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O brincar e a linguagem ► Professora: Eleida da Silva Arce Adamiski Educação Lúdica Aula: 05 Educação Lúdica Aula: 05.

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1 O brincar e a linguagem ► Professora: Eleida da Silva Arce Adamiski Educação Lúdica Aula: 05 Educação Lúdica Aula: 05

2 A leitura de histórias pode ser uma forma de brincar com palavras e figuras e é uma atividade imediatamente prazerosa para crianças e adultos, além de proporcionar uma rica fonte para a imaginação. Segundo Negrine (1994), os primeiros contatos das crianças com os livros e os materiais impressos são de suprema importância para elas, mas ainda mais importante é como os professores conversam com a criança sobre a leitura e como isso é interpretado por ela. Ler para as crianças com a entonação e a ênfase apropriadas as ajuda a compreender o significado das palavras, e a experiência do prazer compartilhado torna isso memorável. Reler as histórias é algo que se ajusta bem à espiral do brincar, na medida em que as palavras são intensificadas e exploradas repetidamente, gradualmente, criando significados. As crianças, na abordagem da história, avançam do discurso falado (linguagem interativa) para o discurso do texto (leitura) de forma muito suave, na medida em que a associação com a voz, o tom, a ênfase e as entonações é feita cedo.

3 Escrever é uma área igualmente vital do desenvolvimento da alfabetização e da aprendizagem sobre a linguagem. No passado pensava-se que as habilidades de escrita tinham um atraso de meses em relação às habilidades de leitura, mas pesquisas recentes mostram que na verdade isso era o efeito de oportunidades adiadas de escrita experimental e não uma capacidade atrasada. Deveria ser tão natural para as crianças “escrever” de forma intencional como ler forma intencional.

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5 O BRINCAR E A CRIATIVIDADE A correlação entre criatividade e resolução de problemas já foi estabelecida quando se considerou a criança como um pensador divergente e lógico. Oliveira (2000, p. 35) afirma: “É no pensamento divergente que encontramos as indicações mais óbvias de criatividade”. Os vínculos existem de várias maneiras e estão bastante inter-relacionados, mas há algumas diferenças. A criatividade também está situada no domínio cognitivo, mas exerce uma influência mais forte sobre o domínio afetivo, e tem relação com a expressão pessoal e a interpretação de emoções, pensamentos e idéias: é um processo mais importante do que qualquer produto específico para a criança pequena, como poderemos constatar.

6 Segundo Oliveira (2000, p. 36) “a criatividade é a capacidade de responder emocional e intelectualmente a experiências sensoriais”. Ela também está estreitamente relacionada ao ser “artístico” no sentido mais amplo da palavra. Esta pode ser considerada uma definição bastante arbitrária, mas é uma definição vital para tentarmos examinar um outro aspecto do brincar e da aprendizagem infantil, uma vez que a criatividade tem fortes laços com a educação estética. A criatividade, então, está extremamente ligada às artes, à linguagem e ao desenvolvimento da representação e do simbolismo. O brincar simbólico também tem relação com a ordem e favorece o desenvolvimento das habilidades de planejamento. Ele eventualmente leva ao início do brincar e dos jogos baseados em regras (Piaget, 1950, p. 62).

7 “As escolas experimentam e simbolizam o mundo real, físico, por meio do seu brincar e da arte. Em ambos canais de expressão, as experiências passadas são repetidas e revividas. Desta maneira, podemos relacionar o nosso mundo externo ao nosso mundo interno de experiências passadas e conhecimento, organização mental e poder interpretativo. Podemos vincular experiências antigas e desta maneira as nossas mentes absorvem novas informações e se expandem”. A palavra “criativo” é usada na escola de modo muito amplo e quase como uma terminologia geral. “Redação criativa” e “dança criativa” são de uso geral, mas têm uma interpretação tão ampla que possuem pouco significado real. A redação criativa, por exemplo, abrange uma multiplicidade de estilos de redação, da redação funcional sobre ir tomar chá na vovó, passando pela redação transacional sobre fazer um experimento simples, à redação poética sobre a enorme aranha negra que Joanne encontrou a caminho da escola. A dança criativa, igualmente, inclui programas de rádio que dirigem fortemente os movimentos das crianças pequenas, através de danças populares e folclóricas, para citar apenas algumas.

8 Contudo, devemos lembrar que a arte, em si mesma, é uma forma de comunicação sem palavras, como pode confirmar qualquer pessoa que já viu um mínimo em ação ou contemplou um quadro esplêndido. As crianças e os adultos que, por alguma razão, têm dificuldade para se comunicar por meio da linguagem, muitas vezes podem expressar vividamente em outros meios, e obter satisfação e auto-estima ao ser capaz de fazer isso. Aqueles que acham que não sabem pintar, muitas vezes têm uma grande capacidade expressiva de movimento corporal; os que são desajeitados em atividades motoras amplas podem ter na música e no ritmo uma fonte de inspiração, e a encenação do papel de outra pessoa no teatro ou através de marionetes podem inspirar a comunicação não-verbal em outros.

9 Assim, tanto nas formas de arte, como em diferentes formas do brincar, existe uma riqueza de oportunidades criativas para que adultos e crianças expressem seu pensamento e apreciem o talento de outros. Todos nós recebemos a “arte”, assim como a criamos, e a maioria de nós sabe do que gosta por causa da nossa personalidade, nossas experiências, nosso conhecimento e nossas capacidades pessoais, ou sabe se expressar de formas comunicáveis aos outros. As crianças apresentam o mundo como o vêem e como podem representá-lo em um determinado momento de seu desenvolvimento: a beleza está lá se estivermos preparados para vê-la, pois uma das dificuldades da arte é ela estar crivada de valores que adquirimos através de nossa cultura e educação.


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