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Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi Poluição Atmosférica Raquel Simas Pereira Teixeira Junho de 2011.

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1 Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi Poluição Atmosférica Raquel Simas Pereira Teixeira Junho de 2011

2 O que é a poluição do ar ?

3 Poluição Atmosférica Entende-se como poluição do ar a “mudança em sua composição ou em suas propriedades, causada por emissões de poluentes, tornando-o impróprio, nocivo ou incoveniente à saúde, ao bem-estar público, à vida animal e vegetal.”

4 Oficialmente Conselho Ambiental Europa 1967 “Existe poluição do ar quando a presença de uma substância estranha ou variação significativa na proporção dos seus constituintes é suscetível de provocar efeitos prejudiciais ou originar doenças, tendo em conta o estado dos conhecimentos científicos do momento”. Poluição Atmosférica

5 Historia da Poluição Atmosférica  No momento em que o homem descobriu o fogo teve início a poluição do ar;  As queimadas, feitas propositalmente em matas e campos naturais, a fim de limpar a terra para o cultivo, também constituem uma das mais antigas fontes de poluição do ar provocadas pelo homem;  Quando a sociedade passou a se orgnanizar em cidades, começou a surgir problemas mais sérios de contaminação atmosférica.

6 A Revolução Industrial Revolução Industrial Sistema urbano atual Poluição passou a ser considerada um problema mais abrangente Ligado à saúde pública

7 A Revolução Industrial Invenção da máquina a vapor Queima de grandes quantidades de carvão, lenha e óleo combustível Atmosfera dos centros industriais insalubre e perigosa para a saúde

8 A Poluição do ar é perigosa?

9  Os odores existentes nas cidades medievais não eram, por si só, tóxicos;  Com a intensificação da queima de combustíveis, começaram a ser lançadas substâncias nocivas à saúde;  No início, esse risco estava quase limitado aos trabalhadores locais;  Com a intensificação da atividade industrial, esses riscos deixaram de ser restritos a determinadas áreas e passaram a atingir toda a população das cidades;

10 Episódios Críticos de Poluição do Ar  1 ◦ Bélgica, no vale do Rio Meuse, Uma espessa névoa cobriu essa zona industrial e a população foi acometida por sintomas como tosse, dores no peito, dificuladade em respirar, irritação na mucosa nasal e olhos. Ao final de cinco dias cerca de 60 pessoas haviam morrido a maioria idosos ou com doenças cardíacas ou pulmonares e centenas de outras pessoas ficaram enfermas. Tudo isso como decorrência da combinação de vários poluentes gasosos, associados à alta umidade relativa do ar. Foram formadas substâncias altamente tóxicas, como por exemplo o ácido sulfuríco, gerado pela combinação do dióxido de enxofre com água da atmosfera.

11 Episódios Críticos de Poluição do Ar  1948 Cidade de Donora, nos Estados Unidos Cerca de 43% da população (aproximadamente 4 mil pessoas) foi acometida de uma enfermidade caracterizada por irritação nos olhos e mucosas das vias respiratórias; A presença conjunta de material particulado e dióxido de enxofre, de origem industrial, foi responsável por esse fenômeno, que durou cinco dias e deixou cinco mortos.

12 Episódios Críticos de Poluição do Ar  1952 Bauru, Estado de São Paulo, Brasil Uma indústria extrativa de óleos vegetais lançou grande quantidade de pó de mamona no ar, provocando registro de 150 casos de doenças respiratórias agudas ( bronquites e afecções alérgicas), com nove óbitos.  1955 Poza Rica, no México Provocado pelo lançamento acidental de uma grande quantidade de gás sulfídrico por uma indústria. O episódio durou 25 minutos, mas foi suficiente para deixar 320 pessoas hospitalizadas e causar 22 morte.

13 Episódios Críticos de Poluição do Ar Avanço da indústria química Síntese de milhares de novos compostos Uso cada vez mais generalizado de substâncias estranhas a natureza Episódios críticos tornaram-se cada vez mais frequentes e mais extensos

14 Episódios Críticos de Poluição do Ar Muito citado é o caso da explosão de uma indústria química ocorrida em 1976 em Sevezo, na Itália, em que houve formação espontânea de uma nuvem de dioxina, contaminando 37 mil pessoas, ocasionando o risco de mal formação de fetos, o que levou as autoridades a permitir o aborto das mulheres infectadas.

15 Episódios Críticos de Poluição do Ar  1986 explosão acidental do reator nuclear da Usina de Chernobyl, na Ucrânia No momento da explosão ocorreram 31 mortes; Cerca de 200 pessoas foram, posteriormente contaminadas pela poluição atmosférica, na forma de nuvem de radiação, que estendeu seus efeitos a enormes distâncias; Os 135 mil habitantes da região tiveram que sair de suas casas por tempo indeterminado; Formou-se uma imensa nuvem radioativa que cobriu todo o centro-sul da Europa.

16 Episódios Críticos de Poluição do Ar  Além dessa ocorrências, muitos outros períodos de altos índices de poluição têm sido verificados em algumas grandes cidades do mundo.  Destacam-se a Cidade do México, Los Angeles, Detroit, São Paulo, Londres, Tóquio e Osaka.  Nestas cidades os índices de qualidade do ar são geralmente tão ruins que seua habitantes se encontram, permanentemente, sujeitos a uma maior frequência de doenças cardiorrespiratórias.

17 As Fontes de Poluição Atmosférica

18 Fontes de Poluição Atmosférica Diferentes fontes de poluição do ar produzem poluentes com características diferentes. É possível, portanto, a classificação de contaminantes conforme a sua origem.

19 A Queima de Combustíveis A principal origem dos contaminantes atmosféricos está na queima de combustíveis.  Fósseis: petróleo; gás natural; carvão mineral.  Recicláveis: lenha; álcool; …

20 A Queima de Combustíveis Qualquer que seja o combustível orgânico utilizado. Produtos finais de combustão. Dióxido de carbono e Vapor de água.

21 A Queima de Combustíveis Para se obter a queima total de algum elemento Necessárias algumas condições ideais Disponibilidade de oxigênio Nem sempre ocorrem na prática,nas indústriais e nos motores dos veículos.

22 A Queima de Combustíveis Combustão incompleta Sobram alguns subprodutos Perigosos poluentes atmosféricos Álcoois Aldeídos Ácidos Orgânicos Hidrocarbonetos

23 A Queima de Combustíveis  Esses resíduos são, na verdade, uma parte da molécula do combustível original. Exemplo: Na queima completa do propano: C 3 H 8 + O 2 → CO 2 + H 2 O Se a queima não for completa, poderão formar-se vários outros compostos, além do gás carbônico, tais como etano, aldeídos ou álcoois.

24 A Queima de Combustíveis Um composto altemente nocivo, resultante da queima incompleta de combustíveis é o monóxido de carbono (CO) Extremamente tóxico Se forma no lugar do gás carbônico CO 2

25 A Queima de Combustíveis Quando se queimam combustíveis fósseis, principalmente aqueles mais pesados, como o carvão e o óleo combustívele Também são queimados compostos de enxofre São impurezas

26 A Queima de Combustíveis  O carvão mineral, por exemplo, às vezes possui mais de 3% do seu peso em enxofre, e o petróleo tem uma média de 0,05% desse elemento em sua composição.  Quando se utiliza o combustível, essa parcela de enxofre também se oxida, formando óxidos de enxofre como o SO 2 e SO 3.

27 A Queima de Combustíveis Oxigênio necessário para qualquer combustão Extraído do próprio ar atmosférico Nele existem mais de três moléculas de nitrogênio para cada uma de oxigênio. Quando submetido a uma condição de alta temperatura e pressão, uma pequena parcela do nitrogênio molecular tende a se oxidar, formando óxidos de nitrogênio (NO, NO 2 e NO 3 ), que são também poluentes.

28 A Queima de Combustíveis Todos os poluentes que são lançados diretamente pelas indústrias, veículos ou operações de queima. Poluentes Primários A partir deles ocorrem reações na atmosfera, segundo determinadas condições de temperatura, umidade e radiação solar Poluentes Secundários

29 Classificação dos Poluentes

30 Fontes dos Particulados da Atmosfera Classificação segundo sua origem. Util, quando a finalidade é conhecer as fontes de poluição para controlá-las. Objetivo Estudar o efeito desses poluentes sobre as pessoas ou ambientes naturais. É necessário classificá-los de acordo com sua composição.

31 Compostos Sulforosos Contém enxofre Originados pela queima de combustíveis fósseis Óxidos de enxofre Principalmente SO 2

32 Compostos Sulforosos SO 2 Absorção de radiação solar SO 3 Ambientes de alta umidade H 2 SO 4 Fortemente corrosico e tóxico

33 Compostos Sulforosos H 2 S (gás sulfídrico) Atividade biológica de decomposição de matéria orgânica por processo anaeróbio Acontece em rios altamente poluídos por esgotos domésticos. Uma vez na atmosfera, o gás sulfídrico, em combinação com o ozônio pode ser oxidado a SO 2

34 Compostos Nitrogenados Óxidos de nitrogênio NO e NO 2 Reações de combustão em alta temperatura Motores de combustão interna NO + radiação solar NO 2

35 Compostos Nitrogenados Outra classe de compostos nitrogenados que frequentemente contamina a atmosfera das ciades Amônia e seus derivados Obtida por ação biológica de decomposição ou por processos da indústria química

36 Compostos Orgânicos Hidrocarbonetos, álcoois, aldeídos, ácidos orgânicos e muitas outras substâncias que possuem carbono como elemento básico de sua moléculas. Caracteríticas variam de acordo com sua origem

37 Compostos Orgânicos Queima parcial de combustíveis Responsável por apenas uma parcela desses compostos Evaporação de combustíveis e solventes Segunda maior fonte de composto orgânicos Podem resultar em subprodutos da indústria química e farmacêutica.

38 Compostos Orgânicos Decomposição de resíduos orgânicos Acumulados em dépositos de lixo ou rios com grande carga de esgotos Formação de metano Hidrocarboneto pouco tóxico, mas que serve de base para a formação de poluentes secundários, por reações atmosféricas.

39 Óxidos de Carbono Produto final de toda combustão Gás carbônico (CO2) Embora não tóxico, traz problemas ambientais Efeito Estufa

40 Óxidos de Carbono Quando o oxigênio necessário à combustão é insuficiente Monóxido de carbono Um dos mais peerigosos tóxicos E mais comumente encontrado nas grandes cidades Principal fonte: motores de veículos em atividade

41 Óxidos de Carbono Origem secundária: Metano + Ozônio Formaldeído Decomposição por ação da luz Monóxido de carbono

42 Oxidantes Fotoquímicos  Na atmosfera, a presença da luz solar em eênlevada intensidade e, principalmente, de radiações ultravioleta provoca reações químicas dnominadas → fotoquímicas.  Essa reações ocorrem na presença de alguns poluentes, tais como óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos.  Dão origem a uma série de outros compostos.  Esses compostos de origem fotoquimica têm como características, em geral, uma elavada capacidade oxidante, seno por isso denomimados oxidantes fotoquímicos.

43 Oxidantes Fotoquímicos A presença de ozônio pode ser benéfica ou nociva, dependendo do lugar em que se encontre. Nas altas camadas atmosféricas, onde não há contato com seres vivos. Benéfico Retém a maior parte dos raios ultravioletas do Sol Impede que essas radiações cheguem até nos em elevada intensidade, o que seria nocivo à vida terrestre em geral.

44 Oxidantes Fotoquímicos Quando acumulado junto à superfície. Resultado da poluição e das reações fotoquímicas. Prejudicial à saúde e a conservação de certos materiais.

45 Material Particulado  Toda emissão atmosférica não-gasosa;  Pode ter as mais diversas origens;  A mais elementar fonte de material particulado é a simples suspensão de poeira por ação do vento ou do trafégo de veículos em vias não pavimentadas;  A queima de combustíveis, como óleo e carvão, também produz grandes volumes e partículas de carbono;  Muita indústrias de como as de cimento, fertilizantes e siderúrgicas, lançam no ar partículas tóxicas ou inertes.

46 Fontes Naturais de Poluição

47 Fontes Naturais São processos que ocorrem sem a interferência humana, mas que contribuem para alterar as características da atmosfera em uma dada região, dificultando a manutenção da vida em condições normais. A quantidade de poluentes emitidos pelas fontes naturais é enorme, podendo estender-se a grandes áreas da superfície da Terra.

48 Fontes Naturais Mais genérica fonte natural de poluição do ar. Vento Suspende partículas do solo ou gotículas de água salgada do mar. Pode provocar desde pequenos incômodos e irritações no sistema respiratório até riscos de sobrevivência.

49 Fontes Naturais Também são transportadas pelo vento Partículas viáveis (capazes de mater-se vivas) Grãos de pólen, bactérias, fungos, pequenas sementes, insetos e ácaros. Esses partículas quando aspiradas causam muito problemas ao organismo, principalmente em pessoas mais sensíveis Exemplo: febre do feno (reação alérgica ao pólen), asma brônquica, infecções micóticas.

50 Fontes Naturais Contaminação do ar provocada por erupções vulcânicas Restrita a acontecimentos isolados Sem dúvida a mais perigosa Emite gases altamente tóxicos Compostos de Enxofre e imensa quantidde de partículas em suspensão (cinzas)

51 Os efeitos da Poluição do Ar

52 Efeitos da Poluição Atmosférica Os elementos poluidores do ar, gases ou partículas, podem provocar diferentes tipos de alterações nocivas no ambiente: Efeitos estéticos, devido à perda da transparência do ar e à precipitação de partículas; Efeitos irritantes sobre as vias respiratórias e Efeitos tóxicos para os seres humanos, animais e plantas. Um poluente atmosférico quase nunca exerce apenas um desses incovenientes, um mesmo gás pode ter efeito irritante e tóxico, assim como um material particulado pode exercer efeitos estéticos e irritante.

53 Efeitos Estéticos Simples alterações da aparência do ar que nos envolve. Causadas pela presença de vapores, fumaças, poeiras ou aerssóis. Emitidos por ações naturais ou humanas.

54 Efeitos Estéticos  O fato de o efeito estético estar relacionado aos sentidos faz com que as pessoas dêem a ele um valor mutio maior do que a efeitos bem mais nocivos, como são os efeitos tóxicos.  É claro que esses efeitos estéticos devem ser controlados, sob a pena de vivermos em um ambiente desagradável e sujo.  Além disso, essa fumaça pode prejudicar a visibilidade, causando acidentes.

55 Efeitos Estético Gás sulfídrico ou Sulfeto de Hidrogênio e as Mercaptanas. Gases exalados por indústrias ou por matérias em decomposição. Lixo, esgotos e rios poluídos Fortemente incômodos

56 Efeitos Irritantes Automóveis movidos a álcool Produzem menos monóxido de carbono que os carros a gasolina Mas produzem mais aldeídos Menos tóxicos e mais irritantes para os olhos e vias respitatórias

57 Efeitos Irritantes Dias de pouca movimentação do ar. Gases tendem a se acumular próxima a superfície do solo. Ardência dos olhos e irritação da garganta. Caráter mais grave principalmente nas pessoas idosas ou naquelas que possuem problemas alérgicos, afecções pulmonares, bronquite e asma.

58 Efeitos Irritantes Material particulado Efeito irritante sobre as mucosas que revestem as vias respiratórias.

59 Efeitos Irritantes Todos nós temos elementos e mecanismos que nos protegem da ação dessas partículas. Exemplo: Pêlos que revestem a mucosa interna do nariz; Muco secretado pelo revestimento das vias respiratórias; Cílios encontrados no interior dos brônquios; Células especiais no sangue que fagocitam (envolvem as partículas, isolando-as do organismo). Esses mecaismos são necessários porque o ar, mesmo em regiões não poluídas, sempre possui poeira, grãos de pólen,…

60 Efeitos Irritantes  Sempre que a quantidade de partículas no ar é muito grande, os mecanismos de defesa tornam-se insuficientes;  Com isso, elas passam a exercer um efeito irritante, causando tosse ou agravando as bronquites e outras afecções respiratórias.

61 Efeitos Tóxicos  Nem sempre o efeito de gases tóxicos é catatrófico;  Um grande número deles é utilizado em operações industriais ou se forma como resultado da combustão e outra reações químicas;  Seja acidentalmente, seja por emissão normal, através de chaminés e tubos de escapamento, esses gases podem estar presentes na atmosfera das cidades em maior ou menor proporção.

62 Efeitos Tóxicos Baixa concentração dessas substâncias no ar. Mais perigosa. Atinge um número maior de pesssoas do que em concentrações elevadas em lugares específicos.

63 Efeitos Tóxicos Uma subtância tóxica, mesmo que esteja presente em pequena proporção no ar, pode tornar-se altamenteb perigosa pelo fato de as pessoas estarem constantemente respirando nesse ambiente.

64 Como são absorvidos os tóxicos do ar?  Normalmente, os poluentes atmosféricos entram no organismo por via respiratória;  Mas a forma da penetração de uma substância gasosa é diferente da penetração de partículas; Processo respiratório normal Alvéolos pulmonares Troca gasosa do oxigênio por gás carbônico

65 Como são absorvidos os tóxicos do ar? Os alvéolos são constituídos de uma membrana semipermeável Permite a passagem de vapor de água e outras substâncias, além de oxigênio e do gás carbônico. Para que o ar atinja os alvéolos em condições ideais de temperatura e umidade, ele passa pelas vias aéreas superiores.

66 Como são absorvidos os tóxicos do ar ? Vias aéreas superiores Aquece rapidamente o ar, à medida que ele é inspirado. Grande parte dos poluentes (pricipamente os partículados) Retidos nessas vias superiores Não chegando a atingir os pulmões Podendo provocar aumento de secreções mucosas e tosse.

67 Como são absorvidos os tóxicos do ar ? Substâncias em estado gasoso Eficiência deste sistema de retenção depende de sua solubilidade Se o gás for muito solúvel me água fica retido em maior proporção; Caso essa solubilidade seja baixa segue diretamente até os pulmões entrando em contato com os alvéolos e o sangue podendo provocar lesões no organismo.

68 Como são absorvidos os tóxicos do ar ? Substâncias mais solúveis Menos perigosas Mais irritantes Ao serem solubilizadas, elas não penetram nos sistemas respiratório e circulatório, sendo expelida facilmente com o muco; Apesar disso podem exercer ação irritante local, pela formação de ácidos ou álcalis.

69 Como são absorvidos os tóxicos do ar ? Exemplo: aldeído fórmico, que irrita muito o nariz e os olhos, provocando um grande aumento de secreções e causando espirros. Esse aumento das secreções não só torna mais eficaz a retenção do poluente, como também provoca desconforto, servindo de alerta no sentido de prevenir o organismo de que aquele ambiente não é muito adequado à respiração.

70 Como são absorvidos os tóxicos do ar ? Substâncias menos solúveis Gás cloro Mais perigosas Não são retidas nas vias superiores Embora, possam ser inaladas sem causar mal-estar, provocam irritações profundas ao entrar em contato com áreas nobres do organismo, como os pulmões e o sangue. Essas irritações chegam a causar até mesmo a morte.

71 Como são absorvidos os tóxicos do ar ? Material particulado Tamanho determina seu grau de perigo Uma partícula aspirada, ao se chocar com a mucosa das vias superiores, revestida de uma película de muco aquoso, pode ficar ali retida, causando forte irritação; Posteriormente ela é expelida através da tosse ou do espirro; Quanto mairo for a partícula, mais facilmente ela será retida na mucosa e mairo será a irritação que ela produz.

72 Como são absorvidos os tóxicos do ar ? Grande parte ds partículas com diâmetros superior a 8 mm Retida nas vias superiores Provocando tosses e espirros Partículas Menores Chegam até os pulmões São mais nocivas, pois causam danos aos alvéolos

73 Como são absorvidos os tóxicos do ar ? Doenças causada por partículas de poeira sobre os alvéolos pulmonares Pneumoconioses

74 Como são absorvidos os tóxicos do ar ? Partículas muito pequenas Diâmetro inferior a 1 mm Perigosas Elas se desprendem em um grande número de operações nas indústrias de fundição em areia, em fábricas de vidro ou de objetos de amianto e atividades de mineração.

75 Como são absorvidos os tóxicos do ar ? Partículas pequenas Permanecem por muito mais tempo em suspensão no ar Chegam com facilidade aos pulmões Elas são suficientemente pequenas para atravessar os alvéolos e penetrar na corrente sanguínea atingem praticamente todos os órgãos a provocando diversos tipos de enfermidade conforme sua composição e poder tóxico.

76 Como são absorvidos os tóxicos do ar ? Seja qual for a origem e natureza do poluente Se não puder ser impedido de penetrar no organismo pelos mecanismos mencionados Poderá atingir a corrente sanguínea e ser levado Sistema nervoso central, fígado, medula óssea Onde cada agente tóxico exerce um efeito distinto.

77 A ação tóxica Pode ser local ou sistêmica  Local: quando se dá no ponto de contato do poluente com o organismo. Exemplo: O cromo, que destrói as mucosas nasais, ea sílica, que pode causar graves danos aos pulmões.  Sistêmica: o poluente é distribuído aos órgãos internos por via circulatória.  Exemplo: Benzeno, que atua sobre as células sanguíneas e o cérebro.

78 A ação tóxica  Os tóxicos sistêmicos, uma vez ocorrida a absorção, passam a ser distribuídos aos diferentes órgãos, através da circulação sanguínea.  Eles podem exercer: ação asfixiante, quando impedem a oxigenação das células; inibidores enzimáticos, quando interferem no seu metabolismo

79 Os tóxicos atmosféricos mais comuns

80 São várias as substânscias tóxicas que, em forma gasosa ou de finas partículas, podem ser desprendidas na atmosfera. Cada uma delas produz efeitos específicos sobre o organismo, ronquicausando desde moléstias crônicas, como bronquites, até doenças muito graves e até mortais.

81 Monóxido de Carbono  Desprende-se juntamente com o gás carbônico, vapor de água e fuligem, resultantes da combustão da madeira, carvão mineral, petroleo ou outro combustível orgânico.  Gás invisível, quase sem cheiro e um pouco menos denso que o ar;  É queimado quando se mistura ao oxigênio e produz uma chama de cor azul, transformando-se totalmente e gás carbônico.  Quando o oxigênio é pouco, o monóxido de carbono nao é completamente queimado, escapando para o ar.

82 Monóxido de Carbono Organismo humano Combina rapidamente com a hemoglobina do sangue Forma a carboemoglobina, no processo de respiração Dessa forma ao tomar o lugar do oxigênio que deveria ser transportado pela hemoglobina até as células. Produz asfixia

83 Monóxido de Carbono ConcentracaoTempoSintomas 0,01 %Muito tempoIntoxicação 0,02 %Poucas horaIntoxicação 0,04 %Duas ou tres rehorasFortes dores de cabeca > 0.04 %1 horaPalpitaçõess cardíacas, confusão mental e naúseas 0,20 a 0,25 %30 minutosinconsciência O efeito das altas concentrações é tão rápido que a pessoas não chega a sentir nada antes de perder a consciência.

84 Monóxido de Carbono ConcentracaoOrigem 24 a 30 %Altos-fornos de fundição 1 a 7 %Motor a gasolina em marcha lenta Inferior a 1%Motores modernos com catalisadores e injeção eletrônica Um carro a gasolina numa garagem fechada, pode produzir em qualquer pessoa efeitos letaid em apenas cinco minutos de funcionamento. Ela perde a consciencia antes mesmo de perceber que esta sendo intoxicada.

85 Monóxido de Carbono Grandes cidades, em ruas com tráfego congestionado Concentração de CO pode atingir 0,01 % Produz dores de cabeça e outros incomodos para quem respira Inevitáveis para os que moram ou que permanecem muitas horas em ambientes muito poluídos.

86 Monóxido de Carbono Alguns animais Canários São muito mais sensíveis que o homem aos efeitos tóxicos do CO Morrem na presença de concentrações relativamente baixas que não chegam a causar maiores danos aos seres humanos. A morte desses animais pode, muitas vezes, representar um “sistema de alarme”, prevenindo as pessoas de que o ar é tóxico.

87 Benzeno Por se tratar de uma substância volátil. Se desprenderem na atmosfera. Constituem fonte de intoxicação grave. A inalação de altas concentrações de benzeno Rápida perda da sensibilidade, seguida de morte por asfixia.

88 Benzeno Inalação contínua de baixas concentraçõe. Situações crônicas. Exemplo: Destruição dos órgãos hematopoéticos (orgãos formadores das células sanguíneas: médula óssea e baço) Anemia, redução da resistência às enfermidades em geral e hemorragias.

89 Compostos de Enxofre Responsáveis por uma série de distúrbios fisiólógicos.  Dióxido de enxofre um dos poluentes mais comuns. Concentrações muito baixas provoca espasmos passageiros dos músculos dos bronquíolos pulmonares. Concentrações mais altas ocasiona inflamações graves nas mucosas, bem como o aumento das suas secreções nas vias respiratórias superiores. Esses sintomas são fortemente agravados eplo frio e prejudicam muito a função dos pulmões e vias respiratórias

90 Compostos de Enxofre SO 2 Formado pela combustão de substâncias que contenham enxofre Petróleo ou Carvão mineral Encontram-se presente na atmosfera de regiões industriais Podem transforma-se na própria atmosfera por ação da luz solar SO 3

91 Compostos de Enxofre Altas concentrações Tóxico Substitui o oxigênio na molécula de hemoglobina de maneira semelhante ao CO. Em concentrações tóxicas não sentimos o cheiro do gás sulfídrico, pois ele anestesia as células sensoriais do nariz.

92 Compostos de Nitrogênio Encontrados na atmosfera poluída Forma de NO e NO 2. NO 2 altamente tóxico além de irritar olhos e mucosas em geral, provoca um tipo de lesão enfisema pulmonar. No pulmão é precursor de certas substâncias considerdas cancerígenas. Uma vez transferido ao sangue,pode causar a metaemoglobinemia, uma forma particularmente grave de anemia.

93 Compostos de Nitrogênio São componentes chamado smog fotoquímico. Névoas químicas formadas por ação da luz solar sobre os gases de combustão expelidos normalmente por veículos automotores. Dias de intensa radiação solar NO é oxidado a NO 2

94 Inversão Térmica

95 Este fenômeno climático ocorre principalmente nos grandes centros urbanos, regiões onde o nível de poluição é muito elevado. A inversão térmica ocorre quando há uma mudança abrupta de temperatura devido à inversão das camadas de ar frias e quente.

96 Como ocorre a inversão térmica ? A camada de ar fria, por ser mais pesada, acaba descendo e ficando numa região próxima a superfície terrestre, retendo os poluentes. O ar quente, por ser mais leve, fica numa camada superior, impedindo a dispersão dos poluentes. Este fenômeno climático pode ocorrer em qualquer dia do ano, porém é no inverno que ele é mais comum. Nesta época do ano as chuvas são raras, dificultando ainda mais a dispersão dos poluentes, sendo que o problema se agrava.

97 Como ocorre a inversão térmica ? Nas grandes cidades, podemos observar no horizonte, a olho nu, uma camada de cor cinza formada pelos poluentes. Estes são resultado da queima de combustíveis fósseis derivados do petróleo (gasolina e diesel principalmente) pelos automóveis e caminhões.

98 Problemas de Saúde Este fenômeno afeta diretamente a saúde das pessoas, principalmente das crianças, provocando doenças respiratórias cansaço entre outros problemas de saúde. Pessoas que possuem doenças como, por exemplo, bronquite e asma são as mais afetadas com esta situação..

99 Soluções Estão ligadas diretamente à adoção de políticas ambientais eficientes que visem diminuir o nível de poluição do ar nos grandes centros urbanos. A substituição de combustíveis fósseis por biocombustíveis ou energia elétrica poderia reduzir significativamente este problema. Campanhas públicas conscientizando as pessoas sobre a necessidade de trocar o transporte individual (particular) pelo transporte público (ônibus e metrô) também ajudaria a amenizar o problema. A fiscalização nas regiões onde ocorrem queimadas irregulares também contribuiria neste sentido.

100 Poluentes de efeito global

101 Algumas substâncias emitidas em grande quantidade podem causar efeitos danosos que ultrapassam os limites de uma cidade, ou mesmo de um país, caracterizando-se por um efeito global sobre os ambientes de todo o mundo. Os principais são: Chuvas Ácidas Destruição da camada de ozônio Efeito Estufa

102 Chuva Ácida

103 É uma das principais consequências da poluição do ar. As queimas de carvão ou de petróleo liberam resíduos gasosos, como óxidos de nitrôgenio e de enxofre. A reação dessas substâncias com a água forma ácido nítrico e ácido sulfúrico, presentes nas precipitações de chuva ácida.

104 Chuva Ácida Os poluentes do ar são carregados pelos ventos e viajam milhares de quilômetros; Podem cair a grandes distâncias das fontes poluidoras, prejudicando outros países.

105 Chuva Ácida O solo se empobrece, a vegetação fica comprometida. A acidificação prejudica os organismos em rios e lagoas, comprometendo a pesca. Monumentos de mármore são corruídos, aos poucos, pela chuva ácida.

106 Prejuízos para o homem Saúde. A chuva ácida libera metais tóxicos que estavam no solo. Podem alcançar rios. Utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.

107 Prejuízos para o homem Prédios, casas, arquiteturas A chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções como casas, edifícios e arquitetura. Destruindo represas, turbinas hidrelétricas etc.

108 Prejuízos para o meio ambiente Lagos Podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida. Pois podem ficar totalmente acidificados perdendo toda a sua vida.

109 Prejuízos para o meio ambiente Desmatamentos A chuva ácida faz clareiras, matando duas ou três árvores. Imagine uma floresta com muitas árvores utilizando mutuamente, agora duas árvores são atingidas pela chuva ácida e morrem e assim vão indo até formar uma clareira. Essas reações podem destruir florestas..

110 Prejuízos para o meio ambiente Agricultura: A chuva ácida afeta as plantações quase do mesmo jeito que das florestas, só que é destruída mais rápido já que as plantas são do mesmo tamanho, tendo assim mais áreas atingidas.

111 Como evitar a chuva ácida?  Conservar energia;  Uso de transporte coletivo;  Utilização do metrô;  Utilizar fontes de energia menos poluentes;  Purificação dos escapamentos dos veículos;  Utilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.

112 Destruição da Camada de Ozônio

113 Gás Ozônio  O gás ozônio (O 3 ) é uma forma de oxigênio cuja molécula tem três átomos, em vez de dois.  Existe tanto na troposfera quanto na estratosfera.  É um gás instável e muito reativo. A estratosfera contém cerca de 90% do ozônio da Terra Constitui a Camada de Ozônio

114 CFCs Cloro Flúor Carbono Grande responsável por outro problema de degradação do ambiente Destruição da Camada de Ozônio

115 CFCs A utilização desse gás não causa problemas junto à superfície terrestre. Não é tóxico. Entretanto ao atingir altitudes entre 35 e 55 Km Faixa da camada de ozônio Os átomos de cloro fixam-se se às moléculas de ozônio Destruindo-as

116 Camada de Ozônio Tem um papel importante para a vida na Terra Retém os raios ultravioletas tipo B pelo sol. A diminuição dessa camada está ocorrendo mais intensamente sobre algumas regiões temperadas do hemisfério Norte

117 Camada de Ozônio

118 A diminuição da densidade da camada de ozônio levará ao aumento dos casos de câncer de pele e de catarata e ao enfraquecimento das defesas imunológicas, além das alterações na reprodução das plantas e na morte dos fitoplanctos.

119 Buraco na Camada de Ozônio É um fenômeno que ocorre somente durante uma determinada época do ano, entre agosto e início de novembro. Quando a temperatuta se eleva na Antártica, em meados de novembro. Aa região ainda apresenta um nível abaixo do que seria considerado normal de ozônio.

120 Buraco na Camada de Ozônio No decorrer do mês, em função do gradual aumento de temperatura O ar circundante à região onde se encontra o buraco inicia um movimento em direção ao centro da região de baixo nível do gás. Desta forma, o deslocamento da massa de ar rica em ozônio (externa ao buraco) propicia o retorno aos níveis normais de ozonificação da alta atmosfera fechando assim o buraco. Fim!!!


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