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A Filosofia Ocidental na Idade Moderna. Contexto Histórico  A filosofia não surge do nada, ou isoladamente, ela é fruto de um conexto histórico, político,

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Apresentação em tema: "A Filosofia Ocidental na Idade Moderna. Contexto Histórico  A filosofia não surge do nada, ou isoladamente, ela é fruto de um conexto histórico, político,"— Transcrição da apresentação:

1 A Filosofia Ocidental na Idade Moderna

2 Contexto Histórico  A filosofia não surge do nada, ou isoladamente, ela é fruto de um conexto histórico, político, econômico e social. O saber filosófico surge como resposta aos problemas do mundo na época em que estão contextualizados. Assim, como surgiu o racionalismo?

3 Idade Média  Durante a alta idade Média (séculos V ao X): declínio das atividades comerciais e artesanais, fragmentação do poder político e isolamento social. Feudalismo.  Forte poder da igreja, predomínio de uma visão mística do mundo.  Séculos IX ao XIII: cruzadas, processo de abertura e expansão desses horizontes. Renascimento comercial e urbano, aumento da produção agrícola e crescimento da população europeia.  Desestruturação do sistema feudal. Crescimento do comércio, a população rural deslocava-se para as cidades, ou burgos.  A economia monetária ia, aos poucos, substituindo a economia de trocas e subsistência.  Século XIV: peste negra, guerras, fome. Crise.

4 A revolução comercial  Para conter as revoltas populares e aumentar a produtividade os senhores feudais acabaram com a servidão. Iniciou-se o trabalho assalariado. Os trabalhadores arrendavam as terras e, com isso, eram estimulados a produzir mais.  O feudalismo foi perdendo suas características: relações servis, economia voltada para a subsistência e o sustento do senhor feudal e a terra como principal fonte de riqueza.  nasce um sistema econômico voltado para o mercado e para o lucro, baseado na propriedade privadada e meios de produção. O trabalhador é livre, mas é forçado a vender sua força de trabalho.

5 A sociedade moderna  Substituição dos feudos pelo Estado moderno, com governo centralizado. Absolutismo: monarquias absolutistas, ascensão de uma nova classe social: a burguesia.  O poder da nobreza e do clero diminuem, mas a religiosidade cristã ainda tem forte influência.  Individualismo: valorização do indivíduo. competição.  Racionalismo: valorização da razão. Para competir o indivíduo tem que buscar estratégias

6 Idade Moderna  Rompimento com a fé e explicações religiosas da filosofia cristã. Período anterior - idade Média, filosofia escolástica.  Tentativa de representar o mundo pela razão e coerência  ex: substituição do geocentrismo (terra como centro do universo) pelo heliocentrismo (sol como centro do universo)  O Renascimento cultural foi o marco inicial da idade moderna e da filosofia moderna

7 Renascimento cultural  Século XV - colocou a razão acima da fé cristã.  Cidades italianas: Roma, Milão e Florença. Artistas e intelectuais se inspiravam na antigüidade clássica.  Humanismo renascentista: reativação dos ideais clássicos de valorização do homem. Individualismo.  Teocentrismo (Deus como centro do universo) X antropocentrismo (homem como centro do universo)

8 Método  O conhecimento deveria ter ordem e método rigorosos.  Razão: uma capacidade inata de todos os seres humanos.  Filósofo como sujeito do conhecimento e o mundo como o objeto a ser conhecido.

9 René Descartes  Penso, logo existo!  René Descartes: , França. A filosofia de Descartes tem o mesmo princípio da filosofia de Sócrates, Platão e Aristóteles: a razão como instrumento de conhecimento. Para se conhecer algo, verdadeiramente, é necessário eliminar todas as dúvidas. Duvidamos porque temos capacidade de pensar. Cogito cartesiano: penso, logo existo!

10 "Penso, logo existo" Existo, porque sou antes de tudo algo que pensa. razão: primeira fonte do verdadeiro conhecimento. Um ser pensante tem uma compreensão real do mundo. Semelhança com Platão, que julgava mais apropriado conhecer o mundo pela razão (ideias) do que pelos sentidos. Assim como Platão separou o mundo das idéias do mundo dos sentidos, Descartes também separa a alma (razão, cogito) do corpo (sentidos). O conhecimento obtido pela razão é mais seguro do que o obtido pelos sentidos.

11 Deus existe e nos deu a capacidade de pensar  Para Descartes, as ideias são inatas e inquestionáveis. Assim, já nascemos com elas.  A existência de Deus era evidente para ele, pois se pensamos em Deus, então ele existe. Tudo o que pensamos existe, pensar é igual a existir.  Deus nos deu a capacidade de pensar, para encontrarmos a verdade do mundo, das coisas e de nós mesmos.

12 A dúvida metódica  O sujeito (o cogito, a razão) investiga o objeto (o mundo). O indivíduo que quer compreender o mundo. O método da dúvida de Descartes torna o homem cético num primeiro momento, mas esse ceticismo deixa de existir quando ele consegue demonstrar a existência real das coisas, por meio da razão.

13 Racionalismo  A corrente filosófica cartesiana é conhecida como racionalismo e sua importância foi resgatar a razão. No período anterior, da filosofia cristã, a explicação das coisas e do mundo se dava pela fé e pela existência de Deus.  A explicação de Descartes para a existência de Deus é dada por uma seqüência de raciocínios, não pela fé, superando o pensamento da escolástica.  outra contribuição cartesiana foi a questão do método.


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