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Oportunidades para Inovação e Empreendedorismo em Computação

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Apresentação em tema: "Oportunidades para Inovação e Empreendedorismo em Computação"— Transcrição da apresentação:

1 Oportunidades para Inovação e Empreendedorismo em Computação
Prof. Edward David Moreno Evento no UNIVEM, 29/10/2012 Marília, S.P.

2 Sumário Alguns Conceitos Ferramentas de Inovação
Inovação e Empreendedorismo Casos de Sucesso no Brasil Dicas e Oportunidades Conclusões e Referências

3 Definições e Conceitos

4 Edward Moreno I & Em Computação
Inovação na Prática Para Schumpeter (1982), a inovação é um conjunto de novas funções evolutivas que alteram os métodos de produção, criando novas formas de organização do trabalho e, ao produzir novas mercadorias, possibilita a abertura de novos mercados mediante a criação de novos usos e consumos. Inovar é ter uma ideia que seus concorrentes ainda não tiveram e implantá-la com sucesso. A inovação faz parte da estratégia das empresas. Edward Moreno I & Em Computação

5 Razões para Inovar - Tecnológicas
Desenvolver novos produtos e serviços Alterar ou melhorar os métodos de produção existente Imitar os líderes em inovação Adaptar as tecnologias desenvolvidas por outros as necessidades da empresa Melhorar o desempenho de técnicas existentes

6 Razões para Inovar - Econômicas
Inovação em Produtos -Substituir produtos obsoletos -Alargar a gama de produtos -Manter posição atual de mercado -Entrar - abrir novos mercados Inovação em Processos Melhorar a flexibilidade na fabricação Reduzir custos de fabricação Reduzir consumo de materiais, energia, taxa de defeitos etc.

7 Tipologia de Inovação De acordo com Schumpeter, existem cinco tipos de inovações: Introdução de novos produtos Introdução de novos métodos de produção Abertura de novos mercados (ou demandas) Desenvolvimento de novas fontes de matérias-primas Criação de novas estruturas de mercado para uma dada indústria.

8 Inovação nas Indústrias
Inovação no Produto Inovação no processo Inovação no sistema de gestão Inovação na linha de montagem

9 Inovação e Conhecimento
Inovação envolve sempre a utilização de um novo conhecimento ou um novo uso para a combinação de conhecimentos já existentes. Novos conhecimentos podem ser obtidos ou gerados de duas maneiras: atividades voltadas à inovação (por exemplo, pesquisa e desenvolvimento – P&D) adquiridos externamente (por exemplo, através de parcerias com instituições de ciência e tecnologia (ICTs).

10 Vantagens da Inovação Tecnológica
Porque inovação é catalisadora para a geração de melhores salários, de maiores e melhores exportações e para o crescimento sustentável das empresas Porque inovação é promotora de empregos Porque inovação melhora o nível de renda da sociedade Para podermos alcançar efetivamente um lugar entre as nações desenvolvidas (especialmente nos tempos da sociedade do conhecimento)

11 Contexto da Inovação Um aspecto geral de uma inovação é que ela deve ter sido implementada. Deve trazer benefícios para a sociedade como um todo – e não apenas a setores específicos. As atividades de inovação também inserem a pesquisa e desenvolvimento (P&D) é impulsionada por fatores que vão muito além de uma demanda de mercado. O papel do Estado nesta transformação é fundamental.

12 Sistema Nacional de Inovação
NIS – National Innovation System Model Freeman, Lundvall, 1992 OECD, 1999.

13 Atores e Fatores Relacionados a Inovação
Universidade Governo Empresas Redes tri-laterais e organizações híbridas Na abordagem da Tríplice Hélice a inovação (e conseqüentemente, desenvolvimento econômico e social) de um País é resultado da sinergia entre três atores: GOVERNO, EMPRESAS e UNIVERSIDADES. Economia baseada no conhecimento Conhecimento Economia Geografia Infra-estrutura de Conhecimento Política Econômica Inovação ETZKOWITZ & LEYDESDORFF, 1995 Governo atua como o ator que propicia condições favoráveis à inovação Universidade atua na formação de recursos humanos qualificados e na geração de empresas spin-off Empresa como locus da inovação e do desenvolvimento baseado em conhecimento. LEYDESDORFF & MEYER, 2003

14 Visão Sistêmica Inovação = G+U+E+ RH+ Infra+ Mercado+ Leis+ etc
Sistema Educacional e de Treinamento Clusters de Indústrias Rede de Inovação Global Sist. Reg. de Inovação Sistema Nacional de Inovação Infra-estruturas de comunicação Fatores condicionantes de mercado Produtos condicionantes de mercado DESEMPENHO DO PAÍS Crescimento, criação de emprego, competitividade Capacidade Nacional de Inovação Geração, difusão e uso do conhecimento Instituições de Apoio Sistema Científico Grupos de Pesquisa Contexto macro- econômico e regulatório Empresas (competências internas e redes externas) Inovação = G+U+E+ RH+ Infra+ Mercado+ Leis+ etc NIS – National Innovation System Model Freeman, Lundvall, 1992 OECD, 1999. Segundo a Visão Sistêmica inovação é resultado da interação de um conj. heterogêneo de instituições sob condições econômicas, legais, de infra-estrutura e comerciais.

15 Lições do Modelo Global de Inovação
As condicionantes para Inovação em um País são responsabilidades compartilhadas por múltiplos atores. A ausência ou ineficácia de um dos atores implica na incapacidade de todos em gerar uma economia do conhecimento adequada e as condições para geração de riqueza da nação. O tempo para a construção nacional de um ambiente propício é inversamente proporcional à capacidade inovativa Especialmente se o objetivo é a inovação em nível global A Cultura necessária à Inovação é multi-setorial, multi-institucional e multidisciplinar. A Cultura pode criar condições para que cada responsável coloque o tema da inovação em sua agenda

16 Objetivos de Eventos de Inovação

17 Instrumentos pró Inovação
Novo Marco Regulatório Lei de Inovação. Lei do Bem. Lei de Informática Política Industrial e de Comércio Exterior Fomento, Incentivos e Subsídios ATORES: Agências, observatórios ou Institutos de Inovação Como conectar oferta de competências em C&T e as Oportunidades em Inovação CULTURA Inovação para o meio acadêmico Inovação para o setor de governo ligado a C&T Inovação para o pequeno e médio empresário

18 No Brasil precisamos Motivar a Inovação
Inserção de Pesquisadores na TH = E + G + U No Brasil precisamos Motivar a Inovação Inserção de pesquisadores no Governo e na Indústria e Equilibrar a Inovação e Pesquisa

19 Situação no Brasil – “Common Knowledge”
No Brasil 2/3 dos doutores estão nas universidades e menos de 1/3 nas empresas. Nos países desenvolvidos a proporção é inversa. Fonte: Cruz, 2000

20 Lei e Decreto de Inovação (2004 e 2005)
Portal da Inovação Instrumento de Apoio à Cooperação entre a Comunidade Técnico-Científica e o setor Empresarial Lei e Decreto de Inovação (2004 e 2005) - Estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo - Visa à capacitação e ao alcance da autonomia tecnológica e ao desenvolvimento industrial. - Decreto de regulamentação (11/10/2005)

21 Portal Inovação como Serviço
O PI é um serviço de governo eletrônico para promoção de inovação, permintindo a cooperação via WEB, com ambientes e sistemas personalizados para os usuários da cadeia de inovação. Instrumentos à Inovação Diretrizes de propriedade intelectual NITs, Modelos de contrato e programas Marco Regulatório Legislação e políticas nacionais e internacionais em inovação Fomento e Apoio Fontes de financiamento e apoio a C&T e empresas Biblioteca Links para artigos, teses, eventos e bibliotecas em inovação. Busca por competências por especialistas, grupos ou empresas Busca por oportunidades de cooperação por demandas em capacitação de pessoal, capacitação tecnológica, apoio à exportação ou à substituição de importados. Favoritos Itens podem ser guardados em Diretórios privativos de empresas e especialistas.

22 Rede ScienTI (www.scienti.net)
International Network on Information Sources and Knowledge for the Management of Science, Technology and Innovation Reference International standards Methodology eGov Architecture International Network ScienTI systems ScienTI standards Web services models ONCYTs OICYTs GDIs

23 Casos Brasileiros de Sucesso
Estratégia Tecnológica. Cap 3, da Profa. Tatiany Paço, da UCG (Univ. Católica de Góias).

24 Inovações em Organizações Brasileiras
EMPRESA SETOR DE ATIVIDADE FOCO DA INOVAÇÃO TIPO DE INOVAÇÃO Banco do Brasil Financeiro Tecnologia Pioneiro e líder na utilização de ferramentas web (portal e leilão eletrônico) para otimizar o relacionamento com agentes do agronegócio. Brasilata Metalurgia Produto Novos sistemas de fechamento de latas de tintas Copesul Química e Petroquímica Gestão Nova arquitetura organizacional, baseada em processos empresariais conduzidos por unidades de negócios e times semi-autônomos. Embrapa Pesquisa Agropecuária Processo Mudança de paradigma a fim de entender pesquisa e desenvolvimento como um negócio Monsanto Agroquímicos e Biotecnologia Modelo de Negócio Pioneirismo e mudança de paradigmas no desenvolvimento de um novo campo tecnológico: a biotecnologia agrícola

25 Base de Dados de Indicadores de Inovação Tecnológica da ANPEI

26 Aracruz & Cofap Nome da empresa e Setor
Áreas e características da inovação tecnológica Diretrizes explícitas de estratégia tecnológica Dimensão quantitativa do investimento em P&D Aracruz Celulose Inovação na otimização e desenvolvimento de processos e usos para a polpa de madeira e no re- fIorestamento. Mantém instalações de P&D, investe na formação de pessoal e mantém intercâmbio com universidades, no Brasil e no exterior. Manter a liderança no mercado mundial. Abrir novos mercados, principalmente por meio de novos usos da polpa de madeira. Não declarado. Cofap Componentes Automobilísticos Inovações em sintetizadores, elastômeros e eletrônica veicular. Mantém centros de P&D. Adquire empresas detentoras de tecnologia. Mantém e contrata especialistas. Contrata tecnologia externa. 13 empresas no Brasil e três filiais no exterior. Identificar tendências com antecedência para preparar-se e manufaturar melhores produtos, em qualidade e preço. Manter-se competitiva, internacionalmente. Em 1987, US$ 5,8 milhões, ou seja, 3% da receita líquida operacional.

27 Embraer & Gradiente Nome da empresa e Setor
Áreas e características da inovação tecnológica Diretrizes explícitas de estratégia tecnológica Dimensão quantitativa do investimento em P&D Embraer Aeronáutica Inovação em produtos destinados à indústria aeronáutica e de satélites. Desenvolve projetos ligados a necessidades detectadas no mercado. Mantém subsidiárias próximas a seus mercados nos Estados Unidos e na França. Produzir com a tecnologia mais avançada no campo da aeronáutica. Cerca de US$ 1 milhão de dólares para formação de recursos humanos. Gradiente Eletrônica Inovação em informática, telecomunicações e vídeos para o mercado brasileiro. Mantém laboratórios de P&D. Adquire empresas detentoras de tecnologia. Contrata tecnologia externa. Possui várias unidades fabris no país e no exterior: Gradiente Mexicana e filiais no Japão e Grã-Bretanha. Possuia um Centro Tecnológico próprio, o Instituto Genius (Manaus), mas fechou em 2009. Ter acesso a tecnologia no momento exigido, a fim de proteger sua própria autonomia sem excessiva dependência externa. Destina 2% de seu faturamento.

28 Itautec & Petrobrás Nome da empresa e Setor
Áreas e características da inovação tecnológica Diretrizes explícitas de estratégia tecnológica Dimensão quantitativa do investimento em P&D Itautec Eletrônica Inovação em automação comercial de escritórios e bancária. Mantém laboratórios de P&D e grandes investimentos na formação de recursos humanos. Adquire empresas detentoras de tecnologia e joint ventures com empresas estrangeiras. Diversificar a linha de produtos tornando-se menos vulnerável às oscilações do mercado. Buscar mercados no exterior por meio da qualidade e competitividade de seus produtos e serviços. Investiu US$ 1,5 milhão apenas na formação de recursos humanos especializados em 1987 Petrobrás Inovação na produção de petróleo e derivados. Fornece apoio técnico às áreas de produção.Pesquisa em áreas de bombas para fluidos multifásicos. Adquire tecnologia de terceiros e desenvolve tecnologia própria. Recebe royalties de compradores de tecnologia. Diversificar em novos domínios e tratar tecnologia como "unidade de negócios". Manter o potencial de transferência de tecnologia. As aplicações em 1987 totalizaram o equivalente a US$ 75 milhões, correspondendo a 0.51 % do faturamento bruto. Investiu cerca de US$ 100 milhões no início da década de 1990

29 Instituto Cesar (Recife) & Startups UFMG
Nome da empresa Empresa Porto Digital de Recife Start Ups da UFMG Com Prof Nivio Zivianni - Empresa Miner (do prof Zivinani no DCC da UFMG) e depois ver empresa akwan (www.akwan.com.br) – ver submarinos.com vs ameericanas.com  - ver empresa (do Prof Zivinani)  - ver empresa neemu em - Então, pesquisa na universidade pode alavancar as idéias, protótipo, tecnologia - gestão da empresa – networking  - Empreendedorismo - para definir um bom plano de negócios, produtos, concorrência, marketing, aspectos legais, capital, etc.

30 Oportunidades

31 Encontrando Oportunidades
O que falta ao consumidor/usuários? O que faria o consumidor/usuário se interessar e comprar alguma coisa? O que poderia ajudar as pessoas a realizar sua tarefas diárias, seus objetivos imediatos e de longo prazo, enfim, seus sonhos de vida? O que é novo e poderia mudar a vida das pessoas?

32 Inovação & Empreendedorismo
Alta INVENTOR EMPREENDEDOR A GRANDE MAORIA GERENTE ADMINISTRADOR Criatividade e Inovação Baixa Alta Habilidades gerenciais e know-how em negócios

33 Empreendedorismo – Peculiaridades no Brasil (SEBRAE)
4º. lugar dos empreendimentos por necessidade (+6 milhões de pessoas) 66% dos empreendedores investiram menos de R$ 10 mil 22% desembolsaram menos de R$ 2mil 22% conseguiram alocar valores mais robustos (acima de R$ 20 mil) 27% dos empreendedores iniciais e 20% dos negócios estabelecidos atuam no setor de alimentação. Outros destaques: vestuário e confecções 82,3% dos empreendedores iniciais não oferecem novidades 85,7% de empreendedores estabelecidos não oferecem novidades

34 Comportamento Empreendedor
Em qualquer definição de empreendedorismo encontram-se, pelo menos, os seguintes aspectos relacionados a um empreendedor: Iniciativa para criar/inovar e paixão pelo que faz Utiliza os recursos disponíveis de forma criativa transformando o ambiente social e econômico onde vive Aceita assumir os riscos e a possibilidade de fracassar

35 Anjos do Brasil (www.anjosdobrasil.net)
O que é Investidor Anjo ? O Investimento-Anjo é originário dos EUA, aonde é conhecido como Angel Investor ou Business Angel, apresentando as seguintes características: 1. É efetivado por pessoa física (que pode investir através de uma PJ, mas com recursos e trabalho próprios; não de terceiros*). 2. Investe em empresas nascentes (startups), próximas aonde reside, para poder apoiá-las. 3. Tem normalmente uma participação minoritária no negócio. 4. Não tem posição executiva na empresa, mas apoia o empreendedor com seu conhecimento, experiência e relacionamento, além dos recursos financeiros. O que é conhecido como smart-money.

36 Anjos do Brasil (www.anjosdobrasil.net)
No final de agosto 2012, houve investimentos nas seguintes empresas A empresa  Mundo Cervejeiro (http://www.mundocervejeiro.com.br/) - especializada na produção de cerveja artesanal. Oferece serviços de consultoria, treinamento, venda de equipamentos e acessórios para produção de cervejas artesanais. A empresa Locamob (http://www.locamob.com.br/) oferece uma maneira inteligente de conectar pessoas e locais. Descubra novos locais para visitar e interagir de acordo com a sua personalidade, faça novos amigos e colabora para o conhecimento geral! A empresa Listus (www.listus.com.br) Escolha o tema de sua lista. Monte a lista de presentes dos seus sonhos! Você terá a sua disposição produtos das principais lojas on-line. Escolha eletrodomésticos, eletrônicos, móveis, utensílios para sua cozinha, decoração para sua casa, pacotes de viagens e o que mais desejar.

37 Anjos do Brasil (www.anjosdobrasil.net)
No final de Setembro 2012, houve investimentos as seguintes empresas A empresa Behold Studios (http://beholdstudios.com.br) – We create Games and you get to play them! Os Principais Passos para Obtenção de Investimento-Anjo  (sumário baseado no livro “Investidor-Anjo – Guia Prático para Empreendedores e Investidores”) 

38 Com tantos negócios sendo criados, a importância de saber como implementá-los com sucesso no mercado se torna fundamental. E é exatamente para isso que a Startup Farm existe. Como eles fazem isso? Atualmente contam com o programa de aceleração de 30 dias e o Fast Track, com duração de 7 dias. O que é o programa? Um evento? Curso? Mentoria? Competição? Networking? A Startup Farm é um programa de aceleração completo.

39 PROGRAMA DE APOIO À INOVAÇÃO NAS EMPRESAS SERGIPANAS
EDITAL MCT/FAPITEC/SE N° 05/ PAPPE INTEGRAÇÃO PROGRAMA DE APOIO À INOVAÇÃO NAS EMPRESAS SERGIPANAS

40 PROGRAMA DE APOIO À INOVAÇÃO NAS EMPRESAS SERGIPANAS
EDITAL MCT/FAPITEC/SE N° 05/ PAPPE INTEGRAÇÃO PROGRAMA DE APOIO À INOVAÇÃO NAS EMPRESAS SERGIPANAS

41 MCTI/SECIS/FINEP/FNDCT – Cooperação Empresa ICT
Tecnologia Assistiva – 01/2011 – Resultado Final

42 Programa TI Maior – Panorama do Setor de TI e Software
2011 – Mercado de TI > R$ 102 bilhões Em 2011, o faturamento do setor de TI, exceto Telecomunicações, cresceu 11,3% em relação ao ano anterior e ultrapassou US$ 100 bilhões, respondendo por 4,4% do PIB brasileiro. Para 2020, estima-se um mercado global de TI na ordem de US$ 3 trilhões, dos quais US$ 900 bilhões serão dessas tecnologias, sendo o Brasil um candidato competitivo a produzi-las. Para o mercado brasileiro, estima-se um montante de US$ 200 bilhões, com 10% desse valor relativo às exportações.

43 Programa TI Maior – Principais Tendências
O Brasil é o 7º maior mercado interno, apresenta conhecimento em nichos específicos, tem proximidade cultural e geográfica com mercados-chave e forte relacionamento diplomático e comercial com as economias de crescimento acelerado.

44 Programa TI Maior 2012-2015 – Programa Start-up Brasil
Meta: acelerar 150 start-ups de software e serviços de TI até 2014, sendo 25% de start-ups internacionais localizadas no Brasil. RECURSOS PREVISTOS: R$ 40 MILHÕES

45 Programa TI Maior 2012-2015 – Ecosistemas Digitais
MERCADO Investimentos previstos em P&D&I Software para Educação milhões 2. Software para defesa e segurança cibernéticas 3. Software para Saúde 4. Software para Setor de Petróleo e gás 5. Software para Energia 6. Software ara o setor Aeroespacial / Aeronáutico 55 7. Software para Grandes Eventos Esportivos 12 8. Software para Agricultura e Meio Ambiente (AGRITECH) 20 9. Software para Finanças 10. Software para telecomUnicações 13 11. Software para Mineração 12. Software para Tecnologias Estratégicas 12.1 Computação em Nuvem 40 12.2 Mobilidade, Internet e Jogos Digitais (Games) 43 12.3 Computação Avançada de Alto Desempenho (HPC) 50 12.4 Software Livre

46 Inovação USP - Modelo de Avaliação
Elevator Pitch É uma breve síntese - de aproximadamente um minuto de duração - pela qual o empreendedor deve apresentar, descrever e vender sua ideia de negócios. O termo provém justamente da hipótese de se ter apenas o tempo de uma viagem de elevador para convencer um investidor a apostar em sua ideia. Business Model Canvas O Canvas é um modelo que permite organizar e desenvolver todo o modelo de negócios de uma empresa em apenas uma imagem. O modelo de Canvas a ser desenvolvido pelos participantes durante competição do 9º Ser Empreendedor deverá ser o seguinte: ver pg da USP Sumário Executivo O Sumário Executivo é uma descrição sucinta e abrangente do seu negócio, não devendo ultrapassar o limite de duas páginas. Deve contar diversas informações a respeito da sua ideia, como detalhes a respeito da formação da empresa, do produto, mercado, objetivos, sócios, investimentos...

47 Inova UNICAMP - http://www.inovacao.unicamp.br/noticia.php?id=1293
08/10/ Perspectivas para inovação OCDE prevê alta de 5% no investimento global em P&D em Aportes dos países emergentes deverão continuar a estimular a recuperação do setor Um relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) publicado em setembro mostra que o investimento mundial em P&D deve crescer 5,3% em 2012, em comparação com o ano passado, totalizando US$ 1,403 trilhão, resultado inferior aos 6,5% registrados entre 2010 e 2011, quando os aportes somaram US$ 1,252 trilhão e US$ 1,333 trilhão, respectivamente. China elevou sua participação no volume de P&D global de 7%, em 2004, para 13%, em 2009 Ver detalhes no relatório bienal "Science,Technology and Industry Outlook 2012"

48 Conclusões Não há dúvidas que promover a Ciência, a Tecnologia, a Inovação e o Ensino Superior para o desenvolvimento sustentável oferece uma excelente alternativa para a melhoria da qualidade de vida da humanidade Um possível caminho a seguir: (i) Transformar CONHECIMENTO científico em INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, (ii) Desenvolver em jovens pesquisadores atitudes empreendedoras para conduzir o processo de inovação e (iii) Inserir pesquisadores no contexto do setor empresarial Há fontes de apoio (anjos, startups, governo, startup Brasil, órgãos de fomento) Integrar Inovação & empreendedorismo para resolver problemas reais, que ajudem a humanidade a um crescimento, não somente econômico, uma evolução maior!

49 Conclusões Possíveis áreas de interesse: educação, saúde, lazer, transporte, segurança, entre outros Ficar atento aos editais, por exemplo Programa Startup Brasil: 40 milhoes, até 2014 Programa TI maior – 420 milhoes de reais – até 2015 Programas de Inovação das FAPs – Ex. FAPESP, via PIPE e PITE Editais da FAPITEC/SE – neste ano de 2012 faltou projeto – e teve segunda chamada de 1 milhao de reais, tendo somente 3 propostas finais selecionadas, de um total de 10 Programa Anjos Brasil, Startups, Startup farm, Prime, Empreendedorismo Santander Paradoxal ?: As empresas de sucesso (econômico), não nasceram da procura por dinheiro, e sim na tentativa de resolver uma necessidade/oportunidade/ - Dinheiro pode vir depois, e veio mesmo! Dinheiro como consequência/resultado. Podemos ajudar nosso próximo (seja na cidade, no Estado, no Brasil, no mundo) - a humanidade - pois todos precisamos de todos! Maior felicidade – ajudar os outros !

50 Final

51 Referências Roberto Pacheco. Cultura para Inovação. Palestra no VIII Semana de Pesquisa – SEMPESq, Aracaju, Setembr, 2006. TI Maior. Programa estratégico de Software e Serviços de TI Conceito de Empreendedorismo. Quem é o Empreendedor ? Aula 5, do Prof. Rafael Gonçalves, IFMG Campus de Almenara, MG, Brasil


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