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Gestão de Riscos em e-Learning

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Apresentação em tema: "Gestão de Riscos em e-Learning"— Transcrição da apresentação:

1 Gestão de Riscos em e-Learning
Lúcia Blondet Baruque & André Luiz Brazil 20o CIAED

2 Tópicos Introdução (Motivação e Objetivos) Trabalhos Relacionados
Metodologia Overview do eLGORM e seu Arcabouço Conceitual Gestão de Riscos em e-Learning Resultados e Discussões Conclusões e Futuros Trabalhos

3 Introdução: Motivação
A expansão do e-learning vem ocorrendo a passos largos, tanto no Brasil, como no mundo, pois as instituições já o consideram como uma ferramenta crítica para se manterem competitivas na era do conhecimento. A fim de se assegurar o sucesso das iniciativas de e-learning, bem como sua sustentabilidade, necessitamos gerenciar os riscos envolvidos nos processos de e-learning. eLGORM objetiva minimizar os principais desafios tais como: falta de alinhamento com os objetivos da instituição, atraso e baixa qualidade na entrega de cursos Web, insatisfação e evasão de alunos, dentre outros.

4 Introdução: Objetivos
Propor a aplicação da disciplina de gestão de riscos à área de e-learning Mostrar um exemplo da aplicação desta abordagem aos processos de e-learning em termos qualitativos e quantitativos Identificar os benefícios que podem ser obtidos a partir da aplicação desta abordagem, usando como exemplo o processo de produção de cursos e-learning na Fundação Cecierj

5 Trabalhos Relacionados
Coen et al. (2004): abordagem para a avaliação de riscos associados com investimentos em e-learning; ênfase na gestão estratégica e operacional da mudança decorrente da adoção de tecnologias e-learning Kowszun e Struijve (2005): avaliação de riscos direcionadas à gestão de projetos e de mudança, relacionadas aos projetos de TI. Propõem controle sobre propriedade intelectual e indica que a gestão de riscos deve ser aplicada em nível de processos Alwi e Fan (2010): elementos de segurança devem ser incorporados para se obter um ambiente de aprendizagem seguro; gestão da segurança da informação deve ser aplicada para promover a disponibilidade, confiabilidade e integridade das informações relacionadas ao e-learning

6 Trabalhos relacionados
Chang & Uden (2008) e Allaedine (2010): sugestão sobre Framework para orientar na avaliação, direção e monitoramento do e-learning nas organizações Borotis et al. (2008): proposta de abordagem holística, que considere tanto a perspectiva do aluno como da organização, no que tange aos fatores críticos de sucesso da adoção e sustentabilidade do e-learning Eibl (2011): apresentação de uma análise de riscos focada na segurança da informação armazenada nos sistemas de e-learning.

7 Metodologia Revisão da literatura indicou que há poucos trabalhos relacionados, sendo esta uma área fértil para pesquisa Com base no eLGORM, foram identificados os processos de e-Learning em nível macro e efetuou-se uma análise de risco qualitativa com proposta sobre como mitigá-los Optou-se pela análise do processo de produção dos cursos (análise micro), onde foram relacionados alguns exemplos de riscos associados a esta etapa, e foi realizada uma análise quantitativa destes riscos, tendo sido possível verificar o impacto desses em termos de custos adicionais aos projeto Usou-se como base para a referida análise um projeto de produção de cursos da Fundação CECIERJ.

8 Componentes do eLGORM eLGORM Conceitos e Propósito Termos Básicos
Aplicabilidade Papéis e Responsabilidades Audiência Modelos de Maturidade A Reference Model is “a framework for understanding significant relationships among the entities of some environment, and for the development of consistent standards or specifications supporting that environment” [ ]. T othis end, we had first examined some reference models [] [] [] and observed they have the following characteristics: 1. They are written in narrative way and may have a visual schema to facilitate the understading of their components; 2. They give a definition for the terms and concepts which are basic to the environment being described; 3. They normally addresses their purpose and scope, intended audience and applicability; 4. They describe the processes or functions as well as information flows (detailed or not) for the environment being described; 5. They build an abstract view of what is being described, so that they can guide further implementation while not specifying them; 6. They aim at making it easier to understand the environment being descridbed , as well as its entities and responsibilities; 7. They can work as a reference point to evaluate the maturity stages of an organization; 8. They help in identifying and elaborating related standards; 9. They are comprehensive and extendable. Following this, we included in our Reference Model the following components: Purpose, Applicability and Audience, Terminology, Roles and Responsbilities, Conceptual Framework and Maturity Models. Purpose: A major purpose of our reference model is to facilitate the understanding of what is required to govern e-learning. We aim at defining the concept of e-learning governance and its coneptual framework so that it can serve as a reference pointo for those who wish to apply governance principles in the e-learning function. Applicability: This model is applicable so any organization which develops, buy or outsource e-learning services, content or technology. Although this Model can be applied to the academic sector, it was conceived bearing in mind the corporate worls. Some adjustments would be required to adapt it to the academic context. We understand as the main audience for this Model, the Board of Directors and Management who have the primary responsbility for the results of e-learning activities. Auditors who are involved in assessing the adequacy and effectiveness of controls established by Management are also users of the Model and and Auditors. Terminology: In order for the Reference Model´s users be able to understand it we have provided them with basic definitions. These are: as for Governance: Corporatea Governance, Enterprise Governance, E-Learning Governance; as for Risk Management: Risk, Risk Categories, Risk Management, Integrated Risk Management, Risk Mitigation, Risk Assessment, Risk Levels; as for Control: Control, Control Measure and Control Categories. Roles and Responsibilities: we defined the roles and responsiblities of the entities involved in the governance process for e-learning and classified them into Executive/Managerial, Administrative and Technical functions. Complementar com algo do Workflow ref Model (link no Yahoo.it). Conceptual Framework: We defined the information architecture, processes and governance metrics and rules. Finally, the last component has to do with Maturity Models: adapting from [ ] to the corporate sector, it has the following levels: Optimizing, Managed, Defined, Planned and Initial. We will not go into detail of all Reference Model´s components, since it would be too long. We will then look into the Framework component which is at the heart of the Reference Model by showing an example in the next section. Arcabouço Conceitual

9 Componentes do eLGORM A Reference Model is “a framework for understanding significant relationships among the entities of some environment, and for the development of consistent standards or specifications supporting that environment” [ ]. T othis end, we had first examined some reference models [] [] [] and observed they have the following characteristics: 1. They are written in narrative way and may have a visual schema to facilitate the understading of their components; 2. They give a definition for the terms and concepts which are basic to the environment being described; 3. They normally addresses their purpose and scope, intended audience and applicability; 4. They describe the processes or functions as well as information flows (detailed or not) for the environment being described; 5. They build an abstract view of what is being described, so that they can guide further implementation while not specifying them; 6. They aim at making it easier to understand the environment being descridbed , as well as its entities and responsibilities; 7. They can work as a reference point to evaluate the maturity stages of an organization; 8. They help in identifying and elaborating related standards; 9. They are comprehensive and extendable. Following this, we included in our Reference Model the following components: Purpose, Applicability and Audience, Terminology, Roles and Responsbilities, Conceptual Framework and Maturity Models. Purpose: A major purpose of our reference model is to facilitate the understanding of what is required to govern e-learning. We aim at defining the concept of e-learning governance and its coneptual framework so that it can serve as a reference pointo for those who wish to apply governance principles in the e-learning function. Applicability: This model is applicable so any organization which develops, buy or outsource e-learning services, content or technology. Although this Model can be applied to the academic sector, it was conceived bearing in mind the corporate worls. Some adjustments would be required to adapt it to the academic context. We understand as the main audience for this Model, the Board of Directors and Management who have the primary responsbility for the results of e-learning activities. Auditors who are involved in assessing the adequacy and effectiveness of controls established by Management are also users of the Model and and Auditors. Terminology: In order for the Reference Model´s users be able to understand it we have provided them with basic definitions. These are: as for Governance: Corporatea Governance, Enterprise Governance, E-Learning Governance; as for Risk Management: Risk, Risk Categories, Risk Management, Integrated Risk Management, Risk Mitigation, Risk Assessment, Risk Levels; as for Control: Control, Control Measure and Control Categories. Roles and Responsibilities: we defined the roles and responsiblities of the entities involved in the governance process for e-learning and classified them into Executive/Managerial, Administrative and Technical functions. Complementar com algo do Workflow ref Model (link no Yahoo.it). Conceptual Framework: We defined the information architecture, processes and governance metrics and rules. Finally, the last component has to do with Maturity Models: adapting from [ ] to the corporate sector, it has the following levels: Optimizing, Managed, Defined, Planned and Initial. We will not go into detail of all Reference Model´s components, since it would be too long. We will then look into the Framework component which is at the heart of the Reference Model by showing an example in the next section.

10 Gestão de Riscos em e-Learning
Risco: probabilidade de ocorrência de um evento ou ação que impacte adversamente a organização ocorrer e que pode impedi-la de alcançar seus objetivos de negócio Gerência de Risco: abordagem que inclui a cultura, processos, e estruturas que são direcionadas à uma gestão efetiva de oportunidades em potencial e efeitos adversos O risco é medido em função da probabilidade de ocorrência e seu impacto sobre o negócio. Quão maior for a probabilidade e a significância, maior é o risco. Em termos qualitativos, um risco pode assumir os valores de alto, médio e baixo.

11 Gestão de Riscos em e-Learning
chance impacto

12 Gestão de Riscos em e-Learning: Análise Qualitativa

13 Gestão de Riscos em e-Learning: Análise Qualitativa

14 Quantificação de Riscos
A fórmula para o cálculo do valor esperado de um risco (VE) pode ser descrita da seguinte forma: VE = PR% * VIER PR% é o percentual de probabilidade de ocorrência de um risco VIER é o valor de impacto estimado para este risco, caso este se configure como acontecimento real Aplicando essa abordagem para um caso especifico de produção de curso da Fundação Cecierj, foi possível identificar os custos adicionais associados a alguns destes riscos, que antes não haviam sido incorporados ao projeto, o que poderia provocar um futuro encerramento do projeto por falta de verbas, por exemplo, entre outros problemas.

15 Resultados e discussões
Análise qualitativa, de alto nível, permite detectar quais são os processos mais críticos para a gestão de riscos em e-learning. Isto possibilitou a identificação do processo de produção de cursos como um processo crítico A fim de se melhor dimensionar e prever o impacto dos riscos associados a este processo, foi realizada uma análise quantitativa dos riscos, que permitiu uma avaliação mais apurada de custos adicionais associados ao projeto

16 Resultados e discussões

17 Conclusões e Futuros Trabalhos
A proposta de aplicação da disciplina de gestão de riscos à área de e-learning é inédita e mostrou-se não só viável como também vantajosa A análise qualitativa deve ser complementada por uma análise quantitativa dos riscos, para que se possa ter um melhor dimensionamento dos impactos financeiros No exemplo referente à produção de material didático do curso de Banco de Dados da Fundação CECIERJ, foi estimado um total adicional de ,50 reais, que compreende o valor esperado a ser incorporado aos custos do projeto O exemplo comprova o valor que a abordagem de gestão de riscos pode agregar a área de e-learning

18 Conclusões e Futuros Trabalhos
A qualidade da produção do material didático também configura-se como fator crítico de sucesso do curso (LEVY, 2007), uma vez que o índice de evasão dos alunos está diretamente associado a ela, e os prejuízos decorrentes desta evasão configuram-se como potenciais riscos no processo de aplicação do curso, e que também precisam ser gerenciados Como futuros trabalhos, são propostos um refinamento da análise de riscos e a ampliação das funcionalidades do eLGOSS, apresentado por Baruque e Brazil (2013), incorporando a ele mecanismos que apóiem a gestão dos riscos através do uso das regras e métricas de governança em e-learning.

19 Fim Lúcia Blondet Baruque & André Luiz Brazil


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