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Universidade de Lisboa - Instituto de Educação Aprendizagem com as TIC ENSINO PRESENCIAL, B-LEARNING E E-LEARNING Docentes: Professora Doutora Guilhermina.

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1 Universidade de Lisboa - Instituto de Educação Aprendizagem com as TIC ENSINO PRESENCIAL, B-LEARNING E E-LEARNING Docentes: Professora Doutora Guilhermina Miranda Doutora Joana Coelho Trabalho realizado por: Ana Teresa Ramirez Carlos Cavaco Fernando Miranda João Raimundo Óscar Santos 1

2 2 UMA MUDANÇA INEVITÁVEL !

3 3

4 ENSINO PRESENCIAL

5 O professor e os alunos estão no mesmo espaço físico a uma hora pré-determinada para a realização de uma aula. O ensino presencial permite tirar partido da componente social da aprendizagem. O ambiente educacional pode ter por base uma abordagem instrutiva instrucionista e/ou construtivista. AMBIENTE EDUCACIONAL

6 Professor alunos professoraluno AMBIENTE EDUCACIONAL Abordagem InstrucionistaAbordagem Construtivista

7 Para salientar conceitos importantes o professor aplica: – Técnicas de entoação de Voz – Técnicas de Expressão corporal Gestos Movimentos dos olhos Expressões da face AMBIENTE EDUCACIONAL - TÉCNICAS

8 MEIOS E MATERIAIS - EVOLUÇÃO

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11 11 MODELO PEDAGÓGICO PRESENCIAL Transmissão de conteúdos Aulas teóricas Transparências Livros, artigos, apontamentos Aplicação de conceitos Aulas teórico-práticas Aulas práticas Trabalho de grupo Aulas práticas Laboratórios Projectos Avaliação Testes Projectos Trabalhos escritos e apresentações Fonte: Figueiredo, A. D. (2009). Estratégias e modelos para a educação online, p. 38. In G. L. Miranda (org.). ensino online e aprendizagem multimédia (pp ). Lisboa. Relógio d’Água Editores.

12 Actualmente o ensino presencial começa a envolver cada vez mais uma componente de trabalho a distância, suportada por ferramentas, como por exemplo, os LMS, os Blogs, as redes sociais, etc, numa perspectiva que combina o modelo presencial com o modelo a distância. 12 MODELO PRESENCIAL NA ACTUALIDADE

13 DO MODELO PRESENCIAL AO MODELO A DISTÂNCIA Exemplos: Telescola, Ano Propedêutico

14 14 “Antes do aparecimento da Web 2.0, Stephen Downes faz um retrato algo desencantado da realidade do e-learning na altura. Segundo o autor, o e-learning tinha-se burocratizado e aproximado, cada vez mais, dos modelos tradicionais de ensino, seja presenciais, seja a distância”. (Mota, 2009, …”Tinha-se tornado a base de um edifício que fornecia um ensino fechado, inflexível e redutor, que punha todo o controlo do lado das instituições.” (Mota, 2009, CONVERGÊNCIA

15 15 “É a essa intersecção entre a Web 2.0 e o E-learning que Downes chama E-learning 2.0. Na perspectiva deste autor, um dos aspectos mais relevantes nesta mudança prende-se com as formas como os novos utilizadores, que nasceram e cresceram num mundo digital, chamados digital natives (Prensky, 2001) ou n-gen (net generation) (Tapscott, 1998), interagem com a informação e encaram a comunicação e os media.” (Mota, 2009, CONVERGÊNCIA

16 16 “Em termos concretos da aprendizagem, esta tendência manifesta-se por um deslocamento do controlo para os estudantes, em abordagens pedagógicas centradas neles e nas suas expectativas, necessidades e características. Esta perspectiva permite-lhes uma autonomia muito maior, por um lado e, por outro, dá grande destaque a uma aprendizagem activa, baseada na criação, na comunicação e na participação”. (Mota, 2009, CONVERGÊNCIA

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18 18 CONCEITO Segundo Naidu (2006), é um conjunto de actividades educativas realizadas individualmente ou em grupos de trabalho, on-line ou off-line, e de forma síncrona ou assíncrona através de computadores em rede e outros dispositivos electrónicos.

19 19 Naidu (2006) citando Romiszowski (2004), considera: Individualizada no seu próprio ritmo e-learning online; Individualizada no seu próprio ritmo e-learning offline; Baseada em e-learning em grupo síncrona; Baseada em e-learning em grupo de forma assíncrona. MODALIDADES

20 20 Segundo Naidu (2006): As organizações que tradicionalmente ofereciam programas de educação apenas presenciais apostam em sistemas de e-learning, um nicho de mercado em crescimento fortemente apoiado na vertente espaço e tempo. O sector empresarial aposta no e-learning como forma de racionalizar os custos, em actividades de formação do pessoal. TENDÊNCIAS

21 21 Ainda de acordo com Naidu (2006): O acesso flexível refere-se ao acesso e uso da informação e aos recursos num lugar, tempo e ritmo que é adequado e conveniente ao aluno. O conceito de educação a distância foi fundada sobre os princípios de acesso flexível (Willems, 2005). Os alunos seriam obrigados a concluir as tarefas, apresentar os seus trabalhos e realizar os exames dentro do prazo definido. ATRIBUTOS

22 22 Segundo Naidu (2006) são um conjunto de ferramentas de software que permitem a gestão e facilitação de uma gama de aprendizagem e actividades de ensino e serviços. Características da maioria dos LMSs Capacidade de fornecimento de conteúdos curso; Gestão de operações de aula on-line; Rastreamento e relatórios de progresso de aluno; Avaliação dos resultados da aprendizagem; Relato de realização e de execução de ganhar tarefas; Gestão de registos de estudantes. SISTEMAS DE GESTÃO DE APRENDIZAGEM (LMS) ONLINE

23 23 Exemplos Blackboard, WebCT, FirstClass, Moodle e Lotus Learning Space. SISTEMAS DE GESTÃO DE APRENDIZAGEM (LMS) ONLINE

24 24 Segundo Naidu (2006) são um recurso electrónico que tem o potencial de promover a aprendizagem. Tipicamente incluem scripts, imagens e módulos de multimédia e formato digital. São na maior parte das vezes desenvolvidos como entidades discretas, por isso podem ser reutilizadas por outros utilizadores em vários contextos educacionais como acontece, por exemplo, com as peças do LEGO. Suportam a aprendizagem e o ensino Permitem a pesquisa por metadados Devem ser colocados em repositórios OBJECTOS DIGITAIS DE APRENDIZAGEM

25 25 Repositórios POOL (Portal for Online Objects in Learning). POND (Utiliza o protocolo POOL). SPLASH (Comunica através de peers via o protocolo POOL). MERLOT (Multimedia Educational Resource for Learning and Online Teaching). CAREO (Campus Alberta Repository of Educational Objects). OBJECTOS DIGITAIS DE APRENDIZAGEM

26 26 Naidu (2006) considera dois tipos de cursos de ensino online: Parcialmente online Integra recursos materiais existentes, que estão disponíveis na forma impressa ou não impressa, como livros, etc., com alguns elementos de aprendizagem on- line. Totalmente online Terá a maior parte da sua aprendizagem e actividades de ensino online. DESENVOLVIMENTO DE MODELOS DE CURSOS DE APRENDIZAGEM ONLINE

27 27 O modelo de Embrulho (Wrap around) Segundo Naidu (2006) este modelo consiste na aprendizagem online em torno dos recursos existentes, como livros, CD-ROM, etc. Conta com materiais de apoio que podem incluir: Guias de estudo online Actividades e discussões DESENVOLVIMENTO DE MODELOS DE CURSOS DE APRENDIZAGEM ONLINE

28 28 Modelo Integrado Para Naidu (2006) este modelo está mais próximo de um curso completo online de aprendizagem, uma vez que: Inclui um sistema integrado de gestão de aprendizagem; Disponibiliza grande parte da matéria em formato electrónico; Prevê a conferência por computador; Promove o trabalho em pequeno grupo; Baseia-se em actividades de aprendizagem colaborativa online; Prevê a avaliação online dos resultados de aprendizagem. DESENVOLVIMENTO DE MODELOS DE CURSOS DE APRENDIZAGEM ONLINE

29 29 Os requisitos administrativos do E-learning A tecnologia O desenho e desenvolvimento do curso Gestão dos conteúdos da matéria Requisitos da implementação do E-learning Registo dos estudantes Apoio ao estudante Avaliação da aprendizagem (formativa e sumativa) Avaliação dos impactos do E-learning GESTÃO E IMPLEMENTAÇÃO DO E-LEARNING

30 30 MODELO PEDAGÓGICO PRESENCIAL MODELO PEDAGÓGICO A DISTÂNCIA Transmissão de conteúdos Aulas teóricasConteúdos escritos TransparênciasConteúdos multimédia Livros, artigos, apontamentosLivros, artigos Aplicação de conceitos Aulas teórico-práticasTrabalho autónomo Aulas práticasTrabalho cooperativo Trabalho de grupo Aulas práticas Trabalho cooperativo Laboratórios Projectos Avaliação TestesTestes objectivos ProjectosSimulações Trabalhos escritos e apresentações Trabalhos escritos Projectos Portefólios Fonte: Figueiredo, A. D. (2009). Estratégias e modelos para a educação online, p. 38, 41. In G. L. Miranda (org.). ensino online e aprendizagem multimédia (pp ). Lisboa. Relógio d’Água Editores.

31 B-LEARNING É um processo de aprendizagem que combina práticas e métodos do ensino/aprendizagem presencial e a distância. 31

32 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Permite percursos de aprendizagem diferenciados. Promove a auto-aprendizagem e a auto-regulação da aprendizagem. Desenvolve aprendizagem em ambiente tecnológico evoluído. Promove diferentes tipos de interacção. Potencia o desenvolvimento de diferentes modelos de aprendizagem. 32

33 MODALIDADES DO B-LEARNING SÍNCRONOASSÍNCRONOMISTO AULA PRESENCIAL + VÍDEO, CONFERÊNCIA, CHAT, QUADRO PARTILHADO,… AULA PRESENCIAL + FÓRUNS, CORREIO,… AULA PRESENCIAL + VÍDEO, CONFERÊNCIA, CHAT, QUADRO PARTILHADO + FÓRUNS, CORREIO,… 33

34 Porque maximiza as potencialidades do ensino presencial e a distância, permitindo tirar partido, nas sessões presenciais, da componente social da aprendizagem. Porque tira partido do interesse que a tecnologia desperta nos alunos. Porque potencia atingir níveis mais profundos de aprendizagem. PORQUÊ O B-LEARNING? 34

35 OBJECTIVOS EDUCATIVOS TAXONOMIA DE BLOOM 35

36 ABORDAGENS INSTRUTIVAS Que teoria devo ter por base na elaboração de um curso/actividade pedagógica? InstrucionismoConstrutivismo Na aprendizagem introdutória Na aprendizagem avançada especializada Aprender a aprender 36

37 37 MODELO PEDAGÓGICO COMBINADO Transmissão de conteúdos Conteúdos escritos Conteúdos multimédia Livros, artigos Sessões presenciais Aplicação de conceitos Trabalho autónomo Trabalho cooperativo Sessões presenciais Trabalho de grupo Trabalho cooperativo Sessões presenciais Avaliação Testes objectivos simulações Trabalhos escritos Projectos Portefólios Apresentações Fonte: Figueiredo, A. D. (2009). Estratégias e modelos para a educação online, p. 40. In G. L. Miranda (org.). ensino online e aprendizagem multimédia (pp ). Lisboa. Relógio d’Água Editores.

38 38 PLANEAR UMA ACTIVIDADE PEDAGÓGICA ONLINE FORMULAÇÃO DE OBJECTIVOS DEFINIÇÃO DA ABORDAGEM INSTRUTIVA DESENHO DE ESTRATÉGIAS DIDÁCTICAS (Interacção, síncrona ou assíncrona, …) CONCEPÇÃO DA ACTIVIDADE Professor

39 39 PLANEAR UMA ACTIVIDADE PEDAGÓGICA ONLINE OBJECTIVOS – em função das realizações esperadas e não dos conteúdos DISPONIBILIZAÇÃO DE TODOS OS RECURSOS (Incluindo exemplos de trabalhos realizados por outros alunos) PLANO DE AVALIAÇÃO OPERACIONALIZAÇÃO DA ACTIVIDADE Aluno TAREFAS A REALIZAR E CALENDARIZAÇÃO

40 online e-learning b-learning Utilização das tecnologias Tempo gasto na aprendizagem online presencial UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS – TEMPO GASTO NA APRENDIZAGEM 40 Fonte: Heinze, A. & Procter, C. (2004). Reflections on the use of blended learning., p. 1. Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https://

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42 42 QUE ESCOLA QUEREMOS ?!

43 43 Actualmente utiliza-se o regime de b-learning ou e-learning essencialmente em educação/formação de adultos. Será viável no ensino básico e secundário?

44 44 BIBLIOGRAFIA Coutinho, C. & Junior, J. (2006). A complexidade e os modos de aprender na sociedade do conhecimento. In COLÓQUIO DA SECÇÃO PORTUGUESA DA ASSOCIATION FRANCOPHONE INTERNATIONALE DE RECHERCHE SCIENTIFIQUE EN EDUCATION, 14, Lisboa, Portugal, 2006 – “Para um balanço da investigação em educação de 1960 a 2005 : teorias e práticas : actas do Colóquio da AFIRSE”. [Lisboa : Universidade de Lisboa, 2006]. Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6501/1/Afirse%202007%20Final.pdf https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6501/1/Afirse%202007%20Final.pdf Ferreira, M. & Silva, B. (2009). Docência online: uma tessitura pedagógica/comunicacional. In SILVA, B. [et. al.], org. – “Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia : actas do Congresso, 10, Braga, Portugal, 2009”. Braga : CIEd - Universidade do Minho. ISBN p Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9970/1/DOC%C3%8ANCIA%20ONLINE%20- %20UMA%20TESSITURA%20PEDAG%C3%93GICACOMUNICACIONAL.pdf https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9970/1/DOC%C3%8ANCIA%20ONLINE%20- %20UMA%20TESSITURA%20PEDAG%C3%93GICACOMUNICACIONAL.pdf Gomes, M. (2005). Desafios de e-learning: Do conceito às práticas. In SILVA, Bento D. ; ALMEIDA, Leandro S., coord. – “Actas do Congresso Galaico-Português de Psicopedagogia, 8, Braga, Portugal, 2005” [CD-ROM]. Braga : Centro de Investigação em Educação do Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho, ISBN p Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/3339/1/Educa%C3%A7%C3%A3o-online.pdf https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/3339/1/Educa%C3%A7%C3%A3o-online.pdf

45 45 Gomes, M. (2008). Reflexões sobre a adopção institucional do e-learning : novos desafios, novas oportunidades. “e-Curriculum” [Em linha]. 3:2 (2008). [Consult. 30 Jan. 2009]. Disponível em: ISSN Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8678/1/gomesmj_08.pdf ISSN https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8678/1/gomesmj_08.pdf Heinze, A. & Procter, C. (2004). Reflections on the use of blended learning. Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https:// Mota, J. (2009). Da Web 2.0 ao e-Learning 2.0: aprender na rede. Dissertação de Mestrado, Versão Online, Universidade Aberta. Retirado em 6 de Outubro de 2010 de Miranda, G. (2009). Ensino online e aprendizagem multimédia. Lisboa: Relógio d’água. Naidu, S. (2006). E-Learning, A Guidebook of Principles, Procedures and Practices. Melbourne: Commonwealth Educational Media Center for Asia (CEMCA). Retirado em 4 de Outubro de NSWDET Country Areas Program Regional Consultants in conjunction with the NSWDET Rural and Distance Education Unit.(2010). Blended learning “any time, any how, many ways”. New South Wales Department of Education and Training – Australia. Retirado em 5 de Outubro de 2010 de Torrão, S. & Tiirmaa-Oras, S. (2007). Blended learning: research reports & examples of best practices. Coordinated by University of Tartu, Estonia. Retirado em 5 de Outubro de 2010 de um.pdf. um.pdf


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