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Musica: Smoke gets in your eyes Fotos: Diversos locaisTextos: Internet.

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2 Musica: Smoke gets in your eyes Fotos: Diversos locaisTextos: Internet

3 PRAÇA JOÃO CÂNDIDO O Camarote da Revolução Federalista Já foi Praça do Observatório, ponto de observação da passagem das tropas da Revolução Federalista de 1893, iniciada no Rio Grande do Sul e, cujo ápice, no Paraná, foi o Cerco da Lapa. Também foi Praça Emílio de Menezes, lembrando o eclético poeta curitibano falecido em É Praça João Cândido em memória do médico e ex-presidente do Estado João Cândido Ferreira. Vizinho à praça, na Rua Kellers, está o Museu de Arte do Paraná, que ocupa um edifício construído nos anos 20.

4 SOCIEDADE BENEFICENTE PROTETORA DOS OPERÁRIOS Centro operário de inflamadas reuniões Foi fundada em 1883 pelo pedreiro Benedito Marques para amparar os trabalhadores curitibanos. Sua criação reforçou o Alto do São Francisco como endereço das lutas do operariado. Até a década de 1980, o popular "Ópera-Rio" sediou, nos carnavais, um concurso gay de fama em todo o país e até no exterior. Fosse hoje, seus participantes seriam chamados de drag-queens.

5 BELVEDERE O mirante que virou rádio e observatório Mirante construído em 1915, no tempo do prefeito Cândido Ferreira de Abreu. Em 1922, esta construção em estilo art-nouveau abrigou a primeira emissora de rádio do Paraná, a PRB-2. Em 1931, foi observatório astronômico e meteorológico. Desde 1962 aloja a União Cívica Feminina, que empreendeu no pré-golpe militar de 1964 a "Marcha com Deus, pela Família e pela Liberdade" e que organizou localmente a campanha "Dê ouro para o bem do Brasil".

6 RUA JAIME REIS Exemplo de preservação histórica Antiga Avenida Cruzeiro, seu nome atual data de 1918, em memória do médico, jornalista, escritor e deputado estadual Jaime Drummond dos Reis, assassinado na saída de um cinema da cidade em Vale a pena observar as residências das primeiras décadas deste século, em sua maioria recicladas para bares, restaurantes e espaços culturais. Ali está também o edifício da Cúria Metropolitana de Curitiba, cujos fundos vão até a Rua Kellers.

7 ARCADAS DE SÃO FRANCISCO Igreja inacabada, cheia de lendas As ruínas de hoje são reciclagem de uso das obras inacabadas da Igreja de SãoFrancisco de Paula. Em 1811, ficaram prontas a capela-mor e a sacristia. Em 1860, as pedras que finalizariam a obra teriam sido usadas na conclusão da torre da antiga Matriz. Cercado de lendas, o espaço remete a histórias de túneis e piratas. Em 1995 foi revitalizado, com comércio típico sob as arcadas e espetáculos no palco, com arquibancadas ao ar livre.

8 SOCIEDADE GARIBALDI A casa da integração da buona gente Funciona neste prédio desde 1900, mas foi constituída em 1883 para proporcionar aos imigrantes italianos melhor integração na nova terra. Importante na história do movimento operário paranaense, sediou, em 1906, o I Congresso Estadual, que gerou a Federação Operária no Paraná. Durante a II Guerra Mundial, o prédio foi invadido e confiscado pelo Estado. Teve uso como Palácio da Justiça e sede do Tribunal Regional Eleitoral. A edificação retornou à colônia italiana em 1965 e, em 1993, o município a transformou em Unidade de Interesse de Preservação.

9 PRAÇA GARIBALDI A praça que relembra o unificador da Itália Antigo Largo do Rosário, pela presença da Igreja do Rosário, do século XVIII, já foi Largo Faria Sobrinho, no final do século XIX. Agora é Praça Garibaldi em homenagem a Giuseppe Garibaldi, o unificador da Itália e líder da República Juliana em terras brasileiras. Revitalizada em 1995, recebeu dia 25 de maio a Fonte da Memória. A cabeça de cavalo, bronze do escultor Ricardo Tod, é um convite à reflexão de que "o tempo não existe quando a memória do homem permanece", numa referência às antigas feiras de colonos, em torno do bebedouro para animais do vizinho Largo da Ordem.

10 RELÓGIO DAS FLORES Jardim das horas, desde 1972 O Relógio das Flores é um presente que Curitiba ganhou de joalheiros, em É um verdadeiro jardim das horas, que ao longo do ano, em cada mudança de estação, floresce com cores vivas e diferentes. Localizado na Praça Garibaldi, o Relógio das Flores tem oito metros de diâmetro e funciona à base de emissão vibrátil de quartzo. É acionado com impulsos eletrônicos de um relógio-comando instalado na Igreja do Rosário.

11 FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA Por esta edificação passou a nossa história Construção de 1866/67, foi encomendada pelo austríaco José Wolf e seu filho Fredolin. Foi residência, loja maçônica, escola, Quartel do Corpo da Polícia, sede do Quartel General durante a Revolução Federalista e sede da Prefeitura e Câmara Municipal em 1912/13. Residência até a década de 50, abrigou a Livraria Braun entre 1958 e o início dos anos 70, quando o município comprou o casarão. Restaurado, passou a sediar a Fundação Cultural de Curitiba em 1975.

12 IGREJA DO ROSÁRIO A igreja dos escravos devotos de São Benedito Construção do século XVIII, terceira igreja de Curitiba - depois da Matriz e da Igreja da Ordem. Era a igreja dos escravos, com o comprido nome de Igreja do Rosário dos Pretos de São Benedito. A construção original foi demolida em A atual data de 1946.

13 IGREJA PRESBITERIANA INDEPENDENTE Divisão originou o primeiro templo É o primeiro dos cinco templos da Igreja Presbiteriana Independente de Curitiba, que teve origem na divisão da Igreja Presbiteriana Tradicional, ocorrida no Brasil em A construção data de 1934.

14 RUA DOUTOR CLAUDINO DOS SANTOS Rua de uma quadra só no setor histórico Já foi Rua Nova de São Francisco e Rua São Francisco de Paula. Tem o atual nome desde 1918, em homenagem ao médico curitibano. É rua de uma quadra só, ligando o Largo da Ordem à Rua do Rosário e à Praça Garibaldi. Possui casarões ecléticos, de inspiração alemã. Vale prestar atenção no Solar do Rosário, que já foi sede do Instituto Goethe.

15 LARGO CORONEL ENÉAS É o Largo da Ordem, o coração da história da cidade O nome oficial é Largo Coronel Enéas, em homenagem ao coronel Benedito Enéas de Paula desde Já foi "Páteo de Nossa Senhora do Terço", "Páteo da Capela" e "Páteo de São Francisco das Chagas". Em seu centro existiu chafariz, demolido quando da instalação da rede de água e esgoto. Até hoje conserva o antigo bebedouro para animais. Ainda ecoa, na memória dos curitibanos, o alegre pregão dos colonos, vendendo os bons frutos da terra transportados em carroças, da periferia para o centro.

16 MUSEU DE ARTE SACRA Quatro igrejas em um museu Existe desde 1981, no anexo da Igreja da Ordem. Seu acervo, originado da Arquidiocese de Curitiba, sintetiza as quatro igrejas do Setor Histórico: Catedral, a própria Ordem, Rosário e Ruínas de São Francisco. Sua principal peça é o altar-retábulo lateral da antiga matriz, em madeira policromada, do século XVIII, no qual o Papa João Paulo II celebrou missa quando em visita a Curitiba, em julho de 1980.

17 IGREJA DA ORDEM O mais antigo templo em pé de Curitiba A Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas - ou simplesmente Igreja da Ordem - é o principal ponto de referência do Largo Coronel Enéas, ou Largo da Ordem, no centro do Setor Histórico. Construída em 1737, foi restaurada duas vezes: em 1880, para a visita do Imperador Pedro II ao Paraná; e em 1978, dando origem à I Festa de São Francisco da Ordem, quermesse anual comunitária que até hoje ajuda os mais carentes. Mantendo suas características originais, a Igreja da Ordem é a mais antiga edificação católica em pé da capital.

18 CASA ROMÁRIO MARTINS Um armazém da memória curitibana Uma casa portuguesa, com certeza. Construída no século XVIII, foi moradia, açougue e armazém de secos & molhados. Desde 1973, restaurada, é o armazém da memória coletiva dos curitibanos. Homenageia o cronista e historiador Alfredo Romário Martins ( ). É o último exemplar da arquitetura luso-brasileira na cidade. Localizada na esquina do Largo da Ordem com a Rua São Francisco, a Casa Romário Martins é, também, um dos marcos do Setor Histórico de Curitiba.

19 CASA VERMELHA Sua origem remonta a 1916 Construída em 1891, foi encomendada pelo alemão Wilhelm Peters. Abrigou a firma Burmester, Thon e Companhia até Foi depósito e sede da União Comercial, com 20 integrantes, dissolvida em Benjamin Zilli comprou a casa em 1929 e ali instalou seu comércio atacadista. A Casa Vermelha, com este nome, começou em 1916, na Rua José Bonifácio, nº 15, de propriedade de Eurico Fonseca dos Santos e sócios. Na década de 70, a Casa Vermelha passou a ocupar o atual endereço, no nº 143 do Largo da Ordem. Foi, durante décadas, casa tradicional no ramo das ferragens. Desde 1993, é espaço administrado pela Fundação Cultural de Curitiba.

20 GALERIA JULIO MOREIRA O verdadeiro subterrâneo de Curitiba Construção de 1976, liga a Rua José Bonifácio ao Largo da Ordem. É um subterrâneo feito para proteger os pedestres do tráfego intenso da Travessa Nestor de Castro. Homenageia o pesquisador e historiador Júlio Estrella Moreira. Tem pontos comerciais e de animação cultural, como revistaria, lanchonete e o Teatro Universitário de Curitiba

21 MUSEU NA RUA A arte acessível aos olhos de todos As paredes cegas de antigas edificações da Travessa Nestor de Castro servem de suporte para o conjunto de painéis do artista curitibano Poty Lazzarotto, que constitui o Museu na Rua. Na parede lateral da Administração Regional da Matriz, um painel relembra as feiras antigas do Largo da Ordem. Do outro lado da rua, na esquina com a José Bonifácio, foi inaugurado em maio de 1996 um painel cerâmico do mesmo artista: "Curitiba e sua Gente". Com 500 metros quadrados, costura a paisagem do Setor Histórico com a identidade de seu povo.

22 RUA JOSÉ BONIFÁCIO A rua que não muda de nome desde 1886 Já foi Rua Fechada e Rua do Chafariz. O atual nome é de 1886, em memória do Patriarca da Independência. Na esquina com a Travessa Júlio de Campos, vale a pena observar o Palacete Hauer, de 1897, em estilo eclético de inspiração alemã. Seu térreo sempre abrigou casa de ferragens de tradição na cidade.

23 CATEDRAL BASÍLICA MENOR DE NOSSA SENHORA DA LUZ A terceira morada da Senhora da Luz Terceira morada da Padroeira de Curitiba, Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. A construção ficou pronta em 1893, na região onde existiram a Matriz do século XVII e sua substituta de Em estilo neo-gótico, fez 100 anos em quando Curitiba completou 300. Ganhou novo status: é Catedral Basílica Menor desde 8 de setembro de 1993, dia da Padroeira.

24 PRAÇA TIRADENTES Aqui foi fundada a Vila de Curitiba Antigo Largo da Matriz, também já se chamou Dom Pedro II. Tem o atual nome desde Remete à fundação de Curitiba, em 29 de março de É o marco zero da cidade. Foi remodelada em março de 1994.

25 PRAÇA JOSÉ BORGES DE MACEDO Espaço histórico revitalizado A Praça José Borges de Macedo - que tem a marca do Pelourinho, levantado em foi criada por força de uma lei municipal de Em 1994, o logradouro ganhou as Arcadas do Pelourinho, que abrigam bancas de revistas e flores e um café, em nome da animação cultural e da revitalização do espaço. Em 1996, um novo equipamento veio se somar às Arcadas do Pelourinho: a Fonte Maria Lata D'Água, que homenageia, duplamente, a conclusão do projeto Cores da Cidade - que recuperou a arquitetura do casario histórico vizinho à praça - e o artista paranaense Erbo Stenzel, autor da escultura "Água pro Morro", destaque da fonte.

26 MUSEU PARANAENSE Prédio construído para ser prefeitura Construção de 1916, em estilo art-nouveau, da gestão do prefeito Cândido Ferreira de Abreu. Foi Paço Municipal. É Museu Paranaense desde 1973, com acervo de 135 mil peças que recontam a história do Estado. Tem dupla frente, para as praças Generoso Marques e Borges de Macedo. A edificação que abriga o Museu Paranaense é a única de Curitiba duplamente tombada como patrimônio histórico e artístico, através de legislações específicas do Estado e da União.

27 PRAÇA GENEROSO MARQUES Cores do passado são recuperadas Antiga praça municipal, abrigou o primeiro mercado. Tem o nome atual desde 1928, em homenagem ao presidente do Estado Generoso Marques dos Santos, deposto em 1891 pela guarnição militar que apoiou Vicente Machado. O expressivo conjunto arquitetônico que concentra teve suas características totalmente recuperadas a partir de 1995, com a execução do projeto "Cores da Cidade".

28 RUA BARÃO DO RIO BRANCO Rua da Liberdade, do poder e dos hotéis Nasceu como Rua da Liberdade, em Rua do poder, abrigou o Palácio do Congresso, onde hoje funciona a sede do Museu da Imagem e do Som do Paraná. Caminho para a antiga Estação Ferroviária, era trajeto dos bondes de outrora. A partir da década de 70 voltou a ter importante papel no sistema de transporte coletivo, como via dos ônibus expresso. Revitalizada em 1980, ganhou floreiras, novo paisagismo e postes com luminárias originais em ferro, da Fundição Mueller. Desde 1995 deixou de ser rota dos ônibus e foi devolvida para o tráfego de automóveis.

29 CAFÉ ALVORADA Ponto do café em pé copiado de São Paulo Terceiro endereço do estabelecimento fundado em 1941, na Travessa Oliveira Bello. Mudou-se em 1945 e 1955 para a Rua XV de Novembro. Palco de discussões e ponto de informações de jornalistas, estudantes e intelectuais, especialmente durante a II Guerra Mundial. Primeiro lugar de Curitiba onde se toma café em pé, junto ao balcão.

30 GALERIA LUSTOSA Galeria do centenário da emancipação política Térreo do Edifício Visconde de Taunay, construído em centenário da emancipação política do Paraná. Lembra Antonio Ricardo Lustoza de Andrade, que foi deputado provincial e restaurador, em 1879/80, da Igreja da Ordem. Sob prédio de uso residencial e comercial, a galeria é passagem de pedestres entre o calçadão da Rua XV de Novembro e a Rua Marechal Deodoro da Fonseca.

31 CORREIO VELHO Marco da modernidade na década de 30 Nome popular da primeira agência oficial de correios e telégrafos de Curitiba, construída em Com iluminação potente, elevadores, relógios eletrônicos e instalações telegráficas, a construção foi considerada um marco da modernidade no Estado na década de 30.

32 PRAÇA SANTOS ANDRADE Universidade e Teatro emolduram a praça Foi Largo Lobo de Moura, Largo Duque de Caxias e Largo da Imperatriz. O nome atual homenageia a memória do promotor e presidente do Estado José Pereira dos Santos Andrade. Tem fonte luminosa, com memoráveis espetáculos de dança das águas na lembrança dos curitibanos. Em lados opostos da praça estão a Universidade Federal do Paraná e o majestoso Teatro Guaíra

33 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Primeira universidade do Brasil Está na Praça Santos Andrade desde É a primeira do Brasil como conjunto de cursos de nível superior, fundada em Em 1922, a edificação ganhou os torreões laterais com colunatas. A Universidade do Paraná se tornou federal em 1951 e, no ano seguinte, ganhou as escadarias que, desde 1993, abrigam a cada dezembro o presépio do Natal de Luz de Curitiba.

34 GALERIA SCHAFFER Das cinzas nasceu a galeria da cultura Prédio do início deste século. O atual nome remete à Leiteria Schaffer, de Francisco, que, em 1918, introduziu em Curitiba a venda de leite em garrafas de modelo alemão. Em espaço alugado à família Esser, nasceu a Confeitaria Schaffer, no térreo do edifício, em O prédio sofreu incêndio em Em 1978, novo incêndio o destruiu completamente. Sua reconstrução se fez com recursos da campanha popular "Por Amor à Schaffer". Em 1981 ficou pronta a reconstrução e nasceu a Galeria Schaffer, como ponto de encontro cultural de Curitiba.

35 CINE GROFF Espaço do cinema de arte Inaugurado em 1981, na Galeria Schaffer, como cinema de arte. O nome homenageia a memória do pioneiro da cinematografia paranaense João Baptista Groff, realizador, entre outros, do filme "Pátria Redimida", sobre a revolução de É administrado pela Fundação Cultural de Curitiba e tem filmes de arte em sua programação.

36 LIVRARIA GHIGNONE Livraria da porta paranista Estabelecimento de 1921, do imigrante italiano João Ghignone, chegado em 1900 com seu pai. Na década de 30, João Ghignone integrou movimento editorial liderado por Monteiro Lobato e Otales Marcondes, primeiros editores brasileiros. O prédio-sede da hoje rede de livrarias, no nº 423 da Rua XV de Novembro, é em estilo art-déco. É lendária sua porta em madeira de lei, com frisos paranistas.

37 CONFEITARIA DAS FAMÍLIAS O gosto dos doces da vovó Doce endereço da Rua XV de Novembro, desde 1945, criado pelo espanhol Jesús Alvarez Terzado. Foi reformada em 1984, modernizando o velho forno a lenha e inaugurando, no andar superior, um salão de chá. As receitas dos doces, especialmente os de massa folhada, são as mesmas do tempo da fundação do estabelecimento e segredo da família, mantido a sete chaves.

38 BANESTADO Endereço conturbado por mudanças políticas Construção de 1883, do imigrante português Manoel da Costa Cunha, com projeto do italiano Ernesto Guaita e obras do mestre alemão Henrique Henning. O primeiro proprietário, prejudicado pela Revolução Federalista, foi obrigado a vender o prédio ao ervateiro Manoel de Macedo. Anos depois, seus herdeiros o venderam ao governo do Estado. Foi banco, agência de rendas e é, desde 1973, agência do Banco do Estado do Paraná. Na edificação, destacam-se trabalhos em cantaria e ladrilhos portugueses.

39 SENADINHO Um ponto para todas as conversas Café e ponto de encontro na Rua XV de Novembro, entre a Avenida Marechal Floriano Peixoto e a Rua Monsenhor Celso. Recria o Senadinho de outrora, também na Rua XV, ponto de conversas entre políticos, intelectuais e jornalistas, nas vizinhanças dos antigos endereços do jornal Gazeta do Povo e da sede do Clube Atlético Paranaense. Era memorável a "pedra" da Gazeta, pedaço de mármore na parede onde as notícias que o jornal divulgaria impressas, no dia seguinte, eram lidas em primeira mão.

40 GALERIA DO PLANO AGACHE Marca urbanística do segundo plano global Marca do plano urbanístico de Alfredo Agache, de 1943, a galeria fica na Rua XV, entre Marechal Floriano Peixoto e Monsenhor Celso. Teve origem na determinação do plano, de recuo obrigatório de cinco metros para novas construções.

41 CINE RITZ Recria no nome um velho cinema Inaugurado, na versão atual, em 1985, por um acordo entre o município e a loja de departamentos C&A. Administrado pela Fundação Cultural de Curitiba, recria, no nome, o Cine Ritz que existiu na própria Rua XV de Novembro, entre 1947 e 1965.

42 FOTO BRASIL O rosto dos curitibanos desde os anos 30 Estabelecimento inaugurado em 1930, no nº 94 da Rua XV de Novembro, pelos irmãos Erich e Walter Jacobs. Em 1938 começou a trabalhar com os Jacobs o imigrante Isaac Kriger, apaixonado pela fotografia, que anos mais tarde se tornou sócio do empreendimento. A Foto Brasil mudou de endereço em 1946, quando um incêndio destruiu o prédio, mas retornou ao tradicional endereço após sua recuperação. Foi no cavalinho, no genuflexório ou à frente dos cenários do estúdio da Foto Brasil que gerações de curitibanos marcaram os momentos mais importantes de suas vidas.

43 BAR MIGNON O bar do pernil com muito verde Existe desde 1925, mas passou para o atual endereço, Rua XV de Novembro nº 42, a partir de Ponto de encontro tradicional da noite curitibana, chegou a ter 50 empregados e a funcionar 24 horas por dia. Entre suas opções culinárias está o "pernil com verde", sanduíche que é receita da família fundadora, os Amatuzzi, trazida diretamente da Calábria e jamais revelada.

44 BAR TRIÂNGULO Ponto da antiga boemia curitibana Inaugurado em 1934, tem o nome popular de Cachorro-Quente, devido a seu peculiar luminoso. Rudi Blum, seu proprietário, reformou o prédio em As aristocráticas mesinhas de mármore sobre pés de ferro deram lugar a outras, em fórmica. O triângulo de néon, com o cachorro no centro, continua a iluminar, na fachada, a boemia das noites curitibanas.

45 BONDINHO DA RUAS DAS FLORES Dentro dele é possível estacionar crianças Velho bonde reciclado e pintado com cores vivas. Estacionado na Rua XV de Novembro, esquina com Rua Ébano Pereira, acolhe crianças durante o período de atividades das mães na redondeza, desde É conhecido, na cidade, como "estacionamento de crianças". Em seu interior, elas exercem atividades de lazer, orientadas por técnicos da Fundação Cultural de Curitiba.

46 PALÁCIO AVENIDA Um grande presente de Natal Da edificação de 1929, do comerciante libanês Feres Merhy, resta a imponente fachada, na esquina da Avenida Luiz Xavier com a Travessa Oliveira Bello. No passado, o prédio abrigou um café, o folclórico Bar Guairacá, e o Cine Avenida, um dos primeiros cinemas de Curitiba. Marco da paisagem urbana da cidade, foi recuperado e reaberto em 1991 como endereço institucional do Grupo Bamerindus, hoje HSBC. É agência bancária e espaço cultural com cine-teatro. Desde 1991, a fachada do prédio é cenário de evento natalino - em cada uma de suas janelas cantam integrantes do Coral dos Infantes Cantores e da Terceira Idade. O show se completa com um fantástico espetáculo de luzes e cores.

47 BOCA MALDITA "Nada vejo, nada ouço, nada falo" Tribuna livre criada em 1957 e institucionalizada em 13 de dezembro de Um dos fundadores, Anfrísio Siqueira, é seu eterno presidente. Poderosa e machista, a Boca é famosa desde que se atribuiu a ela a responsabilidade pela cassação, nos anos 70, do governador do Estado Haroldo Leon Peres. Seu lema é "nada vejo, nada ouço, nada falo". Durante a ditadura militar, funcionou como tribuna livre. Fica no calçadão da Avenida Luiz Xavier, em frente aos cafés.

48 BRAZ HOTEL Símbolo hoteleiro e cenário de comícios Endereço tradicional da Avenida Luiz Xavier desde Nasceu em 1930, na Praça Tiradentes, propriedade do casal português Maria e Francisco Braz. O prédio atual ficou pronto em Hotel dos mais importantes de Curitiba na década de 50, o Braz hospedou políticos e foi palco de muitos comícios, entre eles um de Getúlio Vargas, em Fechou suas portas em 1978 e reabriu, com o Grupo Slaviero, em 1991.

49 EDIFÍCIO GARCEZ O primeiro arranha-céu da cidade Construído pelo engenheiro João Cid Moreira Garcez, foi o primeiro arranha-céu de Curitiba, com oito andares sobre o térreo, gigantesco para o ano de Seu estaqueamento foi feito com troncos de madeira e óleo cru. Em estilo art-déco, tem frisos, balaústres e gradis paranistas. Abrigou repartições públicas, associações, escolas e a entrada do Cine Palácio. Foi restaurado em 1985 pelo Grupo Hermes Macedo e reaberto, em 1988, como loja de departamentos.

50 AVENIDA LUIZ XAVIER A menor avenida do mundo Com apenas uma quadra, a menor avenida do mundo dá início à Rua XV de Novembro. Surgiu em 1911, criada pelo prefeito que lhe dá nome, o Coronel Luiz Antonio Xavier. Ponto de encontro no passado, retornou à antiga vocação a partir da década de 70, quando virou calçadão de pedestres. Pela concentração de cinemas que houve no trecho, foi chamada de Cinelândia. Abrigou o primeiro comício pelas eleições diretas para presidente, em 1984, e as passeatas dos caras-pintadas pelo impeachment do presidente Fernando Collor de Mello, em 1992.

51 PRAÇA OSÓRIO A hora oficial de Curitiba Nasceu em 1874 e recebeu, em 1878, o nome de Largo Oceano Pacífico. É Praça General Osório desde Teve coreto em 1914, construído pelo prefeito Cândido Ferreira de Abreu e demolido no início dos anos 50. Seu relógio, restaurado em 1993, relembra o primeiro lá instalado, e marca a hora oficial da cidade. Tem fonte luminosa e equipamentos de lazer para a garotada.

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