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CONTROLE METROLÓGICO DE MEDIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA Mauricio Martinelli Réche Chefe da Dider (21)2679-9156/9141 Samuel C. P. Valle.

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1 CONTROLE METROLÓGICO DE MEDIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA Mauricio Martinelli Réche Chefe da Dider (21) /9141 Samuel C. P. Valle Chefe da Divel

2 Etapas da Apresentação Metrologia Legal Divel Controle metrológico Aprovação de modelo Verificação dos instrumentos Informações de instrumentos Referência internacional Situação do Technical Committee RI 46 em revisão pelo TC 12

3 METROLOGIA LEGAL - CONCEITUAÇÃO METROLOGIA LEGAL - Parte da Metrologia que se refere às exigências legais, técnicas e administrativas, relativas às unidades de medida, aos métodos de medição e aos instrumentos de medição

4  Leis e regulamentos;  Poder de polícia administrativa  Obrigatoriedade e regras para o controle metrológico METROLOGIA LEGAL – EXIGÊNCIAS LEGAIS

5  Fixar as características gerais de construção dos instrumentos  Propriedades metrológicas sejam mantidas  Resultados de medição seguros, simples e não-ambíguos  Riscos de fraudes minimizados METROLOGIA LEGAL – EXIGÊNCIAS TÉCNICAS

6  Fixar as características dos instrumentos quanto à identificação, apresentação externa e utilização  Métodos para exame a fim de assegurar os requisitos técnicos e metrológicos  Definir critérios para atribuição, aprovação e revogação do caráter legal de um instrumento METROLOGIA LEGAL – EXIGÊNCIAS ADMINISTRATIVAS

7 METROLOGIA LEGAL SEGURANÇA COMÉRCIO INDÚSTRIA METROLOGIA LEGAL - CAMPO DE ATUAÇÃO SAÚDE MEIO AMBIENTE

8 METROLOGIA LEGAL CAMPO DE ATUAÇÃO METROLOGIA LEGAL CAMPO DE ATUAÇÃO Medições que interessem à incolumidade dos cidadãos, nas suas relações de consumo Medições cujo resultado possa oferecer risco a saúde e a segurança das pessoas 

9 Medições cujo resultado possa oferecer risco ao meio ambiente Medições para fins fiscais Terceira parte na solução de conflitos METROLOGIA LEGAL CAMPO DE ATUAÇÃO METROLOGIA LEGAL CAMPO DE ATUAÇÃO

10 No Brasil, o Inmetro, através da Dimel – Diretoria de Metrologia Legal - organiza e executa as atividades da Metrologia Legal, assegurando a uniformidade da sua aplicação, em conformidade às Recomendações Internacionais da OIML - Organização Internacional de Metrologia Legal. METROLOGIA LEGAL

11 No desempenho de sua missão institucional a Dimel - Diretoria de Metrologia Legal dispõe da Divel – Divisão de Instrumentos de Medir no Âmbito da Eletricidade e Ensaios de Perturbação para estabelecer o controle metrológico em medidores de energia elétrica. A Divel fornece apoio tecnológico necessário aos Órgãos Delegados para o atendimento das necessidades em todo o território brasileiro. METROLOGIA LEGAL

12 Divel - Instrumentos Regulamentados  Medidores de energia elétrica ativa eletromecânicos Aprovação de modelo Verificação inicial Verificação eventual  Medidores eletrônicos de energia elétrica Aprovação de modelo Compatíveis com as R OIML INMETRO-BRASIL

13 Divel - Ensaios que realiza  Compatibilidade eletromagnética Normas IEC da série  Climáticos Normas IEC da série Todas atendendo diretrizes do D 11 da OIML Compatíveis com D 11 da OIML INMETRO-BRASIL

14 Carta Magna Decreto Resolução (CONMETRO) Resolução (CONMETRO) Portarias (INMETRO) Portarias (INMETRO) Divel - Legislação Metrológica em Vigor Competência Tipo 0 Legislação Genérica Legislação Específica Congresso Nacional Cong. Nac./ Pres. da Rep. Pres. da República Ministro MDIC (interministerial) Presidente do INMETRO Diretor de Metrologia Legal Normas de Procedimento Normas de Procedimento RTM (eletromecânico.) RTM (eletromecânico.) RTM eletrônico RTM eletrônico Lei SINMETRO Lei SINMETRO Ato Legal Abrangência CF/1988 Lei 5966/1973 Lei 9933/1999 Dec 99532/90 Dec 2171/97 Dec 3370/00 Res 11/1988 Res 12/1988 INMETRO-BRASIL P. 246/2002 P. 262/2002

15 Disponibilizado no Site INMETRO: http: Divel - Coletânea da Legislação Metrológica INMETRO-BRASIL   Legislação  Regulamentos  Consulta

16 Controle Metrológico Aprovação de modelo. Realizado pela própria instituição ou por laboratório designado. Laboratórios da Dimel, Dimci e Credenciados. Verificação inicial de instrumentos novos. Realizada pelos órgãos delegados ou Postos de Ensaio Autorizados Verificação após conserto ou reparo (eventual). Realizada pelos órgãos delegados ou Postos de Ensaio Autorizados

17 Controle Metrológico Inspeção em serviço. Realizada pela Dimel (quando solicitado) e pelos Órgãos Delegados. Avaliação metrológica (perícia). Realizada pela Dimel (quando solicitado) e pelos Órgãos Delegados. Fiscalização. Realizada pela Dimel (quando solicitado) e pelos Órgãos Delegados. Reparo por empresa autorizada. Realizado por organizações autorizadas

18 CONTROLE METROLÓGICO MEDIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA ELETROMECÂNICOS  Aprovação de modelo  Verificação inicial (novos)  Verificação no campo (solicitação)  Verificação após conserto ou reparo (eventual)

19 Controle Metrológico Medidores eletromecânicos Portaria Inmetro 246 de 20 de dezembro de 2002 para aprovação de modelo de medidores de energia elétrica ativa baseados no princípio de indução, monofásicos e polifásicos para classes 1 e 2. – Define aprovação de modelo, verificação inicial e verificação eventual. Proposta de Posto de Ensaio Autorizado – preparação para consulta pública – verificação inicial e verificação eventual.

20 Controle Metrológico Ações: Medidores eletromecânicos A verificação de medidores no campo, por solicitação do interessado ou por determinação legal, é executada por Órgãos Delegados ou Divel. A Divel executa atividades de verificação de medidores em campo, sob solicitação, para desenvolvimento e aprimoramento das metodologias adotadas para as diferentes situações que são encontradas.

21 Controle Metrológico Ações: Medidores eletromecânicos As metodologias de verificação de medidores no campo são repassadas aos Órgãos Delegados através de treinamentos planejados e executados pela Divel. A Divel também desenvolve atividades de análise de equipamentos disponíveis no mercado que possam vir a atender as necessidades das atividades de verificação de medidores em campo.

22 Principais mudanças em relação às portarias INMETRO nº 148/1985 e 149/1985  Condições mínimas para fabricação, instalação e utilização de medidores de energia elétrica ativa, inclusive os recondicionados, baseados no princípio de indução, monofásicos e polifásicos, contendo:  Anexo I - Terminologia;  Anexo II - Regulamento Técnico Metrológico  Anexo III - Procedimentos de Ensaio Medidores Eletromecânicos de Energia Elétrica CONTROLE METROLÓGICO

23 MEDIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA ELETRÔNICOS  Aprovação de modelo (provisória)  Verificação no campo (solicitação)

24 Controle Metrológico Medidores eletrônicos Portaria Inmetro 262 de 30 de dezembro de 2002 com uso de procedimento NIE-DIMEL- 036 para aprovação provisória de modelo de medidores de energia elétrica eletrônicos, monofásicos e polifásicos, para as classes 0,2; 0,5; 1 e 2. Proposta de Posto de Ensaio Autorizado – preparação para consulta pública – a mesma de medidores eletromecânicos

25  Criação de um grupo de trabalho para elaboração da regulamentação. OS DIMEL 006/2003  Composição do GT com os seguintes componentes: ANEEL, ABRADEE, ABINEE, ONS, INMETRO e outros.  A referência para a regulamentação serão as normas editadas pela OIML e ABNT, para consideração de necessidades nacionais.  Desenvolvimento de metodologias para verificação de medidores no campo. CONTROLE METROLÓGICO REGULAMENTAÇÃO DE MEDIDORES ELETRÔNICOS

26 APROVAÇÃO DE MODELO - ENSAIOS Laboratório – Lapen – da Divisão de Metrologia Elétrica da Dimci – Diele - da Diretoria de Metrologia Científica e Industrial – Dimci - do INMETRO Divisão de Instrumentos de Medição no Âmbito da Eletricidade e Ensaios de Perturbação – Divel da Diretoria de Metrologia Legal – Dimel – do INMETRO. Laboratórios Autorizados. DIVEL - Divisão de Instrumentos de Medição no Âmbito da Eletricidade e Ensaios de Perturbação

27 APROVAÇÃO DE MODELO NÚMERO DE MODELOS APROVADOS 1966 a 2003 NÚMERO DE MODELOS APROVADOS 1966 a 2003 MEDIDORES ELETROMECÂNICOS - Classes: 1 e modelos diferentes até junho/2003 MEDIDORES ELETRÔNICOS – Classes 0,2; 0,5; 1 e 2 3 modelos até junho/2003 MEDIDORES ELETROMECÂNICOS - Classes: 1 e modelos diferentes até junho/2003 MEDIDORES ELETRÔNICOS – Classes 0,2; 0,5; 1 e 2 3 modelos até junho/2003

28 VERIFICAÇÃO DOS INSTRUMENTOS NOVAS ALTERNATIVAS VERIFICAÇÃO DOS INSTRUMENTOS NOVAS ALTERNATIVAS  Auto verificação pelo fabricante  Verificação pelo detentor do equipamento Posto de Ensaio Autorizado (Concessionária + Prestador de serviço) Posto de Ensaio Autorizado (Concessionária + Prestador de serviço)

29 VERIFICAÇÃO DOS INSTRUMENTOS AUTO VERIFICAÇÃO PELO FABRICANTE VERIFICAÇÃO DOS INSTRUMENTOS AUTO VERIFICAÇÃO PELO FABRICANTE Possibilidade do fabricante optar, em substituição à verificação inicial efetuada pelo INMETRO, por declarar a conformidade dos instrumentos com o modelo aprovado: - possuir sistema da qualidade, baseado na NBR ISO 9000/17025 (garantia da produção e inspeção final); - atender aos critérios definidos pelo INMETRO na regulamentação específica, e sujeitar-se às auditorias e inspeções metrológicas periódicas, a serem realizadas pelo INMETRO. Possibilidade do fabricante optar, em substituição à verificação inicial efetuada pelo INMETRO, por declarar a conformidade dos instrumentos com o modelo aprovado: - possuir sistema da qualidade, baseado na NBR ISO 9000/17025 (garantia da produção e inspeção final); - atender aos critérios definidos pelo INMETRO na regulamentação específica, e sujeitar-se às auditorias e inspeções metrológicas periódicas, a serem realizadas pelo INMETRO.

30 VERIFICAÇÃO DOS INSTRUMENTOS VERIFICAÇÃO EVENTUAL AUTORIZADA VERIFICAÇÃO DOS INSTRUMENTOS VERIFICAÇÃO EVENTUAL AUTORIZADA Autorização concedida à concessionária de energia elétrica para proceder a verificação eventual após reparo: - possuir sistema da qualidade, baseado na NBR ISO 9000/17025 (garantia da produção e inspeção final ) - atender aos critérios definidos pelo INMETRO na regulamentação específica, e sujeitar-se às auditorias e inspeções metrológicas periódicas, a serem realizadas pelo INMETRO. Autorização concedida à concessionária de energia elétrica para proceder a verificação eventual após reparo: - possuir sistema da qualidade, baseado na NBR ISO 9000/17025 (garantia da produção e inspeção final ) - atender aos critérios definidos pelo INMETRO na regulamentação específica, e sujeitar-se às auditorias e inspeções metrológicas periódicas, a serem realizadas pelo INMETRO.

31 VERIFICAÇÃO INICIAL NÚMERO DE INSTRUMENTOS Valores de 2002 e estimativa de 2003 NÚMERO DE INSTRUMENTOS Valores de 2002 e estimativa de 2003 MEDIDORES ELETROMECÂNICOS - Classes: 1 e unidades comercializados em primeiro trimestre 2003 – Gerando projeção para 2003 de a (dados ABINEE) MEDIDORES ELETRÔNICOS – Classes 0,2; 0,5; 1 e 2 Ainda não consolidados MEDIDORES ELETROMECÂNICOS - Classes: 1 e unidades comercializados em primeiro trimestre 2003 – Gerando projeção para 2003 de a (dados ABINEE) MEDIDORES ELETRÔNICOS – Classes 0,2; 0,5; 1 e 2 Ainda não consolidados

32 VERIFICAÇÃO EVENTUAL NÚMERO DE INSTRUMENTOS RECUPERADOS De 37 das 64 concessionárias: (ABRADEE) Medidores eletromecânicos recuperados em 2002: que representam 2,95% dos instalados Medidores eletrônicos recuperados em 2002: Não temos dados Números representam os instrumentos que, após reparo, passariam pela verificação eventual De 37 das 64 concessionárias: (ABRADEE) Medidores eletromecânicos recuperados em 2002: que representam 2,95% dos instalados Medidores eletrônicos recuperados em 2002: Não temos dados Números representam os instrumentos que, após reparo, passariam pela verificação eventual

33 INFORMAÇÕES DE INSTRUMENTOS MEMBROS da ABRADEE - Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica AESUL, BANDEIRANTE, BOA VISTA, BRAGANTINA, CAIUÁ, CATAGUAZES, CEAL, CEB, CEEE, CELB, CELESC, CELG, CELPA, CELPE, CELTINS, CEMAR, CEMAT, CEMIG, CENF, CEPISA, CERJ, CERON, CHESP, CSPE, COELBA, COPEL, COSERN, CPFL, DMEPC, ELEKTRO, ELETROACRE, ELETROCAR, ELETROPAULO, ENERGIPE, ENERSUL, ESCELSA, LIGHT, MANAUS, PIRATININGA, RGE, SAELPA, SANTA MARIA, SULGIPE, URUSSANGA, VALE PARANAP., XANXERÊ

34 INFORMAÇÕES DE INSTRUMENTOS MEMBROS da ABINEE - Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica ACTARIS, ELO, ELSTER, ESB, FAE, LANDYS+GYR, NANSEN

35 INFORMAÇÕES DE INSTRUMENTOS INSTRUMENTOS JÁ INSTALADOS 37 DE 64 CONCENSSIONÁRIAS ABRADEE 37 DE 64 CONCENSSIONÁRIAS ABRADEE MEDIDORES ELETROMECÂNICOS - Classes: 1 e 2 Instalados até 2002 Projeção de instalação de em 2003 MEDIDORES ELETRÔNICOS – Classes 0,2; 0,5; 1 e 2 Instalados até 2002 Projeção de instalação de em 2003 MEDIDORES ELETROMECÂNICOS - Classes: 1 e 2 Instalados até 2002 Projeção de instalação de em 2003 MEDIDORES ELETRÔNICOS – Classes 0,2; 0,5; 1 e 2 Instalados até 2002 Projeção de instalação de em 2003

36 Referência Internacional Organização e Comitês Técnicos OIML - International Organization of Legal Metrology TC 3 Metrological control TC 4 Measurement standards and calibration and verification devices TC 5 Electronic instruments and software TC 12 - Instruments for measuring electrical quantities

37 Situação do Technical Committee TC 3 Metrological control TC 3/p1 R34 Accuracy classes of measuring instruments (revision) TC 3/p2 D3 Legal qualification of measuring instruments (revision with D19 & D20)

38 Situação do Technical Committee TC 3 Metrological control TC 3/p4 D1 Law on metrology (CD 2 revision) TC 3/p5 R42 Metal stamps for verification officers (revision) TC 3/SC1/p1 ? Pattern evaluation and pathern approval

39 Situação do Technical Committee TC 4 Measurement standards and calibration and verification devices TC 4/p1 ? Principles of selection and expression of metrological characteristics of standards and devices used for calibration and verification (WD) TC 4/p2 D5 Principles for stablisment of hierarchy schemes for measuring instruments (CD2 revision)

40 Situação do Technical Committee TC 4 Measurement standards and calibration and verification devices TC 4/p5 D10 Guildelines for the determination of recalibration intervals of measuring equipment used in testing laboratories (being voted by ILAC) TC 4/p6 D23 Principles for metrological control of equipment used for verification TC 4/p7 ? Measurement standard choise recognition, use, conservation and documentation

41 Situação do Technical Committee TC 5 Electronic instruments and software TC 5/SC1/p1 D 11 General requirements for electronic measuring instrument (CD3 revision) TC 5/SC2/p1 ? Software in legal metrology

42 Situação do Technical Committee TC 12 Instruments for measuring electrical quantities TC 12/p1 R 46 Active electrical energy meters for direct conection of class 2 (WD revision) Esta norma está sendo completamente revisada e abordará todos os medidores eletromecânicos e eletrônicos. TC 1212/p2 ? Verification of watthour meters – (not yet commenced)

43 Situação do Technical Committee RI 46 em revisão pelo TC 12 Revisão considerando normas atualizadas da IEC (a maioria das normas sobre medidores de energia elétrica, foram atualizadas nos últimos 5 anos). Consideração do documento “OIML D11 General requirements for electronic measuring instruments” atualmente em revisão (OIML D11 CD3).

44 RI 46 em revisão pelo TC 12 Situação atual Consideração das normas “IEC : 2002 Electricity metering equipment (a. c.) - General requirements, tests and tests conditions - Part 11: Metering equipment”, “IEC : 2003 Electricity equipment (AC) - Particular requirements - Part 11: Electromechanical meters for active energy (classes 0,5, 1 and 2)”,

45 RI 46 em revisão pelo TC 12 Situação atual - continuação Consideração das normas “IEC : 2003 Electricity metering metering equipment (AC) - Particular requirements - Part 21: Static meters for active energy (classes 1 and 2)” “IEC : 2003 Electricity metering metering equipment (AC) - Particular requirements - Part 21: Static meters for active energy (classes 0,2 S and 0,5 S)”,

46 RI 46 em revisão pelo TC 12 Situação atual - continuação Consideração das normas: “IEC : 2003 Electricity metering equipment (ac) - Particular requirements - Part 23: Static meters for reactive energy”, “IEC : 1998 Electricity metering equipment (ac) - Particular requirements - Part 31: Pulse output devices for electromechanical and electronic meters (two wires only)”, “IEC : 2003 Electricity metering metering equipment (ac) - Particular requirements - Part 61: Power consumption and voltage requirements”

47 RI 46 em revisão pelo TC 12 Situação atual - continuação Consideração das normas: “IEC : 2002 Electricity metering metering equipment (ac) - Dependability - Part 11: General concepts” “IEC : 2002 Electricity metering metering equipment (ac) - Dependability - Part 21: Collection of meter dependability data from the field”

48 METERING BRASIL 2003 Mauricio M. Réche Samuel C. P. Valle


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