenho previstos para a ação auditada.

22 Boas Práticas Deve conter a menção ao bom desempenho de gerência praticado por outros órgãos como forma de subsidiar a proposta de recomendações. O motivo é que a existência dessas boas práticas é um poderoso argumento em favor da viabilidade e da oportunidade de recomendações que tenham conteúdo semelhante. As boas práticas identificadas pela equipe podem ser usadas na formulação de recomendações, como exemplos de providências a serem disseminadas ou adotadas pelo gestor. No entanto, é oportuno ressaltar que as circunstâncias locais devem ser analisadas para se verificar se a boa prática é passível de disseminação.

23 Recomendações Devem estar alinhadas com as causas subjacentes aos achados de auditoria, isto é, devem ser elaboradas de forma a tratar a origem das deficiências e discrepâncias diagnosticadas pela equipe. A viabilidade de implementação das recomendações sugeridas deve ser objeto de análise criteriosa pela equipe de auditoria.

24 Benefícios Esperados Deve-se registrar as consequências benéficas da implementação das recomendações. Sempre que for possível, a equipe deve: a) mensurar esses benefícios, ou prever mecanismos de mensuração, no intuito de demonstrar o significado das recomendações de auditoria; b) contribuir para que seja desenvolvido um trabalho suficiente para implementar as recomendações mais importantes; c) divulgar o impacto potencial da auditoria de desempenho; d) fixar uma base para o estabelecimento de metas para o monitoramento de auditoria. Os benefícios podem ser identificados sob diversos enfoques: custo, prazo, eficiência, qualidade e equidade.

25 Matriz de Achados Achados Principais Análises e Evidências CausasEfeitosBoas PráticasRecomendaçõesBenefícios Esperados Constatações de maior relevância, identificadas a partir de discrepâncias entre a situação encontrada na fase de execução e dos critérios de desempenho previstos para a ação do programa. Apresenta oportunidade de melhoria para o desempenho do órgão ou programa avaliado. São registrados os métodos de análise de dados e seu emprego na produção de evidências. De forma sucinta, devem ser indicadas as técnicas utilizadas para tratar as informações coletadas durante a execução e os resultados obtidos. São registrados as causas do baixo desempenho eventualmente observados, indicando-se aquelas ligadas a operacionalizaçã o ou a concepção do objeto da avaliação, bem como aquelas que estão fora do controle ou influência do gestor, quando for o caso. Deve ser destacado que as recomendações conterão justamente as medidas consideradas necessárias para sanear as causas do problema. São registradas as conseqüência s relacionadas as causas e aos corresponden tes achados. É a medida de relevância do achado. São relacionadas as boas práticas identificadas na fase de execução como forma de subsidiar a proposta de recomendaçõ es. Relacionam-se aqui as recomendações, que deverão estar alinhadas com as causas subjacentes aos achados, ou seja, devem ser elaborados de forma a tratar a origem das deficiências e discrepâncias diagnosticadas pela equipe. As propostas devem ser objeto de análise criteriosa pela equipe. São relacionados os benefícios quantitativos, sempre que possível, e qualitativos, que se espera alcançar com a implementação das recomendações.

26 Matriz de Achados Achados Principais Análises e Evidências CausasEfeitos Boas Práticas Recomen- dações Benefícios Esperados Seiscentas unidades estão sendo ocupadas por famílias que não atendem ao perfil previsto pelo programa. Comprova- ção de que 600 famílias não possuem o pré-requisito definido pelo programa. Falhas no cadastra- mento das famílias. Persistência da carência habitacional para a população- alvo do programa. Utilização pela Prefeitura de assistentes sociais para cadastrar e selecionar as famílias carentes. Treinar as equipes de cadastro para identificaçã o de famílias carentes. Espera-se que a partir da adoção da recomendação, as futuras unidades construídas sejam ocupadas por famílias de baixa renda, reduzindo o déficit habitacional. Questão: “De que forma o programa tem proporcionado condições de participação dos beneficiários?” Programa: Habitação Popular


Carregar ppt "TCEMG - Curso de Pós-Graduação em Direito Público: Controle de Contas, Transparência e Responsabilidade Disciplina: Execução, Relatório e Monitoramento."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google