A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Agosto de 2013. Trabalhando com as diferenças em sala de aula A escola é lugar de trocas, interações, de saberes, de confronto, espaço de relações, de.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Agosto de 2013. Trabalhando com as diferenças em sala de aula A escola é lugar de trocas, interações, de saberes, de confronto, espaço de relações, de."— Transcrição da apresentação:

1 Agosto de 2013

2 Trabalhando com as diferenças em sala de aula A escola é lugar de trocas, interações, de saberes, de confronto, espaço de relações, de vida. E, onde há vida, há movimento, conflito, mas também há possibilidade de transformação. Hoje, tanto se fala em turmas heterogêneas, respeitar ritmos de aprendizagens, individualidade, diferenças, e surge o questionamento: em que nós realmente cremos e o que está sendo feito nas escolas? A escola, quando começa incluir, por vezes acaba excluindo, não só os que são diagnosticados, mas os quietos, poucos interessados, que vivem num ambiente familiar repleto de problemas e os que nem descobriram ainda o que estão fazendo neste mundo. Muitas vezes, ninguém olha para eles a não ser que demonstrem problemas e/ou distúrbios de comportamento e de aprendizagem. Anelise de Almeida Gajardo

3  Pedagoga formada pela Universidade de Caxias do Sul.  Especialista em Ação Interdisciplinar na Educação com foco em Gestão Escolar pela FAP- Faculdade Regional de Palmitos. Atuação: por 12 anos professora de Educação Infantil na Rede Privada de Caxias do Sul, monitora na FADERS (Fundação de Atendimento ao Deficiente e ao Superdotado no Rio Grande do Sul), voluntária na AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente), atualmente professora dos anos iniciais do Ensino Fundamental na Rede Municipal de Farroupilha.

4 O que é inclusão? É a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência física, para os que têm comprometimento mental, para os superdotados, para todas as minorias e para a criança que é discriminada por qualquer outro motivo. Costumo dizer que estar junto é se aglomerar no cinema, no ônibus e até na sala de aula com pessoas que não conhecemos. Já inclusão é estar com, é interagir com o outro. Maria Teresa Égler Mantoan

5 Como você lida com as diferenças e com as defisciências ?

6 Se você percebeu o erro na grafia da palavra DEFICIÊNCIA significa que você está atento e é um bom observador.

7 Pode ser que você não tenha notado...motivos para estarmos distraídos não faltam.

8 Mas se não conseguiu.... Tirar o erro da cabeça!

9 Talvez você seja alguém que : Forme pré-conceitos. Julgue os outros sem mesmo conhecer. Tenha dificuldades de lidar com o “erro”.

10 Lembrando que o erro está por toda a parte....

11

12 E você já errou algum dia? Se sentiu vítima de um erro? Ou conhece alguém...

13 Fique tranquilo. Não se culpe você é humano! E não faltam pessoas para justificar nossos erros.

14 “Todos sabem que errar é humano. Mas insistimos em sermos deuses, temos a necessidade neurótica de sermos perfeitos.” Augusto Cury Augusto Jorge Cury é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor. Seus livros já venderam mais de 16 milhões de exemplares somente no Brasil, tendo sido publicados em mais de 60 países. Wikipédi aWikipédi a ”Errar é humano: mais humano ainda é atribuir o erro aos outros.” Anton Tchekhov Anton Pavlovitch Tchecov foi um médico, dramaturgo e escritor russo, considerado um dos maiores contistas de todos os tempos. Em sua carreira como dramaturgo criou quatro clássicos e seus contos têm sidos aclamados por escritores e críticos.. WikipédiaWikipédia

15 “Nunca julgue ninguém, você é humano lembra? Os mesmos erros poderão ser teus também.” Mr. Catra Wagner Domingues da Costa é 'Mr Catra – O Fiel'... cria da Tijuca, bairro do Rio de Janeiro (território onde esta a Favela do Borel)... pai de 13 filhos com diferentes mulheres.Mr. Catra, foi aluno do Colégio Pedro II e líder estudantil. No ano de 2004, Mr Catra recebeu o primeiro convite para fazer seu show e levar uma parte da cultura do FUNK CARIOCA para fora do Brasil... fez seu primeiro show no exterior... mais precisamente no Favela Chic da Franca... e dali não parou mais de trabalhar por la... em suas turnês anuais já pode mostrar seus trabalhos por países como : Suécia, Suíça, Inglaterra, Dinamarca, Alemanha, Polônia, Israel, Noruega, Holanda, Rússia, Espanha, Franca, Bélgica, etc. Quem quiser saber mais consulte...

16 Observe com atenção.

17 Comentários dos dias 10 e 11/07/2013. Assim ficou bem MELHOR pq ontem o melhoro na capa ficou feio. MELHORO MELHORO bastante agora!!! hahahahahahahhahahahahaha E o nome do meu afilhado saiu errado na parte dos nascimentos hein, que feio! Vocês poderiam mandar um exemplar corrigido? Vocês sempre erram!!!!! AGORA MELHORO Quem nunca errou? Penas atiradas ao vento, nunca mais serão recuperadas. cruzes e quem ai nunca errou??? Kkkkkk lamentável, tem que demitir o editor Erros de digitação é o que mais tem neste jornal. Olha ai Rôney Genius Melhoro ou melhorou? pode ser... mas na língua portuguesa "Pioro" https://www.facebook.com/pioneiro?fref=ts

18 E no outro dia melhoro?

19 Mudando de assunto...

20 Vamos esquecer um pouco dos erros e conhecer uma história que deu certo, apesar de alguns acharem que tinha algo de errado com ele, um defeito até...

21 ``Normalmente, uma família não está preparada para receber um membro com qualquer tipo de deficiência. A presença de um membro deficiente na família constitui-se inicialmente uma experiência traumática. A família envolve-se num sentimento de perda, pois todo filho é idealizado pelos seus pais antes de vir ao mundo. Há casais que não suportam conviver com essa eterna “ferida narcísica” e resolvem desistir do filho abandonando-o ou superprotegendo-o, o que não deixa de ser uma roupagem da rejeição. Um outro mecanismo de defesa comum nos casais que têm filhos deficientes é a negação da realidade.`` De acordo com Cardoso (2003 p...).

22

23 Conheci o Lucas em

24 De que forma vocês acham que a escola contribuiu para o sucesso do Lucas ?

25 Segundo Isabel mãe do Lucas:... quando o Lucas nasceu claro que eu não esperava que ele fosse Down, nem me passava pela cabeça com menos de dois anos ingressou na escolinha, foi lá a BASE de tudo, se ele não tivesse tido essa base ele não seria o que é hoje, e eu tive dela o maior apoio e orientação em tudo, sempre me orientaram para que ele frequentasse todos os lugares, que o levasse a tudo sempre e que ele participasse de tudo porque isso era o maior estimulo a convivência com crianças "normais”. -..Depois da escolinha foi para uma escola particular... Na entrevista tudo maravilhoso, temos experiência, temos psico, temos, temos, foi uma decepção, no Pré tudo ok, turma pequena, recreio separado etc., quando foi para a primeira série, passado um mês ele começou a ter dor de cabeça na hora de ir para o colégio! Dai comecei a perguntar do recreio, ele me falava que não ia para o recreio, que ficava na sala...fui lá no colégio e o que me passaram é que ele tumultuava os recreios e que “tiveram" que deslocar uma estagiária para ficar com ele na sala na hora do recreio. Pediram-me para pegá-lo na sala na hora da saída porque os PAIS pediram que ele não ficasse junto lá em baixo porque ele tumultuava a saída...

26 Nova escola... tinham oito crianças com dificuldades especiais, turmas pequenas e uma ou duas turmas de cada série Na época tinham um professor que inovou, ele tinha estas crianças lá elas frequentavam as turmas normalmente e em determinados momentos iam para uma sala num grupo de 2 ou 3 com uma psicopedagoga que dava uma espécie de reforço, as provas também eram feitas assim... Foi ótimo o Lu fez a primeira série passou para a segunda, repetiu à segunda, mas dai... A direção mudou e tudo mudou A estrutura do colégio era excelente os professores também... E eles estavam preparados para as crianças especiais...porque em minha opinião não adianta a criança ser “aceita" no colégio se este não oferece condições e se não tem um mínimo de preparo.

27 ... O Lucas foi muito feliz.. fez muitos amigos, foi totalmente aceito por todos, mas depois de dois ou três anos, o... que era coordenador saiu e a pessoa que assumiu no lugar dele tinha uma visão diferente, a psicopedagoga foi afastada e as crian ç as não tinha mais esse refor ç o em particular e ai não conseguiam acompanhar as turmas, a opinião desta profe que assumiu é que se eles saiam da aula por determinado momento eles não estavam sendo "inclu í dos", mas eu entendo que eles não conseguem acompanhar um curr í culo "normal" que é imposto por mais esfor ç ado que seja o professor.... Foi ai que ele nas aulas mesmo em que ele não tinha interesse, ou não conseguia entender o que estava acontecendo, come ç ou a escrever poesias, durante a aula mesmo Bem as crian ç as especiais foram saindo do col é gio, e acabou que s ó restou o Lucas, e chegou num momento em que ele era muito grande para estar nas turmas, em que ele conseguia acompanhar, ou ia para as turmas "normais", mas ficava sem entender o que estava acontecendo... Repito por mais esfor ç ado que seja o professor ele tem que seguir adiante com a turma......infelizmente é muito bonito falar em inclusão, mas e difícil por causa do sistema de ensino que obriga a seguir um currículo..

28 OUTRA ESCOLA Fui lá ver e a proposta deles é interessante se desse para ser seguida, eles têm uma turma que chamam de Multisseriada, ou seja, varias crianças numa turma só com dificuldades diferentes, a professora desta turma é uma verdadeira heroína, lidar com crianças todas com suas diferenças e todas com capacidades diferentes... Dentro do possível ela da o conteúdo diferente a cada uma delas... Em determinados momentos as crianças irem para as turmas "normais" essa era a proposta só que na pratica isso não acontece, essas crianças acabam sempre ficando só na turma deles... Repito é difícil para todos... - O Lucas adorou a escola os colegas, tudo, as outras atividades eram feitas com o conjunto, festas,passeios, não vi preconceitos nenhum momento lá, tanto dos pais como dos colegas, porque o conjunto todo já estava preparado...Acho que esta escola ainda é o que mais se aproxima do que a gente quer......coisas que a gente acha que realmente interessam no caso do Lucas, pegar um ônibus, trabalhar com dinheiro, ele nunca se deu bem com matemática, números, muito difícil para ele, então trabalha com calculadora, adora ler, sempre leu muito, então sempre incentivei dei muitos livros para ele.Adora Biologia, bichos, História...

29 Atualmente o Lucas;... trabalha na linha de montagem de produtos, serviços variados, adora sente-se útil, adora seus colegas de trabalho... Frequenta a Ampliatto, que e uma escola de artes, mas onde o aluno é livre para fazer o que quer em matéria de artes, sempre claro com orientação, então eles trabalham com madeira argila, pintura, mosaicos, etc... Tudo que quiser, não tem nada definido......No ano passado começamos a questionar o colégio, até que ponto ele devia continuar ou não, chega num momento de que não adianta mais, tudo tem um limite, ele tem um limite... Optei por dar um tempo, ele também achou, conversamos muito... O que eu espero do Lucas.... Eu quero que ele seja feliz, não concluiu o primeiro grau... Mas isso não importa, o que eu quero sim è que ele aprenda a se virar, faça coisas que ele goste...O mais importante é ele se sentir útil, não importa se num escritório fazendo desenho na engenharia como o mano, ou se num chão de fábrica carregando caixinhas montando pecas, colocando parafusos, porque é isso que ele rendeu, é isso que ele sabe fazer e bem... Sem contar nas poesias, nos quadros que ele faz......A poesia come ç ou ainda pequeno ele escrevia lia, confesso que nunca dei muita importância, mas ai um dia ele pegou um monte de poesias, grampeou todas e falou "mãe esse e meu livro de poesias ”.

30 [ com vida saborosa] com vida saborosa um rico pobre e cansado naquela noite passada descansando na vila vagarosa a minha cresce o tempo muda o sol que nos aquece a neblina mudada o fogo do vilarejo a comida que comemos o dia e a noite clara o terror nós choramos a pedra se machuca por mim o vento muda o sentido apavorante história de amor Lucas Ravizzoni Weber

31

32

33

34

35 Esta cena parece familiar ?

36 Em 1917, um médico chamado Von Economo fez a primeira descrição clínica dessa patologia. Segundo ele : “ Temos nos deparado com uma série de casos nas instituições psiquiátricas que não fecham com nenhum diagnóstico conhecido.Apesar disso, eles apresentam similaridades quanto ao tipo de início do quadro e sintomatologia força a agrupá-los em uma nova categoria diagnóstica... Estas crianças parecem ter perdido a inibição,tornam-se inoportunas, impertinentes e desrespeitosas. São cheias de espertezas, muito falantes...” Constantin von Economo - (Brăila, 21 de agostode 1876 — Viena, 21 de Outubro de 1931).Brăila21 de agosto1876Viena1931 Foi um neurologista romeno radicado em Trieste, à época Império Áustro-Húngaro.neurologistaromenoTriesteImpério Áustro-Húngaro

37 Na literatura infantil em meados do século XIX surgiram na Alemanha as primeiras descrições de crianças que apresentavam quadros semelhantes ao que se descreve atualmente como TDAH. No Brasil o livro é conhecido como João Felpudo.

38 Quais são os sintomas de TDAH? O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas: Desatenção Hiperatividade-impulsividade O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como "avoadas", "vivendo no mundo da lua" e geralmente "estabanadas" e com "bicho carpinteiro" ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.

39 RELAÇÃO DA FAMÍLIA COM A ESCOLA Aluna Meu desempenho escolar não era bom por causa do TDAH. Nunca tive muito auxílio por parte dos professores. No 2º ano do ensino médio foi o ano mais difícil, pois mesmo com muita dedicação o resultado não foi o esperado. Consegui notas razoáveis pois estudei bastante, mesmo sabendo que o desempenho não seria 100% devido ao TDAH. Com o auxílio da minha psicopedagoga que muito me incentivou e nunca me deixou desistir, terminei o ensino médio Mãe Alguns sabedores do seu transtorno davam dicas de como estudar ou o que focar mais, para facilitar as notas. Ficou deprimida e queria sair da escola, pois achava que não adiantava estudar. O diagnóstico de TDAH veio com a frequência na escola, inicialmente a escola infantil. Na escola algumas professoras achavam que era uma criança desprovida de limites domésticos e familiares. Talvez pela presença do distúrbio opositor-desafiador muitas vezes associado com TDAH e constante até hoje. Seu mérito e êxito escolar ( boa aprendizagem e nenhuma reprovação), na prática foi por causa de uma grande e intensa abordagem multidisciplinar pela família, médicos e psicopedagogos não vinculados à escola.

40 ``Nas séries iniciais o resultados escolares foram mais fáceis devido ao grau de dificuldade menor. Mas com o crescente de matéria no ensino médio, a escola NUNCA FOI INCLUSIVA para uma menina portadora de necessidades especiais como o TDAH. Preciso dizer com algumas exceções de alguns poucos professores, que tinham mais paciência e trabalhavam sua autoestima, que com as notas ruins em detrimento de muito esforço, estava sempre abalada. Convém salientar que nunca obteve avaliações, exercícios ou tempos de tarefas alterados devido à presença do TDAH.``

41 Transtorno desafiador opositor ou Transtorno opositivo desafiador (TOD)

42 O padrão de comportamento pode incluir: Discussões excessivas com adultos, muitas vezes,questionando as regras. Desafio e recusa em cumprir com os pedidos de adulto. Deliberada tentativa de irritar ou perturbar as pessoas. Frequentes acessos de raiva. Culpar os outros por seus erros e mau comportamento. Agressividade contra colegas. Dificuldade em manter amizades.

43 TOD “...O nome diz tudo:um comportamento em que a criança desafia ativamente os pais e professores, se opondo a obedecer regras ou limites. Elas se caracteriza por desobediência muito grande em várias situações. Crianças com TOD frequentemente têm explosões de raiva, magoam-se e magoam os com facilidade e também perturbam os outras pessoas deliberadamente( MATTOS,2005).

44 ALTAS HABILIDADES E SUPERDOTAÇÃO Já os Parâmetros Curriculares Nacionais, em sua série de Adaptações Curriculares, Saberes e Práticas da Inclusão (Brasil, 2004), publicada pela Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação, atribuem os seguintes traços como comuns aos superdotados: Alto grau de curiosidade; Boa memória; Atenção concentrada; Persistência; Independência e autonomia; Interesse por áreas e tópicos diversos; Facilidade de aprendizagem; Criatividade e imaginação: Iniciativa; Liderança; Vocabulário avançado para sua idade cronológica; Riqueza de expressão verbal (elaboração e fluência de idéias); Habilidade para considerar pontos de vistas de outras pessoas; Facilidade para interagir com crianças mais velhas ou com adultos; Habilidade para perceber discrepâncias entre idéias e pontos de vistas; Interesse por livros e outras fontes de conhecimento; Alto nível de energia; Preferência por situações/objetos novos; Senso de humor; Originalidade para resolver problemas.

45

46

47

48

49 Imagine se fosse estivesse privado de ver...

50 Como foi a experiência? O que você sentiu?

51 Por que não investir no que eles podem nos dar? E a partir daí...

52 A magia do ensinar e aprender…

53 Elogie o aluno e ressalte suas qualidades sempre que possível; Valorize sempre o aspecto em que o aluno se destaca; Procure ouvir o aluno. Aceite suas opiniões sem julgamentos ou críticas destrutivas; Seja próximo, afetivo e empático com o aluno; Aceite acertos, erros ou dificuldades do aluno; Relacione-se com o aluno como pessoa, merecedor de todo seu afeto e atenção; Evite que o aluno tenha apenas experiência de fracasso. Crie situações que possibilitem seu sucesso, mesmo que seja uma brincadeira ou um jogo; Alimente e fortaleça sua autoconfiança e autorrespeito; Conscientize-se que uma simples palavra ou comentário poderá ter um efeito devastador na criança, ou marcá-la positivamente para o resto de sua vida; Mantenha em sala de aula uma postura do tipo “Você é capaz”; Destaque as áreas fortes do aluno; Chame o aluno pelo nome; Considere o erro como etapa do processo de aprendizagem do aluno; Dê tempo para os alunos desenvolverem suas ideias; Ofereça oportunidades para que os alunos vivenciem experiências de sucesso; Valorize os esforços e realizações do aluno; Procure entender o ponto de vista do aluno; Combine tarefas com o ritmo de aprendizagem do aluno; Relacione o conteúdo às experiências e interesses dos alunos; Evite focar nas dificuldades do aluno; Valorize a diversidade em sala de aula; Encoraje os alunos a apresentarem suas ideias e produções em sala de aula; Proteja o trabalho do aluno da crítica destrutiva e das gozações dos colegas.

54 O professor está sempre errado! O material escolar mais barato que existe na praça é o professor! É jovem, não tem experiência; É velho, está superado! Não tem automóvel, é um pobre coitado; Tem automóvel, chora de "barriga cheia'! Fala em voz alta, vive gritando; Fala em tom normal, ninguém escuta! Não falta ao colégio, é um 'caxias'; Precisa faltar, é um 'turista'! Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos; Não conversa, é um desligado! Dá muita matéria, não tem dó do aluno; Dá pouca matéria, não prepara os alunos! Brinca com a turma, é metido a engraçado; Não brinca com a turma, é um chato! Chama a atenção, é um grosso; Não chama a atenção, não sabe se impor! A prova é longa, não dá tempo; A prova é curta, tira as chances do aluno! Escreve muito, não explica; Explica muito, o caderno não tem nada! Fala corretamente, ninguém entende; Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário! Exige, é rude; Elogia, é debochado! O aluno é reprovado, é perseguição; O aluno é aprovado, deu 'mole'! É, o professor está sempre errado... Mas se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!!!

55 Conforme Cardoso (2003, p6) São in ú meros os benef í cios adquiridos atrav é s da educa ç ão inclusiva. É convivendo com crian ç as com deficiência que as “ sem deficiência ” se acostumarão e aprenderão a conviver e a respeitar as diferen ç as, construindo cidadãos mais humanos, menos preconceituosos, tolerantes e atentos aos problemas sociais. Na verdade todos serão beneficiados, pois as diferen ç as são enriquecedoras para todos. Ser deficiente não é ser incompetente.

56 Mídias apresentadas: TDAH TDO Altas Habilidades O cego e as palavras Chaves- áudiodescrição Triste preconceito Aprender a aprender


Carregar ppt "Agosto de 2013. Trabalhando com as diferenças em sala de aula A escola é lugar de trocas, interações, de saberes, de confronto, espaço de relações, de."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google