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Ética deontológica de Kant. Kant Kant (1724 -1804) leccionou na universidade de Konigsberg Foi um grande intelectual da sua época, dominando várias áreas.

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1 Ética deontológica de Kant

2 Kant Kant ( ) leccionou na universidade de Konigsberg Foi um grande intelectual da sua época, dominando várias áreas científicas, como a física, a astronomia, a matemática e a lógica… No domínio da filosofia, kant desenvolveu teorias originais sobre o conhecimento (epistemologia) e a moral (ética)

3 Kant PRIMEIRO PROBLEMA PRIMEIRO PROBLEMA Será que há algo que, do ponto de vista moral, possui algum valor intrínseco? vontade boa A vontade boa é a única coisa que possui valor em si mesma, independentemente de outros factores Há bens que são admiráveis (inteligência, talentos, etc..), mas eles podem ser bons ou extremamente maus se não forem acompanhados de uma vontade boa

4 Kant uma jóia que brilha com a sua própria luz KANT refere que a vontade boa é como uma jóia que brilha com a sua própria luz, como algo que possui todo o valor em si e não para agradar ou cumprir com alguma finalidade que lhe seja exterior

5 Kant Consideremos o caso de dois irmãos: o Tó Quim e o Zé Tone. Por um infortúnio da vida, os dois irmãos foram criados em lugares distantes. Por influência da família que o criou, o Tó Quim tornou-se uma pessoa que gosta de ajudar os outros, mostrando-se sempre muito emocionado quando vê alguém a sofrer e disponível para ajudar. A sua personalidade sensível e atenta ao sofrimento dos outros não lhe permite ficar indiferente e sempre que sente compaixão, ele decide ajudá-los. Ele fica tão prostrado e agastado com o sofrimento alheio que a sua compaixão impele-o a ajudá-los. Podemos, assim, concluir que o Tó Quim é uma pessoa que age de acordo com um dever: o dever de ajudar os outros. Por seu lado, o Zé Tone, foi criado num ambiente hostil, agressivo e frio. A sua personalidade fleumática não lhe permite verter uma lágrima pelas desgraças do mundo. As imagens comoventes da miséria alheia raramente o comovem. No entanto, o Zé Tone está disponível para ajudar os outros e cumpre com o seu dever quando enfrenta situações de miséria ou infelicidade alheia. Qual dos dois irmãos agiu moralmente bem?

6 Kant não-consequencialista A teoria kantiana é uma teoria não-consequencialista. A acção não é orientada para finalidades, consequências ou desejos. DEVER INTENÇÃO A sua ética é uma ética do DEVER e da INTENÇÃO.

7 Kant Uma acção só é moralmente correcta se for realizado por dever e não apenas porque é conforme ao dever.

8 Kant SEGUNDO PROBLEMA Que critérios podemos usar para saber como agir de um ponto de vista moral?

9 Kant razão Kant defende uma ética racionalista – a razão é o único guia imparcial, dado a priori a todos e que permite a universalização das nossas opções morais, sem estar sujeita a interesses ou inclinações.

10 Kant Só há um critério que nos permite saber qual é o nosso dever – esse critério é usar a razão de forma isenta e com boa vontade (boa intenção). Kant descobriu, assim, um método que permite realizar esse ideal

11 Kant Kant enunciou um imperativo categórico que nos permite saber qual é o nosso dever usando duas fórmulas diferentes: a) fórmula da lei universal “Age segundo uma máxima tal que possas querer ao mesmo tempo que ela se torne lei universal” b) fórmula do fim em si “Age de tal maneira que uses a tua humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como um fim e nunca simplesmente como um meio.”

12 Kant Se seguirmos imperativos hipotéticos não conseguiremos saber qual é o nosso dever, pois um imperativo hipotético depende sempre de vários factores Uma obrigação (ou imperativo) é hipotética quando existe apenas em certas condições, mas não noutras.

13 Kant IMPERATIVOS HIPOTÉTICOS São um meio para atingir um fim (ex. estudar para tirar boa nota) São condicionais (se x, fazer y) São particulares e contingentes São conforme o dever, mas não por dever

14 Kant IMPERATIVOS CATEGÓRICOS Realiza-se por respeito puro da lei É incondicional (as circunstâncias ou consequências não conta) É universal e necessário Por dever Reflete a autonomia da vontade

15 Kant devemos violar pessoas não devemos violar pessoas autonomia Imaginemos que queremos saber qual o curso de acção moralmente correcto: (i) “devemos violar pessoas” ou (ii) não devemos violar pessoas”. Segundo Kant se usarmos o imperativo categórico, aplicando a fórmula do fim em si ao caso da violação, então teremos o seguinte. Se aceitarmos (i), então não estaríamos a considerar a pessoa que é violada como um fim em si, com a sua própria vontade e autonomia, mas antes como um meio ou instrumento do nosso prazer ou interesse particular. Se, por outro lado, aceitarmos (ii), então estaremos a considerar os outros seres humanos não como meios ou instrumentos dos nossos interesses ou desejos, mas como fins em si mesmos.

16 Kant Críticas à teoria kantiana – Ao impor valores absolutos, impõe, por vezes, comportamentos inaceitáveis, desresponsabilizando o agente – Não resolve certos conflitos de deveres

17 Kant Críticas à teoria kantiana – Kant identifica a pessoa humana como um agente racional, mas nem todos os agentes as pessoas humanas são agentes racionais (embriões, recém-nascidos, pessoas com deficiência mental profunda, animais…). – A sua teoria é demasiado racionalista e parece desprezar as emoções e os desejos das pessoas


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