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Governança de TI Unidade II Aula IV Professor: Ernesto Junior

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Apresentação em tema: "Governança de TI Unidade II Aula IV Professor: Ernesto Junior"— Transcrição da apresentação:

1 Governança de TI Unidade II Aula IV Professor: Ernesto Junior

2 Estratégia e governança em TI As corporações tendo TI como algo importante, iniciam os modelos estratégicos com uma nova perspectiva, integração com as ferramentas tecnológicas, por isso a governança torna-se um dos pilares para o alcance do objetivo e das metas planejadas periodicamente pela direção das empresas.

3 Estratégia e governança em TI

4 Os planos de ações empresariais procuram ter sempre critérios baseados em valores a serem alcançados, métricas de produtividade, produção e vendas, inteligência de mercado e controle de informações. Todos os resultados e necessidades dependem da rapidez e das consistências de informações providas pelas tecnologias. Com isso, faz-se fundamental o conhecimento básico de algumas ferramentas estratégicas que geralmente são vinculadas com os projetos de TI.

5 Estratégia empresarial A palavra “estratégia” vem do grego strategus = "o general superior” ou "generalíssimo”. Strategia = a arte deste general. “As manobras estratégicas significam a escolha dos caminhos mais vantajosos” (A arte da guerra, de Sun Tzu).

6 Conceitos Década de 1930: publicações que ditavam ações empresariais e questionavam as razões da existência das empresas – trabalhos acadêmicos. Décadas de 1940 e 1950, as publicações citavam a idéia de fixação de preços contemplada na macroeconomia ortodoxa. Década de 1960: Os pesquisadores enxergaram que era preciso pensar a empresa de uma forma mais ampla, e articularam a estratégia como um meio de um sistema unificado que interligava as áreas funcionais de uma empresa e relacionava suas atividades com o ambiente externo (Montgomery; Porter, 1998).

7 Conceitos Em 1973, na universidade de Harvard, realizou-se uma conferência que difundiu um novo modelo analítico: o SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats), que combinava forças e fraquezas de uma empresa com as oportunidades e ameaças advindas do mercado; porém, esta definição não acabou com os problemas de definição de competências em ambientes mutáveis e adversos. Estrategistas necessitavam de uma percepção de longo prazo, e também era preciso considerar as competências essenciais da firma para formar uma competência distinta e com um melhor planejamento (Collis; Pisano; Rivkin, 2000).

8 Conceitos (...) os anos 70 testemunharam a ascensão de firmas de estratégias. Em particular, o Boston Consulting Group (BSG), fundado em 1963, teve um grande impacto na área aplicando a pesquisa quantitativa de problemas de estratégias de negócios e corporativa (...) (Collis; Pisano; Rivkin, 2000, p. 21.)

9 Cinco forças de Porter Segundo Porter (1990), as cinco forças determinam a rentabilidade na indústria justamente porque têm influência sobre os preços, custos e sobre o investimento necessário das empresas em uma indústria. Novos concorrentes – novas empresas que poderão vir a concorrer com as que existem hoje. Substitutos – produtos alternativos que podem vir a substituir os atuais. Clientes – forte poder de negociação. Fornecedores – determina preço e qualidade. Concorrentes na indústria – produto da rivalidade entre os competidores.

10 Cadeia de suprimentos na estratégia empresarial Década de 1990, tornou-se um objeto de estudo e tem procurado redirecionar suas análises objetivando o entendimento e tirando conclusões das novas formas de gestão oriundas da visão do gerenciamento da cadeia de suprimentos, incluindo os impactos que ela traz sobre as demais áreas de uma empresa, como, por exemplo, à área financeira, de marketing e de vendas.

11 Cadeia de suprimentos na estratégia empresarial A cadeia de suprimentos envolve várias empresas, adoção de qualquer visão integrada que exija um direcionamento estratégico único para todas elas e o estabelecimento de relações de parcerias entre elas, a solução de conflitos de interesse, principalmente relativos a ganhos financeiros individuais, aos objetivos de cada empresa, as metas de cada uma das áreas de cada empresa dentro da cadeia de suprimentos; desse modo, a compreensão dos conceitos básicos envolvidos no gerenciamento estratégico da cadeia de suprimentos se tornou fundamental para diferenciar seus produtos dos concorrentes, e quando isto é reconhecido, ele leva a empresa a níveis diferenciados de serviços aos clientes (Ballou, 2002).

12 A gestão eficaz da cadeia de suprimentos pode melhorar seus negócios. A gestão eficaz da cadeia de suprimentos envolve a coordenação de todas as atividades ligadas ao processamento dos pedidos dos clientes, desde a pré-produção até a entrega. Durante este processo, as partes que compõem o produto trocarão de mãos diversas vezes, dos fornecedores até a fabricação, da estocagem à expedição, até chegar à entrega e ao consumo. Assim, dentro de uma pequena empresa que faz parte de uma grande cadeia, como se preocupar com todo esse processo, e ainda melhorá-lo?

13 Alguns conceitos relativos à cadeia de suprimentos Gestão de compras e suprimentos: é um termo utilizado para designar a função responsável pela interface da unidade produtiva e seus mercados fornecedores. Gestão da distribuição física: relacionada com a gestão da operação de fornecimento aos clientes imediatos. Logística: extensão da distribuição física, refere-se à gestão do fluxo de materiais e informações desde a empresa origem até o cliente final por intermédio de um canal de distribuição.

14 Alguns conceitos relativos à cadeia de suprimentos Gestão de materiais: gestão do fluxo de materiais e informações por meio da cadeia de suprimentos imediata. Possui também as funções de compras, gestão de estoques, gestão de armazenagem, planejamento e controle da produção e gestão da distribuição física. Gestão da cadeia de suprimentos: conceito com grande abrangência e enfoque generalista, que gerencia além das fronteiras da empresa.

15 Governança em TI O conceito de governança é semelhante ao de administrar, mas este indicado ao controle e supervisão dos recursos de TI; esta idéia remete à governança corporativa, movimento resultante dos problemas vividos nos Estados Unidos na década de 1990, quando diversas empresas tiveram problemas financeiros pela falta de controle, governamental ou dos sócios.

16 Governança em TI Governança corporativa é o conjunto de processos que regula e controla o modo pelo qual a empresa é dirigida. Segundo IT Governance: a governança de TI é fundamental à alta Administração, no controle de informações e do conhecimento para iniciar e sustentar atividades econômicas e sociais. Estas atividades confiam cada vez mais em entidades globais de cooperação para serem bem sucedidas (...).

17 Governança x Cobit – Benefícios Um melhor alinhamento baseado no foco do negócio. Uma visão clara para os executivos sobre o que TI faz. Uma clara divisão das responsabilidades baseada na orientação para processos. Aceitação geral por terceiros e órgãos reguladores. Entendimento compreendido entre todas as partes interessadas, baseado em uma linguagem comum. Cumprimento dos requisitos do COSO para controle do ambiente de TI. COBIT: Control Objectives for information and related Technology. (Objetivos de Controle para informações e tecnologia relacionadas) Conjunto de diretrizes, indicadores, processos e melhores práticas para a gestão e a governança dos sistemas informáticos. COSO: Committee of Sponsoring Organizations (Comitê das Organizações Patrocinadoras) Se dedica a desenvolver e estudar assuntos gerenciais e de governança empresarial com o intuito de fornecer linhas e guias ou diretrizes para os executivos.

18 Governança de TI Para muitas organizações, a informação e a tecnologia que suportam o negócio representam o seu mais valioso recurso. Além disso, em um ambiente de negócios altamente competitivo e dinâmico, é requerida uma excelente habilidade gerencial, já que TI deve suportar as tomadas de decisão de forma rápida, constante e com custos cada vez mais baixos.

19 Métodos e suas aplicações Os modelos atuais para governança partem de processos empresariais serviços prestados, modelos de negócios etc. Temos os seguintes modelos apresentados abaixo, no qual são relacionados os métodos, onde podem ser empregados e sua descrição.

20 Vantagens da escola da burocracia Dentro deste contexto, o ciclo de vida do serviço é um fator fundamental para controle de qualidade e criação de novas ofertas que venham de encontro com as novas demandas de mercado.


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