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Prof. Dra. Ana Maria Dietrich. Ida ao museu MASP.

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1 Prof. Dra. Ana Maria Dietrich

2 Ida ao museu MASP

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8 “Na gravura há um elemento de perigo e mistério. Nunca se sabe o que resultará. O que é preto é branco. O que está à esquerda sai à direita.”

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11 “Atualmente, o conceito de cultura tem um sentido bastante dilatado, abrangendo praticamente tudo que pode ser apreendido em uma sociedade – desde uma variedade de artefatos (imagens, ferramentas, casas e assim por diante) até práticas cotidianas (comer, beber, andar, falar, ler, silenciar)” (BURKE, 2005, p.42). (HALL, 2003,p344).

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13 A sensação foi de satisfação por ter ido a um evento cultural de uma forma diferente. Foi um momento unanime, onde o grupo fora a uma exposição com tamanha postura analítica e crítica.

14 Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

15 “São Bernardo do Campo, um dos municípios que integram o ABC na região da grande São Paulo. São Bernardo do Campo, cidade moldada pela industrialização.”  O Sindicato dos Metalúrgicos  Identidade Coletiva

16  Analisar a influência do sindicalismo na região do ABC, bem como sua atuação e a aceitação dela perante os sindicalizados.  Analisar a proximidade do Sindicato dos Metalúrgicos com seus representados e a cidade.  Descobrir como se dá a identificação dos trabalhadores com o Sindicato, assim como se dá a relação individuo-identidade coletiva.  Identificar os efeitos da participação sindical nas empresas  Entrevistar pessoas que possuem contato direto com o Sindicato e com os trabalhadores Visitar ambientes de participação coletiva do Sindicato, vivenciar suas discussões e pautas.

17 Para estimular o debate a respeito da atualidade do Sindicato é necessário saber sua história. Dessa forma, a pesquisa de campo é de suma importância para compreender os objetivos e as perspectivas do Sindicato dos Metalúrgicos no ABC. A escolha do tema se deu porque o Sindicato possui forte ligação histórica com o ABC; tornou-se uma característica da cidade pelas grandes manifestações nas multinacionais instaladas na região. Além de ser polo industrial do estado, é "polo de ideias".

18 Análise de obras acadêmicas, como pesquisas e artigos, além de jornais e informativos desenvolvidos pelo próprio Sindicato. Relatos dos membros do Sindicato (diretores, secretários, sindicalizados) consistem a nossa Pesquisa de Campo.

19 Surge o sindicato dos metalúrgicos Influencia: Industria Automobilística 12/05/ Associação Profissional dos Trabalhadores de Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico de São Bernardo do Campo e Diadema, o conhecido SMABC

20 Locais historicamente importantes para a luta sindical e o movimento metalúrgico em São Bernardo do Campo

21 Primeira paróquia do Grande ABC, a igreja abrigou sindicalistas na greve de 1980, época da ditadura militar.

22 Foi no Pavilhão Vera Cruz, em 28 de agosto 1983 que foi fundada a CUT (Central Única dos Trabalhadores), hoje maior organização sindical do país.

23 Tombada em 2001 pelo COMPAHC, a chaminé não deixa de ser um símbolo da identidade industrial e metalúrgica da região. Construída a pedido de uma indústria metalúrgica Itaetê S.A. em 1940~1950, hoje no lugar dela existe um supermercado.

24 Palco de importantes assembleias de trabalhadores que tornaram a Região do ABC conhecida pelas suas revoluções e por sua força sindical, em todo o país.

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28  Predominância dos nordestinos na categoria de metalúrgicos  Região do ABC na década de 70  Comparação do perfil do metalúrgico

29  Ponto de Leitura nas fábricas  Cursos de Formação  Escola de Diadema  MOVA (Movimento de Alfabetização)

30  Comunicação Sindicato x Trabalhador  Funcionamento do Sindicato  Atuação Política  Diferença de outros Sindicatos  Sindicato e a Comunidade

31  Palestra  Dia-a-dia no "chão de fabrica“  Organização política  Novos desafios  Dinâmicas

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33  A Mudança do Perfil do Metalúrgico  Estabilidade x Financiamento  Os Desafios do Sindicato de conciliar os diversos interesses

34 : mobilização de metalúrgicos por meio da cultura Composição do grupo Locais de atuação Criação e linguagem das peças Consciência de classe – debates Questão cultural -> consciência politica -> entendimento e compreensão da realidade que viviam

35 Nasceu em 1972, criado por Antônio Carlos Félix Nunes, desenhado pelo cartunista Laerte Coutinho Denuncia das condições de vida e trabalho da classe trabalhadora na ditadura no Jornal “Tribuna Metalúrgica” “Bilhetes” irônicos e duros aos governantes do país exigindo seus direitos. Símbolo dos metalúrgicos do ABC – figurava em cartazes, camisetas, chaveiros

36  Identidade cultural na pós-modernidade (Stuart Hall) e Identidade (Zygmunt Bauman)  Comunidade de vida e comunidade de destino ▪ Composto por imigrantes nordestinos ▪ Mesmo cotidiano ▪ Mesmas reivindicações  Sujeito moderno composto por várias identidades ▪ Trabalho ▪ Classe social ▪ Religião ▪ Lazer (esportes, shows, etc.)

37  Dificuldade na representatividade ▪ Direitos básicos já alcançados ▪ Divergência no plano de carreira ▪ Falta da consciência de classe  Identidade da cidade ▪ Influencia em monumentos e locais ▪ Crescimento de outros setores da economia ▪ Perda de identificação com o Sindicato

38  A nova face do Sindicato  Os desafios de conciliar interesses antagônicos

39 Problematizando a questão concernente à representação, por parte do sindicado, da classe trabalhadora no setor metalúrgico, ou ainda da identificação desses (trabalhadores) para com o sindicado, propomos os dados que seguem: ABC - Redução de 6,26% no numero de ocupados no setor de industria de transformação e metal-mecânica.¹ Redução de 10% de associados.² Após verificação dos dados e do anteriormente exposto o que podemos depreender a cerca da identificação dos trabalhadores com o sindicato da categoria? O sindicato, realmente, representa os trabalhadores? ¹Fonte: ² Fonte: Sindicato dos metalúrgicos do ABC


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