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A Independência do Brasil. “O destino cruzou o caminho de D. Pedro em situação de desconforto e nenhuma elegância. Ao se aproximar do riacho do Ipiranga,

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Apresentação em tema: "A Independência do Brasil. “O destino cruzou o caminho de D. Pedro em situação de desconforto e nenhuma elegância. Ao se aproximar do riacho do Ipiranga,"— Transcrição da apresentação:

1 A Independência do Brasil

2 “O destino cruzou o caminho de D. Pedro em situação de desconforto e nenhuma elegância. Ao se aproximar do riacho do Ipiranga, às 16h30 de 7 de setembro de 1822, o príncipe regente, futuro imperador do Brasil e rei de Portugal, estava com dor de barriga. A causa dos distúrbios intestinais é desconhecida. (...) O coronel Manuel de Oliveira, testemunha dos acontecimentos, usou um eufemismo para descrever a situação do príncipe: ‘D. Pedro se via obrigado a apear do animal que o transportava para prover-se no denso matagal que cobria as margens da estrada. Foi portanto, como um simples tropeiro, coberto pela lama e poeira do caminho, às voltas com as dificuldades naturais do corpo e seu tempo, que D. Pedro proclamou a Independência do Brasil.” (Laurentino Gomes, 1822, pág )

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11 Compare as duas imagens: Ao lado, Napoleão em Friedland do francês Jean-Louis Ernest Meissonier, obra na qual Pedro Américo se inspirou para fazer O Grito do Ipiranga, abaixo: suspeita de plágio na cena da Independência do Brasil

12 ... E O GRITO? Depoimento do Padre Belchior, uma das testemunhas : D. Pedro, tremendo de raiva, arrancou de minhas mãos os papéis, e amarrotando-os, pisou e os deixou sobre a relva> -E agora, Padre Belchior? Eu respondi prontamente: -Se Vossa Alteza não se faz rei do Brasil será prisioneiro das cortes e talvez deserdado por elas. -Padre Belchior, eles os querem, terão sua conta. Respondemos com entusiasmo: -Viva a liberdade! Viva o Brasil separado! Viva D. Pedro! O príncipe virou-se para seu ajudante de ordens e falou: - Diga à minha guarda que eu acabo de fazer a independência do Brasil. Estamos separados de Portugal.

13 O famoso grito aparece num relato do alferes Canto e Melo, registrado bem mais tarde, quando o acontecimento já havia entrado para o panteão dos momentos épicos nacionais. A versão do alferes, de tom obviamente militar, mostra um príncipe resoluto e determinado. Por ela, D. Pedro teria lido a correspondência e, após um “momento de reflexão”, teria dito sem pestanejar: -É tempo! Independência ou Morte! Estamos separados de Portugal! Há uma terceira versão (testemunha) que o grito “Independência ou Morte” foi dado perante a Guarda de Honra, minutos depois do primeiro brado do Ipiranga. O relato do coronel Marcondes, é chamado por alguns historiadores como “segundo brado do Ipiranga”. E nesse brado foi dito: “Independência ou Morte!” E foi esse brado que ficou registrado na memória nacional.

14 Responda: 1. Quais os motivos que levaram os portugueses a iniciarem uma Revolução em Portugal? 2. “A Revolução do Porto de 1820, apesar não foi um movimento Liberal em sua essência”. Explique essa frase. 3. Há alguma relação entre a Revolução do Porto de 1820 e a Independência do Brasil em 1822? Qual? 4. Observe o quadro de Pedro Américo e atente para alguns pontos: a) a postura corporal de D. Pedro. b) o animal que está montado. c) a roupa que está vestindo. d) os outros personagens da pintura. e) o recurso utilizado pelo artista para que a atenção do observador se volte para D. Pedro. f) na sua opinião, por que o “discurso” do quadro não condiz com os relatos das testemunhas do “grito do Ipiranga.


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