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Dermatologia em Pequenos Animais. Epiderme Derme Hipoderme A Pele.

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Apresentação em tema: "Dermatologia em Pequenos Animais. Epiderme Derme Hipoderme A Pele."— Transcrição da apresentação:

1 Dermatologia em Pequenos Animais

2 Epiderme Derme Hipoderme A Pele

3 Camada córnea ou basal: separa a epiderme da derme. Compostas de ceratinócitos em constante mitose e melanócitos Camada espinhosa: células filhas do estrato basal. Espesso nos coxins, plano nasal e junções mco-cutâneas Camada granular: células co núcleos contendo grânulos com função de ceratinização e barreira. Camada clara: camada ceratinizada de células mortas Camada córnea: é a camada mais externa, completamente ceratinizada que está sempre sendo desprendida Epiderme

4 Derme Folículos pilosos Músculo eretor do pêlo Glândulas sebáceas e sudoríparas Vasos sanguíneos, linfáticos Inervação A maior parte da força tênsil e elasticidade da pele

5 Hipoderme Mais profunda e mais espessa Gordura Proteção física contra traumas, Controle da temperatura, Reserva de energia

6 Pele: Funções Barreira circundante: isolar o meio interno e externo Movimento e forma: flexibilidade, elasticidade e sensibilidade Produção de anexos: pêlos, unhas e camada córnea Defesa ( agentes parasitários) Controle da Temperatura: pelagem, suprimento sanguíneo e glândulas sudoríparas Reserva: água, eletrólitos, vitaminas, gordura, carboidratos, proteínas Indicador da saúde geral: doença interna, efeitos de substâncias aplicadas

7 Pele: Funções Imunorregulação: ceratinócitos, cel de Langerhans e linfócitos Pigmentação: proteger contra radiação solar Ação anti-microbiana: propriedades bacterianas e anti-fúngicas Função sensitiva: toque, pressão, dor, prurido, calor e frio Secreção: glândulas sebáceas, apócrinas Produção de vitamina D

8 Diagnóstico em Dermatologia 1.Queixa principal 2.Resenha (sexo, raça, idade, espécie) 3.História dermatológica: localização primária da lesão, aspecto, velocidade de progressão. Grau de prurido contágio, sazonalidade, relação com a dieta e fatores ambientais, resposta a tratamentos anteriores. 4.História clínica anterior: mesmo que não pareça diretamente relacionada 5.Exame físico: observar todo o animal antes de se concentrar nas lesões individuais.

9 Diagnóstico em Dermatologia 6) Diagnóstico diferencial 7) Plano diagnóstico ou terapêutico 8)Auxílio diagnóstico e laboratorial: métodos e diagnóstico clínico que confirmem ou que descartem qualquer das possibilidades. *** Primeiramente os mais simples e depois os mais complexos

10 Lesões Dermatológicas

11 Lesões Dermatológicas Primárias Alopecia: falta parcial ou completa dos pêlos em áreas onde normalmente estão presentes

12 Alopecia

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14 Lesões Dermatológicas Primárias Vesícula ou Bolha: é superficial. Localizada na epiderme. Tem conteúdo seroso. Aparece e desaparece rapidamente. Se rompe deixando a derme exposta. ***até 1 cm: vesícula; >1 cm: Bolha.

15 Lesões Dermatológicas Primárias Mácula: Área circunscrita com coloração alterada não palpável.

16 Mácula

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19 Lesões Dermatológicas Primárias Eritema: É uma forma de mácula que exibe um rubor difuso sobre a pele

20 Eritema

21 Pápula: Elevação dérmica e epidérmica como se fossem pequenos nódulos.(dermatite alérgica, pulicidiose) Lesões Dermatológicas Primárias

22 Lesões Dermatológicas Primárias Pústula: Elevação circunscrita da epiderme com conteúdo purulento. Aparece de forma aguda e desaparece sozinha ou se rompe. Relacionada a processo infeccioso ou alimentar

23 Pústula

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26 Lesões Dermatológicas Primárias Nódulos: É uma elevação sólida, circunscrita e estende-se para as camadas mais profundas da pele. Tem crescimento exuberante. (processo infeccioso ou neoplásico)

27 Lesões Dermatológicas Primárias Tumor: Grande massa que envolve qualquer estrutura da pele ou tecido subcutâneo. Comprometimento dérmico mais avançado. Maligno/Benigno. Tamanho variado.

28 Lesões Dermatológicas Secundárias Colarete: Lesão circular superficial originária da ruptura de pústulas.

29 Lesões Dermatológicas Secundárias Hiperqueratose: Aumento de espessura do estrato córneo. Indicativo de processos crônicos. (cinomose)

30 Lesões Dermatológicas Secundárias Descamação: “Caspa”. Acúmulo de fragmentos perdidos da camada córnea da pele.

31 Lesões Dermatológicas Secundárias Liqueinificação: Espessamento endurecimento da pele caracterizado por um excesso de marcações cutâneas superficiais. Processo crônico. *** Áreas de fricção, Malassezia

32 Lesões Dermatológicas Secundárias Crostas: Forma-se quando exsudato, sangue, pus,soro, células caspasou medicamentos secos aderem à superfície.

33 Lesões Dermatológicas Secundárias Úlceras: Solução de continuidade da epiderme com exposição da derme subjacente. Sempre se forma uma cicatriz após a cura de uma úlcera.

34 Lesões Dermatológicas Secundárias Cicatriz: Área de tecido fibroso que substitui a derme ou tecido subcutâneo lesado. É o resultado de traumas ou lesão dermatológica. São alopécicas e despigmentadas.

35 Cicatriz

36 Lesões Dermatológicas Secundárias Fissura: Clivagem linear da epiderme e/ou derme por doença ou agressão (rachaduras)

37 Lesões Dermatológicas Secundárias Hiperpigmentação: Aumento da melanina epidérmica e/ou dérmica por lesões pós-inflamatórias, crônicas, traumáticas e endócrinas da pele

38 Dermatopatias Parasitárias

39 Sarna Sarcóptica ou Escabiose Agente: Sarcoptes scabiei

40 Sarna Sarcóptica ou Escabiose É a mais comum nos cães Intensamente pruriginosa principalmente quando a pele está aquecida Transmissível até para outras espécies (gatos, raposas, humanos) por contato direto e ambientes infestados A fêmea escava galerias no extrato córneo e deposita seus ovos Larvas e ninfas percorrem a pele Preferem locais com pouco pêlo ( orelhas*, cotovelos*, porção ventral do abdome, tórax e pernas) Quadro generalizado e lesões assimétricas Áreas com alopecia, escoriações e crostas

41 Sarna Sarcóptica ou Escabiose Animais deprimidos, tristes Linfadeopatia generalizada Em casos avançados: hiperpigmentação Alguns cães: eritema médio e escoriações ocasionais, sem lesões clássicas (raspados negativos) Diagnóstico: História + exame físico + respostas a tratamentos anteriores Raspado cutâneo (agentes ou fezes). Evitar áreas com escoriações **paciente com prurido intenso, doença em fase crônica, múltiplos banhos ou aplicações Eosinofilia

42 Sarna Sarcóptica ou Escabiose Diferencial: Dermatite de contato Atopia Hipersensibilidade alimentar Dermatite por Malassezia Sarna Otodécica

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44 Sarna Sarcóptica ou Escabiose

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47 Raspado de pele

48 Tratamento Tricotomia Banhos com xampu ceratolítico 1 ou 2X/semana por 8 semanas para remoção de crostas Amitraz (2mL/1L água) após o banho com xampu OU Ivermectina 0,04-0,05 mL/Kg SC a cada 2 semanas ou 0,08mL/Kg SID VO até obtenção de 3 raspados negativos por semana ***Não fazer em raças Inglesas COLLIE, SHEEPDOG, SETTER Não usar corticóides e anti-histamínicos Limpar o ambiente com pesticidas Eliminar panos, tapetes, caixa de papelão, roupinhas

49 Escabiose Felina Agente: Notoedres cati Altamente contagiosa Animais de qualquer idade Gatos*, raposas, cães, coelhos, humanos Exame Físico: Lesões na borda da orelha e depois na face, pálpebras e pescoço Pé e períneo Hiperqueratose abundante Forma crostas Alopecia parcial Prurido

50 Notoedres cati

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52 Escabiose Felina Diagnóstico Anamnese ( os animais param de comer por causa do prurido) Raspados de pele **Ácaros pequenos Diferencial Sarna otodécica Atopia Hipersensibilidade alimentar Pênfigo foliáceo e eritematoso Lúpus eritematoso sistêmico

53 Escabiose Felina Tratamento Tricotomia Banhos com vetriderme Banhos com solução aquosa de enxofre sodado 2 a 3%: deixar secar na pele – a cada 7 dias até resolução do problema Banhos com Amitraz*** (2mL/L água) + colar ( TOXICO) Ivermectina 0,3 mg/Kg SC 1X/2semanas por 2 meses

54 Sarna Demodécica Agente: Demodex canis

55 Sarna Demodécica Não faz galerias Induz imunossupressão no animal Fase inicial: sarna vermelha Fase Crônica: sarna negra - hiperpigmentação e hiperqueratose Úmida: infecção secundária por Staphilococos spp (piodermite)

56 Sarna Demodécica Doença parasitária inflamatória de cães Distúrbio genético ou imunológico Demodex canis faz parte da fauna normal da pele canina Transmissão da cadela para os filhotes por contato direto 2 tipos demodicose: Localizada e generalizada

57 Localizada Pequenas áreas de alopecia eritematosas e circunscritas Pruriginosas ou não Face e membros torácicos Curso benigno Resolução espontânea

58 Localizada Eritema médio Alopecia parcial Prurido Face, periocular e peribucal Membros anteriores Animais de 3 a 6 meses Cura espontânea

59 Demodicose localizada

60 Demodicose Generalizada Cobre grandes áreas do corpo Geralmente começa na fase infantil (3 a 18 meses) Sem tratamento o animal leva a doença para a fase adulta – FASE CRÔNICA Quando aparecem no cão adulto: sinais de problemas sistêmicos Pododemodicose pode ser uma “seqüela”

61 Sarna Demodécica Diagnóstico: raspado de pele profundo

62 Sarna Demodécica

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66 Diferencial: Piodermite, sarna sarcóptica Tratamento Xampu ceratolítico Amitraz*** 2ml/1L água cães 1mL/1L água gatos Ivermectina 0,08 mL/Kg SID até comprovação pelo raspado de pele ( discutível ) Moxidectina 0,1ml, kg, a cada 7 dias, por 12 semanas Antibiótico injetável na primeira semana Lincomicina Cefalexina mg/Kg BID 4 semanas ***Cura: comprovada pelo raspado de pele O tratamento pode ser pelo resto da vida Castrar o animal ( passa da mãe para os filhotes)

67 Dermatites Infectocontagiosas

68 Dermatofitoses (Tinhas) Agentes: Microsporum canis *** Trycophytum mentagrophitos*** Epidermophytum Cães e gatos jovens (4meses a 2 anos) Locais mais comuns: face, orelhas, membros e cauda Lesão superficial, se alimentam de queratina (pêlo, pele, epiderme) Lesão circunscrita delimitada em forma de anel Aspecto de pêlo quebrado (comido)

69 Dermatofitoses (Tinhas) Transmissão: contato com pêlo e caspa contaminados do ambiente, do animal e fômites Manchas circulares de alopecia com formação variável de caspa Sinais variáveis dependendo da interação hospedeiro fungo

70 Dermatofitoses (Tinhas) Diagnóstico: Arrancamento do pêlo e análise ao microscópio ( formas vegetativas) - hifas Lâmpada de Wood (raios UV) Microsporum canis emite fluorescência *** Cultura fúngica Prurido só se houver contaminação bacteriana secundária

71 Dermatofitoses (Tinhas)

72 Microscopia

73 Dermatofitoses (Tinhas) Lâmpada de Wood

74 Dermatofitoses (Tinhas)

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82 Tratamento: LOCAL Tricotomia Cremes e loções BID, com margem de 6 cm de pele saudável –Quadriderme veterinário creme – Daktarin loção –Vodol (f. humana) –Cetoconazol pomada –Miconazol

83 Dermatofitoses (Tinhas) Tratamento: MULTIFOCAL Banhos Xampus antifúngicos: cetoconazol 2%, miconazol 2% 1 a 2 vezes por semana Xampus a base de Clorexidine 2-4%, banhos semanais ***Medicamentos tópicos usados até que ocorra cura clínica ou que as culturas sejam negativas

84 Dermatofitoses (Tinhas) Tratamento: Sistêmico Anti-fúngico: Griseofulvina mg/Kg BID VO 3 semanas ( teratogênico) Cetoconazol 10 mg/Kg SID VO 3 semanas Itraconazol mg/Kg a cada 24 ou 48h Antibiótico (em caso de contaminação secundária) Cefalexina 25 mg/Kg BID VO (cão/gato) ***Tratamento até 2 semanas após a cura clínica ou cultura negativa

85 Dermatofitoses (Tinhas) Tratamento:Ambiental Esporos podem ficar viáveis no ambiente por até 18 meses Superfícies não porosas: clorexidina ou hipoclorito de sódio 1:10 Destruir todas as camas, tapetes, escovas, pentes e similares Tapetes que não puderem ser removidos ou destruídos devem ser lavados com desinfetante antifúngico Recintos desinfetados diariamente

86 Malasseziose Agente etiológico: Malassezia pachydermatis É uma levedura lipofílica Pele normal e anormal, condutos auditivos normais e anormais, sacos anais, reto, vagina de cães e gatos normais Malasseziose: cães adultos de qualquer idade ou raça Prurido é o principal sinal e é constante

87 Malasseziose Alterações no microclima cutâneo : Excessiva produção de sebo ou cerume Acúmulo de umidade Rompimento da barreira epidérmica Alterações nas defesas do organismo: Uso de corticóides ou antibióticos por tempo prolongado

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89 Malasseziose Possui odor desagradável, rançoso e seborréico Dermatite regional das orelhas, lábios, focinho, espaços interdigitais, pescoço ventral, face medial das coxas, axilas, região perineal Raramente relatada em gatos

90 Malasseziose Diagnóstico: Anamnese + sinais clínicos Pesquisa do agente: Amostragem de caspas e gordura superficial obtidas por raspado cutâneo superficial.

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93 Malasseziose Tratamento: Cetoconazol VO 5 – 10 mg/Kg BID ( 7 – 10 dias após a cura clínica) Itraconazol 5 mg/Kg SID VO (7 a 10 dias após a cura clínica) Griseofulvina mg/Kg BID VO 3 semanas ( teratogênico) Clotrimazol (Otogen, Otomax) BID Reavaliar a cada 15 dias

94 Dermatites Infecciosas Não Contagiosas

95 Piodermite Agente: Staphylococus intermedius É uma infecção cutânea de diferentes profundidades e que atinge diferentes locais São classificadas em vários tipos

96 Impetigo Piodermite superficial ( epiderme ) Staphylococcus coagulase positivo Autolimitante Processo benigno não contagioso Comum em animais jovens (antes da puberdade) Infecção secundária a parasitismo, infecções virais, ambiente sujo, doença imunomediada, má nutrição Exame clínico: Se apresenta na forma de pústulas no abdome e axilas (regiões glabras) Prurido é raro Diagnóstico: Inspeção

97 Impetigo

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100 Tratamento Pode regredir espontaneamente mas o tratamento acelera o processo Drenagem das pústulas Uso tópico de tintura de iodo ou Rifocina Spray Banhos com xampus anti-sépticos: clorexidina e peróxido de benzoíla*** de 7 a 10 dias alternados *** irritante para a pele de filhotes

101 Foliculite Superficial e secundária à lesões da pele S. intermedius Rara nos gatos Exame físico Locais de traumas Espalhada pelo corpo dos animais Diversas elevações e grumos de pêlos pelo tronco, abdome Pústulas*, colaretes, alopecia, eritema, escoriação

102 Foliculite Diagnóstico Inspeção Esfregaço do conteúdo das pústulas Diferencial Outras causas de foliculite (demodicose, dermatofitose, pênfigo foliáceo)

103 Foliculite

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106 Tratamento Tratar a causa de base Drenagem das pústulas Coloração gram (cocos ou bacilos) Antibiograma antibioticoterapia Banhos com xampu anti-séptico: clorexidina e peróxido de benzoíla até a cura dias alternados ( 21 a 28 dias)

107 Dermatite Superficial Úmida Aguda Causas: Agentes físicos (queimaduras, atrito) Agentes químicos Traumas (automutilação) Não é comum em Pastor Alemão Exame físico Superficial Lesão úmida com halo avermelhado em volta A lesão surge bruscamente e esse estende de maneira rápida Região peribucal ou comissura labial (processos alérgicos ou traumáticos) Dolorosa Febre

108 Dermatite Superficial Úmida Aguda

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113 Diagnóstico Histórico de traumas Inspeção Anamnese

114 Dermatite Superficial Úmida Aguda Tratamento Cortar os pêlos ao redor da lesão e limpar com anti- sépticos Aplicações várias vezes ao dia de solução anti-séptica. Em alguns casos usar um creme com associação de antibiótico e corticóide

115 Dermatite Superficial Úmida Aguda Tratamento Tratar a causa primária e prevení-la Colar elizabetano Antibioticoterapia por até 7 a 10 dias após a cura Cefalexina 25 mg/Kg BID VO Lincomicina 10-20mg/Kg BID VO

116 Piodermite de Calo de Apoio Infecção secundária do calo de apoio por traumas repetidos ou ruptura da epiderme Agente mais comum: Staphylococcus intermedius Inicialmente superficial Animais pesados e de grande porte

117 Piodermite de Calo de Apoio Exame Físico Região dos membros ou esternal Calo inflamado, ulcerado, fistulado com exsudato purulento Calo hiperqueratose crônica infecção

118 Piodermite de Calo de Apoio

119 Diagnóstico Inspeção Tratamento Antibiótico sistêmico por até 7 a 14 dias após a comprovação da cura da infecção (citologia) Cefalexina 25 mg/Kg BID VO Lincomicina 10-20mg/Kg BID VO Antibiótico local Manejo Cães

120 Piodermite Interdigital Pododermatite Causas Corpos estranhos Traumas Material irritante Processos alérgicos, parasitários, micóticos, auto- imunes Complicados por infecção bacteriana (Staphylococus intermedius) e por lambedura

121 Piodermite Interdigital Exame Físico/ Sinais clínicos Microabscessos entre os dedos Sangramento no espaço interdigital Prurido Úlceras Bolhas Alopecia Umidade Edema local Claudicação Dor

122 Piodermite Interdigital Histórico Exame físico Raspados de pele Cultura fúngica e bacteriana com antibiograma Citologia do exsudato R-X

123 Piodermite Interdigital

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127 Tratamento Retirada da causa Antibioticoterapia sistêmica no mínimo 4 semanas Cefalexina 25 mg/Kg BID VO Lincomicina 10-20mg/Kg BID VO Ampicilina mg/Kg SID SC ou IM/ BID VO Cães Gatos

128 Piodermite Profunda Generalizada Sinonímia: Síndrome foliculite furunculose do pastor Alemão ou Piodemite profunda do Pastor Alemão Cães da raça Pastor Alemão ou cruzamentos Idiopática (gene recessivo) Agente: Staphylococus intermedius Lesões profundas que se resolvem lentamente e recidivam frequentemente.

129 Piodermite Profunda Generalizada Exame físico Região dos quadris Ombros Abdome ventral Coxas Pápulas, erosões, crostas, úlceras, fístulas, furúnculos, alopecia, hiperpigmentação Prurido variável Linfadenopatia periférica

130 Piodermite Profunda Generalizada Boa saúde geral A doença cursa com períodos de cura parcial e exacerbacão Diagnóstico: Inspeção Exames complementares para descartar outras causas ( demodicose, alergia)

131 Piodermite Profunda Generalizada

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134 Tratamento Antibioticoterapia sistêmica Cefalexina 25 mg/Kg BID VO Lincomicina 10-20mg/Kg BID VO Banhos com xampu anti-séptico Castração*** por 6 a 8 semanas

135 Dematopatias de origem endócrina

136 Dermatopatias de origem endócrina Lesões alopécicas com simetria Ação hormonal sobre a pele (cortisol, tiroxina, estrógenos) Não há prurido Animais de meia idade ou mais velhos Hiperpigmentação Alopecia começa em pontos de pressão, ventre, períneo e cauda

137 Dermatopatias de origem endócrina Diferencial Dermatofitoses Demodicose Diagnóstico Lesões de pele associadas a sintomas sistêmicos Investigar causas endócrinas

138 Hipotireoidismo Diminuição das taxas de hormônios tireoideanos Queda do metabolismo (aumento no ganho de peso, letargia) Sinais Clínicos Letargia e prostração Animal come pouco e engorda obesidade Faces trágicas Perda da libido, anestros, patologias dos espermatozóides colesterol

139 Hipotireoidismo Sinais Clínicos Coração pequeno, afilado ECG: diminuição de QRS e onda R bem deprimida ***Sinais dermatológicos: Pele seca e envelhecida sem elasticidade (enrugada) Pêlos velhos e secos facilmente destacáveis Pêlos crescem mais lentamente que o normal Hiperpigmentação variável Edema cutâneo (mixedema) Alopecia bilateral, simétrica do tronco que tende a se espalhar para as extremidades Não há prurido

140 Hipotireoidismo

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145 Diagnóstico Dosar T3, T4 e TSH no soro ou plasma (pela manhã em jejum – Basal) Administrar estimulantes da tireóide (TSH 1UI para cães até 14 Kg e 2Ui para os demais) e dosar novamente ( 4 e 6h) R-X tórax ECG Dosar colesterol Tratamento Reposição hormonal Levotiroxina (T4) 0,02 mg/Kg BID para o resto da vida Resposta com no mínimo 3 meses de tratamento

146 Distúrbio ou desequilíbrio ovariano Tipo I Hiperestrogenismo (cisto ovariano) Mamilos e vulva aumentados Fêmeas com cio prolongado, infertilidade, problemas reprodutivos Lesões dermatológicas Alopecia bilateral simétrica com hiperpigmentação Hiperqueratose Lesões no tronco, área perigenital, axila e flanco Vulva escurecida

147 Distúrbio ou desequilíbrio ovariano Tipo I Diagnóstico Quadro clínico Dosagem de estrógeno totais US e laparotomias exploratórias (neoplasias ovarianas) Tratamento OSH ( resposta em 3 a 6 meses)

148 Distúrbio ou desequilíbrio ovariano

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150 Tipo II Hipoestrogenismo ou dermatose responsiva a estrógenos (castração precoce) Rara em gatas Lesões dermatológicas Alopecia generalizada Pele fina e infantil por todo o corpo Hiperqueratose Lesões no tronco, área perigenital, axila e flanco Vulva escurecida Os tetos e a vulva são infantis

151 Distúrbio ou desequilíbrio ovariano Tipo II Sem predisposição para idade e raça Normais em outros aspectos Incontinência urinária responsiva a estrógenos Diagnóstico Histórico Achados do exame físico Resposta ao tratamento

152 Distúrbio ou desequilíbrio ovariano Tipo II Tratamento: Dietilestilbestrol 0,1 a 1 mg VO em dias alternados ou diariamente durante três semanas, suspendendo o uso na quarta semana *poupar a medula óssea (trombocitopenia, leucopenia, anemia)

153 Síndrome Feminilizante dos Machos Produção excessiva de estrógenos e deficiência de testosterona Tumores testiculares (sertolioma), atrofias testiculares Machos de ½ idade ou idosos Sinais Clínicos Ginecomastia Pênis atrofiado e penduloso Diminuição no tamanho dos testículos Feminização Massa tumoral testicular

154 Síndrome Feminilizante dos Machos Sinais Dermatológicos Alopecia na cabeça, pescoço, orelhas, períneo e coxas Dermatose linear do prepúcio Diagnóstico Histopatológico dos testículos Dosagem de estradiol, testosterona e progesterona séricos

155 Síndrome Feminilizante dos Machos Tratamento Orquiectomia (resposta em 2 a 4 meses) Gonadotropina coriônica humana: 50 UI/Kg 2 vezes por semana/seis semanas Recidivas em até 4 anos após a castração

156 Síndrome Feminilizante dos Machos

157 Hiperadrenocorticismo – Síndrome de Cushing Excesso de cortisol endógeno ou exógeno (tumores, hiperplasia da adrenal, corticoterapias) Excesso de ACTH (adenoma de hipófise) Sinais Clínicos Polidipsia Poliúria Polifagia Distensão abdominal Anestro persistente Atrofia testicular

158 Hiperadrenocorticismo – Síndrome de Cushing Sinais Dermatológicos Alopecia no tronco Pele fina e sem elasticidade Visualização dos vasos sangüíneos na região abdominal Hiperpigmentação Seborréia Calcificação cutânea

159 Hiperadrenocorticismo – Síndrome de Cushing

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165 Diagnóstico Iatrogênico: histórico Prova de supressão com alta dose de dexametasona Colher amostra de sangue (basal) 8h Administrar 0,1 mg/kg IV dexametasona Avaliar após 4h e após 8h

166 Hiperadrenocorticismo – Síndrome de Cushing Diagnóstico Prova de supressão da adrenal com dexametasona Resultados Animal com tumor adrenocortical: não causa cortisol basal Animal com tumor hipofisário: cortisol 50% < que o basal em 4 e/ou 8h

167 Hiperadrenocorticismo – Síndrome de Cushing Tratamento Causa adrenal Cetoconazol ( inibe a esteroidogênese adrenocortical) iniciar 5 mg/Kg BID VO 7 dias 10 mg/Kg VO BID 7 dias teste de ACTH < 5 µg cortisol/Kg aumentar a dose até 30mg/Kg (dividida em 2X/dia) Retirada da adrenal

168 Hiperadrenocorticismo – Síndrome de Cushing Tratamento Causa hipofisária/adrenal p’-DDD ( adrenocorticolítico). Provoca necrose e atrofia seletiva do córtex da adrenal mg/Kg/dia (dividido em 2X/Dia) junto com alimento por 7 a 10 dias. Repetir o exame de estimulação de ACTH Associar: Prednisolona 0,2 mg/Kg/dia VO ou Hidocortisona 1 mg/Kg/dia VO

169 Hiperadrenocorticismo – Síndrome de Cushing Alopecia, pele fina e calcinose cutânea podem levar semanas ou meses para melhorar significativamente Seborréia grave com alopecia e prurido por 1 ou 2 meses antes da melhora do pêlo


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