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Celia Ribeiro Zaher Diretora da Biblioteca Nacional Presidente honorária da ABINIA - Presidente do CDNL Vice-Presidente do Comitê Consultivo Internacional.

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1 Celia Ribeiro Zaher Diretora da Biblioteca Nacional Presidente honorária da ABINIA - Presidente do CDNL Vice-Presidente do Comitê Consultivo Internacional da UNESCO

2 PROGRAMA MEMÓRIA DO MUNDO A Unesco lançou em 1992 o programa Memória do Mundo, destinado a salvaguardar e a promover o patrimônio documental da humanidade, através de medidas de preservação e acessibilidade. Esses dois aspectos são complementares, já que o acesso incita à proteção e a preservação permite a acessibilidade.

3 OBJETIVOS  Promover o interesse dos Estados Membros pelo seu patrimônio documental e, particularmente, por àquele que possa ter um valor universal;  Sensibilizar as Nações, as instituições e os indivíduos para a conservação de seus patrimônios;

4  Tornar esse patrimônio acessível ao publico da forma mais ampla possível, recorrendo às tecnologias mais apropriadas;  Desenvolver produtos, tais como CD-ROMs, sites na Internet, álbuns, livros, cartas postais mostrando os documentos do patrimônio e distribuir a nível mundial; OBJETIVOS

5 COMITÊS MEMÓRIA DO MUNDO O programa Memória do Mundo procura alcançar os seus objetivos encorajando projetos e parceiros a todos os níveis – internacional, regional e nacional. Para isso criou comitês Memória do Mundo em diversos níveis e essa é a chave da principal estratégia do programa.

6 COMITÊ CONSULTIVO INTERNACIONAL O IAC do Programa Memória do Mundo é designado pelo Diretor Geral da UNESCO para guiar a concepção e a implantação do programa no seu conjunto. Seus membros, em número de 14, são escolhidos a título pessoal, provenientes de diferentes partes do mundo e de campos de especialidade diversas, e que tenham se sobressaído na área de sua atuação.

7 BUREAU DO IAC O Bureau é constituído de Presidente, 3 vice presidentes e o relator. O mandato é de no mínimo de 3 anos, renováveis por igual período.

8 REGISTRO INTERNACIONAL DA MEMÓRIA DO MUNDO O registro internacional da Memória do mundo relaciona 120 coleções de mais de 50 países. nomination form

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11 COMITÊ REGIONAL DA AMÉRICA LATINA  Esse Comitê realiza reuniões periódicas para avaliar os projetos de financiamento e as propostas de inclusão nos registros nacionais, regionais ou internacionais.  O Comitê faz a primeira seleção que é enviada ao Comitê Técnico que se reúne em Paris para fazer as indicações para o Comitê Internacional.

12 COMITÊ REGIONAL DA AMÉRICA LATINA  Uma das finalidades do comitê regional é incentivar o treinamento de pessoas para preparar projetos para submissão. A finalidade principal é incentivar a criação de Comitês Nacionais nos diferentes países mostrando a importância dos mesmos para a identificação de material documentário importante para salvaguarda.

13 REGISTRO REGIONAL  O Registro Regional deverá divulgar todos os projetos que foram classificados como regionais e que não alcançaram o Registro Internacional, por não estarem de acordo com as normas de avaliação da UNESCO.

14 NORMAS DE AVALIAÇÃO  As normas básicas são de ineditismo,preservação,exclusividade, impacto nacional, regional ou internacional, qualidades essas a serem identificadas em cada coleção. É necessário o reconhecimento do valor cultural e da influência que esses documentos trouxeram à humanidade a nível nacional, regional ou internacional.

15 NORMAS DE AVALIAÇÃO  A UNESCO elaborou um guia para identificar as coleções e ou documentos que merecem ser registrados no registro internacional. Esse manual é intitulado  Guidelines for the Preservation of Digital Heritage publicado em inglês e espanhol. Existe uma versão em português não oficial.

16  Existem 17 Comitês Nacionais na América Latina e Caribe e o do Brasil foi criado em 2004, após diversos anos de solicitações ao MINC. Esse grupo se reúne sob a presidência de Lygia Guimarães do IPHAN/MINC. COMITÊ NACIONAL

17  Compete ao Comitê nacional pesquisar material através de seus representantes, que possa ser incluído nos registros nacionais, regionais e no Registro Internacional

18 REGISTRO NACIONAL  O registro nacional deve ser divulgado e é fundamental o seu relevo, já que a grande maioria de material não se classifica para inclusão no Registro Internacional, de acordo com as normas estabelecidas.

19 REGISTRO INTERNACIONAL  A América Latina e o Caribe já registraram no Registro Internacional 10 coleções de diversos países da Região. O Brasil até hoje só registrou uma coleção no Registro Internacional.

20 REGISTRO INTERNACIONAL  Os países onde existe um apoio governamental evidente para o cadastramento de coleções são os mais bem sucedidos.  Na América Latina o apoio governamental foi fundamental para os registros do Chile, México e Nicarágua.

21 REGISTRO INTERNACIONAL  O Registro Internacional da Memória do Mundo da UNESCO do Brasil é referente à Coleção de Fotografias do Imperador D. Pedro II.

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23 HISTÓRICO  A Coleção Dona Thereza Christina Maria foi constituída por D. Pedro II, durante o II Reinado ( ) e doada à Biblioteca Nacional após a proclamação da República contém itens fotográficos.

24 ORIGINALIDADE DA COLEÇÃO  Constituída por um governante do século XIX, que acompanhou a trajetória da fotografia desde a sua primeira patente - o daguerreótipo - que chegou ao Brasil aproximadamente 4 meses após o anúncio do invento, em Paris.

25 ORIGINALIDADE DA COLEÇÃO  Abrange todos os gêneros de fotografia realizados no século XIX, referentes aos mais distintos campos do conhecimento.  propostaproposta

26 DIFUSÃO DOS RESULTADOS -  Presença marcante e crescente de fotografias deste acervo em livros e exposições.  Número crescente de trabalhos acadêmicos desenvolvidos com o acervo.

27 AVALIAÇÃO DA PROPOSTA  A avaliação da proposta por grupos de técnicos culminou na indicação para o registro internacional, por tratar-se de uma coleção que registra os momentos e os fotógrafos mais importantes do período.  Também, pelo reconhecimento internacional através de exposições, catálogos e estudos, que registraram essa coleção.

28 APROVAÇÃO NO REGISTRO INTERNACIONAL

29  A proposta com avaliação favorável foi endossada pelo IAC em Gdansk, Polônia, em reunião realizada de 28 a 30 de agosto de  O Diretor Geral da UNESCO incorporou a coleção ao registro internacional da Memória do Mundo.  Este foi o primeiro item brasileiro registrado nesse repertório, recebendo o selo de qualidade da UNESCO para garantir a sua perpetuidade.

30 EXPANSÃO DO PROGRAMA MEMÓRIA DO MUNDO COM ÊNFASE NA PRESERVAÇÃO DIGITAL DA HERANÇA DOCUMENTAL

31 CARTA DA UNESCO SOBRE PRESERVAÇÃO DA HERANÇA DIGITAL Conferência Geral da UNESCO, 32a sessão, Paris 2003 doc. 32C28  A Carta é uma declaração de princípios com o foco na legitimidade de políticas públicas e pontos técnicos, incluídos no Guia para a Preservação da Herança Digital, que tem como finalidade ajudar os países a preparar políticas nacionais que inspirem ações responsáveis para preservação e acesso à herança digital.

32  A herança digital é ilimitada no tempo, na geografia e na cultura e deve ser accessível a qualquer pessoa no mundo.  A herança digital de todas as regiões, países e comunidades deve ser preservada e tornada acessível, de maneira a assegurar a representação através dos tempos, de raças, nações, culturas e línguas. PRESERVAÇÃO DA HERANÇA DIGITAL

33 PROJETOS DA MEMÓRIA DO MUNDO  O Programa Memória do Mundo patrocina alguns projetos nos países, que tratem de temas de preservação e divulgação de material raro ou inédito. Esses projetos são financiados pelo Secretariado da Unesco e um dos exemplos é o referente ao trafico de escravos, que já beneficiou diversos países.

34 PROJETO TRÁFICO DE ESCRAVOS

35  Esse projeto foi iniciado em setembro de 2003 e teve sua conclusão em maio de Está disponibilizado em CD- ROM e no site da BN. Esse site permite a atualização da base de dados incluída no CD-ROM através de link com o site e as bases on line.  Inclui cerca de 600 documentos digitalizados e uma base bibliográfica de referências da coleção da Biblioteca Nacional, incluindo artigos de periódicos, manuscritos, mapas, livros etc.

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