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Teorias Motivacionais na Psicologia II P ARTE Prof. Esp. Tiago S. de Oliveira

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Apresentação em tema: "Teorias Motivacionais na Psicologia II P ARTE Prof. Esp. Tiago S. de Oliveira"— Transcrição da apresentação:

1 Teorias Motivacionais na Psicologia II P ARTE Prof. Esp. Tiago S. de Oliveira

2 T EORIAS M OTIVACIONAIS

3 TIPOS DE MOTIVAÇÃO INTRÍNSECA - recompensas psicológicas: reconhecimento, respeito. EXTRÍNSECA - recompensas tangíveis: salários, benefícios, promoções.

4 As teorias motivacionais de subdividem em: teorias de conteúdo e teorias de processo, onde as primeiras referem-se a “o que” motiva o comportamento humano e a segunda refere-se em “como” o comportamento é motivado.

5 T EORIAS DE C ONTEÚDO T EORIA DA H IERARQUIA DAS N ECESSIDADES - M ASLOW Necessidades Fisiológicas Necessidades de Segurança Necessidades Sociais Necessidade de Estima Necessidade de Auto-Realização

6 TEORIAS DE PROCESSO T EORIA DO R EFORÇO – S KINNER 1. O reforço positivo se dá de várias formas tais como: premiações, promoções, um simples elogio a um trabalho bem feito. 2.O reforço negativo condiciona o funcionário à não se comportar de maneira desagradável

7 A PSICOLOGIA E A MOTIVAÇÃO Tanto os behavioristas, quanto os cognitivistas, desenvolveram uma teoria na qual a motivação fundamenta-se no princípio do hedonismo, que afirma que os indivíduos buscam o prazer e afastam-se do sofrimento.

8 FENOMENOLOGIA E EXISTENCIALISMO: MOTIVAÇÃO NA FILOSOFIA

9 Lançado no mundo à própria sorte, o homem se vê sozinho, sem indicações de que caminho seguir, sem livros que o digam o que é certo ou errado, que rumo dar à própria vida. Mais do que isso, sabe que a qualquer momento esta existência, que ele não participou da decisão de iniciar, pode acabar.

10 Diante disso o homem busca incessantemente por um sentido para a sua vida. Mas não o encontra pronto no mundo.

11 Diante da angústia, da solidão, da possibilidade sempre presente da morte, e da liberdade, o homem tem dois caminhos: aceitá-los assumindo a responsabilidade por suas escolhas e guiando ele próprio a sua vida, em uma existência autêntica;

12 perdido na massa, desconhecedor de si próprio, é freqüente que o homem também não se sinta feliz, é tomado por uma grande insatisfação e profundo sentimento de tédio e vazio.

13 É comum que se sinta ansioso ou seja acometido por variadas doenças. E novamente a angústia, não possível de ser eliminada,por não ser doença nem defeito, mas a própria condição do existir humano.

14 A fluidez, a instabilidade, e mesmo a ausência de respostas, deixam de ser opressores para ser agora a abertura para a vida plena. Se o homem não é pronto e determinado, ele pode se determinar.

15 Se a vida parece absurda e sem sentido, ele pode para ela construir um sentido. Se a vida não oferece certezas, oferece infinitas possibilidades de ser.

16 quando escolhe a si mesmo, quando decide encontrar- se e conquistar-se, quando faz suas próprias escolhas, quando corre os seus próprios riscos, quando encontra amparo e segurança em si mesmo, quando procura conhecer-se em profundidade, quando assume total responsabilidade pela própria existência e quando luta pela liberdade, pela autonomia e pela autodeterminação

17

18 Uma vez que a pessoa aceite esta condição, se saiba única, respeite suas diferenças, busque conhecer profundamente a si própria, mantendo-se em contato com suas reais necessidades, insatisfações e desejos, ela se torna capaz de realizar trocas mais intensas, sinceras e autênticas

19 respeitadas suas diferenças, vêem justamente na ausência de respostas definitivas e de um sentido acabado, a principal motivação humana.

20 Se o homem não encontra fora de si, no mundo, um sentido pronto para a sua vida ele precisa estar sempre construindo um sentido novo para ela.

21 No processo de abertura de novos caminhos é essencial caminhar com sentido. O norte que nos guia nesse percurso não está num horizonte próximo ou distante; nós é que temos que levar esse horizonte dentro

22 O PAPEL DAS H UMANIDADES DENTRO DO PROCESSO MOTIVACIONAL Clássicos da Literatura Universal

23 ENFRENTAR COM CORAGEM E SABEDORIA AS TURBULÊNCIAS DA VIDA

24 A condição humana é magistralmente trabalhada por Homero, mostrando os dilemas mortais, as interferências de instâncias superiores e suas conseqüências, personificadas nos deuses que tomam partido. Amizade, honra e muitos outros temas abstratos também fazem parte da obra, compondo um belo painel da alma humana, o que é, sem dúvida, uma das qualidades que têm determinado a longevidade da narrativa homérica na cultura universal.

25 Além de tudo, Ulisses tem o seu simbolismo.O fato dele se transformar por ação da Deusa pode significar que o ser humano está em contínua mudança, que há forças misteriosas que nos podem ajudar a vencer perigos que achávamos invencíveis e que a nossa aparência, a maneira como nos vêem ou nos vemos a nós próprios é subjetiva, transforma- nos conforme o olhar que sobre nós incide.

26 ANTÓNIO MACHADO POETA SEVILHANO Caminhante, são teus rastos o caminho, e nada mais; caminhante, não há caminho, faz-se caminho ao andar. Ao andar faz-se o caminho, e ao olhar-se para trás vê-se a senda que jamais se há de voltar a pisar. Caminhante, não há caminho, somente sulcos no mar.


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