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Oséias – Fidelidade no relacionamento com Deus

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Apresentação em tema: "Oséias – Fidelidade no relacionamento com Deus"— Transcrição da apresentação:

1 Oséias – Fidelidade no relacionamento com Deus

2 Texto básico “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra." (Oséias 6:6)

3 Introdução Oséias é o profeta da graça.
É o homem de coração quebrantado. Ele não apenas falou do amor de Deus, mas o demonstrou de forma eloquente ao amar sua esposa infiel. Estudar esse livro é penetrar nas profundezas do coração de Deus e trazer à tona as verdades mais sublimes do amor incondicional de Deus pelo povo da aliança.

4 O Autor O nome Oséias significa Deus salva, ou salvação, e é equivalente a Josué e Jesus. O nome do profeta já trazia em si um chamado ao arrependimento e uma semente de esperança. Oséias já foi chamado de “o profeta do amor”, porque seu livro manifesta um profundo amor da parte de Deus por Israel, um amor não correspondido. Deus é mostrado como um marido traído que procura reatar o casamento com a esposa, que se tornou prostituta. O ministério de Oséias estendeu-se aproximadamente de 725 a 700 A.C. começando no final do reinado de Jeroboão II. O ministério teve uma duração de 58 anos.

5 O Autor Os seus líderes permitiam que o povo praticasse idolatria (2Cr 27:2; 2 Rs 15:35) e cometessem “prostituição” contra o Senhor (Os1:2; 2:8; 4:12-15). Eles recusaram-se a reconhecer que Deus lhes tinha proporcionado a riqueza que possuíam (Os 2:8). Na verdade, eles atribuíam aos ídolos a sua prosperidade (Os 2:5; 10:1). O povo havia se tornado cobiçoso e avarento, oprimindo os que eram menos capazes de se defender (Os 4:2; 10:13; 12:6-8). A vida pessoal e o ministério profético de Oséias estavam ligados intimamente com a sua missão. O Senhor usou a vida matrimonial de Oséias como exemplo para ensinar o Reino do Norte. Os filhos, cujos nomes nos parecem muito estranhos, são mensagens do juízo de Deus à nação. De fato, a tragédia doméstica de Oséias o preparou para entender e interpretar o amor imutável do Senhor.

6 Características Estruturais
Podemos resumir a história de Israel, contida no livro de Oséias, por meio dos nomes dos três filhos do profeta: Nome dos Filhos Significado Referência Jezreel Disperso À época em que Deus espalha Israel entre as outras nações Lo-Ruama Desfavorecida O Senhor tira sua misericórdia da nação e permite que ela sofra por seus pecados Lo-Ami Não meu povo Àquela época do programa do Senhor em que Israel não comunga com ele e não é o seu povo com antes o fora.

7 Características Estruturais
Estrutura dos capítulos do livro: Tema Capítulos A imagem da infidelidade de Israel 1 a 3 A proclamação dos pecados de Israel 4 a 7 A proclamação do julgamento 8 a10 A promessa de restauração de Israel 11 a 14

8 Mensagem Principal A principal mensagem é o amor incondicional de Deus, sendo esta a mensagem que mais se aproxima à paixão de Cristo. Oséias estava lembrando o povo de Israel que Deus os amava intensamente e que a fidelidade do seu amor é constante. O amor de Deus é retratado no papel do marido sofredor da esposa infiel. Israel foi avisado que deveria abandonar seus deuses, os ídolos. A mensagem foi direcionada principalmente para aqueles que ignoraram o amor verdadeiro, representado na atitude de Gômer para com Oséias. O propósito da mensagem era de conversão, mudança de atitude para com Deus.

9 A imagem da infidelidade de Israel
Oséias recebe uma ordem difícil do Senhor: “Vá, tome uma mulher adúltera” (1:2, NVI). Então ele vai e toma por esposa a Gômer. Esse casamento é certamente um símbolo do adultério espiritual de Israel. Mediante o seu relacionamento cruelmente profanado com Gômer, Oséias pôde compreender o verdadeiro significado do pecado de Israel: adultério espiritual e até prostituição. Depois, o Senhor ordenou que o profeta procurasse a esposa desobediente, e ele a encontrou à venda em um mercado de escravos (3:1-2). Ele teve de comprar a própria esposa, trazê-la para casa e assegurar-lhe seu perdão e amor. Ele tem todos os motivos para acreditar que Gômer se arrependeu de seus pecados e tornar-se uma esposa fiel. Tudo isso retrata a infidelidade de Israel com o Senhor. A nação estava casada com o Senhor (Êx 34:14-16; Dt 32:16; Is 62:5; Jr 3:14) e deveria manter--se fiel a ele. Todavia, Israel cometeu “adultério espiritual” ao abandonar o Deus verdadeiro e adorar os ídolos dos inimigos.

10 A imagem da infidelidade de Israel
Israel, como Gômer, seria escravizada (cativeiro) por causa de seus pecados. Mas esse não é o fim da história. Da mesma forma que Oséias procurou sua esposa e a trouxe para casa, o Senhor procuraria seu povo, o libertaria e o restauraria em sua bênção e amor. “adultério espiritual” pode ser um pecado dos cristãos do Novo Testamento como foi dos judeus do Antigo (cf. 1Jo 2:15-17; Ap 2:1-7; Tg 4:1-10). Os cristãos que amam o mundo e vivem para pecar são falsos com seu Salvador e partem o coração dele. Assim como Oséias não deveria desistir da sua mulher, mesmo diante da sua ostensiva infidelidade, Deus não desiste do seu povo. Mesmo quando esse povo se torna infiel, Deus permanece fiel. O seu amor é incompreensível e imerecido. Ele não nos ama por causa das nossas virtudes, mas apesar dos nossos pecados; ele não nos busca por causa dos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos. O amor de Deus nos oportuniza uma segunda chance. Ele é o Deus da segunda oportunidade. Foi esse amor devotado do Pai celestial que tornou possível nossa reconciliação com ele.

11 A proclamação dos pecados de Israel
Sem dúvida, todos os vizinhos falaram sobre os pecados de Gômer e apontaram um dedo acusador para ela. Não obstante, agora Oséias aponta o dedo para eles e expõe os pecados deles. A condição espiritual do povo: Símbolo Significado A nuvem da manha (6:4) porque num momento está aqui e, no seguinte, já se foi, é passageira um pão que não foi virado (7:8) pois a religião do povo não estava enraizada na vida dele, mas era algo superficial as cãs (7:9) porque perde a força, mas não se dá conta disso uma pomba enganada (7:11) porque é instável, voa de um aliado político para outro um arco enganoso (7:16) com o qual não se pode contar

12 A proclamação dos pecados de Israel
O povo de Israel estava com suas relações verticais e horizontais interrompidas. Não há sociedade humana que possa prevalecer onde estão ausentes a verdade, o amor e o conhecimento de Deus. Esses são os fundamentos da piedade e da moralidade. Esses são os alicerces da família, da igreja e da sociedade. O profeta faz um diagnóstico da nação de Israel, dissecando suas entranhas e trazendo à tona seus horrendos pecados. Esse diagnóstico não é diferente daquele que descreve a nossa realidade em pleno século 21.

13 A proclamação do julgamento
A rebeldia sempre é punida (Pv 14:14), e Israel era isso – rebelde (4:16; cf. Jr 3:6,11). Oséias via a chegada dos assírios para punir a nação e escravizá-la. Por que Deus permitiu que Israel fosse julgado pela perversa Assíria? Porque ele amava seu povo. O amor sempre disciplina para melhorar o filho (Hb 12:1-13; Pv 3:11- 12) Devemos ser agradecidos pela disciplina amorosa de Deus (Sl 119:71). O propósito de Deus na disciplina do seu povo não era a sua destruição, mas a sua restauração. O que Deus esperava era uma genuína conversão, manifestada pelo arrependimento (“até que se reconheçam culpados”) e pela fé (“e busquem a minha face”). Essa volta para Deus era apenas uma barganha.

14 A proclamação do julgamento
Eles se voltariam para Deus, e Deus se voltaria para eles para abençoá-los com chuvas e fartas colheitas. A religião natural era tudo o que eles desejavam. Eles queriam uma boa colheita. Não Deus, propriamente. A igreja evangélica brasileira está eivada dessa mesma tendência. As pessoas lotam os templos não porque têm sede de Deus, mas porque têm fome do pão que perece. Elas não querem Deus, querem apenas as benesses de Deus. Por sua vez, muitos pregadores não estão interessados na salvação dos perdidos, mas apenas no lucro.

15 A proclamação da restauração de Israel
Da mesma forma que Oséias tirou a esposa da escravidão e a restabeleceu em sua casa e em seu coração, também a nação seria restaurada à sua terra e ao seu Senhor. Esses capítulos finais exaltam o amor fiel de Deus em contraste com a infidelidade de seu povo. Desde o início do relacionamento de Deus e Israel, o povo estava “inclinado a desviar-se” (11:7). Deus atraiu-o com laços de amor (11:4); no entanto, o povo tentou quebra-los e seguir seu próprio caminho. Pecado não é apenas quebrar a lei do Senhor; é partir o coração dele. O profeta fecha as cortinas do seu ministério com uma palavra de esperança e com uma promessa de restauração. O cativeiro assírio não coloca um ponto final no plano soberano de Deus. As tragédias humanas não frustram os planos daquele que governa a história e dirige o universo.

16 Aplicação para atualidade
Quando se fala de fidelidade, está se falando de cumprir e honrar os compromissos assumidos na aliança, tendo como princípio a moral, a obrigação; já a lealdade inclui os valores baseados no vínculo afetivo, ou seja, quem é fiel não trai devido à moral; já o leal não trai devido o vínculo de amor e se revela num envolvimento bem maior do que o previamente estabelecido. Deus revela assim a sua grande lealdade e misericórdia, pois mesmo Israel sendo infiel, Deus, contudo, estendeu a sua lealdade providenciando o Cordeiro que tira o pecado do mundo. A presença do Senhor é real. Ele sempre esteve presente e desejou que os homens tivessem um relacionamento pessoal com ele, mas desde o princípio até os dias atuais, Deus tem sido esquecido por muitos e substituído por outros deuses, ou pior, Deus só é lembrado nos momentos difíceis da vida. Esta atitude de infidelidade e idolatria (tudo o que ocupa o lugar de Deus) entristeceu e tem entristecido a Deus. Mas o profeta Oséias trouxe a memória de quem é Deus e que a promessa de restauração do altar ao único Deus vivo seria novamente estabelecida entre as famílias da Terra.

17 Conclusão Quando Deus estabelece um relacionamento, ele exige absoluta lealdade. Deus julga Israel com secas, invasões e exílio. Apesar do rigor desse ato ter dado a impressão de que Israel seria abandonado para sempre, o Senhor pretendia restaurar seu povo. Quando os israelitas se arrependessem de seus pecados, Deus os faria retomar à sua terra e restauraria suas ricas bênçãos. O livro de Oséias fornece uma clara e equilibrada ideia de Deus. O Senhor ama seu povo e com ele deseja ter um relacionamento profundo e amoroso. Ele é ciumento de afeição e não tolera concorrentes. Quando seu povo peca, ele o disciplina na medida certa. A disciplina do Senhor pode parecer dura, mas a resposta divina ao pecado de Israel é, na verdade, uma prova de seu amor e comprometimento. Deus não admite que coisa alguma arruíne o relacionamento que ele estabeleceu conosco, e fará tudo para preservá-lo.


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