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Investigação em Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Crónicas Isabel Loureiro e colaboradores Departamento de Promoção da Saúde e Doenças Crónicas.

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1 Investigação em Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Crónicas Isabel Loureiro e colaboradores Departamento de Promoção da Saúde e Doenças Crónicas Porto, 29 Setembro de 2008

2 Fonte: Mathers, CD; Loncar, D (2005). Updated projections of global mortality and burden of disease, : data sources, methods and results. Geneva, WHO.

3 O que somos? Peritos direccionados para a obtenção de conhecimento na área da Promoção da Saúde e Prevenção das Doenças Crónicas e vocacionados para a tradução de resultados científicos na prática clínica e obtenção de ganhos em saúde dos cidadãos. Porquê? 1. Porque as Doenças Crónicas (ex.: doenças cardiovasculares, oncológicas, mentais, reumáticas e respiratórias) são importantes causas de morte e morbilidade. 2. Porque, na Europa, 77% das doenças são crónicas (World Health Organization, 2008). 3. Porque existe, actualmente, um aumento importante do impacte das Doenças Crónicas na Saúde Pública.

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7 Os olhares dos cientistas, profissionais de saúde e outras pessoas Indicadores objectivos de Saúde Indicadores subjectivos de Saúde Profissional, Científico Cidadão comum

8 Percepção de necessidades aproximação entre população, cientistas e decisores políticos *Green & Kreuter, Health Program Planning: An Educational and Ecological Approach, 4th ed., New York: McGraw-Hill, “Necessidades reais” Recursos, exequibilidade, política Percepção das necessidades e prioridades pelas pessoas A

9 Níveis de colaboração em Investigação Participada (IP)* Investigadores tradicionais Profissionais de saúde Prestadores de cuidados de saúde Doentes Famílias Comunidades Básica e aplicada --> Investigação-acção > IP na prática > IP sobre as necessidades dos doentes, famílias, comunidades > IP sobre outras necessidades >

10 Projectos de I&D em Doenças Crónicas 1. Doenças Neurodegenerativas e Envelhecimento 2. Doenças Cardiovasculares 3. Doenças Inflamatórias Crónicas 4. Doenças Raras Stress Oxidativo Grupo Imunologia Celular e Molecular Sistema Imunitário Metabolismo do Ferro e Cobre Luciana Costa, DPSDC

11 Áreas de intervenção Investigação Fundamental Balanço pró-oxidante/ anti-oxidante Sistema Imunitário Interacção metabolismo Ferro/Cobre Homeostasia do ferro em células humanas mononucleares: estudo da ceruloplasmina e ferroportina em linfócitos e monócitos/ macrófagos humanos Investigação aplicada Doenças Neurodegenerativas Biomarcadores em Doença de Alzheimer: interacção entre homeostasia lipídica e stress oxidativo Doenças Raras Estudo da Doença de Wilson em Portugal: contribuição para novos alvos terapêuticos e ferramentas de diagnósticos Doenças Cardiovasculares Marcadores Inflamatórios em Doentes com Hipercolestoleremia Familiar: implicações na Doença Cardiovascular Doenças Inflamatórias Crónicas Estudo do Balanço Pró-oxidante/Anti-oxidante em Doentes de Behçet: relação com o status inflamatório Luciana Costa, DPSDC

12 Doenças cardiovasculares Imunologia Celular e Molecular Neurogenética e Saúde Mental Estudo português da Hipercolesterolemia Familiar Prevalência da hipercolesterolemia em Portugal Projecto “Coração Jovem”: prevenção nas escolas Epidemiologia do Autismo em Portugal Genética do Autismo Autism Genome Project Farmacogenética da risperidona em indivíduos autistas AVCs – factores genéticos de susceptibilidade, severidade e recuperação Interacção entre o sistema imunitário e o metabolismo do cobre e ferro: implicações fisiológicas em doenças crónicas com impacte em Saúde Publica Relação funcional entre o stress oxidativo e o status inflamatório: a Doença de Behçet e outras Doenças Raras como modelos clínicos de estudo Núcleo de Investigação e Desenvolvimento

13 Caracterização clínica da população afectada e familiares Frequência de Condições Médicas Associadas Frequência de Mutações Genes/Mecanismos Biológicos Prevenção Terapêutica Resposta a Terapêutica Efeitos secundários Prevalência Nacional/Mundial Nível socio-económico Programas de Intervenção Precoce Biomarcadores Astrid Vicente, DPSDC

14 Fonte: Whitehead M, Dahlgren G (1991) What can we do about inequalities in health? TheLancet 338: Principais determinantes da saúde

15 Da investigação básica à investigação na tradução e disseminação do conhecimento LABORATÓRIO de APRENDIZAGEM COLABORATIVA e de RECURSO funções Estimular e apoiar a investigação e a tradução do conhecimento: traduzir na prática o conhecimento adquirido: consultadoria e apoio técnico fornecer instrumentos validados para diagnóstico e monitorização da implementação da Investigação Baseada na Evidência (IBE) identificar as melhores estratégias para disseminação da IBE

16 Da investigação básica à investigação na tradução e disseminação do conhecimento LABORATÓRIO de APRENDIZAGEM COLABORATIVA e de RECURSO métodos Aplicação das ciências biomédicas, sociais, comportamentais e políticas para lidar com as complexidades biológicas, do sistema social e do comportamento humano Avaliação do impacte em saúde (AIS) de políticas, medidas e intervenções Criação de redes de conhecimento e acção Comunicação, partilha e disseminação do conhecimento

17 “A medicina é uma ciência política e a política não é outra coisa senão a medicina em larga escala” (Virchow, 1848)


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