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A incompreensão de João Batista Mt. 3,13-17 1 O batismo de Jesus 4 - O batismo de Jesus é lembrados por todos os Evangelhos no começo de sua missão. È.

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1 A incompreensão de João Batista Mt. 3, O batismo de Jesus 4 - O batismo de Jesus é lembrados por todos os Evangelhos no começo de sua missão. È assim um momento de grande relevância em sua vida. O texto mostra Jesus, perfeitamente homem, totalmente solidário conosco e, no mesmo tempo, totalmente em sintonia com Deus, a ele ligado com aquele amor que se chama Espírito santo. A encarnação de Deus em Jesus é o ponto de chegada de um itinerário muito longo, iniciado no Antigo Testamento: desde sempre a solidariedade de Deus para com os homens é um desejo de Deus. Tão solidário até se fazer homem, Deus não podia fazer, e, ainda mais, assumiu o destino da morte do homem. Mais do que isso é impossível. Está presente também a preocupação de dar uma resposta aos primeiros cristãos, escandalizados pelo batismo de Jesus, rito reservado aos pecadores. [13] Jesus foi da Galileia para o rio Jordão, a fim de se encontrar com João, e ser batizado por ele. Expressa continuidade com a obra iniciada por João Batista. O nome de Jesus significa “Deus salva”; é o mesmo de Josué que completou a libertação do Egito com a entrada na terra prometida. [14] Mas João procurava impedi-lo, dizendo: «Sou eu que devo ser batizado por ti, e tu vens a mim?» É só Jesus entrar em ação no Evangelho e já aparecem incompreensões e dificuldades. João fica desorientado: Jesus não corresponde à descrição de Messias que antes ele tinha feito. Ele anunciou um Messias triunfador e agora não entende porque Jesus se sujeita a um rito que tem um significado de morte.

2 O batismo e a morte de Jesus Mt. 3, O batismo de Jesus 4 - A palavra “justiça” tanto no Antigo como no Novo Testamento significa “fidelidade”. Ao mesmo tempo, por “justiça do homem” não se entende uma virtude moral, mas uma línea de conduta, respondente ao plano de Deus. Há uma estreita relação entre o batismo de Jesus e o da multidão que veio para o Batista. Ao mesmo tempo existe uma diferença essencial: Jesus não é pecador, de fato não confessa seus pecados, mas assume sobre si o sofrimento causado pelo pecado, mostrando- se solidário com os pecadores que renunciam à injustiça. Jesus recusa a objeção do Batista; a expressão “e João concordou”, literalmente é “então o deixou”, expressão que encontramos só no episódio das tentações no deserto (Mt. 4,11a). A oposição de João a Jesus é uma tentação parecida àquelas que Satanás fará no deserto. [15] Jesus, porém, lhe respondeu: «Por enquanto deixe como está! Porque devemos cumprir toda a justiça.» E João concordou. Se o batismo era sinal de reconhecimento de um passado de injustiça, coisa que Jesus não tem, então que sentido tem para Jesus? Se para o povo o batismo é um símbolo de morte ao passado, para Jesus é a aceitação da morte no futuro. Representa seu total compromisso para com o bem dos homens. Jesus está consciente que a fidelidade e a liberdade em manifestar o novo rosto de Deus, lhe procurará a morte. A relação entre batismo, paixão e morte de Jesus é evidenciado pelos mesmos evangelistas: Jesus fala de sua morte como de um batismo: (Mc. 10,38) [38] Jesus então lhes disse: «Vocês não sabem o que estão pedindo. Por acaso vocês podem beber o cálice que eu vou beber? Podem ser batizados com o batismo com que eu vou ser batizado?» (Lc. 12,50) [50] Devo ser batizado com um batismo, e como estou ansioso até que isso se cumpra!

3 O rasgo dos céusMt. 3, O batismo de Jesus 4 - A expressão “Jesus saiu da água” literalmente é “imediatamente Jesus saiu da água”. Enquanto os outros precisavam ficar na água para confessar seus pecados, Jesus sai imediatamente. “Imediatamente” è um particular importante: o batismo é um símbolo de morte e Jesus não fica preso nem vítima dela, mas sai logo, onde o espera a resposta do Pai que lhe comunica sua mesma vida capaz de superar a morte. [16] Depois de ser batizado, Jesus logo saiu da água. Então o céu se abriu, e Jesus viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e pousando sobre ele. A expressão “o céu se abriu” é da linguagem apocalíptica: indica a comunicação de Deus com a humanidade. Os céus se abrem e ficam abertos para sempre. O paralelo de Marcos não tem “se abriu”, mas “se rasgou”(Mc. 1,10). “Abrir-se” tem seu contrário, “fechar-se”, o que se “rasga” nunca mais pode ser recomposto. A comunicação entre Deus e o homem, por Jesus, será contínua, já que o que é rasgado não pode se fechar de novo. A violência do verbo “se rasgar” indica urgência, de Deus de se comunicar com quem, como Jesus, se compromete até a fim para o bem do homem. O mesmo verbo “rasgar” encontra-se no hora da morte de Jesus. No interior do templo de Jerusalém, havia uma sala com um enorme véu que escondia “o santo dos santos” onde se acreditava estivesse a presença de Deus. No momento da morte de Jesus o véu do templo se rasga e nunca mais pode ser consertado: Deus é este homem que, por amor, deu sua vida e morreu na cruz. O texto afirma “se abriram para ele”; é uma experiência íntima de Jesus, não visível para todos. (Mt. 27,51a) Imediatamente a cortina do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo;

4 A descida do EspíritoMt. 3, O batismo de Jesus 4 - A descida do Espírito sobre Jesus contém muitas referências aos textos dos profetas: [16] Depois de ser batizado, Jesus logo saiu da água. Então o céu se abriu, e Jesus viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e pousando sobre ele. (Is. 11,1-5) 1 Do tronco de Jessé sairá um ramo, um broto nascerá de suas raízes. 2 Sobre ele pousará o espírito de Javé: espírito de sabedoria e inteligência, espírito de conselho e fortaleza, espírito de conhecimento e temor de Javé. 3 A sua inspiração estará no temor de Javé. Ele não julgará pelas aparências, nem dará a sentença só por ouvir. 4 Ele julgará os fracos com justiça, dará sentenças retas aos pobres da terra. Ele ferirá o violento com o cetro de sua boca, e matará o ímpio com o sopro de seus lábios. 5 A justiça é a correia de sua cintura, é a fidelidade que lhe aperta os rins. (Is. 42,1) [Vejam o meu servo, a quem eu sustento: ele é o meu escolhido, nele tenho o meu agrado. Eu coloquei sobre ele o meu espírito, para que promova o direito entre as nações. (Is. 61,1) O Espírito do Senhor Javé está sobre mim, porque Javé me ungiu. Ele me enviou para dar a boa notícia aos pobres, para curar os corações feridos, para proclamar a libertação dos escravos e pôr em liberdade os prisioneiros, A missão de Jesus consiste em batizar no Espírito Santo. “Espírito” significa “força” e “santo” indica a atividade da força: separar do mal. Sobre Jesus não desce o “Espírito Santo”, pois ele não precisa ser separado do mal, mas “o Espírito de Deus”. Toda a força de amor de Deus desce sobre Jesus. O “batismo no Espírito”, será na hora da Eucaristia: comer o corpo e beber o sangue de Jesus, sua interioridade, significa absorver a mesma vida de Deus. “Batizar no Espírito Santo”, não considera em primeiro lugar as instituições e as estruturas, mas se concentra na pessoa humana. A comunicação da vida de Deus deve acontecer de pessoa para pessoa, segundo a disposição de cada um. A palavra “Espírito” voltará na hora da morte de Jesus (Mt. 27,50). Os evangelistas não escrevem que Jesus morre na cruz, mas usam o verbo “expirar”, que antes dos evangelhos, nunca indicava a morte de uma pessoa. O Espírito que Jesus recebe agora no batismo, o transmite a quem o acolhe como modelo de vida no momento da cruz.

5 O simbolismo da pombaMt. 3, O batismo de Jesus 4 - [16] Depois de ser batizado, Jesus logo saiu da água. Então o céu se abriu, e Jesus viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e pousando sobre ele. No trecho da criação encontra-se que “o espírito de Deus pairava sobre as águas” (Gên. 1,2). A tradição hebraica viu este Espirito sob forma de pomba, e comparou seu adejar (pairar) ao voejar da pomba sobre sua ninhada. Evocar a criação indica que sobre Jesus desce o Espírito criador que completa a criação do homem. Em Jesus fundem-se o humano e o divino, realidade que ao longo do Evangelho será chamada como “o Filho do Homem”. Em Jesus realiza-se o Homem como devia ser nos planos de Deus. A expressão “descer como uma pomba” é um modo de dizer, típico da cultura do tempo que conhecia o proverbial apego da pomba ao seu ninho. O Espírito desce rápido sobre Jesus, como fosse seu lugar natural, espaço desejado e daí não se afasta nunca mais. Jesus, que se doa por amor, é o ninho, a própria casa do Espírito. A trajetória descendente do Espírito vai ao encontro daquela ascendente de Jesus, até as duas se juntarem. A partir de agora a trajetória de Jesus e a do Espírito serão uma só idêntica A decisão de Jesus de doar-se plenamente ao bem da humanidade, é o que cativa irresistivelmente o Espírito de Deus. Isso vale também para todos aqueles que acolhem Jesus. O Espírito de Deus sente-se irresistivelmente atraído por quem dedica sua própria vida aos outros, desce, potencia a pessoa que também se torna ninho do Espírito.

6 A “voz” do céuMt. 3, O batismo de Jesus 4 - [17] E do céu veio uma voz, dizendo: «Este é o meu Filho amado, que muito me agrada.» João Batista foi anunciado como “voz de quem grita no deserto”(Mt. 3,3); Jesus é confirmado em sua missão pelo próprio Deus: “uma voz do céu”. A mesma palavra “voz” encontraremos na crucificação, quando Jesus lança “um forte grito” (Mt. 27,50); a palavra grega é a mesma. Na frase pronunciada pela “voz do céu” Mateus junta três textos do Antigo Testamento: (Sal. 2,7) Vou proclamar o decreto de Javé! Ele me disse: «Você é o meu filho, eu hoje o gerei. (Gen. 22,2) Deus disse: «Tome seu filho, o seu único filho Isaac, a quem você ama, vá à terra de Moriá e ofereça-o aí em holocausto, sobre uma montanha que eu vou lhe mostrar». ((Is. 42,1) Vejam o meu servo, a quem eu sustento: ele é o meu escolhido, nele tenho o meu agrado. Eu coloquei sobre ele o meu espírito, para que promova o direito entre as nações. Este é o filhoMeu Filho: o amadoQue muito me agrada O salmo trata da consagração do Rei- Messias de Israel que Deus adotava como seu filho. Em Jesus realiza-se o Rei-Messias de Israel, que Deus toma como seu filho. “ O amado” ou “”predileto” que indica o herdeiro, lembra o conto do sacrifício de Isaac, filho de Abraão. Javé conseguiu impedir a Abraão o sacrifício do filho, o Pai não conseguirá impedir o assassinado de Jesus. A mesma expressão encontra-se na transfiguração. É uma citação do Canto do Servo de Javé do profeta Isaías. O trecho trata da atividade do Messias que virá abrir os olhos aos cegos e soltará da prisão os presos.


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