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Inter Mirifica, o Decreto Conciliar do Vaticano II, que definiu o termo "Comunicação Social" para se referir a todos os meios de comunicação de massa,

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3 Inter Mirifica, o Decreto Conciliar do Vaticano II, que definiu o termo "Comunicação Social" para se referir a todos os meios de comunicação de massa, como a imprensa, filmes e televisão (e agora a internet).

4 O surgimento do decreto Inter Mirifica (IM) foi como que uma necessidade para orientar os cristãos e convocá-los para um uso correcto dos meios de comunicação. Foi uma maneira de reconhecer a importância da comunicação de massa como meio capaz de movimentar indivíduos e sociedades, e o seu valioso auxílio para o desenvolvimento do ser humano e para a evangelização (cf. IM, nºs 1-3). FINALIDADE DO DECRETO

5 Os bispos sentiam o dever de tratar tais temas, por isso foi o segundo documento aprovado pelo Concílio, com 1960 votos a favor e 164 contra. Do projeto inicial de 114 parágrafos e 40 páginas restaram apenas 24 parágrafos e dois capítulos:  «Normas para o recto uso dos meios de comunicação» ;  «Os meios de comunicação e o apostolado católico».

6 Embora, este documento fosse escrito em 1963, subsistem nele conceitos-chave que ainda hoje são muito relevantes 50 anos mais tarde. Será que o conceito de "Media Social" teve origem na Igreja Católica? Existem realmente semelhanças entre o uso do termo "comunicação social“ por parte da igreja e o termo moderno, o 'mídia social‘ (comunicação de massa). Embora seja questionável atribuir à Igreja Católica esta invenção, ela tem certamente uma longa história de usar os “mass média” e de fornecer sugestões para a sua utilização eficaz e moral.

7 FINALIDADES DA COMUNICAÇÃO SOCIAL 1º Divulgar e defender a verdade - Evangelização; 2º Prover à formação cristã da sociedade humana – exemplos de moralidade; 3º Unir e cultivar os espíritos; 4º Propagar e afirmar o Reino de Deus; 5º Formar e divulgar uma recta opinião pública – verdadeira, honesta e conveniente.

8 PERIGOS DA COMUNICAÇÃO SOCIAL 1º Utilizar estes meios atendendo apenas ao lucro; 2º Utilização moderada e disciplinada no uso destes instrumentos - o dever parental; 3º Bom uso por parte de todos aqueles que intervêm na realização e difusão das comunicações – o uso do código moral e a vigilância das autoridades ; 4º O relativismo religioso (um pluralismo religioso que permite crer em tudo sem crer em nada); 5º Superficialidade da Mensagem Cristã – a matéria religiosa deve ser confiada a pessoas dignas e peritas;

9 DESAFIOS 0 Concílio Vaticano II exorta os católicos a tomar consciência e a examinar cuidadosamente, à luz da fé, os problemas e responsabilidades que os meios de comunicação social lhes apresentam. Na primeira parte, o Decreto indica o papel vital a desempenhar pela comunicação social na obra criadora e redentora de Deus. Interpretando a responsabilidade que tem neste campo, a Igreja esforça-se por dar uma visão coerente, que concilie os princípios da fé com as leis particulares da comunicação social.

10 Na segunda parte, o Decreto esclarece as condições em que os meios de comunicação contribuíam para o progresso da humanidade. A Igreja deve preocupar-se com a formação dos autores para poderem dirigir as produções e emissoras. Deve ter meios de comunicação próprios, o que incentivou a criação de jornais, emissoras e programas radiofónicos e televisivos, livros, peças teatrais, filmes, etc.

11 A FORMAÇÃO DOS LEIGOS É importante ressaltar que aos leigos deveria ser oferecida uma formação técnica, doutrinal e moral adequada, e que devia estar imbuída do espírito cristão (doutrina social da Igreja). É competência dos Episcopados, Bispos e dos Secretariados Nacionais, velar e promover a utilização destes instrumentos, assim como estimular e organizar todo o tipo de iniciativas. É, no entanto, especialmente necessário que todas as partes envolvidas deveriam adotar para si uma perspectiva moral adequada sobre o uso desses meios de comunicação.

12 OBJETIVOS DA COMUNICAÇÃO SOCIAL A Igreja confia que a sua ação espiritual contribua: 1º em primeiro lugar, para que as leis elementares da comunicação social sejam respeitadas e guardadas mais claramente; 2º em seguida, para que a dignidade do homem, tanto a do que comunica, como a do que recebe a comunicação, seja mais dignamente respeitada; 3º finalmente, para que a comunicação desabroche em autêntica comunhão entre os homens.

13 O Inter Mirifica tem um valor profundo por ser o primeiro documento pontifício a tratar da comunicação de massa e por apontar para várias iniciativas que ao longo dos anos se foram concretizando: criação do secretariado pontifício e secretariados nacionais, dia mundial da comunicação social, instruções pastorais, associações internacionais. CONCLUSÃO

14 Todos os anos, para o Dia Mundial da Comunicação, celebrado no domingo da Ascensão, o Santo Padre publica uma mensagem. É uma forma de actualizar o conteúdo do Vaticano II e adaptá-lo às novas descobertas e comportamentos humanos.

15 Instrução Pastoral "AETATIS NOVAE" “O primeiro areópago dos tempos modernos é o mundo das comunicações que está unificando a humanidade e transformá-lo no que é conhecido como um 'aldeia global'. Os meios de comunicação social alcançaram tamanha importância que são para muitos o principal instrumento de informação e de educação, de guia e inspiração dos comportamentos individuais, familiares e sociedade em geral ". JOÃO PAULO II, Redemptoris Missio

16 MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA O 45 º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES Verdade, anúncio e autenticidade de vida na era digital 05 de junho de 2011 As novas tecnologias estão mudando não só o modo de comunicar, mas a própria comunicação, tanto assim que pode-se dizer que estamos vivendo um período de grande transformação cultural. Este meio de divulgação de informação e conhecimento é dar a luz a uma nova maneira de aprender e pensar, com oportunidades inéditas de estabelecer relações e de construir comunhão. As novas tecnologias de comunicação devem ser postas ao serviço do bem integral da pessoa e da humanidade inteira. Se usado sabiamente, podem contribuir para a satisfação do desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda de cada ser humano.

17 PONTIFÍCIO CONSELHO PARA AS COMUNICAÇÕES SOCIAIS - IGREJA E INTERNET Considerando os meios de comunicação como o resultado do processo histórico-científico, mediante o qual a humanidade foi “progredindo cada vez mais na descoberta dos recursos e dos valores contidos em tudo aquilo que foi criado”, a Igreja tem declarado com frequência a sua convicção de que eles são, em conformidade com as palavras do Concílio Vaticano II, “maravilhosas invenções técnicas” que já contribuem em grande medida para ir ao encontro das necessidades humanas e podem fazê-lo ainda mais.

18 Desta forma, a Igreja tem feito uma abordagem fundamentalmente positiva dos meios de comunicação. Mesmo quando condenam os abusos sérios, os documentos deste Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais têm-se esforçado por esclarecer que « uma atitude de pura restrição ou de censura por parte da Igreja... não resulta suficiente nem apropriada ».

19 « Oxalá os católicos comprometidos no mundo das comunicações sociais anunciem a verdade de Jesus cada vez mais corajosa e impavidamente sobre os telhados, de tal maneira que todos os homens e mulheres possam ouvir falar do amor que está na auto comunicação de Deus em Jesus Cristo, o mesmo ontem, hoje e para toda a eternidade ». Cidade do Vaticano, 22 de Fevereiro de 2002, Festa da Cátedra de São Pedro Apóstolo. John P. Foley Presidente

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