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Prof. Rafael Camargo. Antes de estudarmos o iluminismo precisamos saber como andava a Europa neste período, é preciso compreender o que foi o: Antigo.

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1 Prof. Rafael Camargo

2 Antes de estudarmos o iluminismo precisamos saber como andava a Europa neste período, é preciso compreender o que foi o: Antigo Regime Possui este nome porque os governos (regimes) na Europa do século XVI e XVII ainda possuíam resquícios do período anterior (antigo) que é conhecido por trevas, escuridão ou atraso intelectual Características: ABSOLUTISMO poder exercido pela: Monarquia – Aristocracia – Igreja (clero) Não havia liberdade política, as pessoas não participavam do poder político. Um rei possuía poderes absolutos e incontestáveis – teoria do direito divino Não havia liberdade de expressão, as pessoal eram submetidas a vontade da igreja e as determinações do Rei. As pessoa eram proibidas de desenvolver outras atividades econômicas que não o campesinato. Todas as terras da Europa estavam nas mãos da igreja e da aristocracia

3 Os trabalhadores, que por sinal ganhavam muito pouco, representavam 96% da pop, sofriam com a falta de saúde, saneamento básico e segurança. E sustentavam os famosos banquetes e luxos ostentados pela pequena aristocracia. A Igreja dominava o conhecimento, sobre sua tutela estavam as escolas e universidades. O conhecimento que pregavam era dogmático, obsoleto, sem embasamento científico ou racional e muitas vezes supersticioso. Exemplo de antigo regime Rei Frances Luiz XIV – vulgo Rei Sol – pronunciou a seguinte frase: “O Estado sou eu”, ou seja, ele possuía o poder divino e supremo ele era o próprio Estado em forma de pessoa. Personificação do poder.

4 O QUE É O ILUMINISMO? O Iluminismo foi um amplo movimento de idéias desenvolvido na Europa do século XVIII que exerceu grande influência na política, na sociedade, na economia e na religião. A palavra iluminismo vem do verbo iluminar (trazer à luz). É conhecida também como Esclarecimento (do verbo esclarecer: tornar claro) ou Ilustração (do verbo ilustrar: tornar brilhante). O propósito era levar as luzes para as pessoas e para a sociedade. O que chamavam de luzes era a razão humana, a inteligência. A base do pensamento iluminista é o racionalismo, a valorização da razão humana como fonte do conhecimento.

5 A partir do século XVIII, em função dos avanços na ciência e na técnica, os homens passaram a acreditar que apenas o pensamento racional (e não mais a fé, como na Idade Média) seria capaz de promover o desenvolvimento das sociedades. Os filósofos iluministas afirmavam que, pela razão, o homem poderia conquistar a liberdade e a felicidade. Para tanto, devia se libertar de toda forma de superstição, de preconceito, de medo (sentimentos considerados irracionais). Os costumes e as tradições, na medida em que impedissem o progresso, deveriam ser mudados ou esquecidos. Dada a importância e a amplitude das idéias iluministas, o século XVIII ficou conhecido como o século das luzes.

6 Emmanuel Kant – filósofo alemão, descreveu o iluminismo da seguinte forma: Como a chegada de “uma luz aos cantos sombrios da mente”, a luz afugentadora da ignorância e da superstição

7 A ENCICLOPÉDIA No Século XVIII foi publicada a famosa “Enciclopédia”, dirigida pelo filósofo francês Denis Diderot e pelo matemático D’Alembert. Teve mais de 300 colaboradores, todos importantes iluministas. Ela divulgava as idéias da ilustração e dava uma importância especial para as descobertas científicas e tecnológicas.

8 “Não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seu próprio 'auto-interesse’” ADAM SMITH – “ECONOMIA” O escocês Adam Smith é considerado o pai do liberalismo econômico. A riqueza, segundo ele, é alcançada a partir do trabalho, e não da posse da terra. O preço de mercado dos produtos é fixado por meio da lei natural de oferta e procura.

9 Para Smith, só é possível conseguir a justiça social e a harmonia nas sociedades com a livre competição e o livre comércio. A obra mais importante desse economista é a Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações. As idéias de Adam Smith formam a base da atual economia dos países ocidentais.

10 VOLTAIRE – “RELIGIÃO” “Não concordo com uma só palavra que tu dizes, mas defenderei até a morte teu direito de proferi-las”

11 O francês Voltaire, foi um dos pensadores mais brilhantes do Iluminismo. Em suas obras, Voltaire atacou a Igreja e a religião em nome da razão. Entre seus livros mais importantes figuram: Tratado sobre a Tolerância, Dicionário Filosófico, Ensaio sobre os Costumes e Cândido ou O Otimismo. Ninguém deveria ser punido por defender idéias religiosas.

12 “O homem é produto do meio em que vive, da sociedade e da educação” JEAN-JACQUES ROUSSEAU Rousseau lutou pela volta à natureza, a fim de proteger o homem das influências nocivas da sociedade. Considerava que o homem é sempre bom por natureza; ele se torna mau por influência da educação e dos costumes sociais. Acusava a sociedade de ter deformado a bondade original dos homens.

13 “Todos os homens são passíveis de errar; e a maior parte deles é, em muitos aspectos, por paixão ou interesse tentada a fazê-lo.” JOHN LOCKE

14 Locke negava o Absolutismo Monárquico, fundando o liberalismo político. O Estado não era patrimônio pessoal e exclusivo do soberano. Este, por sua vez, deveria compartilhar o poder de decisão sobre os assuntos de interesse comum com os representantes dos proprietários de terra, reunidos em um parlamento. Para Locke, o governo devia obedecer as leis e não a boa vontade e bom humor de um governante autoritário.

15 MONTESQUIEU

16 Foi um dos criadores da Teoria da Separação dos Três Poderes para controlar os poderes absolutos do rei. Desse modo, o poder seria limitado pelo próprio poder. Legislativo; Judiciário; Executivo.

17 Três princípios básicos do ideário iluminista podem ser decodificados: -Universalidade: o projeto visava atingir todos os seres humanos, independentes das barreiras nacionais ou étnicas -Individualidade: os seres humanos devem ser vistos como pessoas concretas e não apenas como integrantes de uma coletividade. -Autonomia: os homens estão aptos a pensarem por si mesmos, sem a tutela da religião ou ideologia, e para agir no espaço público a fim de adquirir, por meio de seu trabalho, os bens e serviços necessários à sobrevivência material.

18 Burguesia e o Iluminismo

19 Enciclopédia Uma das melhores formas de divulgar o conhecimento e levar as luzes às cabeças adormecidas era através da enciclopédia, ou seja, um conjunto de livros que reunissem os conhecimentos científicos mais modernos a disposição de todos. Mais de 300 cientistas e teóricos colaboraram com seus conhecimentos para serem divulgados e estarem próximo de todos

20 O francês Denis Diderot por sua vez, contestou violentamente o absolutismo real e apontou elementos para a construção da sociedade civil democrática moderna. Podemos dizer que os primeiros passos da nova ordem do século XVIII estiveram ligados ao trabalho desse filósofo, que se empenhou na tradução de enciclopédias inglesas, consideradas raridades literárias, auxiliado pelo matemático Jean dÁlembert. Esses filósofos que ficaram conhecidos como enciclopedistas, sofreram fortes pressões do governo e da Igreja. O clero Frances proibiu a circulação da enciclopédia que contava com a participação dos mais famosos filósofos da história da humanidade.

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22 Despotismo Esclarecido Uso do iluminismo para dar credibilidades aos governos autoritários


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