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Universidade de Brasília – Faculdade de Comunicação Alunas: Ingridy Peixoto 09/0116968 Janaína Montalvão 09/0117671.

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1 Universidade de Brasília – Faculdade de Comunicação Alunas: Ingridy Peixoto 09/ Janaína Montalvão 09/

2 A primeira coisa que Eco deixa claro é que beleza e feiúra não podem ser vistas como antônimos. Enquanto para todos os sinônimos de belo seria possível conceber uma reação de apreciação desinteressada, quase todos os sinônimos de feio implicam sempre uma reação de nojo, se não de violenta repulsa, horror ou susto. Não existe uma visão do horrendo e do monstruoso sem um conseqüente juízo de valor. As definições do que é belo ou feio variam de acordo com a época e a cultura que vivemos.

3 O feio na Grécia Temos uma imagem estereotipada do mundo grego. Nos museus, vemos estátuas que exibem, na brancura do mármore, uma beleza idealizada. Mas não sabemos se os antigos entendiam como belo tudo aquilo que atrai o olhar e em virtude de sua forma satisfaz os sentidos. Ou uma beleza espiritual, uma qualidade da alma, que não coincide com a beleza do corpo. A cultura grega não considerava que o mundo era necessariamente todo belo.

4 Idade Média Representação sanguinolenta da paixão de Cristo (enfeado para ganhar a adesão do fiel). Para eles, o mundo era perfeito e belo porque é obra divina. Mas as imagens que a igreja transmitia eram até chocantes, no intuito de convencer e ter maior adesão dos fiéis.

5 A “aparição” do Diabo e o Diabo no mundo moderno Em relação ao diabo, símbolo máximo da feiúra no mundo cristão, Eco mostra que foi apenas a partir do século XI que o “maligno” começou a aparecer como “um monstro dotado de cauda, orelhas animalescas, barbicha caprina, artelhos, patas e chifres, adquirindo também asas de morcego”. As imagens do apocalipse também foram surgindo. Mas, logo Shakespeare lembra que o diabo também pode se apresentar sob belas formas.

6 A Feiúra da Mulher Forma de desvalorizar sua malícia e estratégia de sedução. Idade Média e Período Barroco tinham desagradáveis retratos femininos, pela condenação moral que insinua que a mulher se maquia para mascarar seus defeitos físicos, na vaidosa ilusão de ser atraente. Mulheres velhas, feias, ou com algum problema físico eram vistas como bruxas e lançadas à fogueira.

7 O Feio Hoje Perseguições já foram feitas por um biótipo pré- estabelecido. A tendência da competição na mídia é tornar o inimigo feio.

8 O Feio Hoje Hoje em dia, o feio, o trash e o bizarro são muito utilizados para chamar atenção e competir lugares na mídia.

9 Feio no cinema Monstros, criaturas, bizarro. Feio diferente de mau: personagens simpáticos

10 Feio na televisão Beauty and the geek O programa consiste de um grupo de "gostosas" (garotas que só pensam em curtir a vida com festas, roupas e cultuar o corpo, mas que são incapazes de fazer uma conta de somar) e um grupo de Geeks (rapazes inteligentes, porém socialmente inexperientes). Eles são divididos em pares, e cada um tem que passar ensinamentos para o outro. Quem "aprender" mais leva o prêmio de US$ 250 mil.

11 Betty, a feia. O princípio da história é sempre o mesmo: uma moça pobre e assustadora de tão feia cai de paraquedas numa redação de revista de moda e sofre os ataques dos colegas de trabalho. Como é de praxe, elas se apaixonam por seus chefes, rapazes egoístas que só se preocupam em ganhar dinheiro e dormir com o maior número de mulheres. Pelo mundo, foram 20 adaptações de Yo Soy Betty, La Fea. Até os países mais improváveis, como Índia, Israel e China, ousaram levar a moça horrorosa - às vezes nem tanto - para a televisão, cada uma carregando diferentes aspectos da cultura local.

12 TV Trash - Antonio Mier Programas que praticam o sensacionalismo e promove barracos durante a parte da tarde são abundantes.

13 Jornalismo - A vez dos feios na propaganda Susan Boyle no Bom dia Brasil Patinho feio: resgate de memória Palavras: “graça” e “anjo” estado espiritual, longe do corpo.

14 Ed Wood (1924 – 1978) Elementos básicos de filmes trash: heroínas em perigo, alienígenas, monstros, humor afiado, tudo com uma produção de baixo orçamento”, explica Ubiratan Brasil, editor do Caderno 2 do Estado de S. Paulo. Em Plano 9, estão presentes as expressões exageradas do expressionismo alemão, as moças atacadas por homens altos vestidos de preto e até mesmo uma cena em uma cama bem parecida com a de O gabinete do doutor Caligari. Mas o que havia mudado? Sem recursos, os efeitos especiais são toscos, com calotas de Cadillacs servindo como discos voadores, sustentadas por cordas aparentes, e as atuações são sofríveis. A história é mirabolante e inverossímil, mas criativa. Mesmo sem dinheiro, Wood criou um filme interessante. Estavam lançadas as bases do cinema trash.

15 José Mojica Marins. Primeiro cineasta a produzir filmes de horror no Brasil. Improvisação e falta de recursos técnicos. Cerca de 30 filmes: aventura, comédias e até pornochanchadas. Foi elogiado nas páginas das revistas norte-americanas Cult Movies e Billboard e da francesa Cahiers du Cinema. Sua obra cinematográfica, de fato, merece destaque pelo que tem de mambembe, de circense e da tradição da cultura popular brasileira, tudo isso transposto - sem a menor cerimônia - para a linguagem cinematográfica. "O Despertar da Besta" (1968), considerado seu melhor trabalho

16 Produções trash com alto orçamento Grindhouse (2007)


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